Blog da Insegurança Publica
Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
domingo, 9 de agosto de 2026
Flagra de ratos da insegurança pública praticando terror com oq mendigos
"Um dia isso tem que acabar", diz tio sobre capitã da PM morta
Capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo morreu na noite de segunda-feira (20/7). Marido da vítima é apontado como principal suspeito
Marlon de Carvalho Leão, tio da capitã da Polícia Militar (PMMG) Michele Leão Azevedo, aproveitou a repercussão da morte da sobrinha para ressaltar a importância da denúncia em casos de violência contra a mulher. A policial está sendo velada na Funerária Dom Bosco, Região Noroeste de Belo Horizonte, nesta quarta-feira (22/7) e será sepultada no Cemitério da Paz no fim da tarde.
“Eu aconselho a todas as mulheres: delatem. Porque um dia tem que acabar, tem que diminuir a violência que os homens se sentem à vontade para fazer contra as mulheres”, declarou Leão.
Michele morreu na noite de segunda-feira (20/7) depois de ter sido levada pelo próprio marido, o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37, para o Hospital Odilon Behrens, no Bairro São Cristóvão, Região Noroeste de Belo Horizonte. Ela deu entrada já sem sinais vitais e com múltiplas lesões pelo corpo, ferimentos incompatíveis com a versão inicialmente apresentada pelo companheiro da vítima de que ela havia sofrido uma queda da escada.
Possível feminicídio
Eduardo foi preso em flagrante sob a suspeita de matar a companheira. Segundo o delegado Saulo Castro, o grau das lesões aponta para a intenção deliberada de agressão e de feminicídio. "Isso demonstra o dolo na intenção de cometer o crime (...). A investigação tem um prazo de até 10 dias, podendo ser prorrogado.
O sargento teve a prisão em flagrante convertida em preventiva, em audiência de custódia realizada na manhã desta quarta-feira (22/7).
- Além das marcas de agressão que fizeram os profissionais de saúde questionarem a versão sobre a queda acidental, o comportamento do sargento no hospital agravou sua situação. Durante as checagens iniciais no local, um tenente da PMMG flagrou Eduardo descartando 18 comprimidos de ecstasy em um dos banheiros da unidade de saúde, o que também resultou no registro de autuação por tráfico de drogas.
Testemunhas e informações preliminares ouvidas pelas autoridades apontam que o casal vivia um relacionamento instável com idas e vindas ao longo de oito anos, além de violência psicológica e moral praticada pelo sargento. Questionada sobre a existência de procedimentos internos contra o suspeito na corregedoria, a PMMG informou que ainda não tem esse levantamento.
Em depoimento prestado à polícia, o sargento tentou justificar que o casal realizou uma festa em casa e que ambos consumiram bebidas alcoólicas e drogas. Eduardo afirmou ainda que, após a saída dos convidados, eles tiveram relações sexuais consensuais e alegou que as práticas íntimas do casal frequentemente envolviam agressões consensuais.
- Por meio de nota, a defesa do sargento informou que acompanha o caso e aguarda os laudos periciais e a conclusão das investigações, a fim de evitar “julgamento precipitado”. Segundo o advogado Gustavo Nepomuceno Lopes, como as apurações estão em fase inicial, as autoridades ainda vão esclarecer os fatos.
- “A defesa confia no devido processo legal, na imparcialidade das investigações e reafirma que se manifestará oportunamente nos autos, preservando o direito de defesa e o sigilo necessário ao bom andamento do procedimento”, diz o comunicado.
Quem era a capitã Michele?
A capitã Michele Leão Azevedo ingressou na Polícia Militar de Minas Gerais no ano de 2010, após se formar pelo Curso de Formação de Oficiais. Reconhecida no meio acadêmico e institucional, atuava na área de defesa e segurança pública. Entre 2022 e 2023, Michele concluiu uma pós-graduação no Instituto Federal do Sul de Minas (Ifsuldeminas), na qual defendeu um estudo focado na aplicação da jurisprudência dos Tribunais Superiores dentro da PMMG.
sábado, 8 de agosto de 2026
SP: Câmera corporal de PM registra momento da morte de jovem
Caserna ironiza declaração de Carlos Bolsonaro sobre as Forças Armadas
Militares afirmam que Jair foi o responsável por aproximar a instituição do governo e dizem que o desgaste ainda não foi superado
Caserna ironiza declaração de Carlos Bolsonaro sobre as Forças Armadas
crédito: Foto: Eduardo Barreto/CMRJ
A caserna reagiu com ironia à declaração de Carlos Bolsonaro de que um dos maiores erros do governo de seu pai foi “colocar as Forças Armadas perto”.
Generais afirmam que é preciso, antes de tudo, distinguir a atuação de militares da reserva da instituição Forças Armadas.
Também lembram que foi o próprio Jair Bolsonaro quem fez questão de militarizar o governo, sustentando que o estamento militar seria um dos pilares de seu projeto político.
“Como passou pouco tempo na ativa e não foi além de um posto intermediário, Bolsonaro jamais compreendeu o espírito que norteia a vida militar. Os filhos compartilham da mesma visão míope. Aliás, nenhum deles prestou o serviço militar. Por que será?”, provocou, sob reserva, um general de quatro estrelas.
Nos bastidores, militares admitem que a instituição ainda tenta se recuperar do desgaste em sua imagem provocado pela associação com o bolsonarismo.
Vídeo: policial civil atira em caixa de som e é espancado por populares
Investigador e o filho ficaram feridos em confusão durante um evento em zona rural no interior de MInas
Investigador se irrita com som automotivo, atira e acaba agredido no interior de MG - (Imagem ilustrativa)
crédito: PCMG
Um policial civil de 52 anos foi espancado por populares ao atirar contra uma caixa de som automotivo durante um evento na zona rural de Montes Claros, no Norte de Minas. O caso aconteceu nesse domingo (2/8).
Segundo as informações iniciais, o investigador se incomodou com o volume do som de um veículo e foi até o local acompanhado do filho. Em seguida, efetuou um disparo contra a caixa de som pertencente a um homem de 29 anos.
Após o tiro, o proprietário do equipamento e outras pessoas que estavam no evento conseguiram conter o policial civil. Durante a confusão, a arma do investigador caiu no chão e acabou sendo levada.
Desarmado, populares começaram as agressões. O policial sofreu lesões nas costas e em uma das pernas. Já o filho dele teve ferimentos no rosto e na perna. Ambos foram socorridos e encaminhados para a Santa Casa de Montes Claros.
- Em razão dos ferimentos, o investigador não tinha condições de prestar depoimento aos policiais militares sobre o ocorrido. A Polícia Militar e a Polícia Civil realizam buscas para localizar os envolvidos nas agressões e recuperar a arma subtraída durante a confusão.
A Polícia Civil informou que todas as circunstâncias da ocorrência estão sendo devidamente apuradas. "No âmbito da investigação criminal, a Delegacia Regional em Montes Claros realiza diligências para o completo esclarecimento dos fatos.
Paralelamente, a Corregedoria da Polícia Civil de Minas Gerais, por meio do Núcleo Correcional do 11º Departamento de Polícia Civil, apura os fatos relacionados à atuação do policial civil envolvido, adotando as providências cabíveis no âmbito administrativo", afirma nota.
A PC reforça que as apurações seguem em andamento e que outras informações poderão ser divulgadas oportunamente, à medida que o avanço das buscas.
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Procuradora não tinha provas contra Lula mas dizia ser divertido "detonar a imagem do 9"
Áudios da Operação Spoofing revelam que a procuradora Laura Tessler queria destruir a imagem do ex-presidente Lula, a quem chamava de forma pejorativa de "9", mesmo sem provas de crime
![]() |
| Procuradora Laura Tessler (Foto: Reprodução) |
CONFIRA! Procuradora não tinha provas contra Lula mas dizia ser divertido "detonar a imagem do 9"
Numa das mensagens da Operação Spoofing, a procuradora Laura Tessler fala em "detonar a imagem do 9", mesmo sabendo que não tinha provas contra o ex-presidente.
Confira




