Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Os negócios milionários de um família de simples militares...

 A família de Mauro Cid, o ajudante-de-ordens de Bolsonaro, comprou imóveis nos EUA que somam mais de R$ 12 milhões. A Polícia Federal apura os escandalosos sinais exteriores de riqueza

publicado 15/05/2023 às 11:54

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A família de Mauro Cid, o ajudante-de-ordens de Bolsonaro, comprou imóveis nos EUA que somam mais de R$ 12 milhões. A Polícia Federal apura os escandalosos sinais exteriores de riqueza

A notícia ganhou a mídia na última semana. O site “Metrópoles” revelou a movimentação mais que suspeita de familiares de um dos mais próximos auxiliares do ex-presidente da República, o tenente-coronel Mauro Cid, envolvido em todos os últimos escândalos do líder da extrema-direita brasileira. A Polícia Federal investiga como o irmão de Cid, que se chama Daniel, comprou uma mansão de R$ 8,5 milhões nos EUA.

Nos últimos anos, Daniel fez outras aquisições milionárias, incluindo uma casa na Flórida. Era o estado onde vivia o pai de ambos, o general Mauro César Lorena Cid, que estava à frente do escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Alguns dos negócios realizados por Cid foram registrados em nome de um trust familiar, o “Cid Family Trust”. A PF já sabe que Daniel operou uma “milícia digital” contra as eleições de 2022 e disseminou fake news.

Mauro Cid, preso pela Polícia Federal há duas semanas na investigação que apura a fraude com cartões de vacinação do ex-presidente e da filha, além da própria esposa e outros suspeitos, viajou para Orlando com Bolsonaro, em 30 de janeiro de 2022. Ele tinha planos de esticar sua temporada em terras americanas. À PF, confirmou que atravessou os EUA para visitar a família na Califórnia.

O tenente-coronel do Exército está no centro de todos os escândalos envolvendo o ex-presidente. É investigado por por distribuição de fake news, vazamento de documentos sigilosos e de operar um caixa paralelo no Planalto que servia à família Bolsonaro. Também está envolvido no rolo das joias sauditas retidas pela Receita Federal em 2021.

Nos últimos anos, a família de Cid comprou uma uma mansão de US$ 1,7 milhão na Califórnia, onde vive seu irmão, Daniel Cid, envolvido na promoção e difusão de fake news em favor de teses caras ao bolsonarismo, como a possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas. Isso já levou o TSE a abrir um inquérito que pode levar Bolsonaro a perder seus direitos políticos. A mansão está registrada oficialmente como propriedade de um trust de nome sugestivo: “Cid Family Trust”. Na justiça americana, trusts são um instrumento legal que permite a proprietários de bens, sejam eles fundos de investimento ou imóveis, deixarem a tutela do patrimônio a cargo de pessoas de confiança (daí vem o nome, em inglês), que ficam a cargo de administrá-lo.

Trata-se de um modelo bastante usado, por exemplo, para blindar patrimônios de eventuais problemas judiciais e garantir sua transferência futura para quem o proprietário original indicar. Os donos reais, as pessoas físicas, não aparecem nos registros oficiais — foi preciso cruzar os dados com outras fontes para descobrir que Daniel está ligado aos negócios. Foi isso que o ”Metrópoles” descobriu.

A mansão registrada em nome da Cid Family Trust fica em Temecula, cidade vinícola encravada no sul da Califórnia, a cerca de 130 quilômetros de Los Angeles. A propriedade foi registrada em nome do trust em 2019 e tem 438 metros quadrados de área, com cinco quartos, quatro salas e uma confortável área de lazer que inclui piscina e fireplace. Em dois documentos americanos, junto ao nome do trust aparece também o nome do irmão do tenente-coronel.

Desde 2019, o trust da família Cid passou a ser dono, ainda, de outra casa, menor, avaliada em R$ 2,2 milhões e localizada na mesma cidade. Antes, o imóvel estava em nome de Daniel, como pessoa física. O irmão do tenente-coronel também aparece ligado a um terceiro imóvel em Temecula, vendido recentemente por ele pelo equivalente a R$ 3,3 milhões.

De acordo com a reportagem, os registros oficiais do condado de Riverside, onde fica Temecula, indicam que, em março do primeiro ano do governo Bolsonaro a mansão foi colocada em nome do trust. Sites especializados estimam que, atualmente, a residência de alto padrão valha mais de US$ 2,2 milhões — algo próximo a R$ 11 milhões.

O “Metrópoles” revelou que a aquisição mais recente de Daniel Cid é uma casa em Miami, na Flórida: uma unidade no Doral Isles Martinique. Segundo os serviços de pesquisa imobiliária, o imóvel foi comprado em agosto de 2020. No site oficial do governo de Miami Dade, o bem está avaliado em cerca de R$ 2 milhões e registrado fora do trust, em nome do próprio irmão do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. São quatro quartos, em dois andares, dentro de um condomínio privativo da cidade. Nos Estados Unidos, o irmão de Mauro Cid fez, nos últimos anos, movimentações financeiras e societárias que chamam atenção.

Até 2022, Daniel era apenas mais um brasileiro vidrado em tecnologia que fez carreira no setor de segurança digital na Califórnia. Quando começou a lançar mão das habilidades para ajudar Bolsonaro na tentativa de fraudar as eleições e a disseminar mentiras sobre a pandemia de Covid-19, no entanto, entrou no radar da polícia e do STF.

Daniel foi o criador do site “brasileiros.social”, uma página hospedada fora dos servidores tradicionais e ilustrada com a bandeira do Brasil. Foi nesse site que foi parar cópia de um inquérito sigiloso da PF alardeado pelo ex-presidente — na companhia do tenente-coronel Cid — para “provar” a manipulação do sistema eleitoral. O caso virou um inquérito que ainda tramita no Supremo.

O pai dos irmãos Cid, o general da reserva Mauro Cesar Lourena Cid, é amigo de Bolsonaro e foi nomeado no governo anteirior para chefiar o escritório da ApexBrasil, em Miami. Foi demitido do cargo em janeiro, quando Lula assumiu a Presidência da República. Agora, a PF está apurando como a família passou a esbanjar riqueza na nação mais poderosa do mundo. •

Após prisão de advogados, OAB-GO pede transferência de delegado à SSP

 Durante sessão do conselho da OAB-GO na última segunda (9/6), o presidente da entidade, Rafael Lara Martins, deliberou medida

11/06/2025 11:17
 Divulgação/OAB-GO
imagem colorida rafael lara martins presidente oab-go




Goiânia – O Conselho Pleno da seccional de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO) reconheceu a ocorrência de violações reiteradas às prerrogativas profissionais da advocacia praticadas pelo delegado da Polícia Civil Humberto Teófilo de Menezes Neto, lotado na Central Geral de Flagrantes de Goiânia.

Durante sessão do conselho na última segunda-feira (9/6), o presidente da OAB-GO, Rafael Lara Martins, deliberou, entre outras medidas, por um pedido, encaminhado à Secretaria da Segurança Pública (SSP), pelo afastamento do delegado Humberto Teófilo da Central Geral de Flagrantes (CGF) de Goiânia.

Na ocasião, foram aprovadas, por unanimidade, notas de desagravo público em favor dos advogados, baseadas nas prisões recentes de três profissionais em Goiás, todas lavradas pelo mesmo delegado.

“Delegacia de polícia não é comitê político-eleitoral, e a OAB-GO não ficará silente diante de abusos”, afirmou Rafael Lara durante a sessão.

Advogados presos

Segundo Rafael Lara, uma das prisões, dos advogados Boadry Veloso Junior e Heylla Rose Campos Valadão Veloso, autuados enquanto acompanhavam alguns presos, foi “tão arbitrária” que no dia seguinte o flagrante foi anulado, e o Ministério Público reconheceu a improcedência das acusações.

Outra advogada presa pelo mesmo delegado, Taynara Divina Arruda Soares, segundo o presidente da OAB, relatou ter sido ridicularizada e exposta nas redes sociais.

“Não se trata aqui de ataque a pessoa ou ao agente, mas da defesa da advocacia diante de reiterados cenários de violações das prerrogativas profissionais que têm como único propósito a intenção de autopromoção pessoal”, afirmou Lara. Além do pedido de afastamento do delgado junto à SSP, a OAB Goiás também anunciou que fará um ato de repúdio aos abusos, em data a ser confirmada, na frente da CGF de Goiânia. O evento, segundo Rafael Lara, contará com a presença do presidente do Conselho Federal da OAB.

Delegado alega perseguição

Assim que tomou conhecimento das decisões tomadas durante a reunião do Conselho Pleno da OAB, o delegado Humberto Teófilo postou em suas redes sociais um vídeo, onde afirma estar sendo perseguido por ter prendido “ricos”. “É porque eu roubei? Não. Porque eu sou corrupto? Não. Porque eu peguei drogas, armei algum flagrante, bati ou xinguei alguém? Também não”, afirmou o policial.

No vídeo, ele ainda desafia a entidade, dizendo que é para a OAB fazer o protesto no dia em que ele estiver de plantão na Central Geral de Flagrantes. A Diretoria Geral da Polícia Civil e a SSP ainda não se pronunciaram sobre o pedido feito pela OAB Goiás.

Entenda polêmicas com delegado transferido duas vezes em menos de seis meses em Goiás

 Policial irá atuar em funções administrativas na Secretaria de Segurança Pública

Goiânia, GO - Mais Goiás
Publicado em: 16/03/2026


(Foto: Sergio Rocha - Alego)

O delegado Humberto Teófilo confirmou nas redes sociais, no fim de semana, sua remoção da Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia. Ele havia sido transferido da mesma delegacia de Goiânia para o local em novembro passado. O policial irá atuar em funções administrativas na Secretaria de Segurança Pública.

Em vídeo, ele afirmou que a transferência ocorre após combater por meses o tráfico de drogas e facções criminosas, inclusive, com mais de 70 prisões de faccionados, além de outras operações. “Esse enfrentamento enérgico me trouxe consequências. Passei a ser alvo de ameaças do crime organizado. Diante desse cenário, a Diretoria-Geral entendeu pela remoção da minha delegacia e da minha lotação em uma área administrativa, sem qualquer função operacional.”

Em nota, a Polícia Civil de Goiás (PCGO) disse que as movimentações funcionais de seus policiais ocorrem conforme critérios de conveniência e oportunidade da Direção-Geral, observando as necessidades do serviço público e a adequada gestão de pessoal da Instituição. “Eventuais alterações de lotação ou designações para funções administrativas ou operacionais integram a dinâmica de organização interna do órgão, não sendo medidas excepcionais, mas instrumentos legítimos de gestão institucional”, detalhou.

Apesar dos casos recentes, o delegado Humberto Teófilo já viu diante de outras situações polêmicas. Vale lembrar que, em junho do ano passado, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) chegou a pedir a transferência do policial da Central de Flagrantes de Goiânia.

“Delegacia de polícia não é comitê político-eleitoral, e a OAB-GO não ficará silente diante de abusos”, disse o presidente da OAB-GO, Rafael Lara, à época. O pedido se baseou nas prisões de três advogados em Goiás, todas lavradas pelo mesmo delegado.

Segundo Rafael Lara, uma das prisões, dos advogados Boadry Veloso Junior e Heylla Rose Campos Valadão Veloso, autuados enquanto acompanhavam alguns presos, foi “tão arbitrária” que no dia seguinte o flagrante foi anulado, e o Ministério Público reconheceu a improcedência das acusações. Outra advogada presa pelo mesmo delegado, Taynara Divina Arruda Soares, conforme o presidente da OAB, relatou ter sido ridicularizada e exposta nas redes sociais.

Assim que tomou conhecimento das decisões tomadas durante a reunião do Conselho Pleno da OAB, o delegado Humberto Teófilo postou em suas redes sociais um vídeo, onde afirma estar sendo perseguido por prender “ricos”. “É porque eu roubei? Não. Por que eu sou corrupto? Não. Porque eu peguei drogas, armei algum flagrante, bati ou xinguei alguém? Também não”, afirmou o policial.

Outro caso que gerou polêmica foi o da prisão da médica Bianca Borges Butterby em maio do ano passado. Ela foi acusada de exercício ilegal da profissão e propaganda enganosa, em Goiânia, mas teve o inquérito contra ela arquivado em novembro, mesmo mês em que Teófilo foi transferido para Aparecida.

“O delegado Humberto Teófilo expôs tanto ela como a empresa dela, falando que ela se apresentava como nutróloga e endócrina, mas nunca houve isso. Falou que ela aplicava Mounjaro, coisa que ela também nunca fez. Falou que ela fazia propaganda enganosa, que também não fez isso”, lembrou o advogado Darô Fernandes sobre o caso. “Então, nós provamos por A mais B dentro do inquérito. E, mesmo assim, no inquérito, sem o laudo do IML, ela foi indiciada por propaganda enganosa e falsificação de medicamento. Sem o laudo.”

Quando o laudo saiu, foi verificado que isso não procedia, segundo o advogado. Darô, então, entrou com outro parecer defensivo e o Ministério Público acolheu a tese, pedindo o arquivamento do inquérito por atipicidade da conduta. “Ou seja, não houve nenhum crime, tudo que ela faz é regular.” Segundo o jurista, naquele momento, eles entrariam com ações contra o Estado e alguns veículos de comunicação que injuriaram, difamaram e caluniaram a honra e imagem da médica e da empresa dela.

Sobre o arquivamento, Teófilo reagiu à época e disse que “a decisão que a inocentou não tem nenhuma relação com o meu flagrante, que foi homologado pelo Poder Judiciário. Inclusive, o juiz arbitrou R$ 250 mil de fiança.” Ele completou: “Inclusive, ao final do inquérito, a delegada, que foi outra, a indiciou. O que me causa espanto é o pedido do Ministério Público [pelo arquivamento].”

Ele ainda argumentou que “o Brasil é assim mesmo. Quem tem dinheiro para contratar um bom advogado, tem boas amizades, a investigação vai para o ralo. Se fosse um ‘quebrado’, com defensor público, sem advogado, estaria preso”. Ele reforçou que chama atenção a conduta do MP ao pedir o arquivamento. Inclusive, a repercussão da prisão dela, que acionou o Conselho Regional de Medicina, acionou uma casta de políticos, foi um dos motivos para que eu fosse transferido para Aparecida de Goiânia. Eles pensam que a lei não pega eles e influenciaram na minha saída de Goiânia.”

Ameaças a Humberto Teófilo

A transferência de Teófilo neste mês teria ocorrido devido à ameaças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). No mês passado, ele revelou ter recebido informações sobre a determinação de sua execução, após intensificar operações contra o tráfico no município.

Em publicação e em live no Instagram, ele afirmou: “A luta contra o crime organizado tem consequências. Hoje recebi informações graves envolvendo ameaça atribuída a liderança do PCC após as últimas operações realizadas em Aparecida de Goiânia.” Na ocasião, ele declarou que todas as medidas institucionais foram adotadas junto à Segurança Pública. “eguiremos firmes na defesa do cidadão de bem. Que Deus nos abençoe e nos proteja”, disse.

O delegado Humberto Teófilo, da Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia,

AFASTAMENTO ▪ O delegado Humberto Teófilo, da Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia, disse que responde por processos na Corregedoria por ter mexido “com gente poderosa”, sem citar nomes ou entidades. Ele anunciou em um vídeo nas redes sociais que se afastará temporariamente do cargo para tratar de assuntos pessoais e se dedicar à defesa nos mais de nove processos. O retorno será em breve, segundo ele. Vídeo: Reprodução/Instagram de Humberto Teófilo 📲 Leia a notícia completa em O Popular www.opopular.com.br



Delegado Humberto Teófilo anuncia afastamento por questões pessoais e cita processos na Corregedoria: ‘Muitas perseguições’

 Atualmente, delegado responde por nove processos na Corregedoria da Polícia Civil. Nas redes sociais, ele anunciou que o afastamento será breve.

Por Yanca Cristina, g1 Goiás

Delegado Humberto Teófilo anuncia afastamento por questões pessoais

Delegado Humberto Teófilo anuncia afastamento por questões pessoais


O delegado Humberto Teófilo anunciou nas redes sociais que irá se afastar do cargo que ocupa na Central de Flagrantes de Aparecida, na Região Metropolitana da capital, por questões pessoais (veja acima). Recentemente, ele foi transferido de Goiânia e comentou ser alvo de “perseguições” devido à processos na Corregedoria da Polícia Civil.

“Estou tirando uma breve licença nesses próximos dias para resolver questões particulares. Dentre elas, eu respondo a mais de nove procedimentos na Corregedoria, de ações e prisões que eu fiz em Goiânia”, explicou.

    No vídeo, publicado na terça-feira (25), Teófilo citou que prendeu “pessoas poderosas” e por isso responde por procedimentos, não só na Corregedoria, como também no Poder Judiciário. O delegado contou ainda que irá aproveitar esse período para passar com a família e descansar.

    “Em poucos dias estarei de volta, com a mesma disposição, firmeza e compromisso de sempre. Agradeço a todos pelo apoio, pelas mensagens e pelo reconhecimento ao nosso trabalho”, destacou Teófilo.

    “Estou comunicando a todos vocês como servidor público, como funcionário de quem me acompanha, até porque o povo paga o meu salário. Não é fácil, a gente sofre muitas perseguições. E a gente tem que dar um tempo, tem hora, para descansar a mente”, completou o delegado.

    Em junho deste ano, o Conselho Pleno da Ordem dos Advogados de Goiás (OAB-GO) aprovou uma nota de desagravo contra o delegado. Segundo a entidade, profissionais da categoria foram alvo de “ações arbitrárias” e com exposição midiática excessiva. Na época, o presidente Rafael Lara destacou que houve desvio de finalidade com intenção de "autopromoção pessoal" por parte de Teófilo.

      Quem é Humberto Teófilo?

      Ex-deputado estadual Humberto Teófilo  — Foto: Reprodução/Alego

      Ex-deputado estadual Humberto Teófilo — Foto: Reprodução/Alego

      Conhecido pelo bordão “Flagrante neles”, Humberto Teófilo, de 41 anos, é formado em direito pela Universidade Salgado de Oliveira (Universo) e atua como delegado desde os 25 anos, de acordo com dados da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Nas redes sociais, ele se apresenta como "pai, cristão e conservador".

      Para além da carreira na polícia, Teófilo também se envolveu na política e é ex-deputado estadual pelo Partido Social Liberal (PSL), tendo vencido as eleições em 2018 com mais de 26 mil votos.

      Em 2022, ele se filiou ao Patriota, partido em que se candidatou como deputado federal e chegou a conseguir 37 mil votos, mas não foi eleito devido ao quociente eleitoral.

      Delegado Humberto Teófilo anuncia afastamento por questões pessoais e cita processos na Corregedoria — Foto: Reprodução/Instagram de Humberto Teófilo

      Delegado Humberto Teófilo anuncia afastamento por questões pessoais e cita processos na Corregedoria — Foto: Reprodução/Instagram de Humberto Teófilo

      Delegado Humberto Teófilo anuncia afastamento e cita perseguições | G1