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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Delegado é exonerado por mau atendimento

Em Copacabana.......

Vítimas de furtos e roubos que procuraram a delegacia tiveram que procurar seus pertences em caixas de papelão que estavam no chão, sem qualquer controle por parte dos policiais


02 de janeiro de 2014 | 17h 16



RIO - A chefe de Polícia Civil do Rio, delegada Martha Rocha, exonerou nesta quinta-feira, 2, o delegado José William de Medeiros do cargo de titular da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana) por considerar "inaceitável" o tratamento dispensado ao público que procurou a distrital nos dois últimos dias, inclusive na virada do ano, quando cerca de 2,3 milhões de pessoas assistiram à queima de fogos na praia.
Dezenas de vítimas de furtos e roubos que procuraram a delegacia tiveram que procurar seus pertences recuperados em caixas de papelão que estavam no chão, sem qualquer controle por parte dos policiais. A confusão foi mostrada em vídeo publicado no site do jornal "O Globo".
Em nota, a delegada Martha Rocha disse que Medeiros "não teve capacidade de gestão e gerenciamento, já que todos os recursos solicitados por ele foram atendidos". Para o seu lugar foi indicada a delegada Izabela Santoni, que atuava como adjunta na Delegacia Fazendária (Delfaz).
A delegada Izabela ficou conhecida no ano passado, após indiciar o médico Adão Orlando Crespo Gonçalves por falsidade ideológica e estelionato contra a administração pública. O neurologista faltou ao plantão num hospital público na noite do Natal de 2012. Na ocasião, uma menina de 10 anos que havia sido baleada na cabeça precisou esperar oito horas para ser operada, e acabou morrendo dias depois. Durante as investigações, Izabella descobriu que Crespo Gonçalves vinha faltando os plantões seguidamente, mas mesmo assim assinava a folha de ponto do hospital.
O delegado Medeiros será transferido para a Coordenadoria das Delegacias de Acervo Cartorário (CDEAC), considerada a "geladeira" da Polícia Civil, à espera de nova lotação.
Balanço. A Polícia Civil registrou 144 casos de furtos e roubos a transeuntes na cidade do Rio entre 8h de terça-feira , 31, e 20h do dia seguinte.
Também houve 25 tentativas de homicídio neste período de 36 horas. No levantamento está incluído o caso de Adilson Rufino da Silva, de 34 anos, que tentou esganar a mulher após uma briga em Copacabana pouco antes da queima de fogos. Ao ser abordado por um policial militar, Rufino arrancou a arma do coldre do agente e efetuou diversos disparos. Doze pessoas foram baleadas, inclusive ele, que permanece hospitalizado em estado grave no Hospital Miguel Couto, no Leblon, zona sul. Um PM também continua internado no hospital central da corporação, no Estácio, zona norte. A Corregedoria da Polícia Militar instaurou inquérito policial militar (IPM) para apurar o caso.
Houve ainda 202 casos de lesão corporal dolosa (com intenção), 64 veículos roubados, e outros 25 furtados. Foram feitas Foram feitas 46 prisões em flagrante. Outras duas pessoas foram presas por cumprimento de mandado de prisão, além de 11 menores apreendidos. Doze armas de fogo foram apreendidas.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria Estadual de Segurança. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, não é possível comparar os índices de criminalidade com o réveillon do ano passado "porque a Polícia Civil não divulgou balanço em 2013".
"Ponto fora da curva". O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), disse na manhã desta quinta-feira que o episódio que terminou com 12 baleados no réveillon de Copacabana foi "um ponto fora da curva". Em sua opinião, o balanço da festa foi bom. "Foi muito positivo. Só tivemos um fato isolado daquele ''alucinado'' que roubou a arma de um policial, que acabou sendo um ponto fora da curva. Mas (o réveillon) foi um tremendo sucesso. Eu estava em Copacabana e foi uma festa linda mais uma vez. Graças a Deus (o tiroteio) não gerou nenhuma morte", disse Paes.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

RIO: GUERRA CONTRA O TRÁFICO


Polícia Civil do Rio utiliza arma proibida pelo Exército

No Rio
A Polícia Civil do Rio utiliza em suas operações uma metralhadora MAG, de fabricação belga, calibre 7.62, cujo uso por órgãos de segurança pública é permitido apenas às polícias federal e militar estaduais. De acordo com o Exército, que regula e fiscaliza a compra e emprego de armas em todo o país, as Polícias Civis não têm autorização para utilizar este modelo de armamento, cuja capacidade de disparo varia de 650 a mil tiros por minuto.
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Violência no Rio de Janeiro80 fotos

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2.ago.2013 - Policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) realizam megaoperação contra o tráfico de drogas no Complexo do Lins, na zona norte do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (2). Um dos objetivos da operação é a prisão de Luís Cláudio Machado conhecido, como Marreta, chefe do tráfico na região Leia mais Gustavo Oliveira/Futura Press
O uso foi admitido nesta segunda-feira (13) pelo subchefe Operacional da Polícia Civil, delegado Fernando Veloso, em entrevista coletiva convocada para explicar quais procedimentos serão adotados após o vazamento para a imprensa de vídeos de duas operações que mostram supostas irregularidades cometidas por policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
"O emprego da MAG não é novidade pelas polícias do Estado do Rio. Neste caso, a arma foi cedida pela Polícia Federal num ato de cooperação visando à captura do (traficante) Matemático. A PF tinha uma investigação sobre o paradeiro dele e pediu que a Polícia Civil desse apoio aéreo, e a PM, apoio terrestre. Além disso, o calibre 7.62 da MAG é compatível com o de armas usadas pelas forças de segurança do Rio", afirmou Veloso.
O Exército não respondeu ao questionamento da reportagem sobre que medidas serão tomadas pela instituição para investigar e punir o uso irregular da metralhadora pela Polícia Civil fluminense.

Operações

Em 5 de maio, o "Fantástico", da TV Globo, exibiu imagens de uma operação na Favela da Coreia, também na zona oeste, que resultou na morte do traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, em 11 de maio de 2012. O vídeo mostra os agentes atirando de um helicóptero contra um carro onde estava o bandido, apesar de haver várias casas, prédios e pedestres na linha de tiro. A MAG estava sendo usada no helicóptero.
E no último sábado (11), o jornal "Extra" divulgou imagens de um confronto entre agentes e traficantes na Favela do Rola, zona oeste da capital, em 16 de agosto de 2012, que terminou na morte de cinco homens. Uma das vítimas, que estava desarmada, aparece sendo carregada por policiais para um bar, conhecido reduto de traficantes da favela. O objetivo, segundo o jornal, seria forjar um auto de resistência (morte em confronto com a polícia).
A chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, admitiu nesta segunda-feira (13) que, apesar de a instituição possuir o equipamento que filma as operações aéreas desde 2010, ainda não há um protocolo que regulamente sua utilização, armazenamento e análise de imagens geradas. Ela estipulou prazo de 30 dias para uma comissão propor uma norma.
Dos cinco mortos na operação na Favela do Rola, dois não tinham antecedentes criminais: Douglas Vinícius da Silva, 22, e Silas Rosa Guimarães, 26. A polícia não informou se o homem que aparece sendo carregado pelos agentes da Core é um destes. A identificação dos policiais também não foi divulgada.
A investigação dos cinco homicídios provenientes de auto de resistência foi transferida da 36ª DP (Santa Cruz) para a Corregedoria. Todos os policiais da Core que participaram da operação serão novamente ouvidos. "O objetivo é individualizar a conduta de cada agente. Somente após isso, vamos decidir se algum servidor será afastado disciplinarmente", disse o delegado-corregedor Glaudiston Galeano.
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Veja quais são os apelidos mais bizarros de traficantes do Rio de Janeiro9 fotos

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O acusado de tráfico de drogas Marcos Paulo Moreira, vulgo "Marquinhos Sem Cérebro", ganhou este apelido depois de ser reformado na Marinha por problemas psiquiátricos, em 2004. Desde então, tornou-se especialista em tiro prático esportivo, e optou por usar sua habilidade para fins criminosos. Moreira, que atuava na região de Bangu, na zona oeste do Rio, também é acusado de matar proprietários de lojas de gás para comandar a distribuição de botijões. Sem Cérebro foi preso pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil em abril de 2012 Fabiano Rocha/Agência O Globo

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Após confusão, reconstituição do sumiço de Amarildo

Imagem 39/39: 1º.set.2013 - A Polícia Civil do Rio realiza na noite deste domingo (1º) uma reconstituição para tentar esclarecer o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza. Por volta de 19h, policiais civis levaram um PM para a localidade conhecida como "Cachopa". O policial militar, que não teve a identidade divulgada, pediu para usar um capuz para não ser identificado, por morar em uma comunidade perigosa. Outro policial fez a mesma solicitação.




Após confusão, reconstituição do sumiço de Amarildo começa com 4 horas de atraso...
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Gustavo Maia
Do UOL, no Rio

Pedreiro Amarildo desaparece após operação policial na favela da Rocinha 39 fotos

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1º.set.2013 - A Polícia Civil do Rio realiza na noite deste domingo (1º) uma reconstituição para tentar esclarecer o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza. Por volta de 19h, policiais civis levaram um PM para a localidade conhecida como "Cachopa".
 
 O policial militar, que não teve a identidade divulgada, pediu para usar um capuz para não ser identificado, por morar em uma comunidade perigosa. Outro policial fez a mesma solicitação Maía Coelho/Agência O Dia/Estadão Conteúdo
Marcada para as 15h deste domingo (1º), a reconstituição do desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, 43, morador da comunidade da Rocinha que sumiu no dia 14 de julho, começou com quase quatro horas de atraso, às 18h50, por conta de um desentendimento entre as polícias Civil e Militar. Segundo o "Bom dia Brasil", da Rede Globo, a ação deveria se estender até as 9h desta segunda-feira.

Os 20 policiais militares que estavam de plantão no dia do desaparecimento chegaram ao local por volta das 12h de domingo. Porém, de acordo com Marcos Espinola, advogado dos quatro policiais que abordaram Amarildo, como às 15h55 os agentes da DH (Divisão de Homicídios) da Capital (DH) ainda não tinham chegado, os policiais receberam orientação do Estado Maior da PM para deixar o local --a informação ainda não foi confirmada pela PM.
Por volta das 16h10, 15 minutos após os PMs deixarem o local na companhia do major Edson Santos, comandante da unidade, os policiais civis apareceram.
"O ofício que chegou para eles informava que eles deveriam chegar às 12h, e eles chegaram na hora", disse o advogado, que representa os soldados Victor Vinicius Pereira da Silva, Douglas Roberto Vidal Machado, Jorge Luis Gonçalvez Coelho e Marlon Campos Dias.
Mais de uma hora depois da chegada dos agentes, a Polícia Civil informou que a reconstituição aconteceria assim que os PMs retornassem à UPP, o que ocorreu por volta das 18h30 --de acordo com a corporação, a volta dos policiais foi ordenada pelo comando da PM.
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UOL percorre trajeto feito por carro da PM após sumiço de Amarildo29 fotos

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Antes de desaparecer, Amarildo esteve no Centro de Comando e Controle da UPP Rocinha, localizado na rua 2. Sua mulher, Elizabete Gomes, aguardava do lado de fora, segundo vídeo que mostra os últimos momentos de Amarildo antes do sumiço, no dia 14 de julho. Após deixar o posto da PM e entrar em uma viatura policial, o pedreiro foi levado para averiguação na sede da UPP Leia mais Zulmair Rocha/UOL
Questionado sobre o atraso de uma hora e dez minutos dos agentes, a assessoria da Polícia Civil afirmou que a reunião do delegado Rivaldo Barbosa, titular da DH, com a equipe de peritos para planejar a operação havia demorado mais que o previsto.
Por volta das 19h, policiais civis levaram um PM para a localidade conhecida como "Cachopa". O policial militar, que não teve a identidade divulgada, pediu para usar um capuz para não ser identificado, por morar em uma comunidade perigosa.
Outro policial solicitou a mesma coisa. A movimentação dos policiais atraiu a atenção de curiosos e provocou transtornos no trânsito da Rocinha. Depois disso, o delegado voltou com o PM para a sede da UPP, e a imprensa foi proibida de acompanhar de perto os procedimentos.
De acordo com Barbosa, a reconstituição passaria pelo local onde Amarildo foi abordado pelos PMs da UPP, nas proximidades da casa do pedreiro na rua Dois, pela sede da unidade --onde a identidade dele teria sido averiguada-- e pela escadaria por onde ele teria saído depois de ser liberado.
O delegado afirmou que a reprodução servirá "para esclarecer dúvidas e omissões em tudo o que já foi falado até agora nas investigações". Ele disse ainda que os familiares de Amarildo também participariam da reconstituição.
Cerca de 100 policiais da DH e do Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) da Polícia Civil participam da ação.


domingo, 16 de junho de 2013

Policial que matou outro agente em evento na Marina

RJTVPublicado:
Atualizado:


Da Glória deu duas versões do crime...


Policial federal Leonardo Schmitt preso por matar outro agente em evento na Marina da Glória. Foto: Carlos Ivan
Policial federal Leonardo Schmitt preso por matar outro agente em evento na Marina da Glória. Foto: Carlos Ivan
RIO - O policial federal que matou outro agente da PF em evento de música eletrônica na Marina da Glória durante o carnaval deu duas versões do crime à polícia. Primeiro, ele declarou à Polícia Federal do Amazonas, em um procedimento interno da Corregedoria, que o crime ocorreu quando ele defendia um procurador de Justiça. Horas depois, em depoimento à Polícia Civil do Rio, ele contou que chegou a se identificar como colega de trabalho de Humberto, que tinha se envolvido em tumultos e estava muito agressivo. E que, em seguida, os dois teriam começado a discutir. Segundo ele, quando percebeu que Humberto estava com a mão numa arma, sacou primeiro e disparou três vezes. Mas não falou do promotor.
Para a Polícia Civil, que investiga o caso, o depoimento que está valendo é o que Leonardo deu na Delegacia de Homicídios. O policial federal Leonardo Schmidt, de 26 anos, está preso há cinco dias no presídio Bangu 8, pela morte do agente Humberto Filgueiras Barrense, no domingo. Na próxima semana, a 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio vai analisar o pedido de liberdade de Leonardo Schmidt.
Para o RJTV, o procurador de Justiça Márcio Mothé confirmou que estava na festa rave, mas negou que tenha sido desacatado pelo policial morto e disse que não testemunhou o crime. Márcio Mothé acrescentou que, duas horas antes da confusão, ele chegou a ser consultado sobre a presença de policiais armados no local. Disse que era contra, que não estava ali a trabalho, e por isso deixou a decisão sobre o que fazer para os organizadores do evento.
O operador de vídeo Israel Costa Chaves, de 31 anos, foi preso em flagrante, acusado de ter apagado cerca de quatro horas e meia de imagens feitas durante a festa na Marina da Glória. Ele disse que a ordem para adulterar a gravação foi da promotora do evento, que deverá prestar depoimento na próxima semana e também pode ser presa.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/policial-que-matou-outro-agente-em-evento-na-marina-da-gloria-deu-duas-versoes-do-crime-3051750#ixzz2WPlqUuOM

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Helicóptero da Polícia Civil cai


02/05/2013 16h20 - Atualizado em 02/05/2013 19h33


No Rio


Polícia informou que aeronava passa por treinamento e descarta ataque.
Segundo Secretaria de Segurança, cinco policiais ficaram feridos.

Do G1 Rio
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Helicóptero da Polícia Civil cai na zona portuária do Rio (Foto: Reprodução Globo News)Helicóptero da Polícia Civil cai na zona portuária do Rio (Foto: Reprodução/Globo News)
O helicóptero da Polícia Civil prefixo PPEIH 01 caiu por volta das 15h40 desta quinta-feira (2) no Caju, na Zona Portuária do Rio, durante treinamento de rotina. Segundo a Secretaria de Segurança, cinco policiais civis da Coordenaria de Recursos Especiais (Core) ficaram feridos, um deles em estado grave.
NOVO mapa com o local da queda do helicóptero da Polícia Civil no Rio (Foto: Arte/G1)
Até as 19h, não havia informações sobre a causa da queda, mas a Polícia Civil descarta a hipótese de a aeronave ter sido derrubada por traficantes.
De acordo com o delegado da 17ª DP (São Cristóvão) Maurício Luciano, havia dois pilotos e três tripulantes na aeronave. Eles foram identificados como Ricardo de Resende Herter, que pilotava a aeronave, Murilo Cesar da Silva Saibro, o copiloto, Marcos Estaca da Silva Nunes, Disney da Silva Ribeiro Lopes Júnior e Cláudio Cobo Fernandes.

O último sofreu traumatismo craniano e foi levado de helicóptero para o Hospital Miguel Couto, na Zona Sul, junto com mais um ferido. Seu estado de saúde é grave, de acordo com a Polícia Civil. Os outros três foram removidos na ambulância dos bombeiros para o Hospital Souza Aguiar, no Centro, estão lúcidos e com ferimentos leves.
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o helicóptero passou por uma vistoria no dia 19 de março deste ano. O Grupamento Aéreo da Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros do quartel do Caju foram para o local e, por volta das 16h30, um helicóptero do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM sobrevoava a região.
A Aeronáutica enviou homens do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos 3 do Rio de Janeiro (Seripa) para o local para investigar a queda.
A aeronave ficou com a parte da frente parcialmente destruída e com a hélice para cima, como se o piloto tivesse feito um pouso forçado. A queda foi próxima ao estande de tiros do Centro de Treinamento da Polícia Civil.
Testemunha relata a queda
O motorista de caminhão da Comlurb Wagner Vieira, de 35 anos, disse que estava manobrando quando viu o acidente. "Achei que fosse fazer uma manobra. De repente, a hélice ficou para baixo e a barriga para cima", contou.
Ao ouvir o estrondo, Wagner disse que correu e quando chegou perto da aeronave viu o piloto preso ao cinto de segurança, bem machucado. "Os demais não pareciam estar tão machucados", disse.
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Helicóptero da Polícia Civil cai na Zona Portuária do Rio (Foto: Globonews/Reprodução)Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas (Foto: Globo News/Reprodução)