Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Falso policial civil executa três militares...

 José Mudesto









Policial civil matou 3 policiais militares em uma abordagem o policial que se identificou como um policial era um policial falso e os policiais militares caiu na dele pois os policiais que fez a abordagem pediram para ver a numeração da arma obs que o mesmo que se identificou como policial entrego a arma para os policiais conferir as numeração os policiais acabou ficando desatento contra o civil que nunca teria sido um policial enquanto os policiais conferiam as numeração o falso policial teve tempo o suficiente para arrancar outra arma e fazer a execução dos trens pois e com rancor no coração que vem informar que o Brasil perdeu três herói homens que lutava para um Brasil melhor agora fica a pergunta quanto isso vai ter fim e porque os bons estão morrendo.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Policial militar mata motorista de ônibus e se entrega à polícia

 Segundo registro da PM, o próprio militar acionou a polícia por telefone afirmando que 'havia acabado de matar um homem'; crime aconteceu em Brumadinho

16/06/2023 07:00

Em depoimento, o policial alegou que vinha sofrendo ameaças e perseguição por parte da vítima

(foto: Jornal Folha de Brumadinho/Reprodução)

Um policial militar de 36 anos foi preso em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na tarde dessa quinta-feira (15/6), após matar a tiros um motorista de ônibus do transporte coletivo urbano, de 41.
Segundo o registro da ocorrência, o próprio militar acionou a polícia por telefone afirmando que “havia acabado de matar um homem” no bairro Bela Vista e estava na delegacia da Polícia Civil na cidade para se entregar. 
 
Em depoimento, o policial contou que vinha sofrendo ameaças e perseguição por parte da vítima. Ele disse ainda que resolveu ir até o ponto de mototáxi, onde solicitou um veículo para seguir o ônibus. Em determinado momento, o PM pediu ao mototaxista para parar, quando iniciou os disparos.  
  • O policial disse que, em seguida, entrou em um carro parado nas proximidades, já com as portas abertas e a chave na ignição, e se deslocou à delegacia para confessar o assassinato. 

A PM apurou que o automóvel utilizado pelo policial pertence a outro homem que trabalhava na região. O veículo foi encontrado perto da rodoviária de Brumadinho e entregue ao proprietário. 
 
Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, o policial disse que não falaria mais nada sobre a dinâmica dos fatos, usando, portanto, o direito constitucional de permanecer em silêncio. A polícia apreendeu um revólver calibre 38 com cinco munições deflagradas e outras seis intactas. 
 
Posteriormente, uma mulher de 60 anos compareceu à delegacia, onde se identificou como sogra do policial preso, relatando que ele vinha sofrendo ameaças de morte do motorista, que seria ex-genro dela. 

Segundo a sogra, há aproximadamente 15 dias, a casa da filha dela e do genro estava sendo “visitada” diariamente, principalmente à noite, por motoqueiros, que estariam intimidando a família. 
 
Na ocorrência também consta o relato de uma mulher de 56 anos, qualificada como testemunha, que, por telefone, reforçou as supostas ameaças em curso. Segundo ela, a vítima não aceitava o fim do relacionamento com a atual mulher do policial. 
 
O óbito do motorista do coletivo foi constatado no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o trabalho pericial preliminar da Polícia Civil, o corpo foi liberado e encaminhado ao Instituto Médico-Legal em Betim. 

Nota da Polícia Militar 

Em nota, a Polícia Militar pontuou que o caso se trata de um "crime comum" e não militar, pois a ocorrência foi registrada quando o policial estava de folga. Leia na íntegra: 

"A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) informa que a ocorrência envolve policial da ativa, de folga e em trajes civis, o que caracteriza crime comum e não crime militar, estando as investigações a cargo da Polícia Civil. O policial, que portava arma particular, se entregou à PC. A PMMG esclarece, ainda, que acompanha o caso e que as medidas administrativas cabíveis serão adotadas pela instituição."

Cabo da PM é preso por agressão e denúncia de injúria racial em Minas

 Cabo da PM estava de folga e à paisana quando se envolveu em confusão com quatro mulheres e outro homem em Barão de Cocais



Todos os envolvidos foram presos em flagrantecrédito: Reprodução/Redes Sociais

Um cabo da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), de 35 anos, foi preso em flagrante após se envolver em uma briga dentro de uma lanchonete no Bairro Sagrada Família, em Barão de Cocais, na Região Central de Minas. O militar foi autuado por injúria racial, lesão corporal e ameaça. A ocorrência foi registrada na madrugada dessa segunda-feira (17/8).

Segundo a PMMG, seis pessoas estavam envolvidas na confusão: dois homens, ambos de 35 anos, e quatro mulheres, de 30, 32, 33 e 53 anos. O cabo, que é lotado no 26º Batalhão da PM (26º BPM), estava de folga e vestia roupas civis.

A discussão começou dentro do estabelecimento e evoluiu para agressões físicas e troca de ofensas. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram parte da confusão. Nas imagens, o policial aparece em confronto físico com pelo menos três mulheres.

De acordo com as informações registradas na ocorrência, durante a discussão também foram feitas ofensas relacionadas à orientação sexual. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), no entanto, autuou o militar pelos crimes de injúria racial, lesão corporal e ameaça.

  • O outro homem e as quatro mulheres também foram levados para a delegacia. Segundo a PCMG, eles foram submetidos à lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelos crimes de lesão corporal e ameaça.

Os envolvidos assinaram termos de compromisso para comparecer a uma audiência, que será agendada no Juizado Especial Criminal, e foram liberados.

A PCMG informou que as investigações continuam na Delegacia de Polícia Civil de Barão de Cocais para esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência.

Delegado da PF investigado no caso Marielle é preso suspeito de tentar furtar R$ 500 em produtos em supermercado da Barra da Tijuca

 De acordo com informações da Polícia Militar, Hélio teria passado pelo caixa e pago apenas parte das compras. Os demais produtos teriam sido colocados em outras sacolas.

Por Klara Faria, Thaís Espírito Santo, Henrique Coelho, Jefferson Monteiro, g1 Rio e TV Globo

Delegado da PF investigado no caso Marielle é preso suspeito de tentar furtar R$ 500 em produtos em supermercado da Barra da Tijuca

Delegado da PF investigado no caso Marielle é preso suspeito de tentar furtar R$ 500 em produtos em supermercado da Barra da Tijuca


Um delegado aposentado da Polícia Federal foi preso em flagrante na tarde desta quinta-feira (20) por suspeita de tentativa de furto em um supermercado na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Ele foi identificado como Hélio Khristian Cunha de Almeida, delegado que já foi citado nas investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Na época, ele foi investigado e denunciado pela Procuradoria-Geral da República sob acusação de participar de uma tentativa de obstrução das investigações.

Junto com outros dois delegados, Hélio Khristian levou o ex-PM Rodrigo Jorge Ferreira, conhecido como Ferreirinha, ao delegado Rivaldo Barbosa como uma testemunha que apontaria os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. 

Delegado da PF investigado no caso Marielle é preso suspeito de tentar furtar R$ 500 em produtos em supermercado da Barra da Tijuca — Foto: Reprodução/TV Globo

Delegado da PF investigado no caso Marielle é preso suspeito de tentar furtar R$ 500 em produtos em supermercado da Barra da Tijuca — Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal abriu inquérito e descobriu que a testemunha havia sido plantada para obstruir as investigações. O delegado Khristian chegou a ser denunciado pela então procuradora geral da República, Raquel Dodge, mas acabou inocentado e o caso arquivado. 

Já o ex-policial Ferreirinha foi condenado a 4 anos de prisão.

O delegado se aposentou, mas ainda responde a um processo disciplinar por suspeita de extorsão.

O caso desta quinta foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca), para onde o delegado foi levado. Segundo a polícia, ele tentou sair do estabelecimento com cerca de R$ 500 em produtos sem pagar.

De acordo com informações da Polícia Militar, Hélio teria passado pelo caixa e pago apenas parte das compras. Os demais produtos teriam sido colocados em outras sacolas. Um segurança o abordou no estacionamento e acionou a gerência do supermercado.

Um funcionário contou à polícia que Hélio já havia adotado o mesmo procedimento anteriormente no estabelecimento. Na ocasião, segundo o relato, ele teria sido orientado a pagar pelas mercadorias e liberado.

Outro processo

Antes de ser citado nas investigações do caso Marielle, Hélio Khristian já havia sido alvo de uma investigação criminal. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal por concussão em um processo relacionado a supostas irregularidades na condução de um inquérito da Polícia Federal aberto em 2005.

A Justiça Federal, no entanto, o absolveu por entender que não havia provas suficientes de que ele tivesse exigido vantagem indevida. O delegado também respondeu a um processo administrativo disciplinar pelas irregularidades apontadas na condução da investigação. Eventual sanção, porém, não foi aplicada em razão da prescrição.

Delegado da PF é preso por tentativa de furto na Barra da Tijuca | G1