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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

"Policial embriagado é preso após matar borracheiro",

- por MSWI
Um policial militar do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) foi preso, na noite de sábado, por matar a tiros o borracheiro Geraldo Marcelino de Paula Filho, 59 anos, o “Pelé”, no Boqueirão.
O neto, de 4 anos, da vítima presenciou a morte do avô. O soldado José Martins, 43 anos, estava à paisana, com a arma da corporação e bêbado, segundo a PM. O crime aconteceu por volta das 23h de sábado, mas a polícia já havia sido chamada por moradores da Rua Bom Jesus de Iguape.
Eles informavam que um homem dirigia um Peugeot em alta velocidade e atirando a esmo. O policial teria batido o carro contra o meio-fio e parou na borracharia de Geraldo, anexa à residência.
Ajuda
A vítima já estava de pijamas. “Ele estava pronto para ir dormir, mas ficou com dó do motorista”, contou Ana Maria, cunhada da vítima. O borracheiro chamou o neto para acompanhá-lo, quando o soldado Martins disparou.
Testemunhas contam que não houve discussão. A criança correu para casa gritando e foi acudida por Ana Maria. Geraldo foi atingido com cinco tiros e morreu na hora.
Policiais da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móveis) do 20.º Batalhão da PM prendeu o colega em seguida. O capitão Gilson de Mattos, do BPTran acompanhou o caso e informou que José está na corporação há mais de 20 anos.
O soldado foi encaminhado ao Centro de Atendimento Integrado ao Cidadão (Ciac-Sul) para ser autuado em flagrante. A arma, uma pistola calibre 40 da corporação, foi recolhida. Geraldo era casado, tinha duas filhas e quatro netos.
Resposta
Por meio de nota, a assessoria de imprensa da PM informou que o policial estava de folga, e o crime será investigado pela Polícia Civil e julgado pela Justiça comum.
Foi determinada a abertura de Inquérito Policial-Militar sobre o uso da pistola da corporação. A nota informa que José foi preso em flagrante e levado ao Centro de Observação Triagem (COT). “No momento da detenção era visível a embriaguez do policial”. (Com informações Bem Paraná). 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Policial acusado de agredir mãe e filha


Em estação rodoviária de BH é afastado Comando da PM visitará mulheres que teriam sido vítimas de cabo. Corporação ficou estarrecida com as imagens.

Publicação: 24/03/2013 06:00 Atualização: 24/03/2013 08:29

Empresária levou pontos e foi algemada com a filha (Marcos Vieira/EM/D.A Press )
Empresária levou pontos e foi algemada com a filha
As duas mulheres, mãe e filha, que acusam um cabo do Batalhão da Polícia de Trânsito (BPTran) de lesão corporal em uma estação rodoviária na Região Leste de Belo Horizonte na semana passada devem receber amanhã a visita da chefe do Comando de Policiamento da Capital, coronel Cláudia Araújo Romualdo. O objetivo do encontro é esclarecer detalhes sobre as investigações e “lamentar o ocorrido”, segundo afirma o assessor de comunicação da corporação, tenente-coronel Alberto Luiz, que também vai  à casa das vítimas. Como o inquérito ainda não foi concluído, ele evita atribuir responsabilidade a algum dos envolvidos, mas, com base em imagens de um vídeo divulgado na internet, afirma que a postura do militar não condiz com a adotada pela PM. “Todos da corporação ficaram estarrecidos com o vídeo. A postura que vemos nas imagens não é a que gostaríamos de ver de um militar treinado para defender a sociedade”, declarou o porta-voz da Polícia Militar. O policial foi afastado das ruas.

A estudante Caroline Salomão considera positiva a iniciativa. “É muito bem-vinda a decisão de virem até nós. Isso demostra respeito e, de certa forma, é uma maneira de assumirem que a atitude do policial foi um erro”, considera. Caroline e a mãe dela, a empresária Mardele de Souza, denunciam o cabo Divino Nascimento por constrangê-las e agredi-las na noite do dia 17, durante uma abordagem em uma das plataformas da Estação José Cândido da Silveira. Caroline dirigia um carro e alega que errou o caminho, entrando em uma área com acesso permitido apenas para ônibus. Segundo ela, o militar a abordou de forma agressiva e, ao tentar defendê-la, a mãe recebeu uma pancada na cabeça, que resultou em um corte profundo. Pouco depois, cinco viaturas e três motocicletas da PM chegaram ao local e as mulheres foram algemadas e levadas à delegacia, onde passaram a noite. 

Uma testemunha filmou parte da ação, mas as imagens não mostram o momento da suposta agressão. “Estamos ouvindo todos os envolvidos e reunindo provas. Queremos agir com isenção e transparência para não cometer nenhuma injustiça com o militar ou com as senhoras envolvidas”, diz o assessor da PM, que reforça aimportância de outras testemunhas que presenciaram o fato prestarem depoimento. 

O tenente-coronel Alberto Luiz explica que o militar alega ter sido agredido pelas mulheres ao tentar solicitar um guincho para remover o veículo. “O cabo disse que o carro estava com a documentação irregular e que, ao informar que o automóvel seria levado ao pátio, as mulheres se exaltaram e tentaram tomar o rádio dele. Ao puxar o aparelho de volta, ele teria atingido a cabeça da mãe, provocando o corte”, relata. Segundo a proprietária do carro, os documentos estavam irregulares porque o veículo havia sido recuperado depois de um roubo e ela só portava o boletim de ocorrência. 

Depois da denúncia, o cabo foi afastado das ruas. “Ele continua trabalhando, mas cumpre funções administrativas”, diz o assessor da PM. O inquérito deve ser concluído em 20 dias. Caso seja comprovada a culpa do militar, serão avaliadas as medidas administrativas cabíveis.

Veja o vídeo que mostra a agressão
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/03/24/interna_gerais,361989/policial-acusado-de-agredir-mae-e-filha-em-estacao-rodoviaria-de-bh-e-afastado.shtml





Policial foi afastado das ruas...!
Ele (o policial) deveria e levar um pé na bunda por ser covarde e monstruoso...
Ou Será que e corporação vai continuar com um indivíduo como esse na corporação...!
Vamos esperar o desfecho desse caso para saber se isso vai passar impune.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Corregedoria da PM investiga Policial

19/02/2013 15h18
Acusado de agressão
  Policial Fabionei responde a denúncia de espancamento contra um office boy; PM diz que militar terá direito à ampla defesa e ao contraditário


Janaina Ribeiro

O policial militar identificado, até agora, apenas como Fabionei, lotado no Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), será investigado pela corregedoria da corporação. Será publicado no boletim interno da Polícia Militar desta quarta-feira (20) o procedimento administrativo que vai apurar a conduta do acusado de espancar um office boy, no último dia 02. A vítima fez uma denúncia formal contra o militar à Polícia Civil, à Corregedoria da Polícia Militar e ao Ministério Público Estadual.
No procedimento que será instaurado neste dia 20, um capitão, de uma unidade diferente daquela à qual serve o cabo Fabionei, será designado para investigar a denúncia de agressão formalizada pela família de José Carlos da Silva Santos. Ele terá 30 dias para realizar a apuração, prazo que poderá ser prorrogado por igual período.

De acordo com o corregedor-geral da PM, coronel Louvercy Monteiro de Oliveira, Fabionei terá direito à ampla defesa. “A Constituição Federal garante ao acusado o direito à defesa e ao contraditório. Então, vamos ouvir o militar e avaliar até que ponto a suposta conduta dele como pessoa civil tem relação com a sua postura como policial. Ainda não se pode afirmar que o comportamento do militar interfere nas funções dele no exercício de seu trabalho. É para isso que a investigação vai acontecer”, explicou o oficial.

Segundo o corregedor, até que o procedimento administrativo ordinário seja concluído, o cabo Fabionei deverá permanecer trabalhando normalmente no Batalhão de Trânsito. “Isso só não ocorrerá caso o comandante do BPTran ou o relator do procedimento entenda que a permanência do militar na sua atividade vai comprometer o trabalho policial ou o nome da corporação”, disse Louvercy Monteiro de Oliveira.

O caso
José Carlos da Silva Santos acusa o policial Fabionei de ter sido agredido pelo militar no início da manhã do último dia 02. A briga teria sido provocada porque o office boy pedira para que o militar não deixasse seus dois cachorros fazerem necessidades fisiológicas no estacionamento da empresa onde a vítima trabalha.

Segundo a esposa de José Carlos, o militar não teria gostado da interferência do office boy e, não só deixou os pit bulls urinarem no estacionamento, como ele próprio também teria feito o mesmo e, em seguida, ido até a direção da vítima, espancado-a.

José Carlos sofreu fraturas de mandíbula e no nariz, tendo vários dentes quebrados. Ele foi socorrido para o Hospital Geral do Estado e depois permaneceu internado no Hospital Arthur Ramos, só recebendo alta quatro dias depois. No dia 06, ele registrou um boletim de ocorrência contra Fabionei e realizou exame de corpo delito.

Nessa segunda-feira, José Carlos e a esposa procuraram a Corregedoria da PM e o Ministério Público Estadual para formalizar a denúncia.