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quinta-feira, 23 de abril de 2026
terça-feira, 21 de abril de 2026
Sim, o delegado Christian Zilmon foi notificado oficialmente por um oficial de justiça da comarca de Cocalzinho de Goiás
Sim, o delegado Christian Zilmon foi notificado oficialmente por um oficial de justiça da comarca de Cocalzinho de Goiás. A intimação refere-se a uma liminar que o proíbe de atuar em procedimentos relacionados à advogada Áricka Cunha, após a OAB obter uma decisão que impede sua atuação em casos onde figura como parte interessada.
Pontos principais:
- Intimação Oficial: O ato foi cumprido em decorrência da decisão, conforme mostrado no vídeo do Instagram de @somosmultimais.
- A Liminar: Impede o delegado de atuar contra a advogada, com quem teve conflito após ela ser presa por críticas em redes sociais.
- Posicionamento: Em vídeos, o delegado comentou a decisão, e os desdobramentos foram discutidos em publicações como a do Instagram de @rassilan.oficial.
- Repercussão: A OAB alegou risco de abuso de autoridade. A notificação foi detalhada em vídeos do Facebook de @AconteceMT.
Tiradentes não era bem como te contaram.

Tiradentes não era bem como te contaram.
No vídeo, a Yasmim Restum puxa algumas curiosidades que mudam bastante a forma de ver essa história.
E se quiser ir além do básico, tem o livro "1789", do Pedro Doria, Diretor de Jornalismo e cofundador do Meio, que mergulha nesse período sem os clichês.
Assista ao vídeo e compartilhe.
#Meio #HistóriaDoBrasil #Tiradentes #InconfidenciaMineira
No vídeo, a Yasmim Restum puxa algumas curiosidades que mudam bastante a forma de ver essa história.
E se quiser ir além do básico, tem o livro "1789", do Pedro Doria, Diretor de Jornalismo e cofundador do Meio, que mergulha nesse período sem os clichês.
Assista ao vídeo e compartilhe.
#Meio #HistóriaDoBrasil #Tiradentes #InconfidenciaMineira
Sim, Tiradentes tinha escravos e não era uma figura pobre, desmistificando a visão de um mártir humilde. Documentos históricos e historiadores como Luciano Figueiredo indicam que a fazenda onde Tiradentes vivia com a família possuía cerca de 35 escravizados, utilizados em atividades de extração de ouro.
- Propriedade de Escravizados: A família de Tiradentes, e posteriormente ele próprio, possuía escravos que trabalhavam na mineração e na fazenda.
- Condição Social: Longe da miséria, Tiradentes era alferes, dentista e proprietário de terras.
- Contexto da Inconfidência: A participação de Tiradentes na Inconfidência Mineira não incluía a abolição da escravidão, pois o movimento era liderado pela elite mineira.
O professor Luciano Figueiredo aponta que, ao contrário do que se imagina, ele não era pobre ou humilde, conforme informações da história UFF. A fazenda da família é descrita como uma propriedade com senzalas, como detalhado no Instituto de Longevidade MAG. Além disso, o Brasil Escola afirma que a família possuía uma condição de vida considerável, com mais de trinta escravos.
Este conteúdo é baseado em registros históricos, e você pode ver mais detalhes no Globoplay.
Jagunços pagos pela estado com o dinheiro dos nossas impostos agrediram um homem e depois o jogaram na viatura policial.....
Jagunços pagos pela estado com o dinheiro dos nossas impostos agrediram um homem e depois o jogaram na viatura policial.....
Esse vídeo eu não o vi mais no youtube mas eu o baixei aqui na minha pagina...
Mercenários flagrados na sua ação porca de insegurança pública.
Mercenários flagrados na sua ação porca de insegurança pública. Por isso grande parte não está nem aí comei cidadão ou ignora ou agride quando não executa.... isso e o chorume pago com o dinheiro dos nossos impostos..... instituição falida.....
segunda-feira, 20 de abril de 2026
OAB pede afastamento de delegado após prisão de advogada em escritório no interior de Goiás
Entidades apontam possível abuso de autoridade e violação de prerrogativas na detenção de Áricka Cunha, em Pirenópolis
por Elysia Cardoso
Justiça • atualizado em 17/04/2026 às 15:27
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Nacional e a seccional de Goiás atuam de forma conjunta para garantir o afastamento do delegado envolvido na prisão da advogada Áricka Cunha, ocorrida dentro de seu escritório, em Pirenópolis (GO). As entidades também requerem a apuração imediata dos fatos e a aplicação das sanções cabíveis previstas em lei.
Em nota, o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, afirmou que a condução da profissional “é incompatível com a ordem jurídica” e pode configurar, em tese, abuso de autoridade. Segundo ele, o episódio representa ainda uma grave violação das prerrogativas garantidas pelo Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94). “O livre exercício da advocacia não admite constrangimentos ilegais nem medidas arbitrárias por parte de agentes públicos”, destacou.
Desde o início do caso, o presidente da OAB-GO, Rafael Lara Martins, acompanhou a situação e prestou assistência à advogada, acionando o Sistema de Defesa das Prerrogativas. Para ele, a atuação do delegado foi “desrespeitosa, ilegal e flagrantemente arbitrária”. Lara também defendeu a apuração rigorosa da conduta pela entidade correicional competente.
A estrutura nacional de defesa das prerrogativas da OAB segue mobilizada e atua em conjunto com a seccional goiana para garantir a responsabilização dos envolvidos e evitar a repetição de casos semelhantes. A entidade reafirmou que não tolerará violações ao exercício da advocacia e que adotará todas as medidas institucionais necessárias para assegurar o respeito à Constituição.
Entenda o caso
A advogada Áricka Cunha foi presa na tarde de quarta-feira (15), em Cocalzinho de Goiás, após uma publicação em rede social. A detenção foi realizada pelo delegado Christian Zilmon Mata dos Santos, que apontou suposta difamação contra sua pessoa.
Segundo informações apuradas, a advogada teria divulgado trechos de um despacho de arquivamento relacionado a uma ocorrência policial, relatando sua experiência pessoal e fazendo críticas ao sistema com base em procedimento administrativo público. O conteúdo incluía expressões como “resultado: arquivamento” e “motivo: fato atípico e falta de efetivo”.
O delegado da Polícia Civil de Goiás, Christian Zilmon Mata dos Santos, afirmou que a prisão da advogada ocorreu após uma sequência de condutas que, segundo ele, incluíram difamação em rede social, desacato, injúria e desobediência. “Ela difamava aqui em rede social a minha pessoa. Ela falava que não [houve registro da] ocorrência e mesmo assim não foi feito nada por causa da pessoa dela. Mas, na verdade, tinha uma justificativa, que era por causa de falta de efetivo e também tinha muito procedimento ativo, e mesmo assim ela continuou.”
Ele também defendeu a legalidade da medida adotada. “Então é uma situação chata, porque é moradora do município, mas a gente tem que cumprir a lei, ninguém está acima da lei, nem eu, nem ela, ninguém. Não pode ter desobediência à lei, as pessoas não podem achar que estão acima da lei e podem sair ofendendo, e falam qualquer tipo de atrocidade, que não vai dar em nada.”
Imagens mostram o momento em que o delegado se dirige ao escritório da advogada e realiza a prisão no local de trabalho, o que gerou forte repercussão nas redes sociais e entre profissionais do Direito. “Se isso acontece comigo, advogada, dentro do meu espaço de trabalho… imagine com quem não tem voz”, escreveu a advogada em postagem feita nas redes sociais. Confira o momento da abordagem:
Áricka permaneceu detida até por volta das 22h, sendo liberada após pagamento de fiança de R$ 10 mil. Há relatos de que o valor teria sido exigido em espécie, o que pode ter dificultado a liberação imediata.
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