Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Perseguição policial termina com adolescente morto em Pedra Azul

 


Uma perseguição policial terminou com um adolescente, de 17 anos, morto em Pedra Azul nesta segunda-feira (4).

Segundo as informações da Polícia Militar, uma equipe foi até as proximidades de uma casa no bairro Planalto para averiguar denúncias de que integrantes de um grupo criminoso estavam se preparando para matar um desafeto.

Quando os policiais chegaram, viram o menor armado e deram ordem para que ele parasse, mas o adolescente saiu correndo, invadindo imóveis vizinhos e se escondeu em um matagal. No trajeto percorrido, os militares encontraram um revólver em cima de um telhado e porções de cocaína.

De acordo com a PM, durante as buscas, foram ouvidos barulhos e o menor foi visto correndo em direção a uma outra casa. O imóvel foi cercado e ele foi flagrado segurando uma pistola. Ao receber ordem para que largasse a arma, disparou em direção a dois dos policiais, que revidaram atirando.

Ainda conforme a PM, já baleado e caído, ele ainda segurava a arma e tentou puxar o gatilho mais uma vez. A PM o socorreu para o hospital local, onde a morte foi constatada. Com ele, foram apreendidas uma pistola e munições.

A PM informou ainda que o adolescente tem registros por tentativa de homicídio e disparo de arma, além de já ter sido flagrado por diversas vezes ostentando armas.

Ainda durante o registro da ocorrência, os policiais estiveram na casa do homem que seria morto e encontraram drogas, munições e R$ 489. Ele foi conduzido à delegacia.

Os dois militares que atiraram tiveram as armas recolhidas e foram presos em flagrante.

A perícia da Polícia Civil esteve no local e recolheu a arma usada pelo menor, o carregador e as munições. (Fonte G1 Grande Minas)


                            FATO OU NARRATIVA
                      


De acordo com a PM, durante as buscas, foram ouvidos barulhos e o menor foi visto correndo em direção a uma outra casa. O imóvel foi cercado e ele foi flagrado segurando uma pistola. Ao receber ordem para que largasse a arma, disparou em direção a dois dos policiais, que revidaram atirando.

Ainda conforme a PM, já baleado e caído, ele ainda segurava a arma e tentou puxar o gatilho mais uma vez. A PM o socorreu para o hospital local, onde a morte foi constatada. Com ele, foram apreendidas uma pistola e munições.


SE ISSO REALMETE ACONTECEU PORQUE ENTAO AS ARMAS DOS PMs FORAM APREENDIDAS....
              E ainda presos. É o que diz a reportagem..       


Os dois militares que atiraram tiveram as armas recolhidas e foram presos em flagrante.


OU TEM CAROÇO NESSE AMGU....!




Agente da PF é preso por sacar arma contra dupla: "Vocês são um casal?"

 Vítimas afirmam que abordagem teve motivação homofóbica; defesa nega discriminação e fala em "contexto de risco"

Formada pela UFMG, atua no jornalismo desde 2014 e tem experiência como editora e repórter. Trabalhou na Rádio UFMG e na Faculdade de Medicina da UFMG. Faz parte da editoria de Distribuição de Conteúdo / Redes Sociais do Estado de Minas desde 2022
19/02/2026



Servidor da PF apontou arma para dupla de amigos em espetinhocrédito: Redes sociais

Um servidor da Polícia Federal de 40 anos foi preso por ameaçar dois amigos com uma arma de fogo em Samambaia (DF), na sexta-feira de carnaval (13/2). Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, o suspeito abordou as vítimas em um estabelecimento comercial da região por acreditar que elas formavam um casal homossexual. Ele foi liberado no domingo, durante audiência de custódia, quando a Justiça concedeu liberdade provisória ao investigado e determinou a suspensão da posse de arma. A pistola foi apreendida.

  • A defesa do servidor afirma que as imagens divulgadas mostram apenas um recorte do episódio e não contemplam o contexto integral dos fatos. Segundo a defesa, o cliente teria interpretado que havia uma situação de risco iminente envolvendo um dos homens — que, segundo ele, aparentava ser menor de idade — e agido com a convicção de que buscava evitar uma possível agressão ou aliciamento.

A defesa ainda apontou que não houve motivação discriminatória, preconceituosa ou prática de crime de ódio, e que a atuação ocorreu em um ambiente público, sob circunstâncias de tensão e rápida evolução. E que os esclarecimentos serão apresentados no curso do processo

De acordo com as autoridades, o homem abordou dois colegas de trabalho que aguardavam o pedido em um carro de comida, questionando se eles eram um casal. As vítimas afirmam que o suspeito estava consumindo bebida alcoólica e insistiu na pergunta. Ao negar que fossem um casal, um dos homens respondeu em tom irônico que o outro seria seu “filho”, na tentativa de encerrar a conversa. O agressor, então, retrucou: “Como é para você ter um filho gay?”

Logo depois, quando um dos amigos se levantou para pagar o pedido, o servidor sacou uma pistola calibre 9 mm, apontou a arma e ordenou que ele se deitasse no chão, com as mãos na cabeça. Os homens começaram a pedir para que alguém acionasse a polícia, mas o suspeito ironizou. “Pode chamar, pois eu sou a polícia!”, disse, enquanto gritava, apontava a arma e falava palavrões. 

  • Os policiais foram acionados e prenderam o suspeito. Durante a abordagem, encontraram com ele a pistola municiada com 13 cartuchos intactos. Apesar de possuir porte de arma ativo, o homem foi preso em flagrante.

O caso foi registrado na 26ª Delegacia de Polícia, em Samambaia Norte. O investigado foi autuado por injúria racial e ameaça. A apuração está a cargo da Polícia Civil do Distrito Federal.

    O enquadramento como injúria racial ocorre porque o Supremo Tribunal Federal decidiu que a homofobia e a transfobia devem ser tratadas nos termos da Lei do Racismo (Lei 7.716/89), equiparando a discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero ao crime de racismo. 

    quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

    MP pede ao TCU que cancele aposentadoria concedida a ex-diretor da PRF

    10/08/2023

     O subprocurador-geral do Ministério Público, Lucas Rocha Furtado, pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) que avalie a legalidade da concessão de aposentadoria ao ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques.

    Em uma representação apresentada nesta quinta-feira (10), Furtado indica que pode haver “indícios de irregularidades na referida concessão” e pede que o benefício seja anulado.

    Nomeado durante a gestão do ex-presidente da República Jair Bolsonaro, Vasques comandou a PRF entre abril de 2021 e dezembro de 2002. Servidor de carreira da corporação desde 1995, ele se aposentou três dias após ser exonerado.

    Suspeito de, junto com outros agentes públicos, tentar interferir no processo eleitoral durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022, Vasques foi preso nesta quarta-feira (9), no âmbito da Operação Constituição Cidadã. De acordo com a PF, na condição de diretor-geral da PRF, Vasques autorizou a realização de bloqueios rodoviários em estradas da Região Nordeste, com o objetivo de dificultar o trânsito de eleitores onde, segundo as pesquisas, o então candidato presidencial Luiz Inácio Lula da Silva liderava a intenção de votos.

    Em seu pedido, o subprocurador-geral lembra que, ao se aposentar, Vasques já respondia a processos por atos de improbidade administrativa. Atualmente, o ex-diretor da PRF é alvo de três processos administrativos motivados pela suposta interferência no segundo turno das eleições de 2022 e da apuração criminal que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e que embasou a Operação Constituição Cidadã, ontem.

    “Destaco que conforme art. 172 da Lei 8.112, de 1990, o servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido, ou aposentado voluntariamente, após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade, acaso aplicada. Além disso, conforme art. 134 do referido normativo, será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado, na atividade, falta punível com a demissão”, pondera o subprocurador ao defender a anulação da aposentadoria de Vasques.

    “Entendo que a referida aposentadoria seja ilegal. Isso porque, conforme explanado, a Lei 8.112/90 determina que não será concedida aposentadoria a quem responde processo disciplinar. Mais razão ainda a não concessão a quem é investigado criminalmente, principalmente por CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito], por ofensa à democracia”, finaliza Furtado.

    O subprocurador também pediu que o TCU instaure um processo de tomada de contas especial a fim de determinar que Vasques seja obrigado a devolver aos cofres públicos “os valores indevidamente recebidos”.

    A reportagem não conseguiu contato com os advogados do ex-diretor-geral da PRF.


                                                                       


    Mohamedou Slahi está preso sem julgamento há 14 anos. Ele escreveu diário dentro da cela da prisão mais dura do mundo. Gênero: Jornalismo ...
    Globoplay · 26 de jul. de 2015



    segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

    Polícia identifica soldado da PM como autor dos sete tiros que mataram cachorro e o indicia por maus-tratos

     Soldado suspeito de executar cão foi levado nesta segunda (23) para delegacia, onde foi interrogado e indiciado para responder em liberdade pelo crime de maus-tratos a animais com morte.

    Por Patrícia MarquesKleber Tomaz, TV Globo e g1 SP — São Paulo

    Cachorro é morto a tiros em avenida da Zona Leste de São Paulo

    Cachorro é morto a tiros em avenida da Zona Leste de São Paulo

    A Polícia Civil identificou o soldado da Polícia Militar Diogo Coelho como suspeito de ter matado com sete tiros o cachorro comunitário Caramelo, no dia 18 de janeiro deste ano, na calçada da Avenida Ragueb Chohfi, no Jardim Três Marias, Zona Leste de São Paulo.

    Diogo foi encontrado na casa dos pais no bairro Sacomã e encaminhado para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde foi ouvido e acabou sendo indiciado por maus-tratos a animais seguido de morte. Ele será investigado em liberdade (veja mais abaixo).

    g1 e TV Globo tentaram contato com a defesa dele para comentar o assunto, mas não obtiveram retorno até a publicação da reportagem.

    Caramelo era um cachorro comunitário que vivia na rua e era cuidado por moradores do Jardim Três Maria. O crime contra o cachorro foi registrado por uma câmera de monitoramento (veja vídeo acima).

    Nas imagens, o animal aparece na área de acesso a um shopping, acompanhado por dois seguranças. Em determinado momento, o cachorro começa a latir e um dos funcionários abre o portão. Caramelo permanece na calçada por alguns segundos.

    Na sequência, um homem caminha em direção a Caramelo, que volta a latir. O suspeito saca uma arma e efetua os disparos. Após os tiros, ele deixa o local.

    Um laudo necroscópico feito no cão mostra que ele foi atingido por um disparo na cabeça, dois no peito e os demais cinco espalhados pelo corpo.

    Investigação

    Caramelo morreu após ser baleado com sete tiros em avenida da Zona Leste de SP — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

    Caramelo morreu após ser baleado com sete tiros em avenida da Zona Leste de SP — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

    O PM foi identificado pela investigação da Delegacia de Crimes contra os Animais do DPPC após análise das filmagens da câmera que gravou o crime.

    A polícia havia pedido a prisão temporária do soldado, mas a Justiça negou e autorizou somente o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência onde ele mora.

    A arma do PM já havia sido apreendida anteriormente pelas autoridades em razão de outra ocorrência do dia 14 de fevereiro, quando ele reagiu a um assalto e atirou no criminoso.

    Durante o cumprimento do mandado de busca, os policiais encontraram o PM, que foi levado com eles para o DPPC.

    Polícia identifica soldado da PM como autor dos tiros que mataram cão | G1


    TEVE SORTE QUE NAOI FOI EXECUTADO.

                                  



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    YouTube · SBT News · 29 de ago. de 2025