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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Policial militar preso após atirar em criança


Após acidente, PM tenta fugir do local, dispara contra menino na rua e recusa fazer teste de embriaguezTHAÍS NUNES
thais.nunes@diariosp.com.br
O soldado João Marques Monteiro de Souza, 42 anos, foi preso em flagrante nesta terça-feira por atirar em uma criança de 12 anos no Jaçanã, Zona Norte, após um acidente de carro. A ocorrência foi registrada como disparo de arma de fogo e lesão corporal. 
Segundo a Polícia Civil, o PM fez uma conversão na Rua General Jerônimo Furtado às 19h de segunda-feira e bateu em um trator, dirigido pelo motorista Ricardo de Souza Ferreira, 36 anos.
Ricardo conta que após a colisão, o soldado ficou desacordado no volante. “Estava zonzo, não sei se pela pancada ou por ter bebido algo”, diz. Quando voltou a si, Souza tentou fugir do local do acidente, mas foi impedido por populares. “E foi nesse momento que ele atirou. Não teve briga, nada”, afirma o motorista.
O tiro, disparado pela pistola .40 do PM, atingiu a perna de um menino de 12 anos. A criança estava voltando da escola com os colegas quando foi vítima da bala perdida.
O garoto fraturou a tíbia e teve de passar por cirurgia na tarde desta terça no Hospital Santa Cecília. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, seu quadro clínico era estável.
Após a chegada da polícia, o soldado também foi socorrido no Hospital São Luiz Gonzaga. A delegada Márcia Regina dos Santos, da Central de Flagrantes da Seccional Norte, desconfiou quando soube que o PM recebeu medicação intravenosa.
No boletim de ocorrência, a delegada registra que esse é um indicativo de que ele estivesse embriagado. No IML (Instituto Médico Legal), Souza se recusou a ser submetido a teste de constatação alcoólica.
O PM foi conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes. A reportagem tentou contato com a defesa do soldado durante toda a tarde desta terça, mas não obteve retorno. (T.N.)

domingo, 21 de julho de 2013

Policial preso em Lavras, por causa de crimes

sábado, 27 de abril de 2013


Em Ipatinga, é acusado de matar a mulher




Dispõe o inciso LVII do art. 5º da Constituição Federal de 1988: "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória".



JOHNATAN CASTRO - SUPER - O policial militar preso anteontem em Lavras, no Sul de Minas, durante as investigações de 14 crimes cometidos no Vale do Aço, está relacionado a pelo menos 40 mortes praticadas na região, entre 2005 e 2008. De acordo com dados da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o soldado V.E.M, de 25 anos, foi citado em cinco assassinatos já investigados. Em um dos inquéritos - quando Admar de Almeida Pereira, de 20 anos, foi morto com 11 tiros -, o policial foi absolvido da acusação de homicídio por falta de provas. Ele ainda é apontado como o responsável por uma série de mortes cometidas em Ipatinga entre os anos de 2007 e 2008, conhecidas como "Crimes da Moto Verde", por terem sido praticados com o veículo. Os delitos eram denunciados pelo jornalista Rodrigo Neto, morto no dia 8 de março."Era uma pessoa que tinha uma proteção grande da corporção. A prova disso é que a única punição que ele teve foi a transferência para Lavras", afirmou o deputado Durval Ângelo, presidente da comissão. 

De uma família de classe média e prestes a se formar em engenharia, o PM ainda é acusado de matar a companheira.
Blog da Renata

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Preso pela morte do filho de Carlinhos de Jesus



Se passou por amigo da vítima...

Policial militar preso por morte de músico chegou a carregar o corpo
Policial militar preso por morte de músico chegou a carregar o corpo Foto: Bruno Gonzalez / Extra
Guilherme Amado

Um dos suspeitos presos ontem pela morte do músico Carlos Eduardo Mendes de Jesus, filho do coreógrafo Carlinhos de Jesus, dizia-se amigo da vítima, a ponto de ter ajudado a carregar o corpo de Dudu até o carro que o socorreu em novembro de 2011. No inquérito da investigação, a que o EXTRA teve acesso, o policial militar André Pedrosa dos Santos é apontado como um dos quatro responsáveis pelo plano para matar o músico.
De acordo com a denúncia feita pela promotora Isabela Moura, da 29 Promotoria de Investigação Penal, André deu informações sobre o local do crime no dia aos outros integrantes do grupo. Em depoimento, o acusado confirmou que estava no local do homicídio e afirmou ter socorrido Dudu. Também foram presos, acusados de homicídio duplamente qualificado, o ex-PM Marlon Soares Pinheiro e os PMs Wellington do Carmo Pereira e Miguel Ângelo da Silva Medeiros.
Dudu foi morto em novembro de 2011
Dudu foi morto em novembro de 2011 Foto: Arquivo
Segundo o delegado Rivaldo Barbosa, da Delegacia de Homicídios, o crime teve uma motivação passional e outra por vingança.
Miguel Ângelo teria participado pelo segundo motivo. Um mês antes de Dudu ser assassinado, o músico e o policial teriam brigado em um bar e Miguel Ângelo teria saído muito machucado da briga. Temendo as consequências, Dudu teria procurado o ex-PM Marlon Soares, conhecido dos dois, para intermediar uma trégua, não aceita por Miguel Ângelo.
Nesse meio tempo, Marlon teria começado a namorar uma ex-namorada de Dudu. No entanto, dois dias antes do crime, a moça teria se envolvido novamente com o cantor, despertando ciúmes no ex-policial. Wellington também teria ajudado a planejar o crime.
Dudu tinha 32 anos e foi morto a tiros por volta das 4h de 29 de novembro de 2011, quando saía do bar Boteko Carioca, em Realengo. O músico, filho mais velho de Carlinhos, foi atingido por oito tiros, que teriam sido disparados por dois homens de moto. Segundo o delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios, todos os presos serão indiciados por homicídio duplamente qualificado. Não se caracteriza formação de quadrilha porque os quatro não se reuniram para cometer outros crimes.
Colaborou Bruno Braga



Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/preso-pela-morte-do-filho-de-carlinhos-de-jesus-se-passou-por-amigo-da-vitima-8073202.html#ixzz2Q40rMQtC