Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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terça-feira, 14 de julho de 2026

Carta de Bolsonaro lida por Flávio pode ser crime eleitoral, aponta Moraes

 Militares afirmam que Jair foi o responsável por aproximar a instituição do governo e dizem que o desgaste ainda não foi superado

Diego Amorim
Repórter
14/07/2026

Caserna ironiza declaração de Carlos Bolsonaro sobre as Forças Armadascrédito: Foto: Eduardo Barreto/CMRJ

 A caserna reagiu com ironia à declaração de Carlos Bolsonaro de que um dos maiores erros do governo de seu pai foi “colocar as Forças Armadas perto”.

Generais afirmam que é preciso, antes de tudo, distinguir a atuação de militares da reserva da instituição Forças Armadas.

Também lembram que foi o próprio Jair Bolsonaro quem fez questão de militarizar o governo, sustentando que o estamento militar seria um dos pilares de seu projeto político.

“Como passou pouco tempo na ativa e não foi além de um posto intermediário, Bolsonaro jamais compreendeu o espírito que norteia a vida militar. Os filhos compartilham da mesma visão míope. Aliás, nenhum deles prestou o serviço militar. Por que será?”, provocou, sob reserva, um general de quatro estrelas.

Nos bastidores, militares admitem que a instituição ainda tenta se recuperar do desgaste em sua imagem provocado pela associação com o bolsonarismo.

Jovem processou o estado após ser agredido por um policial

Eduardo Bitencourt · Seguir Sam Marshall · Spector Abordagem policial termina em indenização de R$ 10 MIL por danos morais! Entenda seus direitos. 👇 Você sabia que agressão em abordagem, se não for legítima defesa, é crime? Um cidadão do DF levou um tapa no rosto de um policial militar, não deixou barato e entrou na Justiça. O resultado? Uma indenização de R$ 10.000 paga pelo governo. Isso acontece porque a atitude configura crime de Lesão Corporal (Art. 129 do Código Penal) e o Estado tem responsabilidade civil sobre as ações de seus policiais (Art. 37, § 6º da Constituição). A lei é para todos. O que você achou da decisão da Justiça nesse caso? Deixe sua opinião aqui nos comentários e compartilhe este vídeo para que mais pessoas conheçam seus direitos! #seusdireitos #meusdireitos

 

Sargento da Marinha mata homem a tiros no Rio

 Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro

Uma sargento da Marinha do Brasil matou um homem a tiros na madrugada de domingo, no Campinho, Zona Norte do Rio. A arma usada no crime pertence ao marido dela, um policial militar lotado no 3º BPM (Méier).

Tayana e Davidson estavam juntos em uma festa

Segundo a corporação, Tayana Rangel Cardeal pegou a arma dentro do carro do marido sem que ele percebesse. A chave do veículo estava na bolsa da militar.


Segundo a corporação, Tayana Rangel Cardeal pegou a arma dentro do carro do marido sem que ele percebesse. A chave do veículo estava na bolsa da militar.


A vítima, o empresário automotivo Davidson Vasconcellos de Matteo Silva, morreu no local, na Rua Domingos Lopes. A motivação do crime ainda é desconhecida.

s redes sociais, eles chegaram a postar uma foto juntos horas antes do crime, em uma festa.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. “Ela vai responder pelo crime de homicídio provocado por projétil de arma de fogo. O caso foi enviado à Justiça”, informou a Polícia Civil.

Assalto

A morte da empregada doméstica Ciene Pires de Paulo, de 43 anos, provocou forte comoção entre familiares e amigos no domingo. Baleada durante uma tentativa de assalto no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio, ela foi descrita pelos parentes como uma mulher “doce”, “sorridente” e sempre pronta para ajudar a família.

O crime aconteceu na noite de sábado, na Estrada da Barra da Tijuca. Segundo relatos de familiares, Ciene estava ao lado do marido, o porteiro Izailton Ferreira, quando foi abordada por criminosos que tentaram roubar a moto do casal.

Durante a ação, segundo o site O Dia, Izailton teria entrado em luta corporal com os assaltantes para impedir o roubo. Em meio à confusão, um dos criminosos efetuou o disparo que atingiu a doméstica.

Após o crime, familiares estiveram no Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio, para acompanhar a liberação do corpo. Bastante abalado, o marido da vítima precisou ser amparado por parentes durante o reconhecimento.

Segundo familiares, Ciene era natural do Maranhão e vivia no Rio de Janeiro havia cerca de 20 anos, desde que se casou com Izailton.

Parentes relataram que ela era muito querida pela família e mantinha uma rotina dedicada ao trabalho e à vida familiar.

A vítima chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos.

Os suspeitos do crime, um homem e uma mulher apontados como irmãos, foram presos em flagrante logo após a tentativa de assalto e permanecem detidos.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

Sepultamento

O sepultamento de Ciene Pires de Paulo aconteceu nesta segunda-feira, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio.

Entenda aposentadoria de R$ 27,4 mil de tenente suspeito de matar esposa PM

 O ato que oficializou a transferência do tenente-coronel para a reserva da PM foi publicado no Diário Oficial do Estado

Ederson Hising, do Estadão Conteúdo

 

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, da Polícia Militar de São Paulo, que é réu pela morte da esposa, a soldado da PM Gisele Alves Santana, teve a aposentadoria de R$ 27,4 mil confirmada nesta quarta-feira, 10. Ele, que nega o crime, está preso desde março deste ano.

O ato que oficializou a transferência do tenente-coronel para a reserva da PM foi publicado no Diário Oficial do Estado, assinado pelo diretor de Inatividade e Pensão Militar, coronel Antonio Thomazelli. Em abril, o próprio PM havia solicitado a transferência, o que permitiria receber o salário integral.

No mesmo mês, o secretário executivo da Segurança Pública de São Paulo, o coronel da Polícia Militar Henguel Ricardo Pereira, afirmou que o tenente-coronel parou de receber salário da corporação ao ser preso preventivamente, em 18 de março. Entretanto, teria direito ao valor da aposentadoria por conta do tempo de contribuição. Não está claro se o montante a ser pago será de fato o integral e a quem será destinado. O réu tem uma filha de 18 anos.

Os dados mais recentes sobre o tenente-coronel no Portal da Transparência do Governo de São Paulo, de março deste ano, mostram que a remuneração bruta do tenente-coronel naquele mês foi de R$ 27,4 mil. A situação funcional dele constava como "licença sem prejuízo de vencimento". Não há registros para abril e maio.

Com a aposentadoria, a partir de junho, Geraldo Leite Rosa Neto receberá a remuneração pela São Paulo Previdência (Spprev). "A Secretaria da Segurança Pública esclarece que a passagem do oficial para a inatividade remunerada foi feita em conformidade com a legislação federal vigente, aplicável a todos os militares que passam a integrar o Sistema de Proteção Social dos Militares", informou a SSP.

Conforme a pasta, um Conselho de Justificação, procedimento administrativo destinado a avaliar a conduta do oficial e sua permanência nos quadros da corporação, foi instaurado no fim de março e está em fase de instrução.

"A SSP ressalta que a transferência para a reserva não tem relação com os processos criminal e administrativo em andamento. Eventuais sanções, incluindo a perda do posto e da patente ou reflexos sobre a remuneração, somente poderão ser aplicadas após decisão definitiva do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, observados o devido processo legal e as garantias constitucionais", explicou.

Procurada, a Spprev informou que todos os militares que vão para a inatividade remunerada passam a integrar o Sistema de Proteção Social dos Militares, o que ocorreu com Geraldo Neto.

"A Spprev atua exclusivamente como gestora da folha de pagamento dos inativos e pensionistas do Estado e efetuará os pagamentos enquanto o respectivo ato administrativo permanecer válido", afirmou. Os pagamentos são feitos no quinto dia útil de cada mês.

MP cobra esclarecimentos

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) solicitou uma série de esclarecimentos à Secretaria de Segurança Pública (SSP) e à Polícia Militar (PM) sobre a aposentadoria do tenente-coronel.

O promotor determinou que a SSP e a PM prestem informações sobre a transferência do tenente-coronel para a reserva remunerada, fornecendo cópias de documentos e esclarecimentos sobre a situação funcional e previdenciária do oficial


Morte de Gisele Alves Santana

Geraldo Neto é apontado como principal suspeito de matar a soldado da PM Gisele Alves Santana com um tiro na cabeça, dentro do apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo. O caso aconteceu em 18 de fevereiro.

O oficial foi preso um mês depois, em 18 de março, em São José dos Campos, por determinação da Justiça Militar, após investigação conduzida pela Corregedoria da PM. Geraldo Neto também foi indiciado pela Polícia Civil por feminicídio e fraude processual. Atualmente, o réu está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital.

O tenente-coronel sempre negou o crime e sustenta que Gisele teria cometido suicídio após receber a notícia de que o marido queria a separação. A versão é contestada pelos investigadores.

Caso Gisele: Filha e familiares da PM depõem em 3° dia de audiência em SP

 O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido da vítima e réu por feminicídio, será interrogado no dia 3 de julho, após oitivas de testemunhas

Bruna Lopes e Khauan Wood, da CNN Brasil*, em São Paulo

Gisele Alves Santana era soldado da Polícia Militar  • Reprodução

A Justiça de São Paulo deu início ao terceiro dia de audiência do processo que apura a morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, morta em fevereiro deste ano. Serão ouvidos, nesta quarta-feira (1°), os familiares e filha da vítima.

À CNN Brasil, o advogado da família da vítima, Dr. Miguel Silva, informou que a filha de Gisele, de apenas sete anos, já prestou depoimento na sessão.

As oitivas de testemunhas ocorrerão entre os dias 29 de junho e 2 de julho, conforme decisão da 5ª Vara do Júri do Foro Central Criminal de São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto é réu pelo feminicídio da esposa e deve ser ouvido nesta sexta-feira (3), às 10h.

Veja cronograma das audiências

  • 29 de junho: depoimentos de delegado, peritos criminais, policiais militares e outras testemunhas do caso;
  • 30 de junho: oitivas de testemunhas, policiais militares, testemunha protegida e pessoas ligadas à investigação;
  • 1º de julho: audiência com familiares da vítima, incluindo o depoimento especial da filha de Gisele, além de outras testemunhas;
  • 2 de julho: depoimentos de policiais militares, oficiais da corporação e demais testemunhas;
  • 3 de julho: interrogatório do tenente-coronel réu no processo.

Na mesma decisão, a juíza Michelle Porto de Medeiros Cunha Carreiro rejeitou pedidos preliminares apresentados pela defesa, entre eles a alegação de nulidade de elementos do Inquérito Policial Militar.

O crime

A soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta em seu apartamento no Brás, na região central de São Paulo, no último dia 18 de fevereiro. Inicialmente tratada como suicídio, a ocorrência evoluiu para um inquérito de feminicídio qualificado e fraude processual.

Entenda: Veja como foi o feminicídio de PM em SP, segundo laudo

D acordo com o MP, após o crime o oficial teria tentado simular um suicídio ao posicionar a arma na mão da vítima e alterar a cena para induzir a investigação a erro.

Laudos periciais apontam inconsistências na versão apresentada pela defesa. As investigações identificaram vestígios de sangue nas roupas do acusado e indícios de que ele teria tomado banho após o crime para eliminar provas.

Para o Ministério Público, o homicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado ao sentimento de posse e à recusa do acusado em aceitar o fim do relacionamento. A denúncia também afirma que Gisele foi surpreendida, sem possibilidade de defesa, circunstância que qualifica o crime.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, marido de Gisele, está preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes desde 18 de março. Ele foi denunciado pelo Ministério Público e se tornou réu por feminicídio e fraude processual.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Sargento mata esposa e filha em SP; vítimas foram encontradas abraçadas

Pedro Henrique Martins dos Santos tirou a própria vida após o crime; corpos foram encontrados no Dia dos Pais

Vitor Bonets, Giovanna Machado e Julia Farias, da CNN*, em São Paulo

Mãe e filha mortas por Sargento do Exército  • Reprodução/Redes Sociais

Um sargento do Exército Brasileiro, identificado como Pedro Henrique Martins dos Santos, matou a esposa e a filha no Morro Nova Cintra, em Santos, cidade do litoral de São Paulo. A Polícia Militar encontrou os corpos na casa da família, no domingo (10), data em que foi comemorado o Dia dos Pais.

Após cometer o crime, Pedro tirou a própria vida. De acordo com o boletim de ocorrência, a PM achou as três pessoas dentro de um quarto. O homem estava sentado na cama. Já a mulher e a criança foram localizadas abraçadas em uma cama, com grande quantidade de sangue ao redor.

Segundo o relato da polícia, as paredes do quarto apresentavam diversos respingos de sangue e uma arma foi encontrada perto do corpo de Pedro.

Uma testemunha informou que o homem era 3º sargento e esse seria o motivo pelo qual ele tinha uma arma de fogo.

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que a arma foi apreendida e encaminhada para perícia, que também realiza exames periciais de local e necroscópico. O objetivo é esclarecer a motivação e a dinâmica do crime.

O caso foi registrado como feminicídioseguido de suicídio pela CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Santos. A CNN tenta contato com o Exército Brasileiro.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo