Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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terça-feira, 21 de abril de 2026

Sim, o delegado Christian Zilmon foi notificado oficialmente por um oficial de justiça da comarca de Cocalzinho de Goiás

 Sim, o delegado Christian Zilmon foi notificado oficialmente por um oficial de justiça da comarca de Cocalzinho de Goiás. A intimação refere-se a uma liminar que o proíbe de atuar em procedimentos relacionados à advogada Áricka Cunha, após a OAB obter uma decisão que impede sua atuação em casos onde figura como parte interessada.

Pontos principais:
  • Intimação Oficial: O ato foi cumprido em decorrência da decisão, conforme mostrado no vídeo do Instagram de @somosmultimais.
  • A Liminar: Impede o delegado de atuar contra a advogada, com quem teve conflito após ela ser presa por críticas em redes sociais.
  • Posicionamento: Em vídeos, o delegado comentou a decisão, e os desdobramentos foram discutidos em publicações como a do Instagram de @rassilan.oficial.
  • Repercussão: A OAB alegou risco de abuso de autoridade. A notificação foi detalhada em vídeos do Facebook de @AconteceMT.

Tiradentes não era bem como te contaram.

Foto do perfil de canalmeio
Tiradentes não era bem como te contaram.

No vídeo, a Yasmim Restum puxa algumas curiosidades que mudam bastante a forma de ver essa história.

E se quiser ir além do básico, tem o livro "1789", do Pedro Doria, Diretor de Jornalismo e cofundador do Meio, que mergulha nesse período sem os clichês.

Assista ao vídeo e compartilhe.

#Meio #HistóriaDoBrasil #Tiradentes #InconfidenciaMineira

 Sim, Tiradentes tinha escravos e não era uma figura pobre, desmistificando a visão de um mártir humilde. Documentos históricos e historiadores como Luciano Figueiredo indicam que a fazenda onde Tiradentes vivia com a família possuía cerca de 35 escravizados, utilizados em atividades de extração de ouro.

  • Propriedade de Escravizados: A família de Tiradentes, e posteriormente ele próprio, possuía escravos que trabalhavam na mineração e na fazenda.
  • Condição Social: Longe da miséria, Tiradentes era alferes, dentista e proprietário de terras.
  • Contexto da Inconfidência: A participação de Tiradentes na Inconfidência Mineira não incluía a abolição da escravidão, pois o movimento era liderado pela elite mineira.
O professor Luciano Figueiredo aponta que, ao contrário do que se imagina, ele não era pobre ou humilde, conforme informações da história UFF. A fazenda da família é descrita como uma propriedade com senzalas, como detalhado no Instituto de Longevidade MAG. Além disso, o Brasil Escola afirma que a família possuía uma condição de vida considerável, com mais de trinta escravos.
Este conteúdo é baseado em registros históricos, e você pode ver mais detalhes no Globoplay.

Jagunços pagos pela estado com o dinheiro dos nossas impostos agrediram um homem e depois o jogaram na viatura policial.....



Jagunços pagos pela estado com o dinheiro dos nossas impostos agrediram um homem e depois o jogaram na viatura policial.....



Mercenários flagrados na sua ação porca de insegurança pública.


Mercenários flagrados na sua ação porca de insegurança pública. Por isso grande parte não está nem aí comei cidadão ou ignora ou agride quando não executa.... isso e o chorume pago com o dinheiro dos nossos impostos..... instituição falida.....

Policiais do Tarcísio vão a júri popular após executar jovens

segunda-feira, 20 de abril de 2026

OAB pede afastamento de delegado após prisão de advogada em escritório no interior de Goiás

 Entidades apontam possível abuso de autoridade e violação de prerrogativas na detenção de Áricka Cunha, em Pirenópolis

por 

Justiça  • atualizado em 17/04/2026 às 15:27

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Nacional e a seccional de Goiás atuam de forma conjunta para garantir o afastamento do delegado envolvido na prisão da advogada Áricka Cunha, ocorrida dentro de seu escritório, em Pirenópolis (GO). As entidades também requerem a apuração imediata dos fatos e a aplicação das sanções cabíveis previstas em lei.

Em nota, o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, afirmou que a condução da profissional “é incompatível com a ordem jurídica” e pode configurar, em tese, abuso de autoridade. Segundo ele, o episódio representa ainda uma grave violação das prerrogativas garantidas pelo Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94). “O livre exercício da advocacia não admite constrangimentos ilegais nem medidas arbitrárias por parte de agentes públicos”, destacou.

Desde o início do caso, o presidente da OAB-GO, Rafael Lara Martins, acompanhou a situação e prestou assistência à advogada, acionando o Sistema de Defesa das Prerrogativas. Para ele, a atuação do delegado foi “desrespeitosa, ilegal e flagrantemente arbitrária”. Lara também defendeu a apuração rigorosa da conduta pela entidade correicional competente.

A estrutura nacional de defesa das prerrogativas da OAB segue mobilizada e atua em conjunto com a seccional goiana para garantir a responsabilização dos envolvidos e evitar a repetição de casos semelhantes. A entidade reafirmou que não tolerará violações ao exercício da advocacia e que adotará todas as medidas institucionais necessárias para assegurar o respeito à Constituição. 


Entenda o caso

A advogada Áricka Cunha foi presa na tarde de quarta-feira (15), em Cocalzinho de Goiás, após uma publicação em rede social. A detenção foi realizada pelo delegado Christian Zilmon Mata dos Santos, que apontou suposta difamação contra sua pessoa.

Segundo informações apuradas, a advogada teria divulgado trechos de um despacho de arquivamento relacionado a uma ocorrência policial, relatando sua experiência pessoal e fazendo críticas ao sistema com base em procedimento administrativo público. O conteúdo incluía expressões como “resultado: arquivamento” e “motivo: fato atípico e falta de efetivo”.

O delegado da Polícia Civil de Goiás, Christian Zilmon Mata dos Santos, afirmou que a prisão da advogada ocorreu após uma sequência de condutas que, segundo ele, incluíram difamação em rede social, desacato, injúria e desobediência. “Ela difamava aqui em rede social a minha pessoa. Ela falava que não [houve registro da] ocorrência e mesmo assim não foi feito nada por causa da pessoa dela. Mas, na verdade, tinha uma justificativa, que era por causa de falta de efetivo e também tinha muito procedimento ativo, e mesmo assim ela continuou.”

Ele também defendeu a legalidade da medida adotada. “Então é uma situação chata, porque é moradora do município, mas a gente tem que cumprir a lei, ninguém está acima da lei, nem eu, nem ela, ninguém. Não pode ter desobediência à lei, as pessoas não podem achar que estão acima da lei e podem sair ofendendo, e falam qualquer tipo de atrocidade, que não vai dar em nada.”

Imagens mostram o momento em que o delegado se dirige ao escritório da advogada e realiza a prisão no local de trabalho, o que gerou forte repercussão nas redes sociais e entre profissionais do Direito. “Se isso acontece comigo, advogada, dentro do meu espaço de trabalho… imagine com quem não tem voz”, escreveu a advogada em postagem feita nas redes sociais. Confira o momento da abordagem:

Áricka permaneceu detida até por volta das 22h, sendo liberada após pagamento de fiança de R$ 10 mil. Há relatos de que o valor teria sido exigido em espécie, o que pode ter dificultado a liberação imediata.


Delegado é afastado de caso após ameaçar advogada presa e por suspeita de monitoramento ilegal com drones em Cocalzinho de Goiás

 Justiça atende pedido da OAB-GO, concede habeas corpus e aponta “irregularidade grave” na atuação do policial

por 

Delegado foi ao escritório e prendeu advogada após críticas a arquivamento de 

inquérito - Foto: reprodução redes sociais

Com a repercussão nacional da prisão da advogada Áricka Rosália Alves Cunha, detida e algemada em Cocalzinho de Goiás pelo delegado de polícia Christian Zilmon Mata dos Santos, um vídeo do delegado ameaçando a advogada com nova prisão levou a Justiça a determinar liminarmente o impedimento dele de atuar no caso a pedido da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de Goiás (OAB-GO). Na solicitação, a Ordem afirma que o delegado estaria usando drones para monitorar a casa da advogada em Cocalzinho.


A OAB-GO obteve um habeas corpus preventivo na madrugada de domingo (19),  que impede o delegado de “atuar em causa própria em ações que envolvam a advogada Áricka Rosália”. A decisão foi proferida pelo juiz Samuel João Martins, em atuação no plantão criminal da Macrorregião 2.

A OAB‑GO e a OAB Nacional classificaram a prisão, ocorrida na quinta (16), como arbitrária, ressaltando violações à liberdade de expressão, às prerrogativas da advocacia e ao Estatuto da Advocacia. A Polícia Civil de Goiás informou que o fato foi levado ao conhecimento da Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO para a apuração do ocorrido


Monitoramento por drone

A OAB-GO informou o Judiciário sobre o novo vídeo em que ele faz ameaça de prender novamente a advogada. O juiz acolheu, em parte, as alegações de que o delegado estaria realizando monitoramento ostensivo e ininterrupto da advogada, em sua residência e escritório, por meio de drones, sem autorização judicial, o que configuraria violação de domicílio e de privacidade. Segundo a Tv Anhanguera, que exibiu vídeo em que ele fala sobre o funcionamento do drone, ele nega o monitoramento.


Conforme a OAB-GO, as manifestações de Áricka Rosália que originaram a confusão “estão protegidas pela liberdade de expressão e pela imunidade material garantida pelo Estatuto da Advocacia, inexistindo crime em críticas administrativas”.

Juiz vê “irregularidade grave”

O juiz plantonista justificou o deferimento parcial da liminar afirmando que a expedição de um salvo-conduto amplo seria temerário, já que a liberdade de expressão não afasta a responsabilidade penal por eventuais excessos. O magistrado identificou, no entanto, uma irregularidade grave: o próprio delegado, suposta vítima dos fatos, era quem conduzia o procedimento contra a advogada. “Lavrar, registrar e deliberar sobre a prisão em flagrante de uma pessoa com quem se tem conflito pessoal é incompatível com a técnica jurídica e com o Estado de Direito”, apontou.

A reportagem do Diário de Goiás enviou mensagem através do perfil do delegado Christian Zilmon, solicitando o contato dele para ouvir sua versão. Ele respondeu dizendo que havia postado “novos vídeos explicando a situação”, mas o perfil dele está fechado. Em buscas no Instagram uma dessas publicações a que ele se refere foi feita após o mandado de segurança concedido no domingo. Nela, o delegado aparece em vídeo falando sobre a liminar e fazendo nova ameaça de prisão contra a advogada.

“Essa decisão judicial vai ser cumprida desde que não exponha minha figura pública ao ridículo. Se ela republicar coisas de terceiros vai ser cumprida uma prisão sim, se não for por mim é por outro delegado. Ela não está acima da lei. Vamos cumprir a decisão judicial, mas tudo depende dela”, ameaça no vídeo republicado pelo portal 6.

Limites impostos

No entanto, segundo o que divulgou a OAB-GO, a decisão do magistrado proíbe expressamente o delegado “de realizar atos de lavratura, registro e deliberações em caso de prisão em flagrante que ele tenha sido vítima dos fatos.” A advogada teve respaldo do presidente da subseção da OAB de Pirenópolis, Icaro Augusto Pireneus de Oliveira, do presidente da OAB-GO, Rafael Lara Martins, e do presidente do Sistema de Defesa de Prerrogativas da OAB-GO, Alexandre Pimentel.

Origem do desentendimento

O delegado prendeu a advogada na quinta-feira (16) por causa de críticas que ela fez nas redes sociais ao arquivamento de um inquérito. Na publicação, ela aparece informando que tinha sido ofendida nas redes sociais, exibe o print da ofensa e reclama que sua queixa não teria andamento, mostrando a entrada da delegacia, mas não cita nomes.

Depois da publicação, armado com um fuzil, o delegado foi até o escritório de Áricka e deu voz de prisão, levando ela antes da chegada da representante da Prerrogativas da OAB-GO. Além disso, ele algemou a advogada e exigiu depósito de R$ 10 mil em dinheiro como fiança, que poderia ser paga via Pix. Áricka ficou seis horas presa.

Repercussão nacional

A repercussão entre advogados do país todo está sendo enorme. Em um evento jurídico, foi feito um minuto de silêncio em solidariedade a advogada. No perfil dela no Instagram, dezenas de comentários, vídeos pessoais e notas institucionais de apoio foram compartilhadas, vindas de diversos estados do país.

O presidente da OAB-GO, Rafael Lara Martins, avaliou que a decisão vai além do caso concreto. Ela reafirma dois pilares fundamentais do Estado Democrático de Direito: a imunidade material do advogado, garantida pelo Estatuto da Advocacia, e a liberdade de expressão como direito constitucionalmente protegido.