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quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Policial militar coloca jovem contra a parede e o intimida
Porque será que o caiado não quer câmeras corporais nos policiais.
Câmeras de segurança mostram viatura da PM passando por carro de Haddad. Veja vídeo
Fernando Haddad afirmou que o motorista do carro em que estava foi seguido por viatura da PM após deixá-lo em casa, na zona sul da capital

Imagens de câmeras de segurança exibem a chegada do candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) à residência dele, na zona sul da capital, na noite desta terça-feira (11/8). A gravação mostra viatura da Polícia Militar passando pela rua pouco antes de o carro que levava o político chegar ao local.
Na sequência, o veículo de Haddad estaciona em frente ao prédio, acompanhado por um carro preto. O candidato desembarca e entra na residência. As imagens foram divulgadas após Haddad afirmar, nesta quarta-feira (12/8), que o carro teria sido acompanhado por viatura da PM depois de deixá-lo em casa.
As imagens foram obtidas inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e posteriormente acessadas pelo Metrópoles.
Haddad contou que voltava de aula magna na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, uma viatura da PM teria “jogado luz no carro” no momento em que o veículo chegava à residência do ex-ministro.
Depois que o candidato entrou no prédio, o motorista seguiu viagem. Ainda de acordo com Haddad, o funcionário continuou sendo acompanhado pelos policiais e, mais adiante, estacionou o carro em frente a um hotel.
O motorista entrou no estabelecimento e, ao perceber que a viatura permanecia no local, teria ido questionar os policiais sobre o motivo do acompanhamento. Segundo o relato apresentado por Haddad, os agentes estavam armados com fuzis e teriam mandado o funcionário “vazar” após o questionamento.
O candidato classificou a situação como abordagem “fora do padrão” e afirmou que o motorista ficou abalado após o episódio. O advogado de Haddad, Hélio Silveira, disse que, segundo o relato do funcionário, a abordagem teria durado cerca de 40 minutos.
Após o caso ser relatado por Haddad, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) determinou que a Polícia Militar identifique as equipes que estavam na região. A medida busca esclarecer as circunstâncias da ocorrência e apurar a atuação dos policiais envolvidos.
Ex-diretor de presídio de Ibirité é condenado a mais de 60 anos de prisão por violência e assédio contra 7 policiais penais
Caso aconteceu em 2023. Valdeci Pereira Maciel responde por assédio, importunação sexual, perseguição e violência psicológica. Já Pedro Ferrare Ferreira, denunciado por opmissão, foi absolvido por ausência de provas.
Por g1 Minas — Belo Horizonte
A Justiça de Minas Gerais condenou Valdeci Pereira Maciel, ex-diretor adjunto do Presídio de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a mais de 60 anos de prisão pelos crimes de importunação sexual, assédio sexual, perseguição e violência psicológica contra sete policiais penais. O caso aconteceu em 2023.
A Polícia Civil começou a investigação após as próprias servidoras procurarem a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) do município para denunciar o superior. Segundo as investigações da Polícia Civil, Valdeci se valia do cargo de chefia para constranger as subordinadas com abraços impróprios, beijos forçados, perseguições e ofensas que desmereciam a condição das vítimas como mulheres, provocando graves danos emocionais às policiais.
Denúncia do MP e absolvição de ex-diretor geral
Com o avanço do inquérito policial, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ofereceu denúncia contra a cúpula da unidade prisional. Além de Valdeci, o então diretor-geral do presídio, Pedro Ferrare Ferreira, foi indiciado e denunciado por omissão, sob a acusação de que sabia dos abusos praticados pelo subordinado e não tomou providências para contê-los.
Em nota, o Tribunal de Justiça informou que Pedro Ferrare foi absolvido "devido à ausência de provas suficientes para a sua condenação".
O g1 tenta contato com a defesa de Valdeci, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.
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Valdeci Pereira Maciel — Foto: TV Globo/ Reprodução
Ex-diretor de presídio na Grande BH é condenado a 60 anos por assédio | G1
