Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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quinta-feira, 23 de julho de 2026

PM de folga mata por engano vítima de assalto

 O policial responsável pelos disparos, Ítalo Feitoza Hattori, de 27 anos, foi preso em flagrante sob a suspeita de homicídio culposo (sem intenção)

29/03/2026


A arma utilizada pelo PM, uma pistola calibre .40 da corporação, foi apreendida para períciacrédito: Polícia Militar de São Paulo/Divulgação


SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O empresário de 58 anos morto ao ser baleado por um policial militar de folga durante uma tentativa de assalto na tarde de sábado (28/3), no Butantã, zona oeste de São Paulo, foi confundido com um dos ladrões, segundo a mulher da vítima. Atingido com tiro na nuca e outro nas costas, ele teve morte instantânea.

O policial responsável pelos disparos, Ítalo Feitoza Hattori, de 27, foi preso em flagrante sob a suspeita de homicídio culposo (sem intenção). Ele acabou liberado após pagamento de fiança de R$ 3.000. Durante interrogatório, o PM preferiu permanecer em silêncio e disse que só se manifestaria em juízo.

  • A polícia não divulgou se ele já constituiu advogado, por isso não foi possível acionar a sua defesa. A secretaria da Segurança Pública afirmou que o caso é acompanhado pelas Corregedorias e que a Polícia Militar atua com rigor quando há indícios de ilegalidade por parte de algum agente.

Durante a intervenção, um suspeito também foi baleado e morreu momentos depois. Ele foi posteriormente identificado como Gabriel Farias Luiz, de 28. A reportagem não conseguiu contato com alguém que o representasse.

Passeio termina em assalto

Conforme a versão oficial, o empresário Celso Bortolatto de Castro e a mulher, Rosmary Javelberg, de 65, retornavam de um passeio de moto à cidade de São Roque, interior do estado, quando foram abordados por dois assaltantes, também em uma motocicleta. O garupa estava armado.

Ao perceber o assalto, na esquina das ruas Dráusio e Sapetuba, Castro tentou fugir, mas acabou se desequilibrando e caiu com a moto. Rosmary, conforme contou aos policiais, estava na garupa e conseguiu sair debaixo do veículo. Em seguida, ela correu pela Rua Sapetuba.

Durante a fuga, Rosmary retirou o capacete, olhou para trás e viu que seu marido também corria. Em seguida, percebeu que ele voltou até onde estava a moto caída e, de acordo com o registro policial, ouviu Celso dizer a Gabriel algo como: "Você não vai conseguir levantar a moto".

Na sequência, ela afirma que um terceiro homem, o policial militar, se aproximou e atirou contra Celso, atingindo-o pelas costas. "Você atirou no meu marido!", teria gritado.

Segundo ela, o agente demonstrou surpresa e imediatamente atirou em direção a Gabriel, que tentava fugir conduzindo a motocicleta. O suspeito foi atingido duas vezes no tórax e uma no braço.

Rosmary, então, disse que o agente se aproximou, identificou-se como policial militar e informou que já havia acionado o resgate.

  • Intervenção policial será "rigorosamente" investigada

A arma utilizada pelo PM, uma pistola calibre .40 da corporação, foi apreendida para perícia. A investigação ficará a cargo do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Em nota, a secretaria da Segurança Pública afirmou que todas as ocorrências de mortes decorrente de intervenção policial são rigorosamente investigadas com acompanhamento das corregedorias, Ministério Público e Poder Judiciário.

A pasta ainda afirma que todas as provas obtidas durante a investigação, incluindo as imagens das câmeras corporais, serão compartilhadas com os órgãos de controle e destaca que a "PM é uma instituição legalista e atua com absoluto rigor e celeridade sempre que há provas de ilegalidades por parte de seus integrantes."

O suspeito que conseguiu fugir não foi localizado até a publicação deste texto.

Coronel Sandro reassume prefeitura e exonera todo primeiro escalão

 Decisão liminar do STF determinou volta do prefeito ao cargo. Câmara contesta decisão que cassou mandatário sob alegação de fraude no transporte escolar

Repórter da editoria de Política do jornal Estado de Minas
22/07/2026


Coronel Sandro volta ao comando da Prefeitura de Governador Valadares e exonera todo primeiro escalão nomeado por Bonifácio Mourãocrédito: LuiZ Santana/ALMG

Cassado pela Câmara Municipal em maio deste ano, sob acusação de supostas fraudes na contratação do serviço de transporte escolar, o prefeito de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, Coronel Sandro (PL), reassumiu o cargo nesta quarta-feira (22/7) por decisão liminar do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Seu primeiro ato de volta ao cargo foi a exoneração de 23 integrantes do primeiro escalão, entre eles secretários e procuradores, nomeados pelo vice-prefeito, Bonifácio Mourão (PL), que assumiu o comando do município durante o afastamento do coronel, eleito pela primeira vez em 2024.  

"A gente vai promover a substituição do primeiro escalão dos secretariados. Depois, naturalmente, vamos fazer uma revisão do que foi praticado aqui até agora. Não para desfazer nada, mas para verificar se tudo foi bom para o povo de Governador Valadares. Se houver algo que tenha causado prejuízo ao erário, faremos a revisão", disse o prefeito em entrevista concedida hoje. 

Coronel Sandro ressaltou que pretende manter diálogo institucional com a Câmara. “O passado a gente vai passar uma borracha nele porque temos que mirar no futuro. Minha relação com a Câmara é institucional e necessária. Estou de coração aberto e de mãos estendidas para reconstruirmos Governador Valadares”, afirmou. Sobre o vice-prefeito, ele disse que os dois perderam contato quando Mourão assumiu o comando do município, mas que se for preciso vai restabelecer relações com ele para que o município “avance”.

A decisão sobre a volta do prefeito ao cargo foi tomada por Dino sob alegação de vício no processo que resultou na cassação do chefe do Executivo e ainda precisa ser referendada pelos outros integrantes da Primeira Câmara da Corte onde o processo tramita. O STF também deve se manifestar nos próximos dias a respeito de uma contestação apresentada pela Câmara Municipal contra a decisão liminar.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Olha o estilo da figura. Nós pagamos o seu salário e eles acham no direito de ir em um comercio alimentar e sair sem pagar. Eles se acham celebridade...

Ecstasy, cabo de madeira, roupa de cama molhada: o que foi achado no caso do sargento suspeito de matar a esposa capitã

 Marido da policial, sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, foi preso após levá-la morta ao hospital e é investigado por suspeita de feminicídio.

Por g1 Minas — Belo Horizonte

Capitã da PM morta em BH: o que a investigação descobriu até agora

Capitã da PM morta em BH: o que a investigação descobriu até agora


Comprimidos de ecstasy jogados fora, um cabo de madeira quebrado e roupas de cama molhadas dentro da máquina de lavar estão entre os elementos que chamaram a atenção da polícia após a prisão do sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, investigado por suspeita de feminicídio da esposa, a capitã também da PM Michele Leão Azevedo.

O sargento foi preso na noite desta segunda-feira (21), após levar a vítima morta ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. O homem foi flagrado pela polícia descartando comprimidos de ecstasy em uma lixeira da unidade de saúde e disse que ele e a mulher haviam consumido droga no dia anterior (leia a versão dele mais abaixo).

    O sargento chegou ao hospital com o corpo da mulher por volta das 21h35. Ela tinha múltiplas lesões, incluindo traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, hematomas, marcas lineares compatíveis com chicotadas e um corte de grandes proporções na região frontal da cabeça.

    Esta reportagem aborda os pontos abaixo:

    • Droga jogada em lixeira
    • Roupas de cama lavadas e cabo de madeira quebrado
    • A versão do suspeito
    • Histórico de violência
    • Expulso da PM

    Droga jogada em lixeira

    Diante dos indícios de violência, a PM foi acionada. Enquanto aguardava no hospital, o sargento pediu para usar o banheiro, momento em que foi visto jogando uma pequena caixa metálica no lixo.

    Dentro do recipiente, os policiais encontraram comprimidos com características semelhantes às do ecstasy. O material foi apreendido e será submetido à perícia.

    Roupas de cama lavadas e cabo de madeira quebrado

    Na perícia realizada no apartamento do casal, os policiais verificaram que as roupas de cama haviam sido retiradas. Elas estavam limpas e molhadas na máquina de lavar.

    Os peritos também localizaram, em um lixo externo próximo à saída de emergência, um cabo de madeira quebrado que pode ter sido utilizado para agredir a vítima. O bastão foi apreendido.

    Polícia investiga morte de capitã da PM

    Polícia investiga morte de capitã da PM

    A versão do suspeito

    Em depoimento à polícia, Eduardo Abner Pereira de Oliveira disse que, na noite anterior, o casal promoveu uma confraternização em casa e consumiu bebidas alcoólicas e ecstasy.

    O militar afirmou que, depois da saída dos convidados, os dois mantiveram relações sexuais consensuais com práticas de dominação e agressões físicas.

    Ainda conforme o suspeito, por volta das 12h, Michele teria caído da escada da residência, sofrendo um corte na cabeça e outros ferimentos.

    Eduardo falou que prestou os primeiros socorros, deu banho na esposa, estancou o sangramento e a colocou para descansar. Segundo a versão dele, ela recusou atendimento médico porque estaria constrangida devido ao consumo de drogas.

    O sargento afirmou que ambos dormiram à tarde e que, ao acordar, por volta das 21h, percebeu que Michele não respondia aos estímulos. Em seguida, decidiu levá-la ao hospital.

    O circuito interno do prédio onde o casal morava registrou o momento em que o sargento carregou o corpo da vítima nos ombros até a garagem do edifício e o colocou dentro do carro (veja vídeo abaixo).

    Em nota, a defesa de Eduardo informou que acompanha as investigações e afirmou ser necessário aguardar a conclusão dos laudos periciais antes de qualquer julgamento. Os advogados disseram confiar no devido processo legal, na imparcialidade das investigações e afirmaram que vão se manifestar no momento oportuno, preservando o direito de defesa e o sigilo do procedimento.

    Vídeo mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carro antes de ir ao hospital

    Vídeo mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carro antes de ir ao hospital

    Histórico de violência

    O suspeito tinha registros de violência contra mulher em 2014 e 2016, segundo a polícia.

    O g1 teve acesso a dois boletins de ocorrência registrados em 2016 por uma ex-companheira do militar. Em um registro de março, ela denunciou ter sido puxada pelos cabelos, arrastada até a rua, jogada no chão e atingida com um soco no rosto.

    Já em setembro daquele ano, a mesma vítima procurou a polícia para denunciar o descumprimento de uma medida protetiva concedida pela Justiça.

      Expulso da PM

      Eduardo Abner Pereira de Oliveira já foi exonerado da Polícia Militar de MG por ter omitido a informação de que havia sido apreendido na adolescência por porte ilegal de arma de fogo. Em 2015, ele foi readmitido na corporação por decisão da Justiça.

      De acordo com o acórdão do julgamento do caso, realizado em 2014 pela 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Eduardo Abner omitiu, ao preencher o formulário de ingresso na PM, o fato de ter sido apreendido e respondido a processos por prática de atos infracionais. Ele chegou a cumprir medida de prestação de serviço à comunidade por seis meses.

      A omissão levou à exoneração do policial, que acionou a Justiça. Uma decisão de primeira instância anulou o ato, e o estado de Minas Gerais recorreu.

      No entanto, o TJMG negou o pedido e determinou a reintegração de Eduardo Abner aos quadros da Polícia Militar. A Corte ainda obrigou o estado a pagar ao policial a remuneração referente ao período de afastamento.

      Capitã da PMMG Michele Leão Azevedo e o marido dela, sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, principal suspeito do crime. — Foto: Redes sociais

      Capitã da PMMG Michele Leão Azevedo e o marido dela, sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, principal suspeito do crime. — Foto: Redes sociais

      Capitã morta: ecstasy e cabo de madeira foram achados pela polícia | G1

                                    O que esperar de FIGURAS

       DESSA INSTITUIÇAO POLICIA

       MILITAR....

                                                                          




      Esta reportagem aborda os pontos abaixo:

      • Droga jogada em lixeira
      • Roupas de cama lavadas e cabo de madeira quebrado
      • A versão do suspeito
      • Histórico de violência
      • Expulso da PM

      Droga jogada em lixeira



      Esta reportagem aborda os pontos abaixo:

      • Droga jogada em lixeira
      • Roupas de cama lavadas e cabo de madeira quebrado
      • A versão do suspeito
      • Histórico de violência
      • Expulso da PM

      Droga jogada em lixeira