Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Major Cristiano macedo preso por sequestrar e estrup4r duas menor de idade



Foto do perfil de sophialima7720 sophialima7720 • Seguir Samuel da Silva · Oceans (Instrumental) Samuel da Silva · Oceans (Instrumental) Major Cristiano macedo preso por sequestrar e estrup4r duas menor de idade uma de 11 anos e a outra de 12 anos duas irmãs o major foi pego está em prisão, o carro que foi usado no crime também foi preso agora a pergunta e em quem devemos confiar quando for fazer uma denúncia pois os bandidos estão todos disfarçado de fardas. Servir e Proteger infelizmente quando o assunto e sobre a corporação e complicado voces já foram numa cadeia de policiais eles ficam tudo livres circulam livremente com a certeza da impunidade . As leis do País não funcionam estamos num barco a deriva preste a afundar essa é a verdade . E vocês o que acham ??

Cidadão e torturado por policiais militares

Alvo de investigações, GCM de Ribeirão Pires perde autorização para uso de armas

 Promotor à frente do caso destacou que Polícia Militar reforçará segurança no município


18 jun 26


Alvo de denúncias apuradas pelo MPSP, por intermédio do promotor de Justiça Jonathan Vieira de Azevedo, a Guarda Civil Municipal (GCM) de Ribeirão Pires perdeu, nesta quarta-feira (17/6), a autorização que permitia o uso de armas de fogo por seus integrantes. A medida foi adotada pela Polícia Federal após a constatação de irregularidades no cumprimento de exigências previstas em acordo de cooperação técnica firmado em 2021, necessário para a manutenção do porte funcional dos agentes.

Entre os problemas apontados estão a ausência de mecanismos considerados essenciais para o controle e a fiscalização da corporação, como estruturas independentes de corregedoria e ouvidoria em pleno funcionamento e sistemas eletrônicos para registro, monitoramento e armazenamento de armamentos. Segundo as autoridades, a falta desses instrumentos compromete a rastreabilidade de informações e dificulta auditorias, investigações e o controle sobre o uso de armas e demais recursos públicos.

A decisão da Polícia Federal ocorre em um contexto de apurações conduzidas pelo Ministério Público a partir de denúncias apresentadas por integrantes da própria GCM. Ao menos 20 agentes prestaram depoimento à Promotoria relatando episódios de assédio moral, perseguição funcional, abuso de autoridade e falhas nos mecanismos de controle interno da corporação. Os relatos também apontam para a utilização indevida da estrutura pública para finalidades particulares e irregularidades relacionadas ao controle de armamentos e equipamentos.

Em procedimento instaurado no ano passado, Azevedo destacou a existência de elementos indicativos de um padrão de condutas capaz de comprometer a coesão interna da instituição e a adequada prestação do serviço público. Em recomendação encaminhada ao município, o promotor apontou indícios de abuso de autoridade, centralização excessiva de poder e possíveis irregularidades administrativas envolvendo integrantes da corporação. O documento também mencionou suspeitas de uso de viaturas, pessoal e outros recursos públicos em atividades privadas.

As investigações em curso apuram ainda a possível existência de uma estrutura organizada voltada à prática de ilícitos no interior da GCM. Segundo Azevedo, depoimentos colhidos revelam indícios consistentes de atividade criminosa organizada, com relatos sobre perseguições internas, desvio de finalidade administrativa e utilização indevida da estrutura estatal. Os fatos seguem sob apuração pelo Ministério Público.

Após reunião realizada nesta quarta envolvendo Ministério Público, prefeitura, GCM, Polícia Federal e Polícia Militar (PM), ficou definido que o armamento da corporação será recolhido temporariamente. Para evitar prejuízos à segurança da população, a Polícia Militar reforçará o policiamento ostensivo em Ribeirão Pires até que as pendências sejam sanadas. De acordo com o promotor, a população não ficará sem policiamento ostensivo e preventivo nesse período, contando com reforços da PM.

A situação da Guarda Civil Municipal (GCM) de Ribeirão Pires se agravou nesta quinta-feira (14).

 Foco em Ribeirão Pires

 
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A situação da Guarda Civil Municipal (GCM) de Ribeirão Pires se agravou nesta quinta-feira (14). A Polícia Federal comunicou à corporação o encerramento definitivo do termo de cooperação que permitia o porte de armas pelos agentes. Com a decisão, as armas foram recolhidas de todos os guardas, inclusive daqueles que ainda tinham autorização individual para o porte.
A medida ocorre após a Polícia Federal já ter suspendido, em junho, o porte funcional de parte dos agentes da GCM. Na ocasião, segundo a Prefeitura, foram apontadas divergências documentais, e a própria administração municipal reconheceu a existência de falhas administrativas. (Ribeirão Pires)
O caso ganhou repercussão após o Ministério Público de São Paulo passar a acompanhar a situação da corporação. Segundo informações divulgadas pelo MPSP, a GCM é alvo de investigações, enquanto a Polícia Federal adotou medidas relacionadas à autorização para o uso de armas pelos agentes. (Ministerio Publico de São Paulo)
Agora, com o encerramento do termo de cooperação, Ribeirão Pires terá de iniciar um novo processo para que a GCM volte a ter autorização para o porte de armas. Ainda não há uma data definida para a conclusão desse procedimento.
A corporação já acumula cerca de dois meses sem autorização para o uso de armas de fogo. Em agosto, a situação continuava sem solução definitiva, enquanto a GCM aguardava a regularização junto à Polícia Federal.
A nova decisão da Polícia Federal representa um revés para a segurança municipal, já que a GCM precisará praticamente reiniciar o processo de regularização para recuperar a autorização de porte de armas. Até que isso aconteça, os agentes permanecem impedidos de utilizar armamento funcional.

domingo, 16 de agosto de 2026

Falcon era candidato a vereador do Rio e foi executado dentro do próprio comitê de campanha



radiotupi Foto do perfil de radiotupi radiotupi 86 sem 🚨 Falcon era candidato a vereador do Rio e foi executado dentro do próprio comitê de campanha, em Madureira O Ministério Público cumpre, nesta quarta-feira (18), mandados de busca e apreensão contra duas pessoas investigadas pelo assassinato de Marcos Falcon, presidente da escola de samba Portela, morto a tiros em 2016. Um dos alvos é o policial militar Anselmo Dionísio das Neves. Ele é apontado pelos agentes como um dos principais aliados do contraventor Rogério Andrade, preso em outubro deste ano. As investigações revelaram que, Marcos Falcon participava de um plano para matar Rogério Andrade. Os mandados foram autorizados pela 2ª Vara Criminal da Capital e são cumpridos em endereços na Barra da Tijuca, Madureira e Jacarepaguá. 🔔 Mais informações em tupi.fm/rio 📸 Divulgação GAECO #radiotupi #superradiotupi #jornalismo #jornalismotupi🎙 #radiojornalismo

Operação mira presidente da Mocidade e PM suspeitos de envolvimento na morte de Marcos Falcon, dirigente da Portela

 Investigações apontam conflitos entre a vítima e o bicheiro Rogério Andrade, preso desde outubro deste ano por outro crime.

Por Rafael Nascimento, g1 Rio

Flávio da Silva Santos, o Flávio Mocidade, e Marcos Falcon, presidente da Portela — Foto: Reprodução/TV Globo; Daniel Castelo Branco/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

Flávio da Silva Santos, o Flávio Mocidade, e Marcos Falcon, presidente da Portela — Foto: Reprodução/TV Globo; Daniel Castelo Branco/Agência O Dia/Estadão Conteúdo


Promotores do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do RJ, cumprem mandados de busca e apreensão, na manhã desta quarta-feira (17), contra o presidente da Mocidade Independente de Padre Miguel e um policial militar lotado no 18º BPM (Jacarepaguá) no inquérito que investiga a morte do candidato a vereador e presidente da Portela, Marcos Falcon.

Os alvos são: Flávio da Silva Santos, o Flávio Mocidade e o 3º sargento da PM Fábio da Silva Cavalcante, o Cabelo.

Falcon foi morto a tiros em 2016 e os alvos da operação são ligados ao contraventor Rogério Andrade, patrono da Mocidade, preso em outubro deste ano por outro crime.

Os mandados expedidos pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Capital, a pedido do Gaeco, são cumpridos na Barra da Tijuca, na casa de Flávio; em Madureira, na casa de Fábio, e também na sede do 18º BPM.

Operação mira presidente da Mocidade e PM suspeitos de envolvimento na morte de Marcos Falcon, dirigente da Portela

Operação mira presidente da Mocidade e PM suspeitos de envolvimento na morte de Marcos Falcon, dirigente da Portela

De acordo com as investigações, a rivalidade entre Falcon e Rogério, era antiga.

O inquérito menciona a morte de Geraldo Antônio Pereira, que era amigo próximo de Falcon e inimigo de Rogério de Andrade; a suspeita de que Falcon teria participado de um atentado a bomba que matou um dos filhos de Rogério; e a possibilidade de Falcon e Geraldo Pereira estarem planejando matar o próprio Rogério.

De acordo com os promotores de Justiça, Flávio Mocidade, braço direito de Rogério Andrade, possuía ao menos duas fotos do corpo de Marcos Falcon, feitas logo após o seu assassinato.

O material foi encontrado no celular do presidente da Mocidade durante a Operação Fissão — sobre a morte de Fábio Romualdo Mendes, em setembro de 2021. Na ocasião, Flávio acabou sendo preso após os agentes encontrarem uma arma em sua casa. No entanto, ele foi solto na audiência de custódia.

Outra imagem armazenada por Flávio era de uma urna eletrônica exibindo o número de campanha e a foto da vítima, que já havia morrido quando aconteceram as eleições.

Também foram encontrados prints de mensagens suspeitas com o policial militar Anselmo Dionísio das Neves, conhecido como Peixinho, denunciado pelo MP por fraude processual, em agosto de 2023.

Algemado, o bicheiro Rogério Andrade é transferido — Foto: g1

Algemado, o bicheiro Rogério Andrade é transferido — Foto: g1

De acordo com os promotores, Anselmo interferiu na investigação do homicídio de Marcos Falcon, retirando um dos celulares da vítima do local do crime.

A investigação apontou ainda a ligação entre Anselmo e Fábio, que teria sido um dos responsáveis pela tomada dos negócios deixados por Marcos Falcon após sua morte, em especial um chamado "campo do Falcon".

Ao g1, o advogado Carlos Lube, que faz a defesa do presidente da Mocidade Independente de Padre Miguel, informou que não teve acesso aos autos da investigação e que só irá se pronunciar após tomar ciência do caso.

A Polícia Militar informou que a Corregedoria da corporação apoia a operação. Ainda de acordo com a instituição, foi instaurado um procedimento para apurar a conduta do policial Fábio da Silva Cavalcante.

A reportagem tenta contato com a defesa dos outros citados.

Quem era Falcon?

Acusado no passado de pertencer a uma milícia e depois inocentado, Marcos Falcon era subtenente da Polícia Militar, licenciado para concorrer a uma vaga de vereador pelo Partido Progressistas (PP). Ele foi executado em 26 de setembro de 2016, dentro do seu comitê de campanha, em Madureira, Zona Norte do Rio.

Divisão de Homicídios investiga a morte do presidente da Portela, Marcos Falcon

Divisão de Homicídios investiga a morte do presidente da Portela, Marcos Falcon

Dois homens encapuzados e armados entraram no comitê de campanha do candidato, atiraram nele e saíram. Havia outras pessoas no comitê que não se feriram.

Casado com porta-bandeira Selminha Sorriso, Falcon tinha 52 anos. O ex-presidente da Portela já havia sofrido outros atentados.

Operação mira presidente da Mocidade e PM suspeitos de envolvimento na morte de Marcos Falcon, dirigente da Portela | G1