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sábado, 13 de junho de 2026

Militar condenado por levar cocaína em avião da FAB recebia drogas em motel

Ex-sargento da FAB foi condenado por levar cocaína em avião da Presidência da República  |   Bnews - Divulgação Reprodução

 Victória Valentina

 Manoel Silva Rodrigues, sargento da Força Aérea Brasileira (FAB), condenado por levar 39 kg de cocaína em avião presidencial, recebia as drogas em um motel, no Núcleo Bandeirante, região administrativa do Distrito Federal. As informações são do Metrópoles.

A condenação foi emitida pelo Superior Tribunal Militar (STM), em decisão final divulgada no final de 2024, que declarou o agora ex-sargento culpado pelo crime, com uma pena de 17 anos de reclusão.

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A sentença declarou aspectos da investigação, como o método utilizado para buscar drogas no motel. Dois dias antes de embarcar no avião da FAB, Manoel esteve no local por 1h03 e, em seguida, deixou o carro com a cocaína em um ponto que a investigação acredita ser na Base Aérea da Força Aérea. Depois, ele teria se deslocado ao aeroporto para buscar o veículo alugado que utilizaria até o embarque com a comitiva presidencial rumo a Tóquio, com escala em Sevilha, na Espanha.

Ainda de acordo com as investigações, a estratégia já havia sido utilizada anteriormente. Manoel entrou com seu próprio veículo no mesmo motel em duas outras ocasiões. No dia 28 de abril, ele viajou para o Azerbaijão com escala em Madri e entregou a droga na capital espanhola.

Já no dia 25 de maio, o sargento teria ido ao motel quando retornava de uma missão em Recife (PE), onde também teria realizado transporte de entorpecentes. Segundo a Polícia Federal, ele foi ao local para "comemorar" com a esposa o resultado da operação.



                                                                           

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YouTube · BBC News Brasil · 23 de mai. de 2020



sexta-feira, 12 de junho de 2026

Polícia investiga morte de 11 cientistas ligados a pesquisas militares e nucleares nos EUA



Jovem agredido por policial no São João de Campina Grande tem lesões na boca e dente quebrado: 'Não deu tempo de fazer nada'

 Vítima afirma que confusão, entre pessoas que ele não conhecia, já tinha acabado quando foi apontado e agredido por policial durante a festa.

Por g1 PB

Vídeo mostra PM agredindo homem durante São João de Campina Grande

Vídeo mostra PM agredindo homem durante São João de Campina Grande


O jovem Johnny Palmeira, de 18 anos, que aparece em um vídeo sendo agredido por um policial militar durante o São João no Parque do Povo, em Campina Grande, relatou à TV Paraíba como ocorreu a abordagem registrada entre a noite de sexta-feira (5) e a madrugada do sábado (6). Ele teve ferimentos na boca, levou oito pontos e teve um dente quebrado.

Segundo Johnny, havia uma confusão no local, mas ele tentou se afastar. O jovem contou que a situação já havia sido controlada quando o policial se aproximou.

“Tinha um povo, que eu não sei quem era, que acho que arrumou confusão e afastaram. Eu afastei o máximo que eu pude. Meus amigos ficaram atrás do povo. Só que a confusão já tinha acabado e a polícia veio lá de trás. Ele apontou para mim e falou ‘é você’. Ele já chegou batendo. Não deu tempo de eu fazer nada”, contou.

Jovem que aparece em vídeo de agressão no São João relata como ocorreu a abordagem — Foto: Reprodução / TV Paraíba

Jovem que aparece em vídeo de agressão no São João relata como ocorreu a abordagem — Foto: Reprodução / TV Paraíba

As imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que o policial se aproxima de Johnny e desfere socos no rosto. O jovem cai no chão e é levantado com ajuda de pessoas que estavam próximas. Ele não reagiu às agressões.

Após a agressão, Johnny foi socorrido por amigas que estavam com ele e levado até os bombeiros que estavam de prontidão no evento. Depois dos atendimentos iniciais, ele foi encaminhado ao Hospital Dom Luiz Gonzaga Fernandes.

O jovem disse que ainda enfrenta dificuldades por causa das lesões. “Estou com dificuldades para comer. Tô melhorando, mas um dia atrás não estava nem conseguindo falar”, disse.

A família de Johnny informou que decidiu processar o policial, que atua no Batalhão de Choque. A defesa da vítima afirmou que o vídeo da agressão é o principal elemento do caso e explicou que a situação deve ter repercussão em três esferas: administrativa disciplinar, criminal, a depender da gravidade das lesões, e cível, para responsabilização.

Em nota, a Polícia Militar informou que abriu um procedimento para apurar as circunstâncias da ação e que o policial, que não teve a identificação divulgada, foi afastado enquanto as investigações seguem.

A defesa do PM afirmou que acompanha o caso, destacou que o agente tem 11 anos de serviço na corporação e que não há registro de processos ou punições disciplinares. Disse ainda que não vai antecipar conclusões até o fim das apurações.

Jovem agredido por PM no São João de Campina Grande relata lesões | G1