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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Militar do Vale do Aço é condenada por desvio de dinheiro

23 de out de 2010

Origem: Jornal Hoje em Dia


IPATINGA – A ex-cabo da Polícia Militar Rosana de Almeida Pereira Masseno foi condenada, no último dia 15, pela Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Ipatinga, no Vale do Aço, por improbidade administrativa. Rosana teria desviado R$ 11.102,27 do Núcleo de Assistência Integral à Saúde, vinculado à 12ª Gerência Regional de Saúde da Polícia Militar de Ipatinga, entre dezembro de 2002 e abril de 2004, enquanto era responsável pelo lançamento das contas hospitalares.

A ex-militar foi condenada à perda da função pública, da qual já havia sido expulsa quando a fraude foi descoberta, e ao pagamento de multa civil equivalente a três vezes o valor do dinheiro desviado, com valor corrigido monetariamente de acordo com os índices da Coordenadoria Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais. Sobre o valor ainda incidirão juros de 1% ao mês a partir da data de publicação da sentença, 15 de outubro. Ainda cabe recurso da sentença.

Conforme o Promotor de Justiça Fábio Finotti, o processo foi ajuizado entre os anos de 2006 e 2007, mas somente no último dia 15 foi dada a sentença. “Na verdade, é um tipo de processo que demora a correr na Justiça. Na época, a fraude foi descoberta pela própria polícia, que instaurou inquérito e afastou a policial até que tudo fosse confirmado. Assim que o caso veio à tona, o marido da policial ressarciu todo dinheiro desviado do Instituto”, esclareceu.

De acordo com o processo, Rosana Masseno abriu onze contas de assistência farmacêutica na Drogaria Andrade Ltda. Em sete delas, a ex-PM usou o próprio número de inscrição de beneficiária do Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPSM). Nas outras quatro, foi usado o número do marido, um major da Polícia Militar, que comandava o policiamento em Coronel Fabriciano.

Todas essas contas, cujo valor totaliza R$ 3.510,06, foram processadas como débito para o Instituto. Foram descobertas, ainda, adulterações em receitas médicas, falsificação da assinatura do marido, aquisição de medicamentos e produtos de perfumaria sem receita, determinando que fossem incluídos nas faturas como produtos farmacêuticos. As informações foram confirmadas pelo proprietário da drogaria, Sebastião de Andrade Júnior, que não quis comentar o caso.

Ainda segundo o Ministério Público, Rosana deixou de processar faturas de contas da drogaria, em que constam o nome dela e do marido, totalizando R$ 4.990,65. As compras eram realizadas mensalmente, e as faturas eram entregues diretamente para Rosana, possibilitando o controle da fraude. A mulher ainda credenciou junto ao IPSM uma falsa fisioterapeuta com quem ela e o marido teriam simulado tratamentos no valor de R$ 3.351,00. Rosana assumiu junto ao MP que o motivo era para quitar uma dívida de roupas adquirida em uma loja do bairro Cidade Nobre, em Ipatinga.

A reportagem tentou entrar em contato com a ex-policial, porém, nem Rosana e nem o marido foram encontrados. Atualmente, ela e o marido residem em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, para onde o major foi transferido.

Palavras do Cabo Fernando: Depois quando eu falo que no meio do oficialato, incluindo a justiça militar, que existe o tal do corporativismo, vem sempre um e diz que não é nada disso, que pau que dá em Chico da em Francisco, mas nós sabemos que não é verdade. Quando um praça comete qualquer tipo de delito ou até mesmo crime, imediatamente seus comandantes lhes dão voz de prisão e dãos seus nomes a imprensa em geral, "o praça fulano de tal, fez isso, isso e aquilo", o acusam até mesmo antes da produção de provas, fazem o IPM e o remetem a Justiça Militar, antes mesmo da justiça começarem o julgamento, a unidade onde o militar serve abre o chamado PAD e coloca o Praça na rua, com uma mão na frente e a outra mão atrás, pois os poucos direitos que temos só são quitados de 4 a 6 meses após, isso quando não chega a um ano. Agora quando o réu é um oficial as coisas mudam de figura, eles escondem o militar da imprensa, não fornecem nenhum dado do militar acusado e só tomam alguma providência quando a imprensa pega muito no pé, nesse caso segue todos os procedimentos que é feito com o "praça", com excessão do PAD, esse só é instaurado caso a Justiça Militar declara o oficial culpado e o processo transita em julgado. A PMMG e o CBMMG são duas organizações militares que não respeitam o art. 5º da C.F onde fala "todos são iguais perante a lei". No caso da matéria acima, a ex-Cb cometeu um crime, tem e foi punida por isso, mas o seu marido um Major e ex-Cmt do policiamento de Cel Fabriciano que também estava envolvido com a esposa ex-CbPM, simplesmente foi tranferido para o Vale do Mucuri em Teófilo Otoni e daqui a poucos anos será Coronel. 
DEPOIS VEM UNS E OUTROS QUERENDO FECHAR OS BLOGS E ABRINDO PROCESSOS CONTRA OS BLOGUEIROS, ELES PODEM ATÉ FECHAR MEU BLOG, PODEM ATÉ ABRIR PROCESSOS CONTRA MINHA PESSOA. ESTAMOS EM UM PAÍS QUE SE DIZ DEMOCRATICO E EU FALO O QUE QUERO E O QUE BEM ENTENDER E A QUEM ACHAR QUE DEVO FAZE-LO. O ÚNICO JEITO DE ME CALAR SERÁ FECHANDO MINHA BOCA. ESTE BLOG CONTINUARÁ DENUNCIANDO E ESTAMPANDO COM TODA A CLAREZA NOTÍCIAS IGUAIS A ESTA. 





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