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domingo, 15 de setembro de 2013

Morte de família de policiais:



9/8/2013 às 09h55 (Atualizado em 10/8/2013 às 10h20)

Morte de família de policiais: fotos da cena do crime são divulgadas

Polícia acredita que Marcelo Eduardo Pesseghini, de 13 anos, matou os parentes 
    Do R7
Fotos da cena do crime mostram como família foi encontradaReprodução/Rede Record
Imagens tiradas na casa onde a família de policiais militares foi encontrada morta, na Brasilândia, zona norte de São Paulo, foram divulgadas para a imprensa na última quinta-feira (8). As fotos mostram como os corpos foram encontrados no local e confirmam as informações passadas pela polícia de que Luis Eduardo Pesseghini foi morto deitado e Andreia Pesseghini estava ajoelhada na hora do crime. 
A polícia diz que é quase certa a versão de que o adolescente matou os pais, a avó e a tia-avó, entre o fim da noite de domingo (4) e a madrugada de segunda-feira (5) — quando os corpos foram encontrados —, foi à aula com o carro da mãe e se matou no começo da tarde, quando retornou para casa, de carona com um amigo. 
Um laudo preliminar do IC (Instituto de Criminalística) indica que quatro pessoas mortas — pai, mãe, avó e tia-avó — estariam dopadas. A informação foi passada por fontes da TV Record. Além dessas vítimas, o filho do casal de 13 anos também morreu. A polícia afirma que o garoto é o principal suspeito do crime. 
Uma análise feita pelo IC no computador que estava na casa das vítimas também indica que, dias antes do crime, alguém pesquisou como dopar pessoas e como conseguir um sono profundo. 


domingo, 1 de setembro de 2013

Secretaria vai apurar fala de coronel

Sex , 09/08/2013 às 20:52

Sobre morte de PMs...

Bruno Paes Manso e Luciano Bottini Filho | Agência Estado 

O secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, Fernando Grella Vieira, disse nesta sexta-feira, 09, que vai instaurar um procedimento administrativo para apurar as declarações dadas na imprensa pelo coronel Wagner Dimas, comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar. Na quarta-feira, 07, Dimas disse que a cabo da PM Andréia Regina Bovo Pesseghini, morta na segunda-feira na zona norte de São Paulo com o marido (sargento da PM), o filho, a tia e a mãe, havia feito denúncias sobre o envolvimento de policiais com roubo a caixa eletrônico.

"Nós não tínhamos conhecimento do fato que ele falou. A Corregedoria não tinha essa denúncia. O Comando Geral não tinha essa denúncia e, ao que consta, ele também não tinha essa notícia", disse Grella. "Ele vai ter que se explicar por que ele falou.

 Foi instaurado um procedimento, a nosso pedido, no Comando Geral para que esse fato seja apurado. Já que ele falou, ele tem de explicar."
Sobre a investigação, o secretário afirmou que as apurações estão abertas para informações que levem a diferentes hipóteses. "Todos os dados e informações estão sendo checados. Nenhuma linha de investigação está sendo excluída, mas, até agora, esse trágico evento vem se confirmando na linha de homicídio seguido de suicídio."
A principal suspeita da polícia é de que Marcelo Eduardo Pesseghini, de 13 anos, matou a mãe, o pai, Luiz Marcelo Pesseghini, a tia-avó, Bernardete Oliveira da Silva e a avó, Benedita Oliveira da Silva. Depois, cometeu suicídio.
Quatro pessoas foram ouvidas nesta sexta-feira: duas professoras da escola onde Marcelo estudava e dois filhos de Bernardete. "Durante o dia de ontem, não houve nenhuma declaração que mude a linha das investigações", afirmou o delegado Itagiba Franco, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável por conduzir o inquérito.
Na quinta-feira, 08, um soldado da PM amigo da família disse aos investigadores que o pai do garoto, Luiz Marcelo Pesseghini, havia ensinado o filho atirar. Segundo o soldado, ele levava o filho em um estande de tiros em Pedreira, na zona sul de São Paulo. A mãe também havia ensinado o menino a dirigir. Ontem também esteve no DHPP o promotor criminal Norberto Jóia, designado para acompanhar as investigações policiais.

 

Marca do A TARDE

 





Polícia investiga se filho de 13 anos matou pais PMs