Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Uma declaração feita em vídeo pelo soldado da Polícia Militar Diego Santana Correa Oliveira

Uma declaração feita em vídeo pelo soldado da Polícia Militar Diego Santana Correa Oliveira , conhecido como Soldado Correia, em um Podcast durante as reações à megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, ganhou ampla repercussão nas redes sociais e trouxe à tona um antigo e sensível debate: os limites da atuação policial em áreas conflagradas pelo crime organizado. Na gravação, o militar afirma não saber se um suspeito “saiu de casa disposto a fazer o mal”, mas declara estar “preparado para impedir que uma vida seja tirada”. A fala, registrada em meio a uma das operações mais intensas do ano no estado, rapidamente se espalhou pela internet, gerando milhares de reações, comentários e compartilhamentos. Reações divididas O vídeo provocou divisão entre internautas e especialistas. De um lado, muitos apontaram a fala como um desabafo legítimo de um policial exposto diariamente à violência. Para esses, a declaração expressa a pressão emocional e os riscos constantes vividos por agentes da segurança pública em serviço. Por outro lado, organizações da sociedade civil e defensores dos direitos humanos afirmam que episódios como este evidenciam a urgência de discutir os limites éticos, legais e humanos das operações policiais, sobretudo em comunidades que historicamente enfrentam a presença simultânea do Estado e da criminalidade armada. Contexto de tensão O episódio acontece em meio a cobranças por maior transparência nas ações policiais e pelo acompanhamento dos impactos sociais e humanitários das operações em favelas e periferias. Entidades pedem investigação dos desdobramentos da ação nos complexos da Penha e do Alemão, incluindo possíveis violações de direitos e excessos na conduta policial. A megaoperação, segundo autoridades, teve como objetivo reprimir facções criminosas e conter o avanço do tráfico de armas e drogas na região. No entanto, como em outras ocasiões, moradores relataram trocas intensas de tiros, medo e prejuízos colaterais. Segurança pública em foco O vídeo reacende a discussão sobre o modelo de segurança pública adotado no país e os desafios enfrentados por policiais e moradores de áreas vulneráveis.



Soldado Corrêa é solto após um mês preso no Batalhão de Choque; relembre caso

O soldado da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), lotado na 40ª CIPM, foi detido após declarações polêmicas em entrevistas  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 13/11/2024

Depois de um mês preso no Batalhão de Choque da Polícia Militar, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador (RMS), o soldado da PM-BA Diego Corrêa, conhecido nas redes sociais como 'Soldado Corrêa', foi liberado. A soltura aconteceu na madrugada desta quarta-feira (13) e o militar foi recebido por diversos colegas de farda.

soldado





Lotado na 40ª Companhia Independente (CIPM), do complexo Nordeste de Amaralina, em Salvador, o soldado foi detido em desdobramento de um processo administrativo disciplinar onde é acusado de “apologia à violência e letalidade policial". A acusação tem como base declarações polêmicas em entrevistas, incluindo contra Flávio Dino, ex-ministro da Justiça e atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF).

No processo, uma das falas do soldado que foi vista como indisciplinar ao declarar que iria ignorar a lei caso alguém tentasse contra sua família. "Se alguém mexer com minha família, que se 'foda' a lei", afirmou em entrevista no podcast 'Fala Glauber', o que ganhou repercussão nacional.

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Polícia Civil da Bahia investiga caso de PM influencer que disparou contra motociclista

 Em vídeo publicado nas redes sociais, o soldado Diego Oliveira, que tem três milhões de seguidores, se defendeu e alegou suspeitar de emboscada

Por O Globo

PM influencer disparou contra motociclista e alega que suspeitou de emboscada — Foto: Reprodução


A Polícia Civil da Bahia investiga o caso de um policial militar de folga que atirou contra um motociclista na madrugada de sexta-feira. Nas redes sociais, o soldado influencer Diego Correa Oliveira, que tem três milhões de seguidores nas redes sociais, se defendeu e alegou que suspeitava de uma emboscada.

Segundo a Polícia Militar, o homem baleado foi socorrido por uma guarniação da própria corporação e levado para uma unidade de saúde, no bairro de Pernambués. Após o disparo, soldado Diego Oliveira se apresentou no Posto Policial do Hospital Roberto Santos, onde foi ouvido.

"O caso foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que instaurou inquérito e segue realizando diligências para o total esclarecimento dos fatos", diz a PM, em nota.

Horas após o episódio, o militar publicou um vídeo no qual dá a sua versão dos fatos. Ele afirma que havia saído para comprar um lanche durante a madrugada e voltava para casa, quando notou que um motociclista estava atrás do seu carro.

— Me deparo com um motociclista atrás deo carro, fazendo ziguezague, a pista vazia. O cara poderia passare ir embora. Atrás do carro de um policial fazendo ziguezague? Eu cismei — diz o soldado no vídeo — De repente, esse cara me passa e eu perdi ele de vista por alguns alguns segundos.

O soldado afirma ter voltado a ver o motociclista "quase parado" em uma viaduto logo em seguida, o que o fez suspeitar de uma emboscada e decidir por abordá-lo. No vídeo, o soldado afirma em seguida que o motociclista teria passagens na polícia por tráfico de drogas.

— Botei a pistola na janela e falei para ele: "Perdeu, polícia, bota a mão na cabeça". Nesse momento o cara mete a mão na cintura, ele tava com volume de uma pochete. Quando ele meteu a mão, eu efetuei um único disparo que acertou na região do pescoço.

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Cinco anos após escapar da punição Pazuello

Policial no espirito santo que executou mulher

O juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública de Cuiabá, Paulo Márcio Soares de Carvalho, determinou o pagamento de uma indenização a uma família

Isso É Notícia ooenpStrsda81cu 0 lg0548g5u99mg991f73mi7f4 2 9a0c971mfa2961c g9 h · O juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública de Cuiabá, Paulo Márcio Soares de Carvalho, determinou o pagamento de uma indenização a uma família – pai, mãe e filha -, que foram perseguidos pelo delegado da Polícia Judiciária Civil (PJC), Marcos Aurélio Dias Leão. Uma das vítimas (pai) ficou mais de dois anos preso depois de ser falsamente acusado de liderar um “grupo de extermínio”, coincidentemente, logo após denunciar um furto de cabeças de gado ocorrido em sua propriedade, no ano de 2009. Em decisão publicada na última quarta-feira (😎 o juiz estabeleceu que o pai receberá R$ 150 mil, além de R$ 50 mil para mãe e filha, cada uma. O Estado de Mato Grosso, chefe da PJC, ainda irá pagar os valores despendidos pela família na contratação de advogados, bem como os chamados “lucros cessantes” – dinheiro que as vítimas, que atuavam na pecuária, deixaram de receber por sua atividade em razão da prisão. O processo que tramita na 4ª Vara da Fazenda Pública de Cuiabá não fica devendo aos bons roteiros de filmes em que uma pessoa perseguida pelo Estado precisa lutar para provar a sua inocência. No ano de 2009, o pecuarista foi vítima de um furto de 20 cabeças de gado, no município de Bom Jesus do Araguaia (976 km de Cuiabá) e relatou o crime na delegacia. 📰 Leia a matéria completa no nosso portal ⁣⁣ ⁣⁣⁣⁣ 🔹Link na bio Isso É Notícia #matogrosso #mt #justiçamt #noticiasmt Ver menos — em Mato Grosso.


 

Policiais militares são presos por roubo a passageiros de ônibus no RJ