O episódio envolvendo uma mulher e policiais da ROCAM, em São Paulo, exige uma reflexão que considere a realidade de quem enfrenta situações de risco nas ruas.
As imagens mostram os policiais tentando controlar a situação por meio de comandos e do distanciamento, enquanto a mulher, segurando um objeto cortante, continua avançando.
É fácil julgar uma ocorrência assistindo ao vídeo no conforto de casa. Difícil é estar diante de uma ameaça concreta, tendo poucos segundos para decidir.
Na minha avaliação, os policiais demonstraram equilíbrio e moderação, reagindo quando perceberam que sua própria segurança estava ameaçada.
Defender esses profissionais não significa comemorar um desfecho lamentável, mas reconhecer que quem protege a sociedade também tem o direito de se proteger.
A vida deve ser preservada sempre. Inclusive a de quem veste uma farda.