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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Oficial Da FAA Envolvido Rapto e Morte De Cassule


Luanda - Fonte da Rádio Despertar denuncia que o tenente-general José Peres Afonso “Filó” deixou na quinta-feira, 15, o país com destino a África do Sul.
Fonte: RD
A fonte não explicou os motivos da viagem, mas sabe-se que, o oficial das Forças Armadas Angolanas foi pronunciado no tribunal provincial de Luanda como sendo um dos mandantes da morte de Alves Kamulingue e Isaías Cassule, em Maio de 2012.
Nesta quinta-feira, o auditório despertar em declarações na rubrica “A voz do cidadão” suspeitava a ineficiência da justiça angolana contra José Peres Afonso “Filó” que se recusa a comparecer em tribunal devido a alegada falta de autorização do seu superior hierárquico, o chefe da Contra Inteligência Militar, José Maria.
Entretanto, os ouvintes desta rádio disseram também que tal só acontece por culpa do silêncio do Presidente da República, facto que foi contrariado pelo jurista Jorge Vitorino que revelou acreditar na boa-fé do Comandante em Chefe, mas ainda assim aconselhou o juiz do tribunal provincial de Luanda a emitir imediatamente mandado de captura contra o acusado.
Jorge Vitorino aconselhando o juiz do tribunal provincial de Luanda a emitir imediatamente mandado de captura contra o tenente-general José Peres Afonso “Filó” implicado na morte de dois activistas cívicos em Maio de 2012.






sexta-feira, 1 de março de 2013

Massacre na África do Sul


Publicado em 16/08/2012 
A polícia sul-africana matou um número indeterminado de mineiros em greve a cerca de 100 quilómetros de Joanesburgo. As imagens do tiroteio foram registadas pelas câmaras de televisão. Pelo menos 12 trabalhadores morreram quando avançavam com paus e catanas contra os agentes da polícia, que dispararam armas automáticas contra os mineiros. A desproporção dos meios empregues pela autoridades e os efeitos trágicos da acção ficaram registados pelas câmaras de uma equipa da Reuters que acompanhava o conflito laboral. Agentes da polícia sul-africana alegam ter respondido a disparos dos trabalhadores. Há mais de uma semana que os trabalhos se encontram parados na mina de platina de Marikana, propriedade da Lonmin, devido a uma disputa salarial exacerbada pela rivalidade entre sindicatos. Um número indeterminado de trabalhadores, agentes da autoridade e responsáveis da empresa morreram desde o início da crise. A violência desta quinta-feira é considerada a mais grave na África do Sul desde o fim do Apartheid, e surge numa altura em que o país volta a enfrentar um ambiente de tensão política, social e racial, com uma contestação crescente à governação do ANC de Jacob Zuma. Texto in SOL online, 16-8-2012