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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Policial militar suspeito de matar homem em partida de futebol está solto

Saiba mais: http://bit.ly/2a2gIf7 Facebook: https://www.facebook.com/tribunadoparana O policial militar, do 22º Batalhão, suspeito de matar Gilson da Costa de Camargo, de 28 anos, durante um jogo de futebol na tarde deste domingo (17), não está preso. A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), na manhã desta segunda-feira (18).

sábado, 22 de agosto de 2015

Policial Condenado a 12 Anos De Prisão Por Morte Do Estudante Rafael Zanella.



Os sete jurados consideraram que Daniel Luís Santiago Cortes (esquerda) adulterou as provas da investigação da morte do estudante |
Os sete jurados consideraram que Daniel Luís Santiago Cortes (esquerda) adulterou as provas da investigação da morte do estudante
CURITIBA

Policial é condenado a 12 anos de prisão por forjar provas da morte do estudante Rafael Zanella

Julgamento durou toda a terça-feira. Crime aconteceu em 1997 e condenado era superintendente do 12.º Distrito Policial

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O policial Daniel Luís Santiago Cortes foi condenado a 12 anos e 10 meses de prisão por forjar provas no caso da morte do estudante Rafael Rodrigo Zanella, em maio de 1997, no bairro Santa Felicidade, em Curitiba. O julgamento do júri popular na 1.ª Vara do Tribunal do Júri começou por volta das 11 horas de terça-feira (9) e foi encerrado na madrugada desta quarta-feira (10), às 1h45. A sentença também determinou a perda do cargo do policial.
Cortes era o superintendente do 12.º Distrito Policial, em Santa Felicidade, responsável pela região onde ocorreu o crime. Ele foi condenado por atirar contra o carro dos policiais que abordaram Zanella para que se criasse uma situação de troca de tiros entre o rapaz e os policiais.
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Durante o julgamento foram ouvidos os promotores do Ministério Público, os advogados de defesa, as testemunhas do réu e o próprio acusado. Essa foi a quinta pessoa julgada por envolvimento no caso da morte do estudante. Na quinta-feira (11) mais um acusado será julgado. Carlos Henrique Dias era um dos escrivães da delegacia.
Segundo a acusação, Dias teria registrado os fatos de forma distorcida na noite do assassinato. O advogado dele, Antônio Rabello de Mello, diz que não havia como ele saber que tudo se tratava de uma farsa. “Dias não participou da manipulação do local. Era escrivão e chegou à delegacia quatro horas depois da ocorrência. Ele acreditou nos policiais e registrou o que eles contaram”, defende.
O julgamento está marcado para começar às 9 horas, segundo informações da 1.ª Vara do Tribunal do Júri. No total são 21 jurados, sendo que sete serão sorteados para participar do júri popular que irá proferir a sentença.
Na segunda-feira (15) será julgado Maurício Bittencourt Fowler, na época um dos delegados do 12.º DP. Ele teria sido o mentor da farsa e é acusado de tentar convencer os rapazes que estavam com Zanella a confirmar que o jovem era um traficante. Esta versão não corresponde à realidade, segundo o advogado de defesa Arnaldo Busato Filho. “Ele estava em uma partida de futebol quando foi chamado até a delegacia para atender uma situação de emergência. Quando chegou lá, já se deparou com o quadro pronto. Ele foi induzido a acreditar no que a equipe policial relatou que era verdade”, afirma.
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O crime
Na noite de 28 de maio de 1997, o estudante universitário Rafael Rodrigo Zanella, 20 anos, foi abordado por três policiais civis - Aírton Adonski,Reinaldo Siduovski Jorge Élcio Bressan – e também pelo estudante de Direito, Guilherme Vieira Doni, e por um informante da polícia, Almiro Deni Schmidt. Estes dois últimos prestavam serviços de forma irregular no 12.º Distrito Policial (DP). Quando parou o carro que dirigia, o universitário levou um tiro na cabeça, efetuado pelo informante. Ele foi confundido com um traficante.
Logo depois do assassinato, os homens envolvidos no crime tentaram mudar a cena do crime. Eles colocaram um revólver na mão de Zanella e implantaram maconha na roupa dele. O objetivo era alegar que o rapaz era um traficante que reagiu à abordagem policial. Outros três rapazes que estavam com o estudante no automóvel foram presos, agredidos e ameaçados. Cerca de uma semana depois do fato, uma perícia policial revelou toda a armação realizada.
Em 1998, Adonski e Siduovski foram condenados por fraude processual, denunciação caluniosa e tortura. Eles ficaram presos até 2005 e depois foram soltos pela Justiça. No ano 2000, o informante Schmidt foi condenado a 21 anos de prisão por homicídio. Desde março de 2008, ele responde pelo crime em liberdade. Bressan recorreu à pronúncia do juiz em 1.º grau e o Tribunal de Justiça decidiu não mandá-lo a julgamento. Doni não foi acusado pelo homicídio e teve o processo dele suspe



segunda-feira, 7 de abril de 2014

Policial agredindo menino

10/12/2013 13h09 - Atualizado em 10/12/2013 15h27

Vídeo mostra  policial agredindo menino de 12 anos no Paraná

Mãe registrou Boletim de Ocorrência e procurou Corregedoria da PM.
Segundo a Corregedoria, policial será identificado e caso deve ser investigado.

Bibiana Dionísio

Do G1 PR

Uma mulher registrou um Boletim de Ocorrência (BO), na segunda-feira (9), e procurou a Corregedoria da Polícia Militar do Paraná, nesta terça-feira (10), para denunciar um policial que agrediu o filho dela, dentro do condomínio onde eles moram, em Curitiba. O menino tem 12 anos e a mãe prefere manter a identidade de ambos em sigilo.
Uma câmera de segurança mostra o momento em que o policial se aproxima e dá um tapa na cara do garoto. O menino cai logo em seguida. Ele e as outras crianças que estavam no local não reagiram. “Ele tratou o meu filho como bandido, e o meu filho não é bandido”, afirmou a mãe.
A mulher afirma que a confusão começou quando os policiais militares, que estavam dentro de uma viatura, "mexeram" com uma garota que também é menor de idade e mora no mesmo condomínio. “Tem duas entradas. Em uma das entradas, as crianças estavam brincando, e uma colega deles estava chegando e a viatura começou a ‘mexer’ com essa menina. A menina xingou os policiais. O meu filho, como é amigo, foi defender a amiga. As policiais falaram alguma coisa para os meninos também, xingaram, e o meu filho foi e mostrou o dedo para o policial. Nisso, eles voltaram a brincar. O policial deu a volta, foi pela entrada principal, (...) dizendo que ia fazer ronda no condomínio e entrou atrás do meu filho”, contou a mãe.
Ela disse ainda que o policial ameaçou o menino. “Ele falou para meu filho que ali eles não estão mexendo com polícia municipal. Bateu no peito, falando que eles são [da] Polícia Militar e que da próxima vez vai ter para eles, e mostrou a arma”. Para ela, o policial é despreparado.
Ao G1, o major da Corregedoria da Polícia Militar Adilson Luiz Lucas Prüsse afirmou que ainda nesta terça-feira o policial deve ser identificado. “Temos a data, o local e a viatura. É só ver a escala de serviço”, complementou.
Prüsse afirmou que já existem substâncias para abrir um inquérito pela agressão. “As imagens são fortes em relação à agressão. É um menor. Não tem condição de [o policial] prestar mais serviço na rua”, afirmou o major. De acordo com Prüsse, possivelmente o policial será afastado das ruas, durante o andamento das investigações. Além da esfera administrativa, que pode estabelecer desde uma advertência até a expulsão, o policial pode responder criminalmente pelo ato.
A mãe disse que espera que a situação não termine com impunidade. “Eu quero que tenha justiça. Não quero que aconteça com mais nenhuma criança. Eu acho que a cena é chocante. Você ver um filho seu levar um tapa de um adulto daquela forma, daquela maneira (...) Eu nem sei dizer o que estou sentindo como mãe.”

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Moradores acusam PM de atropelar casal de moto

Após confundi-lo com assaltantes

Marido levava a mulher a uma escola, onde ela trabalha, quando o incidente ocorreu. Professora está internada em estado grave
14/02/2013 | 20:02 | FELIPPE ANÍBAL

Um casal que trafegava em uma moto foi atropelado por uma viatura da Polícia Militar (PM), no fim da manhã desta quinta-feira (14), no bairro São Gabriel, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. A mulher era levada pelo marido a uma das escolas em que trabalhava quando foi atingida pelo veículo da polícia. Moradores acusam os policiais de terem jogado o carro propositalmente contra a moto. A PM nega esta versão.
O caso ocorreu na Rua Alfredo Miguel Badui. A mulher, Nilza Padilha, de 45 anos, estava sem capacete e ficou gravemente ferida. Ela sofreu traumatismo craniano e foi encaminhada às pressas por um helicóptero ao Hospital do Trabalhador, onde permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O marido dela sofreu escoriações por todo o corpo.
Nilza é professora da Escola Municipal Jardim Guarujá, onde leciona no período da manhã. No instante do acidente, o marido dela a levava para o Colégio João Ribeiro de Camargo, onde trabalha como auxiliar administrativo. O casal tem três filhas.
De acordo com uma testemunha que pediu para não ser identificada, a viatura prefixo LO-119 perseguiu a motocicleta. Assim que alcançou a moto, o policial que dirigia o carro da PM teria lançado a viatura contra a moto, arrastando o veículo. Com o impacto, a mulher foi arremessada e bateu com a cabeça no asfalto. “Foi um absurdo. Depois que viram que tinham feito besteira, ficaram nervosos e chamaram um oficial”, disse a testemunha.
Instantes antes do incidente, um estabelecimento comercial no bairro São Gabriel foi assaltado por um casal que fugiu de moto. Os moradores acreditam que Nilza e o marido possam ter sido confundidos com os bandidos.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a PM negou a versão das testemunhas. A corporação afirma que a viatura estava em patrulhamento de rotina, quando a moto teria ultrapassado o veículo policial, provocando o acidente. A PM acrescenta que os policiais constataram diversas irregularidades: a moto estava com multas, o condutor pilotava usando chinelos e a passageira estava sem capacete. A motocicleta foi apreendida.
O incidente também revoltou a comunidade escolar. Uma funcionária do Colégio João Ribeiro de Camargo disse que professores e servidores ainda procuram entender o que aconteceu. “Eles [os policiais] fazem primeiro e depois perguntam o que aconteceu. A gente fica com ódio, porque a Nilza é uma mulher que só trabalha”, disse.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1345109

domingo, 6 de outubro de 2013

Ação da PM termina em agressão e racismo em Curitiba

Ação da PM termina em agressão e racismo em Curitiba..

 Publicado em 27/11/2012

 Moradores do Bairro Alto, em Curitiba, acusam um grupo de policiais de abuso de autoridade. Em uma ação, no início da noite de sábado (24), eles invadiram uma casa, bateram nos moradores e prenderam 11 pessoas. Entre as vítimas das agressões, está uma idosa de 72 anos. Conforme os moradores, a polícia invadiu a casa após um motociclista se recusar a mostrar os documentos do veículo aos policiais. O homem teria fugido para dentro da casa. Segundos depois, mais de uma dezena de PMs entrou no local. "Já entrou com cassetete para um lado, chutes para o outro. Já foi derrubando tudo. Foram entrando para dentro e massacrando", lembra a aposentada Zulmira Floriano. Ela e a família se preparavam para jantar quando aconteceu a invasão. Zulmira, o marido, os três filhos e a mãe foram agredidos pelos policiais. Em vários locais da casa, as marcas de sangue comprovam a versão das vítimas. Num dos cômodos, três dias depois da confusão, os pedaços de um cassetete quebrado ainda estão no chão. Vizinhos registraram parte da confusão. Nas imagens, é possível ver quando os policiais invadem a casa e como agem após prender os moradores. Num dado momento, um morador diz aos policiais "Agora vai falar que o piá (garoto) resistiu à prisão". Um dos PMs, sai em busca de quem proferiu a frase. "Que você falou, hein, seu filho da p...?", questiona o policial. Outra vítima das agressões foi a advogada Andréa Vitor. Ela conta que foi ao local para saber o que estava acontecendo, mas acabou detida pelos policiais. Junto com outras 10 pessoas que foram presas, ela foi encaminhada para um módulo da Polícia Militar. No local, ela afirma que os policiais agrediram novamente os presos. "Eles me deram um tapa no rosto", lembra. A advogada diz que também foi vítima de racismo. "Advogada, com essa corzinha, sua negra vagabunda, sua preta vadia", teriam dito os policiais a ela. O corregedor-geral da Polícia Militar, César Kogut, reconheceu o abuso dos policiais. Segundo ele, o caso será investigado pela corregedoria. "Existem indícios de que houve abuso de poder e abuso de autoridade. Isso vai ser apurado, tanto que foi aberto inquérito", afirma. Para o advogado de Andréia, Elias Mattar Assad, o caso configura, além de racismo, crime de tortura. "A atitude da PM não se pautou dentro da lei.

E quando não se pauta dentro da lei, é barbárie", diz.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

MP-PR Denuncia policiais por desviar peças de caminhão

18/09/2013 18h33 - Atualizado em 18/09/2013 18h33


Apreendidas....

Dois são policiais civis e um é militar, que já responde a processo criminal. Outras duas pessoas também foram denunciadas por participação no caso.

Do G1 PR
Dois policiais civis e um militar foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná por desvio de peças de caminhão, que foram apreendidas em 2012, numa ação policial. Além deles, um agente de sinistro e uma advogada também são citados no processo, que foi apresentado à Justiça.
Segundo a promotoria, as peças foram encontradas pelos policiais civis, que atuavam na Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas de Curitiba, em fevereiro de 2012. As partes – pneus, baterias e um tanque de combustível – haviam sido removidas de caminhões roubados e estavam em um barracão, na cidade de Colombo, na Região Metropolitana de capital paranaense. As peças nunca entraram no inventário de objetos apreendidos na operação.
Conforme a denúncia, os três policiais pegaram essas peças, que faziam parte de uma apreensão maior e esconderam em outro barracão, a pedido do agente de sinistros. Alguns dias depois, o grupo tentou vender os pneus, que estavam montados às rodas.
Como não conseguiram, eles decidiram desmontar os pneus para vender separadamente. Ao transportar o material, o grupo foi surpreendido por uma equipe da Policia Rodoviária Federal, que os levou até ao Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco).
Já a advogada citada no processo representa os denunciados. Os promotores afirmam que ela tentou subornar uma testemunha do processo e, por isso, foi denunciada por corrupção ativa. Os demais envolvidos foram denunciados por peculato.
PM não é réu primário
De acordo com o MP, o policial militar envolvido nesta denúncia também já foi alvo de outra investigação. O homem, que é tenente da PM, é acusado de comandar um 
grupo de extermínio, que atuava na cidade de Campina Grande do Sul. Ele e outras quatro pessoas foram presas em junho de 2012, em função dessa denúncia.
Omilitar é acusado de participação em pelo menos oito mortes ocorridas na Região Metropolitana de Curitiba, além da venda de armas e de praticar roubos.


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Mulher se revolta com demora nas investigações


Do assassinato do marido...

Esposa do representante comercial Jorge Mariano Marcondez Ferraz, morto durante tentativa de roubo em Curitiba, divulgou nas redes sociais uma carta aberta ao secretário de Segurança

25/04/2013 | 00:01 | MARCUS AYRES, DA GAZETA MARINGÁ E PATRÍCIA PEREIRA
Há quase um mês, o representante comercial Jorge Mariano Marcondez Ferraz, de Maringá, foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto em Curitiba. No entanto, até o momento, nenhum acusado de ter cometido o crime foi detido. A revolta pela demora na solução do caso fez com que a família publicasse uma carta aberta ao secretário de Estado de Segurança Pública, Cid Vasques, em uma rede social.
O texto, escrito pela esposa da vítima, Ângela Ferraz, foi postado filho do casal no Facebook. Na carta, a viúva, que presenciou a morte do marido, questiona o trabalho de investigação da polícia da capital. “Por que até agora, quase um mês após o fato, ainda não recebi qualquer tipo de contato sobre as investigações? O que está sendo feito? Quem está sendo procurado?”
O crime ocorreu no dia 27 de março, uma quarta-feira, por volta das 21 horas. Jorge Ferraz, de 54 anos, foi atingido por três tiros na Rua Inácio Lustosa, no bairro São Francisco, próximo ao Shopping Mueller. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu durante tentativa de roubo do veículo em que o casal estava.
A vítima chegou a ser socorrida por uma equipe Siate, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Hospital Evangélico. O crime ocorreu no dia em que Ângela comemorava aniversário. O casal havia acabado de chegar à Curitiba para passar o feriado da Páscoa com os filhos, que residem na capital paranaense.
Na carta, Ângela relata que o autor dos disparos aparentava estar completamente drogado. “O que realmente me incomoda é que, no bairro São Francisco, uma das regiões mais movimentadas de Curitiba, conhecida pela grande frequência de usuários de drogas e por alguns crimes menos violentos, como furtos e roubos, não havia sequer uma viatura de patrulha. (...) A falta de patrulhamento permitiu que o criminoso fugisse andando”, declarou Ângela, que também criticou o tratamento dado por alguns órgãos de imprensa ao caso. “Chegaram como urubus revoando a carniça.”
Por telefone, a assessoria da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) informou que a pasta se solidariza com a dor da família e resaltou que as investigações sobre crime estão em andamento.
Investigações avançaram pouco, afirma polícia
A Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba afirmou que tomou todas as providências para tentar solucionar o crime, mas as investigações avançaram pouco. Segundo o delegado Daniel Fagundes Prestes, não há imagens do suspeito e as testemunhas ouvidas não foram capazes de fornecer características que pudessem ajudar na elaboração de um retrato falado. “Ouvimos a mulher e o filho da vítima, mas eles não conseguiram ver o rosto do atirador”, disse.
Um jovem que presenciou o crime foi espontaneamente à delegacia e disse ter ouvido quando o suspeito anunciou o assalto. Ele, no entanto, também não forneceu detalhes da aparência do criminoso. “Todos falaram que ele era moreno, usava capuz e parecia muito sujo. São características bem comuns a usuários de drogas, mas não temos como identificar um suspeito”, disse o delegado.
O rapaz também informou que o atirador desceu a Rua Inácio Lustosa e virou na Rua Barão do Serro Azul, em direção à Praça Tiradentes. A polícia disse que procurou os estabelecimentos comerciais da região, mas eles só tinham imagens do circuito interno, e a câmera da rua, controlada pela Guarda Municipal, estava desligada.
A Guarda Municipal confirmou que o equipamento está com defeito desde dezembro do ano passado e que não foi consertado ainda porque a manutenção não foi inserida no orçamento de Curitiba para 2013.
Como se tratava se uma tentativa de roubo de carro, o caso deve ser encaminhado para a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos nos próximos dias, afirmou Prestes.