Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Venda direta de arma para policial aposentado é regulamentada

 Portal do Governo de Brasília

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BOMBEIROS POLICIA CIVIL POLÍCIA MILITAR SEGURANÇA

ATUALIZADO EM 27/7/20 ÀS 16:40

27/7/20  16:04

Profissionais da área de segurança poderão adquiri-la e apenas para uso deles, desde que tenham porte e cumpram outros requisitos

A edição do Diário Oficial desta segunda-feira (27) publicou a regulamentação da venda direta de armas de fogo pertencentes à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seape) aos integrantes das referidas corporações, em casos de aposentadorias ou inatividade. 

A partir da regulamentação interna de cada força de segurança e sistema prisional, o servidor poderá adquirir a arma que trabalha, desde que tenha o porte e cumpra outros requisitos.

O decreto publicado regulamenta a Lei 6.381/2019 e atende a uma demanda das corporações. “Este é um interesse de muitos que trabalham por tantos anos na atividade policial”, explicou o Secretário de Segurança Pública, o delegado Anderson Torres. “Após a dedicação de sua vida ao bem comum da sociedade, é justo que possam ter esse direito. É importante lembrar que os equipamentos poderão ser utilizados apenas por quem adquirir o equipamento e não poderão ser revendidos a terceiros.”

O integrante do órgão de segurança pública que adquirir a arma de fogo não poderá transmitir a posse nem a propriedade da arma, incluindo suas partes e peças. Exceto para outro servidor aposentado ou transferido para a inatividade da mesma corporação – e que satisfaça os requisitos previstos do decreto. 

“Os principais requisitos, além de ser integrante das forças de Segurança Pública, é que a arma tenha pelo menos cinco anos de uso e que esteja há pelo menos um com o interessado em adquirir o equipamento, quando se der sua aposentadoria”, explicou o Chefe de Gabinete da SSP/DF, o delegado Thiago Costa.

Em caso de falecimento ou desinteresse pelo bem, a arma deverá ser devolvida à corporação. A apreciação e depreciação serão definidas por estas próprias força.

Para o Diretor-Geral da PCDF, delegado Robson Cândido, a medida representa a segurança para o policial que se aposenta. “Internamente, já adotei todas as medidas para regulamentação e aplicação imediata para os policiais civis”.

O comandante-geral da PMDF, coronel Julian pontes, reconhece a importância da medida. “A venda direta do armamento ao policial que vai se aposentar reflete valorização e preocupação com o profissional. É uma medida muito bem-vinda e acertada”.

Com informações da SSP/DF

quinta-feira, 29 de maio de 2014

PMDF: Associação de policiais militares é alvo de intervenção

Quarta-feira, 28 de maio de 2014







Integrantes do Conselho Deliberativo e da Direção da Caixa Beneficente da PM foram afastados.

Interventores nomeados pela Justiça estiveram na Caixa Beneficente da Polícia Militar, ontem, e afastaram membros do Conselho Deliberativo e da Diretoria Executiva da entidade particular por supostas irregularidades na atual gestão.

Por determinação da 15a Vara Cível de Brasília, eles devem ficar na associação por tempo indefinido.

A intervenção foi determinada pela juíza Gláucia Barbosa Rizzo da Silva, da 15a Vara Cível de Brasília.

Irregularidades

A decisão da magistrada foi tomada com base no parecer da promotora Cátia Gisele Martins Vergara, da Promotoria de Justiça de Tutela das Fundações e Entidades de Interesse Social (PJFeis). No documento, datado de 10 de fevereiro deste ano, constam como irregularidades contratos e pagamentos que causaram "graves" prejuízos ao patrimônio da Cabe...
No parecer, Cátia cita como indício de irrularidades a ausência de comprovação pela Cabe do recebimento dos produtos ou serviços contratados.
O documento aponta, ainda, “a inexistência de cotação de preços necessária para se aferir a adequação da cláusula preço e a existência de conflito de interesses entre os dirigentes da associação e as pessoas física ou jurídica contradas".

Aquisição de carro e de apartamentos
Outra suposta irregularidade refere-se à compra de um VW Voyage "adquirido por uma prestadora de serviço da Cabe e alienado ao nome de um integrante do Conselho Deliberativo da instituição. A empresa é investigada pelo MP.

Conforme explica o parecer do Ministério Público, os documentos comprobatórios da aquisição e venda do veículo não comprovam que o dirigente tenha feito o pagamento integral do bem, "tornando verossímil a suspeita de que realmente tenha ocorrido vantagem indevida da empresa".

Outra negociação que levantou suspeita do MP foi a compra de 40 apartamentos, em janeiro de 2011, de um resort em construção em Caldas Novas (GO) ao preço de R$ 6,5 milhões. A aquisição das projeções foi feita sem que os gestores da Cabe se certificassem de que o terreno onde o empreendimento seria construído pertencia mesmo à empresa com quem foi celebrada a compra. Comprovou-se mais adiante que a área não é, de fato, da referida incorporadora.


A incorporadora possui um patrimônio de apenas R$ 200 mil, valor considerado insuficiente para garantia do negócio em caso de uma futura execução pela Cabe por quebra de contrato ou inadimplência. "A Cabe é sócia minoritária do empreendimento, com 40%. De acordo com o regimento da instituição, é vedada a participação da Cabe em sociedade em que a instituição seja dententora de ações abaixo de 51%", explica o tenente-coronel Fausto Peires Gayer, um dos autores da ação.




Na recomendação, a promotora menciona a aquisição de produtos sem uma justificativa adequada sobre a real necessidade, como no caso da compra de coturnos e botas que foi realizada sem qualquer controle prévio acerca da real demanda.

Posteriormente, "foi realizada a venda dos produtos por preço inferior ao de aquisição, sob a alegação de eles estarem encalhados nos supermercado da entidade privada”.

Negociações indevidas
Segundo a advogada Cátia explicou no parecer, as diligências dos órgãos de controle da Cabe constataram que o supervisor de compras do supermercado, B.P.C.C., "empregou mecanismos fraudulentos para a venda das botas e coturnos a terceiro estranho ao quadro social".

A negociação teria consistido no uso indevido da matrícula de um associado para mascarar a venda a uma empresa, tendo em vista que a venda dos produtos pela Cabe só poderia ter sido feita em favor de pessoas do seu quadro social.

De acordo com o advogado dos autores da ação, Jarbas Cugula, o sargento que adquiriu os calçados pagou mais de R$ 50 mil, sendo que a margem de compra é limitada em aproximadamente R$ 500 por policial. "Ele revendeu a uma papelaria na Estrutural em cinco parcelas de R$ 11,6 mil. Os cheques voltaram, mas os coturnos não foram devolvidos", diz Jarbas.

Ministério Público acompanha situação da Cabe.

Por enquanto, apenas suspeitas
Os advogados Anderson Jorge Figueira Pereira e Luciana Matos Pereira Barbosa chegaram ao local no início da tarde acompanhados por um oficial de Justiça. Apesar da autorização de força policial, não houve resistência por parte dos integrantes. De acordo com Anderson, o trabalho consiste em comprovar os indícios de irregularidades enumerados na ação cível. "Não tem nenhuma irregularidade comprovada ainda. Estamos aqui para verificá-las", limitou-se a informar Anderson.

Números
20 mil associados, aproximadamente, possui a Cabe, todos PMs
50 mil reais teriam sido pagos por sargento que revendeu coturnos
40 apartamentos teriam sido adquiridos pela entidade

Fonte: ARY FILGUEIRA - Especial para o Jornal de Brasília / Redação




quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Sabotagem ou fogo amigo?

Sabotagem ou fogo amigo?

O Jornal de Brasília de hoje, 02 de dezembro, página 08, veio com a seguinte nota:
“Aproveitando a crise – O deputado distrital Cabo Patrício pediu a cabeça do comandante da PMDF, coronel Jooziel Freire, e tenta assim reconquistar o apoio da tropa. Sabe que o desgaste do cancelamento do plano de saúde da PM foi devastador. Patrício foi o responsável pelo vazamento da circular interna da PM que cancelou o convênio da Polícia Militar com os hospitais particulares. O deputado anda sorrindo até para as paredes, pensando que a crise na PM desgasta o secretário de segurança, Sandro Avelar, que vai disputar uma cadeira contra Patrício à Câmara Federal, e aposta que a demissão de Jooziel do comando da PM vai ocorrer essa semana.”
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Será? Pelo jeito é “fogo amigo”…
Jooziel ao lado de Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública: polêmica pode minar candidatura de ambos no ano que vem (Gustavo Moreno/CB/D.A Press - 17/6/13)
Jooziel ao lado de Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública: polêmica pode minar candidatura de ambos no ano que vem.

 http://aderivaldo23.wordpress.com/page/7/