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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Pai e avô 'alugavam' crianças para serem violentadas por pedófilos

O PM reformado Pedro Chavarry é acusado de participar dos estupros (Foto: Reprodução)

Redação Notícias

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estupros aconteciam em casas abandonadas e locais de encontro para apreciadores de carros antigos
  • Vítima reconheceu PM já condenado por abuso de criança de 2 anos
Por cerca de três anos, duas crianças foram ‘agenciadas’ pelo próprio pai e pelo avô para serem estupradas por um grupo de pedófilos. O caso foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que aponta que os irmãos eram conduzidos com os olhos vendados e a boca coberta com fita adesiva a locais de encontro de apreciadores de carros antigos e duas casas abandonadas na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde aconteciam os abusos.
As investigações da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) começaram quando uma das vítimas reconheceu o coronel reformado da Polícia Militar Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, condenado pelo estupro de uma criança de dois anos. Ao ver a notícia da prisão na televisão, a criança revelou que já havia sido estuprada pelo PM. Um parente, então, procurou a delegacia.

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O DCAV apurou que os irmãos eram estuprados pelo pai e o avô dentro da casa da família, na residência do avô e no carro do pai. Depois, eles passaram a cobrar dinheiro para que outros homens abusassem das crianças. Segundo depoimentos de testemunhas, o avô filmava os estupros. As vítimas eram ameaçadas e apanhavam para que não contassem sobre os crimes, que aconteciam desde, pelo menos, 2016.
Exame de corpo de delito realizado no Instituto Médico Legal constatou que a criança que reconheceu Chavarry já não era mais virgem, e já havia sofrido agressões. Em 2016, o coronel foi flagrado em seu carro com uma menina de dois anos nua e com a calcinha revirada.
Ele já foi condenado pelo crime, mais ainda faz parte da Polícia Militar e em agosto recebeu um salário de R$ 34 mil brutos. Somente em abril dese ano a PM concluiu o processo disciplinar contra Chavarry e pediu a sua demissão. Agora, o desligamento do coronel depende de um Conselho de Justificação na Justiça.
No total, o MP estadual denunciou 11 homens por estupro de vulnerável. Nove deles já foram presos, e dois estão foragidos.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

PEDRO CHAVARRY E DO PARTIDO DE BOLSONARO



PEDRO CHAVARRY

Dados eleitorais
Cargo disputadoDEPUTADO FEDERAL
Situação da candidaturaDEFERIDO
UF onde concorreRJ
Nome da urnaPEDRO CHAVARRY
Número eleitoral1789
Nome do partidoPARTIDO SOCIAL LIBERAL
Sigla / Nº do partidoPSL / 17
ColigaçãoRIO SOLIDÁRIO (SD / PSL)
Situação eleitoral: Suplente
  • 1º turno: 1.948 votos

    0.03
Dados pessoais
Nome completoPEDRO CHAVARRY DUARTE
Nascimento09/03/1954
Município de nascimentoRIO DE JANEIRO / RJ
NacionalidadeBRASILEIRA NATA
SexoMASCULINO
Estado civilCASADO(A)
Grau de instruçãoSUPERIOR COMPLETO
Ocupação principalMILITAR REFORMADO
Declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral (2014)
Valor total dos bens declarados: R$ 375.000,00

Informação relevante sobre a fonte das informações:

Alguns candidatos têm mais de uma ficha na mesma eleição porque tentaram se inscrever mais de uma vez. Ou porque mandaram o mesmo pedido de inscrição mais de uma vez à Justiça Eleitoral. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não exclui nenhum desses registros de sua base de dados.
Os dados desta página são todos oficiais e fornecidos pela Justiça Eleitoral, que autorizou a publicação. A busca de Políticos do Brasil possui dados referentes às Eleições de 1998, 2002, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014 e 2016. Possíveis incorreções são de responsabilidade exclusiva da Justiça Eleitoral de cada Estado e do Distrito Federal. Nas bases de dados mais antigas (1998 e 2002) procurou-se publicar os registros de todos os políticos vencedores naqueles pleitos e o de derrotados para cargos majoritários. Quando algum dado estiver em branco significa que a informação não está disponível.
Alguns candidatos têm mais de uma ficha na mesma eleição porque tentaram se inscrever mais de uma vez. Ou porque mandaram o mesmo pedido de inscrição mais de uma vez à Justiça Eleitoral. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não exclui nenhum desses registros de sua base de dados.