Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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Scuderie Detetive Le Cocq

Wolf Justice Publicado em 4 de jan de 2016 O que era e quem compunha o temido esquadrão da morte? Qual sua missão, visão, valores e objetivos? As respostas no documentário a seguir. Fundada em 1965, atuava em diversos estados. Seu lema: Bandido bom é bandido morto! Scuderie Le Cocq no Espírito Santo Memória Capixaba Publicado em 19 de set de 2016 Scuderie Le Cocq no Espírito Santo. O lema da Scuderie le Cocq era o de que bandido bom era bandido morto. Menção Honrosa do XXVIII Prêmio Nacional Wladimir Herzog 2006 Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo- Movimento de Justiça e Direitos Humanos/OAB/RS. SCUDERIE DETETIVE LECOCQ VagnerProduçoes Santos Publicado em 3 de jul de 2017 Scuderie Le Cocq I vera carpes Publicado em 10 de mar de 2017 Saiba como funcionava a Scuderie Le Cocq, uma organização fundada por policiais em pleno regime militar que atuava como um Esquadrão da Morte.Criada no Rio de Janeiro, a organização se estendeu por outros estados brasileiros, no Espirito Santo , os membros da entidade se infiltraram nos três poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário. Reportagem recebeu Prêmio de Direitos Humanos Vladmir Herzog. Scuderie Detetive Le Cocq Luciano Costeira Publicado em 25 de jul de 2014 Scuderie Le Cocq Carlos Pedro de Carvalho Publicado em 23 de out de 2014 Visita técnica à antiga sede da Scuderie Le Cocq, realizada no dia 22 de outubro de 2013 pelo Prof João Pedro Dias Vieira representando a Uerj.


Polícia investiga volta da Le Coq no Espírito Santo

Polícia investiga volta da Le Coq no Espírito Santo
Vendedor está desaparecido há uma semana
Desaparecimento de vendedor teria ligação com o grupo Foto: Reprodução Facebook
A investigação do desaparecimento do vendedor Fernando César Faria, 45 anos, ocorrido na noite de 26 de setembro do ano passado, levou a Polícia Civil a descobrir a ação criminosa de um grupo de extermínio agindo no Espírito Santo. Quatro suspeitos de envolvimento no sumiço da vítima foram presos em uma operação realizada por policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão na sede da Associação dos Proprietários de Veículos Motorizados do Espírito Santo (Aprovem-ES), que segundo o delegado José Lopes, chefe da DHPP, é a Scuderie Detetive Le Coq reativada.
“Na sede da Aprovem, em um edifício no Centro de Vitória, nós encontramos cerca de 50 fichas de associados. Curiosamente, havia documentos de ex-integrantes da Le Coq. São ex-policiais militares, agentes de segurança, e membros de outras categorias. Investigando o desaparecimento de Fernando, nós chegamos a nomes de suspeitos de participarem da associação criminosa. Inclusive, existe um código de ética em que eles fizeram um pacto de silêncio, caso fossem presos por algum motivo”, afirma o delegado.
Os membros da Aprovem-ES usam como símbolo, segundo o delegado José Lopes, a caveira com ossos cruzados, o mesmo usado pela Le Coq, nas décadas de 1960, 70, 80 e 90. “Eles se tratam de ‘irmãos’ entre outras coisas, muito parecido com a Scuderie”, disse.
Aprovem-ES seria a a Scuderie Detetive Le Coq reativada
Foto: TV Vitória
Foram presos na operação, o ex-PM Edmilson Miranda, 56 anos; Naumir Augusto, 53; Antônio Hélio Almeida Lana, apontado como mandante do desaparecimento do vendedor Fernando Faria; e Juliana Machado Sabino, que teria sido usada como isca para atrair a vítima. Um quinto suspeito do crime está foragido. Cerca de 100 policiais civis cumpriram quatro mandados de prisão e oito de busca e apreensão nas cidades de Resplendor (MG), Guarapari, Piúma e Serra. Em um dos locais de busca, os policiais foram a um sítio na zona rural de Guarapari onde supostamente estaria enterrado o corpo do vendedor.
“A propriedade é de um homem que se apresentou como cristão. Fizemos várias escavações, mas não encontramos nada. Um dos detidos chegou a dizer que podíamos procurar à vontade que não iríamos encontrar o corpo”, garante José Lopes.
A motivação do desaparecimento e provável assassinato de Fernando ainda está sendo investigada. A vítima emprestava dinheiro a juros e estava envolvida com uma mulher casada, que seria de um dos membros da Aprovem. Por isso está difícil apontar a causa do crime. Outro fator que complica esclarecer os fatos é o pacto de silêncio do grupo, conforme estatuto apreendido no edifício do Centro de Vitória.
Fernando César Faria desapareceu na noite de 26 de setembro do ano passado após sair de casa para encontrar uma mulher, em Guarapari, na Grande Vitória. O carro do vendedor foi encontrado na Rodovia do Sol, aberto e revirado. Pertences da vítima foram furtados. A família dele é de Minas Gerais, onde a Polícia Civil também cumpriu mandado de busca e apreensão e de prisão.
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