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sexta-feira, 1 de maio de 2026

A CACHORADA LADRA MAS A CARAVANA PASSA

SP: Polícia aponta que suspeito ligado ao PCC usou estrutura do governo do estado

 São Paulo. Apontado pela Polícia Civil como suspeito de integrar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), João Gabriel de Mello Yamawaki obteve autorização para utilizar o heliponto do Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, no início de 2022. De acordo com as investigações, o objetivo do pouso seria […]

PORRedação SRzd28/4/2026


São Paulo. Apontado pela Polícia Civil como suspeito de integrar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), João Gabriel de Mello Yamawaki obteve autorização para utilizar o heliponto do Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, no início de 2022.

De acordo com as investigações, o objetivo do pouso seria abreviar o deslocamento até um jogo de futebol no estádio do Morumbi, localizado a cerca de 1,3 km da residência oficial do governador. O episódio ocorreu durante a gestão do então governador João Doria.

Procurado, Doria afirmou que não comentaria o caso e que as tratativas relacionadas ao uso do heliponto são de responsabilidade da Casa Militar, órgão subordinado ao gabinete do governador. Já a atual gestão, comandada por Tarcísio de Freitas, destacou que o episódio não tem relação com a administração atual e que autorizações para pousos e decolagens seguem critérios técnicos estabelecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil.

A autorização consta em representação da Polícia Civil que embasou uma operação deflagrada nesta segunda-feira (28) para investigar a infiltração do PCC no setor público. Ao todo, quatro pessoas foram presas e 22 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Yamawaki, que estava foragido no início do ano, foi preso há cerca de dois meses em Paranã, no Tocantins. Ele é fundador da 4TBank, empresa que, segundo a polícia, seria utilizada para firmar contratos com prefeituras e lavar dinheiro da facção criminosa.

As investigações apontam que o ex-vereador de Santo André Thiago Rocha de Paula, considerado braço-direito de Yamawaki, teria articulado o pedido para uso do heliponto. A solicitação teria sido feita com o apoio de interlocutores junto à Casa Militar.

A polícia classifica o caso como “extremamente grave” e afirma que as circunstâncias da autorização ainda serão apuradas. Conversas obtidas durante a investigação indicam que os envolvidos comemoraram a liberação do pouso, que teria sido concedida poucas horas após o pedido formal.

A defesa dos citados não foi localizada até o momento.


quinta-feira, 30 de abril de 2026

O Exército Brasileiro prendeu três dos sete militares condenados pelo STF

 

 O Exército Brasileiro prendeu três dos sete militares condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no núcleo 4 da trama golpista. As prisões realizadas na manhã desta sexta-feira (10) foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que ordenou o início da execução das penas após a rejeição dos recursos apresentados pelas defesas. Foram presos: – Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército;... Ver mais 604 1,9 mil 172

Exercito prende três militares que participaram da trama golpista penas chegam há 17 anos

Exército prende 3 militares que fizeram parte de um dos núcleos da trama golpista; penas chegam a 17 anos

 Em outubro de 2025, a Primeira Turma do STF condenou o grupo por espalhar informações falsas sobre as eleições e estimular ataques virtuais a instituições e autoridades.

Por Jornal Nacional

Exército prende três militares condenados na trama golpista

Exército prende três militares condenados na trama golpista


O Exército prendeu nesta sexta-feira (10) três militares que fizeram parte de um dos núcleos da trama golpista. Eles foram condenados a penas que chegam a 17 anos.

O núcleo de desinformação da trama golpista é formado por sete integrantes. O ministro do Supremo Alexandre de Moraes entendeu que não cabem mais recursos, decretou o trânsito em julgado e determinou que as penas começassem a ser cumpridas.

Em outubro de 2025, a Primeira Turma do Supremo condenou o grupo por espalhar informações falsas sobre as eleições e estimular ataques virtuais a autoridades e instituições. Eles queriam manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no cargo mesmo após a derrota nas urnas, em 2022. As penas variam de 7 a 17 anos de prisão.

Nesta sexta-feira (10), o Exército prendeu três deles. O subtenente Giancarlo Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Almeida foram levados para o Batalhão da Polícia do Exército, no Setor Militar Urbano, em Brasília. O major da reserva Ângelo Denicoli foi preso em casa, em Colatina, no norte do Espírito Santo, e vai cumprir pena no 38º Batalhão de Infantaria do Exército, em Vila Velha.

Exército prende 3 militares que fizeram parte de um dos núcleos da trama golpista; penas chegam a 17 anos — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Exército prende 3 militares que fizeram parte de um dos núcleos da trama golpista; penas chegam a 17 anos — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A PF prendeu o ex-major do Exército Ailton Moraes Barros, mas não informou onde ele vai cumprir pena. O agente da Polícia Federal Marcelo Bormevet já estava preso desde 2024 e, nesta sexta-feira (10), passou a cumprir a pena de forma definitiva.

Dois condenados são considerados foragidos:

  • o coronel Reginaldo Abreu está nos Estados Unidos;
  • o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos César Moretzsohn Rocha, também está foragido. Ele está no Reino Unido.

A defesa de Guilherme Almeida afirmou que, no momento oportuno, vai apresentar a revisão criminal.

A defesa de Ângelo Denicoli disse que repudia a prisão do cliente na pendência de julgamento de recurso.

A defesa de Reginaldo Abreu afirmou que o cliente deixou o país de forma legal, já que na época não havia ordem judicial restritiva; que ele mora legalmente no exterior; e que vai comprovar a inocência dele.

A defesa de Marcelo Bormevet afirmou que o cliente já se encontra preso há mais de um ano e nove meses.

As defesas de Carlos César Moretzsohn Rocha, de Ailton Barros e de Giancarlo Rodrigues não quiseram se manifestar.

Exército prende 3 militares que fizeram parte de um dos núcleos da trama golpista; penas chegam a 17 anos | G1