Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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terça-feira, 28 de abril de 2026

Cabo da PM de SP é preso após atirar em motorista durante briga de trânsito em MG

 Ocorrência foi registrada nessa segunda-feira em Uberaba

28 de abril de 2026


Policial teria fechado e provocado o acidente

PorLucas Gomes


Um cabo da Polícia Militar de São Paulo, de 42 anos, foi preso após atirar contra um motorista de 48 durante uma discussão no trânsito, no início da tarde dessa segunda-feira (27/4). O crime foi registrado no bairro Guilherme Borges, em Uberaba, no Triângulo Mineiro. A vítima foi atingida no abdômen e socorrida em estado estável.


Segundo a Polícia Militar, equipes foram acionadas via 190 após relatos de disparo de arma de fogo. No local, o homem baleado estava consciente, em pé ao lado do veículo, com sangramento intenso na barriga e falando ao telefone enquanto aguardava atendimento médico. O Samu fez o resgate e o levou ao Hospital Escola, onde deu entrada orientado, com o projétil alojado no corpo.

De acordo com a vítima, a confusão começou na BR-262, após ele acessar a rodovia pelo anel viário e realizar uma ultrapassagem em trecho parcialmente interditado, nas proximidades do bairro Residencial 2000. Ele afirmou que o outro motorista passou a buzinar e fazer manobras agressivas, seguindo lado a lado e iniciando uma discussão. Ainda conforme o relato, já na rotatória de acesso ao bairro Guilherme Borges, o suspeito teria ultrapassado novamente, freado bruscamente à frente do carro e provocado uma batida traseira. Em seguida, desceu armado, deu um soco e efetuou o disparo.

O policial apresentou versão diferente. Ele disse que seguia para iniciar o turno de serviço quando foi fechado pelo outro veículo no trecho interditado. Segundo o militar, após nova ultrapassagem, entrou no bairro, momento em que passou a ser seguido e teve a traseira da caminhonete atingida. Ele afirmou que, ao tentar conversar, o outro condutor levou a mão à cintura, gesto que interpretou como ameaça, o que motivou o disparo com a arma funcional.

O cabo foi identificado como integrante da Polícia Militar do Estado de São Paulo, lotado na cidade de Aramina. Ele foi levado para atendimento médico e, em seguida, conduzido à delegacia. Questionado novamente, optou por permanecer em silêncio.

A arma utilizada, uma pistola calibre .40 da corporação, foi apreendida junto com um carregador e 14 munições intactas. A perícia esteve no local e realizou os trabalhos técnicos. O militar foi preso em flagrante e o caso segue sob investigação.


segunda-feira, 27 de abril de 2026

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a expulsão de quatro policiais militares de Santa Catarina condenados por tortura

 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a expulsão de quatro policiais militares de Santa Catarina condenados por tortura contra suspeitos de furto em um caso que aconteceu em 2004.

  A decisão derruba entendimento anterior do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que havia permitido a permanência dos agentes na corporação mesmo após a condenação.

Segundo o STF, a perda do cargo é obrigatória em crimes de tortura, sem margem para flexibilização. O caso envolve a agressão de dois jovens, que teriam sido levados a um local isolado e submetidos a violência para confessar o crime. Moraes classificou a conduta como ilegal e abusiva, reforçando que esse tipo de prática é incompatível com a função policial, independentemente do tempo decorrido.

Suspeito de atirar contra cerimônia de gala com a presença de Trump comparece à Justiça

 Após rápida troca de tiros com agentes do Serviço Secreto, homem foi detido na área antes do salão de festas onde estava Trump e correspondentes da Casa Branca

27/04/2026 06:10


Agentes sacam suas armas após fortes estrondos serem ouvidos durante o jantar dos Correspondentes da Casa Branca no Washington Hilton em Washington, DC, em 25 de abril de 2026
crédito: MANDEL NGAN / AFP



O homem armado suspeito de invadir o jantar de gala da imprensa que contava com a presença do presidente Donald Trump comparecerá à Justiça nesta segunda-feira (26) para responder pela acusação de ataque a tiros, no mais recente episódio de violência política nos Estados Unidos, um país profundamente dividido. 

Autoridades do governo disseram que o suspeito, um homem da Califórnia, aparentemente tinha como objetivo matar Trump e funcionários de alto escalão do governo durante o evento com a imprensa na noite de sábado em um hotel de Washington, na que teria sido a terceira tentativa de assassinato contra o presidente em dois anos. 

O suspeito, cuja identidade não foi oficialmente revelada, não ficou ferido. A imprensa americana o identificou como Cole Tomas Allen, de 31 anos, natural de Torrance, Califórnia. 

Trump, que foi retirado às pressas do local por agentes do Serviço Secreto, publicou imagens das câmeras de segurança que mostram o homem armado tentando correr e superar um posto de segurança, um andar acima do salão onde acontecia o jantar da imprensa. 


Após uma rápida troca de tiros com os agentes do Serviço Secreto, ele foi detido no local. Trump publicou fotos do suspeito algemado sobre o carpete do hotel, sem camisa e deitado de bruços. 

Em uma entrevista exibida na noite de domingo no programa "60 Minutes" da CBS, Trump foi questionado se teve medo de que o ataque provocasse vítimas.

"Eu não estava preocupado. Entendo a vida. Vivemos em um mundo louco", disse Trump. 

No domingo, o procurador-geral interino dos Estados Unidos, Tom Blanche, declarou à CBS que o suspeito não estava "cooperando ativamente".

Imagem divulgada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em sua conta no Truth Social, mostra pessoa que ele alega ser o suspeito do tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, caída no chão após ser detida em 25 de abril de 2026
Imagem divulgada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em sua conta no Truth Social, mostra pessoa que ele alega ser o suspeito do tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, caída no chão após ser detida em 25 de abril de 2026@REALDONALDTRUMP / TRUTH SOCIAL / AFP

"Espero que amanhã (segunda-feira) de manhã sejam apresentadas formalmente acusações contra ele em um tribunal federal em Washington", declarou Blanche. "Acreditamos, com base apenas em um entendimento ainda muito preliminar do que aconteceu, que ele tinha como alvo membros do governo", afirmou.

Blanche acrescentou que não se conhece nenhuma outra motivação para o ataque e confirmou que o suspeito — que, segundo as autoridades, estava armado com uma espingarda, uma pistola e uma faca — estava hospedado no Washington Hilton, hotel em que foi celebrado o jantar de gala da Associação de Correspondentes da Casa Branca.

- 'Lobo solitário'-

Sem revelar detalhes, Trump afirmou que o suspeito havia escrito um manifesto "anticristão". 

"O cara é doente", disse Trump ao canal Fox News. "A irmã ou o irmão dele, na verdade, estavam reclamando sobre isso. Eles chegaram a apresentar queixas às autoridades".

O jornal New York Post informou que o suspeito escreveu, em uma mensagem que compartilhou com a família pouco antes do ataque, que seus alvos seriam "priorizados do maior para o menor escalão".

No jantar de gala estavam Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance, vários membros do gabinete e congressistas, além de centenas de convidados.

Trump disse, em uma entrevista coletiva improvisada no fim da noite na Casa Branca, que, a princípio, pensou que o barulho fosse uma bandeja caindo, antes de perceber que eram tiros.

"Eles parecem acreditar que ele agiu como um 'lobo solitário', e eu também tenho sinto o mesmo", disse o presidente.

Um agente de segurança foi baleado à queima-roupa em seu colete à prova de balas e, aparentemente, não sofreu ferimentos graves.

Trump acrescentou que o hotel não era "uma instalação particularmente segura", enquanto aumentam as perguntas sobre os protocolos de segurança do presidente.

- Atentados contra Trump -

Trump foi alvo de uma tentativa de assassinato durante um comício em Butler, na Pensilvânia, em 2024. Um homem armado efetuou vários disparos, que mataram um espectador e feriram levemente o presidente na orelha.

Alguns meses depois, outro homem foi detido depois que um agente do Serviço Secreto viu o cano de um rifle entre os arbustos do perímetro do campo de golfe de West Palm Beach, onde Trump se encontrava. 

O Washington Hilton, palco da cerimônia de sábado, é o local em que o presidente republicano Ronald Reagan sofreu um atentado em 1981.

Trump afirmou no domingo que o ataque demonstra os motivos de segurança que ele tem alegado para construir um enorme novo salão de baile ao lado da Casa Branca, um projeto que enfrentou desafios jurídicos.

O incidente ocorreu menos de 48 horas antes do início da visita de Estado de quatro dias a Washington do rei Charles III e da rainha Camila.



                                                                   


Um vídeo feito por testemunhas mostrou o momento em que o ativista conservador Charlie Kirk, aliado de Donald Trump, foi morto a tiros na ...
YouTube · Jovem Pan News · 11 de set. de 2025

PM mata cliente e morre em confronto com policiais no Jardim Canadá

 Militar veterano teria discutido com a esposa antes do crime em Nova Lima

Testemunhas relataram que ao menos seis disparos foram efetuados na distribuidoracrédito: Edésio Ferreira/EM/D.A.Press

Um policial militar morreu ao trocar tiros com a própria polícia na noite desse domingo (26/4), no Bairro Jardim Canadá, em Nova Lima (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Antes, ele matou um homem em uma distribuidora.

Segundo informações iniciais, o militar teria discutido com a esposa em casa e, em seguida, ido até uma distribuidora na Rua Natal, onde tinha uma dívida.

Lá, ele tentou atirar contra o proprietário do estabelecimento, mas acabou atingindo um cliente, que morreu. Testemunhas relataram que ao menos seis disparos foram efetuados.

A Polícia Militar foi acionada e ordenou que o homem se rendesse e largasse a arma. Como ele não obedeceu, houve troca de tiros. O policial foi socorrido, mas morreu no hospital. Apenas na unidade de saúde foi confirmada a identidade dele como integrante da corporação, um veterano reconvocado.

    Pela manhã desta segunda-feira (27/4), há muita confusão no local, com populares discutindo com a imprensa e até com os militares. A reportagem do Estado de Minas procurou a Polícia Militar e aguarda posicionamento oficial sobre o caso. 

    Matéria em atualização