Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Justiça manda apagar vídeo sobre posse de delegada 2.018º lugar em concurso


Policial militar do Paraná torturando cidadão durante operação dentro de uma empresa..

 



 
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IMAGINA O CAIADO A EXTREMA DIREITA NA PRESIDENCIA DESSE PAÍS..👇👇👇👇👇👇👇EM NOTA À IMPRENSA PMGO DIZ QUE EVENTUAIS DESVIOS NÃO SERÃO TOLERADOS E APURA A OCORRÊNCIA EM FORMOSA-GO A Policia Militar do Estado de Goiás informou que realmente tomou conhecimento de um vídeo que a qual está circulando nas redes sociais, relacionado a uma ocorrência policial de perturbação do sossego no município de Formosa-GO, na qual uma das equipes da Polícia Militar do Estado de Goiás prestou o devido apoio à Guarda Municipal. Diante das vias dos fatos a qual apresentados nas imagens capturadas, à Corporação chegou a informou que adotou as devidas providências administrativas pertinentes e instaurou o procedimento para apurar as circunstâncias da ocorrência, bem como de verificar a regularidade das condutas a quais foram adotadas durante atuação policial. A PMGO ressaltou que os eventuais desvios de conduta não são tolerados e que a apuração será conduzida com o total rigor, imparcialidade e observância aos princípios da legalidade, da transparência e da responsabilidade, assegurando-se a total adoção das medidas administrativas cabíveis ao término do procedimento. A Policia Militar de Goiás afirmou ainda que permanece a disposição para prestar os devidos esclarecimentos pertinentes, dentro dos limites legais. Fonte: Policia Militar do Estado de Goiás - (Comando)de Comunicação Estratégica-CCE










quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Justiça converte prisão preventiva para domiciliar de policial civil suspeita de forjar apreensão de drogas em BH

 A defesa de Ana Luiza Guimarães Carvalho apresentou laudos médicos que atestam problemas de saúde. Outros dois policias seguem presos preventivamente.

Por g1 Minas

Policial civil vai cumprir prisão domiciliar

Policial civil vai cumprir prisão domiciliar


A Justiça converteu nesta quarta-feira (30) a prisão preventiva de Ana Luiza Guimarães Carvalho para domiciliar. A policial civil é investigada por suspeita de participação em uma suposta fraude na apreensão de drogas durante uma operação realizada em agosto, na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Segundo a defesa da policial, Ana Luiza apresenta depressão intensa, apatia, prostração e ansiedade.

O Ministério Público foi favorável à converssão da prisão com base em relatórios e documentos emitidos pela Casa de Custódia da Polícia Civil e pelo Hospital da Polícia Civil.

Além de Ana Luiza, os policiais Rodrigo Otávio e Rafael Egg também estão detidos na Casa de Custódia por suspeita de participação nas irregularidades da ação.

A operação foi realizada no dia 7 de agosto por policiais do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc).

Os investigados participaram do cumprimento de um mandado de busca e apreensão que tinha como alvo Matheus Bruno Andrade Fernandes, filho de uma policial civil, e o pai dele, Bruno Gleidson Fernandes.

Na ocasião, eles afirmaram ter encontrado uma arma e uma barra de maconha na residência. No entanto, dias depois, imagens registradas pelos próprios policiais levantaram suspeitas sobre a forma como a droga foi localizada.

Em nota, Polícia Civil de Minas Gerais informou que recebeu o alvará de soltura para Ana Luiza Guimarães Carvalho e que realiza os procedimentos legais para o efetivo cumprimento da ordem judicial.

A Corregedoria da Polícia Civil investiga o caso.

Imagens dos policiais civis Ana Luiza Guimarães Carvalho, Rafael Egg Macedo e Rodrigo Otávio Andrade — Foto: Reprodução/TV Globo

Imagens dos policiais civis Ana Luiza Guimarães Carvalho, Rafael Egg Macedo e Rodrigo Otávio Andrade — Foto: Reprodução/TV Globo

Policial suspeita de forjar apreensão em BH tem prisão convertida | G1

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Policial militar agredindo cidadão com uma placa...


 O que configura a agressão

Abuso de Autoridade: Uso de violência desproporcional ou não autorizada por agente público no exercício da função (Lei nº 13.869/2019). Crime de Lesão Corporal: Ofensa à integridade física ou à saúde da pessoa. Excesso punível: A força policial só é permitida de forma moderada e estritamente necessária para conter resistência, nunca como punição ou agressão gratuita. Direitos e Medidas Práticas Exame de Corpo de Delito: Procure imediatamente o Instituto Médico Legal (IML) ou um hospital para registrar as lesões sofridas. O laudo médico é a prova principal. Registro da Ocorrência: Vá a uma Delegacia de Polícia civil comum para registrar um Boletim de Ocorrência contra o policial (evite registrar apenas na delegacia militar se houver receio de omissão, embora a corregedoria deva ser acionada). Provas: Guarde vídeos, fotos e consiga o contato de testemunhas que tenham presenciado o ato. Denúncia na Corregedoria: Acione a Corregedoria da Polícia Militar (caso seja PM) para exigir a apuração administrativa e o afastamento do agente. Indenização por Danos Morais e Materiais: O Estado (Governo Estadual ou Federal, dependendo da corporação) é civilmente responsável por atos de seus agentes e pode ser acionado judicialmente para pagar indenizações financeiras à vítima.

O CIDADÃO NÃO PODE DESCUTIR COM POLICIAL





Por trás dás grades · Áudio original
O CIDADÃO NÃO PODE DESCUTIR COM POLICIAL