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terça-feira, 16 de julho de 2013

Operação detém policiais

Por envolvimento com narcotráfico...

Dois delegados e três investigadores foram detidos por suspeita de extorsão; outros oito mandados de prisão ainda deverão ser cumpridos


Viaturas da Polícia Civil
Corregedoria da Polícia Civil cumpre mandados na própria sede do Denarc (Divulgação)
Policiais civis foram detidos na manhã desta segunda-feira em uma operação do Grupo de Atuação no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, e da corregedoria da Polícia Civil. Segundo a GloboNews, informações iniciais apontam que já foram detidos dois delegados e três investigadores do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc).
Entre os detidos, estaria o supervisor de Inteligência do Denarc, Clemente Calvo Castilhone Junior, segundo informações do SPTV. Um balanço oficial da operação será divulgado ainda nesta segunda. 
Pelo menos treze mandados de prisão e três de busca e apreensão estão sendo cumpridos na capital e em Campinas. Os policiais são acusados de oferecer proteção aos traficantes, extorquir dinheiro para permitir o comércio de entorpecentes e também de vazar informações aos bandidos sobre operações da polícia de combate ao tráfico.
A investigação começou em Campinas, após a denúncia de uma mulher presa por envolvimento com o tráfico.  
Leia também:Operação da PF prende traficantes internacionais no BrasilOperação na Favela da Rocinha termina com 30 presos
(Atualizada às 12h22)

 Viaturas da Polícia Civil



 

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Combate ao crime organizadono


DF desperta interesse de agentes da FBIO delegado Henry Peres informou que a polícia americana demonstrou interesse especial nas investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) em relação ao fechamento de bingos ilegais

Publicação: 10/05/2013 18:39 Atualização: 10/05/2013 19:23
Chefe da Divisão de Repressão ao Crime Organizado de Washington e outros três agentes americanos visitaram as instalações da Deco (Kelly Almeida/CB/D.A Press)
Chefe da Divisão de Repressão ao Crime Organizado de Washington e outros três agentes americanos visitaram as instalações da Deco
 
O combate ao crime organizado comandado por policiais civis do Distrito Federal despertou interesse de agentes da polícia federal americana (FBI). Na tarde desta sexta-feira (10/5), o chefe da Divisão de Repressão ao Crime Organizado de Washington, Mike Plichta, e outros três agentes americanos visitaram as instalações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco), em Taguatinga, e trocaram informações com os investigadores brasileiros.

De acordo com o chefe da Deco, Henry Peres, agentes da Polícia Civil do DF fizeram um curso com os investigadores americanos e dividiram informações das investigações conduzidas aqui. “Com isso, os agentes do FBI ficaram interessados em trocar experiência. Hoje, eles conheceram a delegacia, o funcionamento de cada seção e um pouco das nossas investigações”, detalha. “A integração é interessante também para contagiar nossos servidores, que notam que as técnicas são semelhantes, embora os recursos aqui sejam reduzidos”, complementa o delegado Fernando Cocito, adjunto da unidade.

Leia mais notícias em Cidades

O delegado Peres garante ainda que a polícia americana demonstrou interesse especial nas investigações conduzidas pela Deco para o fechamento de bingos eletrônicos ilegais. “É um problema que eles também enfrentam e trocamos experiências. Eles ficaram admirados com a capacidade de improviso da polícia brasileira. Ficamos com as portas abertas para novos encontros e compartilhamento de informações, ainda mais que estamos próximos das copas das Confederações e do Mundo”, afirma Peres.

Obs. Mas será que a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) já informou ao FBI que a polícia brasileira esta afundada no meio da lama dessa bagaça ..HÊHÊHÊHÊHÊ


sábado, 6 de abril de 2013

Gaeco faz operação para investigar corrupção policial


Publicado em 03 de Abril de 2013, ás 09h10min

Em Curitiba....

Um delegado da Polícia Civil foi preso e encaminhado nesta manhã à sede do Gaeco

TNOnlineDa Redação

  
Credito: Foto; Banda B Sede do Gaeco no bairro Ahú, em Curitiba (Foto; Banda B)
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) realiza operação para cumprir na manhã desta quarta-feira (3) 21 mandados de busca e apreensão, em decorrência de uma investigação de corrupção na Polícia Civil do Paraná. A operação, chamada de Vortex, apreendeu documentos em duas delegacias de Curitiba: Furtos e Roubos de Veículos e 6º Distrito Policial, no bairro Capão da Imbuia. Além disso, a Divisão de Crimes Contra o Patrimônio Público e a casa de três delegados também foram alvo dos promotores do Gaeco.
Um delegado da Polícia Civil foi encaminhado nesta manhã à sede do Gaeco. Na casa dele, teriam sido encontrados U$ 185 mil em dinheiro. O nome do policial ainda é segredo.
O delegado preso chegou escoltado por dois promotores e presta esclarecimentos neste momento na sede MPPR. Também há a informação, ainda não oficial, de que as casas de outros dois delegados também teriam sido invadidas pelo Gaeco. Outros policiais civis e militares também estariam entre os suspeitos de corrupção.
O coordenador do Gaeco, Leonir Battisti, não quis dar detalhes sobre a operação batizada de Vortex, em alusão a um programa de computador para o jogo de xadrez. A operação segue em andamento e a movimentação é intensa na sede do MPPR, no bairro Ahú, em Curitiba.


As informações são da Gazeta do Povo e Banda B



Delegados são presos em ação do Gaeco


SEGURANÇA/JUSTIÇA

4/4/2013 - 11:17:53

Delegados são presos em ação do Gaeco contra extorsão


Além disso, dois delegados, Gérson Machado, do 6.º Distrito Policial (DP), e o chefe da DCCP, Luiz Carlos de Oliveira, além do investigador do 6.º DP Aleardo Riguetto, foram presos por posse ilegal de arma de fogo durante cumprimento dos mandados. Eles são suspeitos de participar do esquema de corrupção, de acordo com o Gaeco.

Aproximadamente 98 mil dólares (cerca de R$ 197 mil) foram apreendidos na casa de Oliveira. Segundo o coordenador do Gaeco, procurador de Justiça Leonir Battisti, essa quantia pode ser dinheiro recebido de corrupção. No entanto, o delegado Oliveira alegou que ganhou o dinheiro em um cassino.

A rede agiria há mais de um ano e a extorsão teria sido institucionalizada por meio da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio. Entre os locais em que foram cumpridos os mandados estão duas delegacias de Curitiba: Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) e o 6.º Distrito Policial, no bairro Capão da Imbuia.

Como operavam

Os promotores do Gaeco acreditam que a corrupção ocorria a partir de falsas fiscalizações em lojas de autopeças e ferros-velhos. A investigação começou há cerca de oito meses, após um homem chamado Milton Stiegler procurar o Ministério Público para dizer que era vítima de extorsão policial. Ele seria proprietário de uma loja de autopeças em Araucária e suspeito de receptação de veículos furtados e roubados. Stiegler também foi preso durante a investigação.

“A operação de hoje [ontem] teve finalidade de apreender agendas, documentos e dinheiro, que forneçam mais elementos a respeito dessa corrupção existente ligada à DFRV”, disse Batisti. Segundo apuração da reportagem, durante a investigação o Gaeco entrevistou vários empresários em Curitiba e região metropolitana e todos confirmaram informalmente que eram vítimas de extorsão por policiais da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos. No entanto, a maioria não falou oficialmente ainda por medo de represálias.

O método de ação dos policiais seria sempre o mesmo (veja o gráfico ao lado). Os agentes, segundo o Gaeco, forjavam fiscalizações semanais em vários estabelecimentos e pediam dinheiro para fazer “vistas grossas” em irregularidades.

Eles cobrariam um “pedágio” periódico. O dinheiro recolhido chegava até R$ 50 mil quando os empresários atrasavam o pagamento ou tentavam escapar da extorsão.

Machado nega ser criminoso e rebate acusações

O delegado Gerson Ma¬¬chado, um dos detidos na operação do Gaeco, conversou ontem com jornalistas e afirmou não ser criminoso. Machado ressaltou que, quando estava à frente da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), onde permaneceu por seis meses em 2012 e de onde foi transferido, conseguiu diminuir o número de veículos roubados e aumentou o número de carros recuperados.

Machado alega que o Gae¬¬co iniciou a investigação em razão de um episódio em que ele atuou. O próprio delegado teria mandado Milton Stiegler, um dos pivôs da investigação do MP, se apresentar ao Gaeco. “Estou sendo um boi de piranha. Não tinha porque estar sendo autuado em flagrante, porque são armas que eu estava usando para o trabalho no dia a dia. Estou enojado”, afirmou o delegado.

Quando saiu da DFRV, no ano passado, Machado disse em nota que dois meses depois de ter assumido a delegacia foi chamado pelo seu superior imediato, o delegado Luiz Carlos de Oliveira. Segundo Machado, Oliveira “veio com um pedido relacionado a lojas de autopeças” que ele não atendeu por ser contra os seus princípios. Na época, Machado insinuou que Oliveira sugeria a participação em ilegalidades dentro da DFRV.

“Causa-me muita estranheza essa minha remoção precoce, diante do trabalho que ando fazendo e, salvo melhor juízo, a mesma [remoção] está relacionada com a maneira enérgica que foi agido [sic] contra os donos de autopeças, que são os que fomentam o crime de furto e roubo de veículo”, afirmou na nota.

Após a divulgação do texto, ele voltou atrás e explicou à Corregedoria da Polícia Civil que o que seria contra os seus princípios, na realidade, era “sobrecarregar ainda mais os investigadores, que estão afastados de suas funções, fazendo as vezes de carcereiros.”