Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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sábado, 19 de setembro de 2026

Absurdo.. Rato da policia militar pago com o dinheiro dos nossos impostos agride jovem com cabeçada..





Paula Tessarolo · Áudio original
“Vou te dar motivo de ligar para advogado.”
Quando uma frase dessas parte de um agente público, a discussão deixa de ser apenas sobre educação ou falta dela. Surge uma questão muito mais séria: onde termina o exercício legítimo da autoridade e começa a intimidação?
Policial pode abordar, fiscalizar, dar ordens legais e usar os meios necessários quando a situação efetivamente justificar.
Mas autoridade não significa poder ilimitado.
E procurar um advogado não é provocação, confissão de culpa ou desafio à polícia. A assistência jurídica integra o exercício do direito de defesa.
A própria Lei de Abuso de Autoridade prevê situações específicas relacionadas à assistência por advogado, inclusive quando alguém opta por ser assistido durante interrogatório ou quando se impede, sem justa causa, a entrevista reservada do preso com seu defensor.
Isso também não significa que toda fala ríspida de um policial configure automaticamente crime de abuso de autoridade. A lei exige o preenchimento dos elementos específicos do tipo penal e, em regra, finalidade específica.
Autoridade merece respeito. Mas respeito não significa submissão a qualquer conduta.
Agora quero saber sua opinião: essa frase ultrapassa o limite de uma abordagem profissional ou o contexto pode mudar completamente a interpretação?
Comente o seu argumento e envie este vídeo para alguém que precisa conhecer seus direitos.




Um mês após a m0rte de Rayssa durante uma ação da Guarda Municipal de Araucária,


Um mês após a m0rte de Rayssa durante uma ação da Guarda Municipal de Araucária, o caso ganha novos desdobramentos com o depoimento do namorado da jovem, Tiago, único sobrevivente da ocorrência. Internado desde o dia do episódio, ele apresentou uma versão diferente da registrada pelos agentes e afirmou que não houve confronto arm4do. Além do relato dele, áudios gravados pela irmã de Rayssa, de 13 anos, também contestam a versão oficial. A Polícia Civil do Paraná agora prepara uma reconstituição para confrontar os depoimentos com as conclusões da perícia.
Segundo Tiago, a Fiorino em que estavam foi alvo de dispar0s sem que houvesse reação por parte dos ocupantes, e ele nega que existissem arm4s dentro do veículo. Os guardas municipais afirmaram ter sido recebidos a tir0s e disseram ter encontrado três 4rmas na Fiorino, justificando os disparos que matar4m Rayssa e fer!ram Tiago. No entanto, a perícia apontou que o veículo foi encontrado com os faróis acesos, identificou mudanças na posição da viatura e da Fiorino após a ocorrência e registrou imagens de Rayssa desarm4da no banco da frente. As novas versões e os laudos serão confrontados na reconstituição, considerada um dos próximos passos da investigação.
Imagem: Arquivo/Colaboração
Assista à matéria completa através do nosso canal youtube.com/@ricrecordpr e não perca o Cidade Alerta Curitiba, de segunda a sexta, às 18:00, na tela da Ric RECORD.


Só se recuperar e achar os guardas!
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  • Tudo mal preparado
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  • Luis Augusto nunca foi eles ficaro pior a parti da hr q começou a libera arma d fogo para eles ind eles começou a faz estas coisa por tá armado
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  • Jhow Thiago Paranhos melho faser a guarda volta a cuida de praças e órgão público e deixa pra quem tem preparo pra usa armas