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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Polícia Civil investiga se policiais eram impedidos de agir
Polícia Civil investiga se policiais eram impedidos de agir contra jogos de azar Publicado em 02/03/2012 Corregedoria da Polícia Civil vai investigar se policiais eram impedidos de agir contra a exploração de jogos de azar, em Goiás. De acordo com o delegado Waldir Soares, na época em que trabalhava no entorno de Brasília, ele recebeu ordens para não apreender máquinas caça-níqueis. Hoje, o ex-vereador Wladmir Garcês, acusado de participar da máfia dos caça-níqueis, foi transferido para a CPP.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Policial Militar afastado mata namorada em Aragarças-GO
Testemunhas relatam que a vítima teria terminado o namoro com o policial
Por: Redação/ Barra do Garças News
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| Foto: Valdeir Gonçalves/ Tigrão |
O ex-integrante do GPT conhecido como soldado Jorge Mota que atualmente estava afastado por problemas de saúde, matou com dois disparos de arma de fogo a ex-namorada por nome Nayanne Carvalho, o crime aconteceu na noite deste último sábado na rua 02 na cidade de Aragarças próximo ao mercado Mega Frutt.
O policial que estava em um automóvel abordou a vítima que estava em uma motocicleta, uma amiga de Nayanne que é filha do vereador Duda estava na garupa da motocicleta mas felizmente nada sofreu. O policial fugiu em destino ignorado. Os policias realizaram várias buscas mas não localizaram o militar.
Nayanne Carvalho foi socorrida por uma viatura da polícia militar de Goiás mas quando chegou ao PSM de Barra do Garças não resistiu aos ferimentos.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Policiais militares são presos durante duas operações
Da Polícia Civil de Goiás...
09/05/2013 - 18h08
Alex Rodrigues
Repórter Agência Brasil
Repórter Agência Brasil
Brasília – Cento e uma pessoas, entre elas 18 policiais militares, foram presas hoje (9), em Goiás, durante as operações Dilúvio e Resgate, da Polícia Civil. Elas integram a Operação PC27 que ocorre em todo o país e coincide com o Dia Nacional do Policial Civil. É “o início de uma série de ações conjuntas entre as polícias civis de todo o país", diz a nota divulgada pela Polícia Civil de Goiás.
A Operação Dilúvio envolveu 500 agentes que cumpriram 105 mandados de prisão e de busca e apreensão com o objetivo de combater os crimes de homicídio, tráfico de drogas, exploração sexual, sequestro, cárcere privado, roubo de cargas, crimes ambientais, estelionato e crimes contra a administração pública.
No total, foram presas 76 pessoas, entre elas Cleverson Pereira da Cruz que, segundo a polícia, é suspeito de ser o maior ladrão de cargas de Goiás. A ação também resultou na apreensão de armas, drogas, computadores, documentos e um caminhão carregado de produtos falsificados.
Três representantes legais de duas unidades de uma clínica de reabilitação de dependentes químicos também foram detidos. A clínica, localizada em Goiatuba, vinha sendo investigada desde setembro do ano passado.Nas duas unidades a polícia encontrou 83 pacientes internados em condições sub-humanas.
De acordo com o delegado de Goiatuba, Gustavo Carlos Ferreira, os pacientes eram mantidos em cárcere privado, sofriam torturas que, em alguns casos, incluía choque elétrico, eram privados de alimentação adequada e impedidos de receber visitas por longos períodos. O delegado disse à Agência Brasil que quase todos os pacientes apresentam lesões graves e vão ser submetidos a exame de corpo de delito.
A Operação Resgate foi deflagrada para desmantelar um esquema criminoso envolvido com homicídios, tráfico de drogas e ocultação de cadáveres. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública e Justiça informou que os crimes eram comoetidos por grupos de extermínio “em conluio com agentes públicos”. Foram presas 24 pessoas, entre elas 18 policiais militares. Os policiais apreenderam 14 armas, computadores e objetos que vão ajudar nas investigações.
Edição: Aécio Amado
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domingo, 24 de março de 2013
PRESO TORTURADO EM DELEGACIA
Quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
O 1º Distrito Policial de Anápolis, em Goiás, tem algemado presos a argolas fixadas nas paredes de um corredor. A unidade tem uma cela com capacidade para cinco pessoas e deveria receber apenas os presos em flagrante, que ficariam no local um dia antes de serem levados para centros de detenção. No entanto, encontra-se superlotada e sem a possibilidade de transferir os detentos.
A reportagem é da Folha Online.
Na tarde de quarta (25/1), havia 24 detentos. Três estavam no corredor: dois deitados em um colchão no chão e algemados um no outro; e o terceiro, deitado em um banco de cimento, com a mão algemada numa argola de ferro.
"Estou amarrado aqui tem dois dias, nessa situação humilhante. Tenho um diploma universitário", disse o preso que afirmou ser formado em pedagogia.
Na noite anterior, outros cinco também estavam no corredor. Foram transferidos para outra unidade quando o caso começou a ser divulgado no Jornal da Globo. Ontem, outros quatro presos estavam isolados em uma sala, fechada só com arame. A única cela da delegacia está lotada. São 17 pessoas, que se revezam para dormir, até no chão do banheiro, onde o vaso é tampado com papelão.
O delegado titular do 1º DP, Thiago Torres, afirma que a situação pode se agravar nos próximos dias, pois a criminalidade costuma subir nos fins de semana. O delegado regional, Luiz Teixeira, assumiu a responsabilidade pelo uso das argolas, fixadas há quatros meses, mas afirma não querer "ferir a dignidade de ninguém". "Tomei essa decisão com constrangimento, não é sadismo nenhum. Mas a situação nos obrigou e eu prefiro essa medida a deixá-los soltos para cometerem agressão à sociedade. Seria prevaricar."
A situação prisional na região começou a se agravar em julho. A Justiça vetou o deslocamento de presos para o Centro de Internação Social de Anápolis, superlotado. Havia mais de 400 presos e a Justiça determinou uma redução desse número e a proibição de novos detentos no local. Hoje, há cerca de 200.
A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse considerar o acorrentamento de presos "tortura" e designou uma equipe da ouvidoria da pasta para conversar com o governo de Goiás. "A secretaria reconhece a dificuldade com o número de vagas nos presídios, mas essas soluções que envolvem presos ficarem em delegacias, o que é ilegal, ou algemados nas paredes, equivalem à prática de tortura", disse. (CONJUR)
A reportagem é da Folha Online.
Na tarde de quarta (25/1), havia 24 detentos. Três estavam no corredor: dois deitados em um colchão no chão e algemados um no outro; e o terceiro, deitado em um banco de cimento, com a mão algemada numa argola de ferro.
"Estou amarrado aqui tem dois dias, nessa situação humilhante. Tenho um diploma universitário", disse o preso que afirmou ser formado em pedagogia.
Na noite anterior, outros cinco também estavam no corredor. Foram transferidos para outra unidade quando o caso começou a ser divulgado no Jornal da Globo. Ontem, outros quatro presos estavam isolados em uma sala, fechada só com arame. A única cela da delegacia está lotada. São 17 pessoas, que se revezam para dormir, até no chão do banheiro, onde o vaso é tampado com papelão.
O delegado titular do 1º DP, Thiago Torres, afirma que a situação pode se agravar nos próximos dias, pois a criminalidade costuma subir nos fins de semana. O delegado regional, Luiz Teixeira, assumiu a responsabilidade pelo uso das argolas, fixadas há quatros meses, mas afirma não querer "ferir a dignidade de ninguém". "Tomei essa decisão com constrangimento, não é sadismo nenhum. Mas a situação nos obrigou e eu prefiro essa medida a deixá-los soltos para cometerem agressão à sociedade. Seria prevaricar."
A situação prisional na região começou a se agravar em julho. A Justiça vetou o deslocamento de presos para o Centro de Internação Social de Anápolis, superlotado. Havia mais de 400 presos e a Justiça determinou uma redução desse número e a proibição de novos detentos no local. Hoje, há cerca de 200.
A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse considerar o acorrentamento de presos "tortura" e designou uma equipe da ouvidoria da pasta para conversar com o governo de Goiás. "A secretaria reconhece a dificuldade com o número de vagas nos presídios, mas essas soluções que envolvem presos ficarem em delegacias, o que é ilegal, ou algemados nas paredes, equivalem à prática de tortura", disse. (CONJUR)
Postado por Joséàs 18:20
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Abuso policial em Aguas indas
Enviado em 25/09/2008
Matéria exibida pela Rede Record sobre abuso policial ocorrido na cidade de Aguas Lindas de Goiás a um comerciante dentro de se estabelecimento...
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