Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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terça-feira, 16 de junho de 2026

Moraes manda Bolsonaro explicar arma de fogo apreendida em blitz

 A Polícia Militar recolheu pistola 9 mm em posse de agente do GSI em Taguatinga. Armamento estava registrado em nome do ex-presidente

16/06/2026


Moraes exige explicações de Bolsonaro no caso da arma apreendida
crédito: Reprodução

 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro explique a presença de uma arma de fogo que estava em nome dele e foi apreendida com um servidor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) em uma blitz no Pistão Norte, em Taguatinga (DF). O agente foi abordado pela Polícia Militar e afirmou, na delegacia, que a pistola pertence a Bolsonaro.

    O ex-presidente cumpre prisão domiciliar em razão de problemas de saúde e está sob uma série de medidas cautelares. Condenado a 27 anos e três meses por golpe de Estado e outros crimes, o ex-chefe do Executivo pode retornar para a prisão em regime fechado em unidade penitenciária caso descumpra alguma das regras impostas.

    A arma, uma pistola Glock, 9 mm, estava em posse do servidor Estácio Leite da Silva. Na delegacia, o policial militar relatou a situação.

    "No momento da abordagem, percebi uma pistola no assoalho do carro. O motorista, de forma repentina, fechou o vidro do veículo. Diante disso, abri a porta do condutor e recolhi a arma. Solicitei que ele encostasse o veículo no acostamento, ocasião em que desceu e declarou ser integrante do GSI, afirmando que trabalhava com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Solicitei os documentos do veículo e a funcional do abordado para verificar a autenticidade das informações. Após análise, constatei que realmente se tratava de servidor do GSI e que o veículo era oficial da presidência da República", destaca.

      O homem afirmou que a arma pertence a Bolsonaro, apresentou defeito e foi retirada da casa do ex-presidente para manutenção. Na decisão, Moraes destaca que Bolsonaro mantinha uma arma de fogo em casa, com carregador sobressalente, e determina que a defesa se manifeste sobre o caso, apresentando explicações. A manifestação deve ser imediata.

      O magistrado também mandou o comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar, o tenente-coronel Allenson Nascimento, explicar se está vistoriando todos os veículos que entram e saem da casa de Bolsonaro, como foi determinado pelo Supremo. O batalhão é o responsável pela fiscalização do cumprimento de medidas cautelares.

      PM apreende arma de Jair Bolsonaro em blitz no DF

       Militar do Exército conduzia veículo oficial e não apresentou documentação de uma segunda arma encontrada durante abordagem em Taguatinga

      16 de junho de 2026


      O ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília-DF - 14/09/2025 (Foto: REUTERS/Mateus Bonomi)



      Guilherme Levorato avatar
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      247 - Uma arma atribuída a Jair Bolsonaro (PL) foi apreendida durante uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal na DF-001, em Taguatinga, depois que um militar do Exército Brasileiro, que conduzia um veículo oficial, não apresentou a documentação do armamento encontrado no interior do carro. 

      De acordo com informações divulgadas pela Polícia Militar, o militar estava com uma arma institucional, portada de forma regular, e com uma segunda arma de fogo, cuja documentação não estava no local no momento da blitz. O caso foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia, e a investigação deve ficar sob responsabilidade da 17ª DP.H

      A abordagem ocorreu na madrugada de segunda-feira (15), no Km 79 da DF-001, em frente ao Tag Park, em Taguatinga. Durante a fiscalização, os policiais identificaram que o condutor era integrante do Exército Brasileiro e estava dirigindo um veículo oficial.

      No interior do veículo, segundo a PM, foram encontradas duas armas. Uma delas era institucional e estava regularmente portada pelo militar. A outra arma de fogo estava no carro sem que o condutor apresentasse a documentação correspondente no momento da ocorrência.

      Ao ser questionado, o militar informou aos policiais que não possuía os documentos da segunda arma. Ele também declarou que o armamento pertenceria a outra pessoa. Diante da situação, a Polícia Militar conduziu o homem e a arma apreendida à 21ª Delegacia de Polícia.

      Em nota, a Polícia Militar do Distrito Federal afirmou: “A Polícia Militar do Distrito Federal informa que, durante abordagem realizada na madrugada desta segunda-feira (15), na DF-001, Km 79, em frente ao Tag Park, em Taguatinga, um militar do Exército Brasileiro que conduzia veículo oficial foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia após ser encontrada, além da arma institucional regularmente portada, uma segunda arma de fogo no interior do veículo".

      A corporação acrescentou que o militar não apresentou a documentação da segunda arma durante a ocorrência. “Durante a ocorrência, o abordado informou não possuir a documentação da segunda arma e declarou que o armamento pertenceria a terceiro. Diante dos fatos, a arma e o condutor foram conduzidos à 21ª DP”, informou a PM.

      A Polícia Militar também ressaltou que a confirmação sobre a propriedade, a origem e a regularidade da arma dependerá da atuação dos órgãos responsáveis pela apuração. “A identificação da propriedade, origem, regularidade e eventual vinculação da arma apreendida a qualquer pessoa dependerá da análise dos órgãos competentes, especialmente das autoridades responsáveis pela investigação".

      O caso deve ser apurado pela Polícia Civil do Distrito Federal, que ficará responsável por verificar a origem do armamento, a documentação e eventual vínculo da arma apreendida com terceiros.

      PM do RJ é presa por furto de fone de ouvido no Aeroporto de BH

       Soldado foi detida ao furtar item em loja do terminal e seguir para embarque, na última sexta-feira (5). Justiça concedeu liberdade provisória a ela no mesmo dia.

      Por Fernando Zuba, Leonardo Milagres — Belo Horizonte

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      Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH — Foto: BH Airport/Divulgação

      Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH — Foto: BH Airport/Divulgação


      Uma policial militar do estado do Rio de Janeiro foi presa em flagrante por furto no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), na última sexta-feira (5). No mesmo dia, a Justiça concedeu a ela liberdade provisória (leia mais abaixo).

      Segundo a Polícia Federal, agentes prenderam a soldado Nataly Campelo Gonçalves Moura, de 39 anos, ao furtar um fone de ouvido em uma das lojas do saguão do terminal e seguir para o embarque. Às autoridades, a PM alegou que o objeto pode ter caído acidentalmente em sua bolsa. O g1 tenta contato com a defesa dela para um posicionamento.

        Depois da prisão, a policial foi conduzida à delegacia de plantão da Polícia Civil, em Vespasiano (MG). Após ser ouvida pelo delegado, ela foi autuada por furto e levada ao 41º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais para ficar sob custódia.

        A policial militar está lotada em uma unidade da PMERJ na Zona Portuária do Rio. Em nota, a corporação disse que "adotará todas as medidas administrativas cabíveis para a apuração dos fatos" (veja nota no fim da reportagem).

        Liberada no mesmo dia

        A PM passou por audiência de custódia ainda na sexta, horas depois de ser presa. A Justiça considerou que a prisão preventiva seria desnecessária e concedeu liberdade provisória à policial sem pagamento de fiança, mas determinou medidas cautelares, como:

        • Proibição de se ausentar da Comarca de Duque de Caxias (RJ), onde mora, sem autorização judicial prévia.
        • Obrigação de comparecer a todos os atos do processo.
        • Proibição de frequentar ou de se aproximar da loja do aeroporto onde o crime foi cometido, salvo eventual autorização judicial.
        • Obrigação de manter endereço pessoal sempre atualizado, comunicando imediatamente qualquer alteração à Justiça.

        O que diz a Polícia Militar do Rio

        Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que acompanha o caso e que adotará todas as medidas administrativas cabíveis para a apuração dos fatos.


        "A Polícia Militar reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e a correta condução de suas ações, colaborando integralmente com os procedimentos de apuração dos fatos", completou a instituição.


        PM do RJ é presa por furto no Aeroporto Internacional de BH | G1

        O Tribunal do Júri condenou o policial militar Marcos Antonio Lourenço a 37 anos e 6 meses de prisão por um ataque a tiros na rodovia RN-078, em Patu.

        O Tribunal do Júri condenou o policial militar Marcos Antonio Lourenço a 37 anos e 6 meses de prisão por um ataque a tiros na rodovia RN-078, em Patu. O crime, ocorrido em junho de 2023, resultou na morte de uma pessoa e deixou outras três feridas. A condenação foi obtida após o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) derrubar a tese de legítima defesa apresentada pelo réu. ⚖️ Na ocasião dos fatos, o policial, que estava acompanhado de seu filho adolescente, usou um veículo Duster prata para perseguir e atirar contra as vítimas que trafegavam em motocicletas. No primeiro ataque, os disparos mataram Biratan da Silva e feriram um jovem de 14 anos. Logo em seguida, em outro trecho da rodovia, o PM efetuou novos disparos pelas costas contra Fernando Calixta de Oliveira e Werter de Paiva Sousa. 🏍️ Para tentar escapar da punição, o acusado alegou que havia apenas revidado a uma agressão. No entanto, as investigações do MPRN comprovaram que ele atirou no próprio carro para simular um confronto que nunca existiu, tentando induzir a perícia ao erro. Laudos balísticos do ITEP confirmaram que os projéteis que mataram a vítima saíram diretamente da pistola do policial. 🔍 A pena definitiva foi fixada em regime inicialmente fechado e incluiu os crimes de homicídio qualificado consumado, três tentativas de homicídio qualificado, corrupção de menores e fraude processual. O magistrado aplicou o concurso material, que é a regra jurídica utilizada para somar as punições de cada um dos crimes praticados de forma independente. 🏛️ A Justiça também negou ao policial o direito de recorrer da sentença em liberdade, mantendo a prisão preventiva e determinando a execução provisória imediata da pena. Com a decisão, o réu permanece detido para o cumprimento da sanção imposta pelo conselho de sentença. 🚔 #JustiçaRN #MPRN #SegurançaPública #Patu #TribunalDoJúri


        Sargento da PM era segurança de braço financeiro do PCC, diz... -


        Policial militar Farani Salvador Freitas Rocha Júnior, suspeito de prestar serviços ao PCC

        Imagem: UOL

        Colunista do UOL

        03/10/2020 07h30

         O sargento da Polícia Militar Farani Salvador Freitas Rocha Júnior, 36, investigado pela morte de Wagner Ferreira da Silva, o Cabelo Duro, um dos grandes narcotraficantes do Primeiro Comando da Capital, era o segurança do maior braço financeiro do PCC, desarticulado esta semana durante a Operação Rei do Crime, da Polícia Federal.

        Cabelo Duro foi morto a tiros em 23 de fevereiro de 2018 no Tatuapé, zona leste da Capital, uma semana após assassinar Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, dois homens da alta cúpula do PCC. O duplo homicídio aconteceu na aldeia indígena de Aquiráz, região metropolitana de Fortaleza, no Ceará.

        Para o advogado Eduardo Kuntz, defensor de Farani, seu cliente é inocente, não tem envolvimento com o crime organizado e isso será provado no processo. "Com relação à morte de Cabelo Duro, o sargento Farani está aguardando a chegada do material genético fornecido à Justiça. O resultado vai tirar ele, por completo, da cena dos fatos e, com isso, aguarda-se, igualmente, a retirada desta falsa acusação", diz.


        Os indícios da ligação do sargento com o PCC aumentaram na última quinta-feira (30/9), quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Rei do Crime e desarticulou o principal braço financeiro da organização criminosa, responsável pela lavagem de dinheiro do grupo. Treze pessoas acabaram presas e foram bloqueados R$ 730 milhões em contas bancárias.

        Um dos 13 acusados pela PF com prisão preventiva decretada é Leandro de Souza Afonso, dono de postos de combustíveis. Farani trabalhou para ele por três anos, até ser preso pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) sob a acusação de ter mandado matar o cabo Wanderley Oliveira de Almeida Júnior, 38, em Itaquera, zona leste, em fevereiro deste ano.

        O cabo tinha em mãos um dossiê contra o sargento e iria denunciar Farani aos seus superiores por envolvimento com traficantes de drogas do PCC na região de Cangaíba, zona leste. Por isso acabou morto a tiros.

        Farani foi preso em 1º de junho. Nove dias depois, em depoimento prestado no Presídio Militar Romão Gomes ao delegado Vagner da Cunha Alves, do DHPP, sobre a morte de Wanderley, o sargento disse que fazia bico para Leandro em um posto de gasolina da rede MegaMais e recebia R$ 7 mil por mês. Afirmou que usava o Toyota Hilux do patrão.

        Leandro foi ouvido pelo delegado Cunha em 23 de julho. O empresário confirmou que o sargento trabalhava para ele desde 2017 e era o responsável por transportar o dinheiro arrecadado no posto para agências bancárias. Acrescentou que o PM recebia os R$ 7.000,00 mensais em espécie e que, esporadicamente, também era o segurança dele.

        A Operação Rei do Crime da PF apurou que o braço financeiro do PCC utilizou 78 empresas e movimentou R$ 30 bilhões em quatro anos. Segundo a PF, o núcleo de Leandro tinha postos de combustíveis em nome de "laranjas" e chegou a movimentar R$ 44 milhões.

        Agentes federais descobriram que a mulher de Leandro fazia parte do esquema e tem ligações com os ladrões do PCC que furtaram R$ 164 milhões da agência do Banco Central de Fortaleza em agosto de 2005. Ela também teve a prisão preventiva decretada na Operação Rei do Crime.

        Ainda segundo a PF, o líder do maior braço financeiro do PCC é José Carlos Gonçalves, o Alemão, um dos 13 presos. Ele é apontado como o homem que financiou Cabelo Duro na Baixada Santista, importante reduto do PCC por causa do tráfico de cocaína para a Europa via porto de Santos.

        As apurações da PF concluíram que parte dos investigados na Operação Rei do Crime era ligada a Cabelo Duro e está diretamente envolvida nos assassinatos de Gegê do Mangue e de Paca.

        O narcotraficante Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, foi denunciado pelo Ministério Público à Justiça do Ceará como mentor do crime e é réu. Segundo a PF, Fuminho é ligado a Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo do PCC.

        A PF desarticulou o braço financeiro do PCC graças às delações do piloto de helicóptero Felipe Ramos Morais, 33. Ele prestava serviços aéreos para a facção e transportou em uma aeronave, com Cabelo Duro a bordo, Gegê do Mangue e Paca para a morte até a aldeia de Aquiráz.

        O DHPP, unidade de elite da Polícia Civil de São Paulo, havia encerrado o inquérito sobre a morte de Cabelo Duro sem chegar a uma autoria, mas reabriu as investigações porque surgiram fatos novos. Cinco aparelhos de telefone celular dele vão ser periciados. O departamento aponta Farani como um dos assassinos de Cabelo Duro.

        Segundo o DHPP, imagens de câmeras de segurança que registraram o assassinato de Cabelo Duro mostram um atirador muito parecido com o sargento. Um dos projéteis disparados contra a vítima ricocheteou no asfalto e atingiu a perna de um dos assassinos. O DHPP apurou que o Farani sofreu ferimento semelhante.

        Tanto a Polícia Federal como o DHPP vão investigar agora se Cabelo Duro foi morto a mando da sintonia final do PCC como queima de arquivo e se o sargento Farani realmente foi um dos autores do crime.

        O sargento Farani era lotado no 4º Baep (Batalhão de Operações Especiais), na zona leste. Ele também atuou na Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite da PM. 

        Sargento da PM era segurança de braço financeiro do PCC, diz investigação - 03/10/2020 - UOL Notícias