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sábado, 29 de novembro de 2014

POLÍCIA MATA MENINO PORTANDO ARMA DE BRINQUEDO NOS EUA

Garoto negro de 12 anos exibia réplica de pistola ao levar dois tiros. Caso volta a chamar atenção para questão racial no país.

Um menino negro de 12 anos foi morto a tiros pela polícia ao portar uma arma de brinquedo em Cleveland, no estado americano de Ohio, disseram autoridades locais neste domingo (23/11). O incidente vem em meio a elevadas tensões raciais nos Estados Unidos.
O garoto, identificado como Tamir Rice, morreu em decorrência dos ferimentos neste domingo, um dia depois de policiais terem atendido a um chamado de emergência sobre alguém exibindo uma pistola, "provavelmente de mentira", num playground.
Segundo as autoridades, um policial atirou duas vezes após o menino ter sacado a arma – na qual faltava a usual tarja de segurança laranja –, sem, no entanto, a ter apontado contra a polícia. O garoto não fez ameaças verbais, mas pegou a réplica de pistola depois de pedidos para levantar as mãos, levando a polícia a atirar.
Os dois policiais envolvidos no caso foram colocados em licença administrativa, o que é procedimento padrão. O departamento policial coletou imagens de câmeras de segurança e outras evidências para apresentar à Justiça. Após analisarem as provas, procuradores apresentarão o caso a um grande júri, que decidirá se os tiros foram justificados, segundo o jornal The Cleveland Plain Dealer.
A deputada estadual de Ohio Alicia Reece anunciou que apresentará um projeto de lei para pedir que todas as armas de brinquedo vendidas no estado tenham cores vibrantes ou listras fluorescentes bem visíveis. Em agosto, John Crawford, de 22 anos e negro, também foi morto em Ohio ao portar uma arma de brinquedo.
"O projeto de lei é um pequeno passo para lidar com essa tragédia e ajudar a prevenir confrontações fatais com alguém que claramente representa pouco ou nenhum perigo imediato", diz Reece.
Nesta segunda-feira, outro caso de morte de um jovem negro pela polícia volta a chamar atenção nos EUA. Um grande júri deve anunciar se um policial branco será indiciado pelos tiros fatais disparados contra Michael Brow em agosto. O caso, ocorrido em Ferguson, no estado do Missouri, provocou violentos protestos e desencadeou uma acirrada discussão sobre a questão racial no país.
LPF/afp/ap

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  • Data 24.11.2014
  • Link permanente http://dw.de/p/1Ds4o

domingo, 6 de abril de 2014

Imagem e tudo e mais um Pouco

Policial agride estudante no Chile. Os estudantes protestavam a favor de um novo sistema educacional. (Reuters / VICTOR RUIZ CABALLERO)



Policiais jogam spray de pimenta em estudantes da Universidade da Califórnia, EUA, durante manifestações (Jasna Hodzic)






Viu as duas imagens....!ou você pensava que 

 aqui no Brasil que tem esses tipos de animais 


fardados....



Eles são igual doença venérea..tem 

em tudo quanto e canto..






segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Policiais aposentados de NY

09/01/2014 7:38 pm








Por Felipe Amorim, em Opera Mundi
Após conseguir aposentadoria por invalidez, traumatizado pelos ataques de 11/9, o oficial William Bratton posta foto em jet ski
Fonte: Manhattan District Attorney’s Office/Reprodução
Dezenas de policiais e bombeiros aposentados da cidade de Nova York estão sendo acusados de fraude por fingir problemas psiquiátricos graves como consequência dos atentados de 11 de Setembro de 2001. O escândalo deflagrado na última terça-feira (07/01) pelo procurador do distrito de Manhattan, Cyrus R. Vance Jr., indica que pelo menos metade dos 80 oficiais indiciados usaram os ataques da Al Qaeda como falso pretexto para se aposentar por invalidez e receber milhões dos cofres públicos norte-americanos.
“Eles desonraram a si mesmos e envergonharam suas famílias”, comentou William Bratton, comissário da Polícia, responsável pelo caso, em uma entrevista coletiva na qual o escândalo foi apresentado e fotos dos oficiais “incapacitados” foram expostas. “Durante anos, os impostores fabricaram cinicamente distúrbios mentais, desonrando aqueles que primeiro cumpriram com suas tarefas e serviram à cidade às custas de sua saúde e segurança”, afirmou o procurador Vance Jr.
Um dos acusados, Glenn Lieberman, recebeu US$ 176 mil (cerca de R$ 420 mil) da Previdência Social após afirmar que os eventos de 11 de Setembro o deixaram tão traumatizados e desfuncional que ele mal podia dirigir, fazer compras ou mexer com dinheiro. Contudo, uma foto postada por ele próprio nas redes sociais mostra Lieberman pilotando um jet ski, estampando um largo sorriso e mostrando o dedo do meio com as duas mãos para a câmera.
Um outro policial aposentado, Richie Cosentino, embolsou mais de US$ 207 mil (quase R$ 500 mil) do governo norte-americano sob o mesmo pretexto: stress e trauma pós-11/9. Em seu perfil no Facebook, Cosentino publicou uma foto segurando um grande peixe que havia acabado de pescar. “Dia incrível no mar da Costa Rica”, ele legendou. A data da foto: 11 de setembro de 2012, onze anos após os atentados que supostamente o teriam deixado incapacitado para exercer suas funções como policial.
Como fingir depressão
Em 11 de setembro de 2012, policial acusado de fraude Richie Cosentino posta foto em rede social após pescaria na Costa Rica
Fonte: Manhattan District Attorney’s Office/Reprodução
De acordo com os procuradores responsáveis, o caso é apenas o primeiro estágio de uma enorme investigação. Suspeita-se que o esquema vinha sendo empregado por mais de 25 anos, envolvendo milhares de pensionistas fraudulentos e algo como US$ 400 milhões recebidos ilicitamente (quase R$ 1 bilhão). Até o momento, as 102 pessoas que estão sendo processadas — 22 civis e 80 oficiais aposentados — acumularam US$ 21,4 milhões (cerca de R$ 51 milhões).
A investigação teve início depois que procuradores da Previdência Social perceberam que inúmeros policiais aposentados por invalidez e distúrbios psiquiátricos haviam requisitado licenças para portar arma de fogo. Mais tarde, notaram que, ao descreverem seus sintomas, os oficiais “inválidos” seguiam um mesmo roteiro:
• Eu fico cochilando durante o dia…
• Deixo a TV ligada para me fazer companhia…
 Eu era uma pessoa saudável, ativa e produtiva…
• Agora mal consigo dormir durante a noite…
• O meu [coloque aqui um membro da família] está sempre cuidando de mim e do meu luto…
• Sou incapaz de cumprir qualquer tipo de atividade dentro ou fora de casa...
Esmiuçando o caso, as autoridades perceberam que sempre era contratado o mesmo advogado para atestar a incapacidade clínica dos oficiais. Descobriram também que um policial membro do esquema fora destacado para “treinar” os colegas que também queriam abocanhar a pensão ilícita. Uma chamada telefônica interceptada, mostra que o oficial Joseph Esposito “ensinava” como portar-se diante das entrevistas feitas pelos funcionários da Polícia e da Previdência Social.
“Quando você for ver o médico, ele vai te perguntar coisas. Ele não vai tentar te enganar, não. Quer só ver se você consegue se concentrar”, explicava Esposito na ligação grampeada. “Quando você estiver conversando com a pessoa, não olhe diretamente. Fique de cabeça baixa, não responda prontamente. Sabe, espere um instante. Mostre a ele que você está deprimido, que não tem desejo por nada”, instruía o agora réu.

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Grupo denuncia tortura em prisões norte-americanas no Afeganistão

Grupo denuncia tortura em prisões norte-americanas no Afeganistão Grupos de direitos humanos denunciam que prisioneiros são torturados em prisões na base militar americana de Bagram, no Afeganistão. O esquecido local é considerado o novo presídio de Guantánamo, local de abusos de detentos em Cuba. Leia mais notícias do Brasil e do mundo em Último Segundo.

Ver mais No Endereço Abaixo..

http://br.livra.com/pick/guantanamo-nao-e-uma-prisao-mas-sim-um-campo-de-torturas-e-de-concentracao-avant-garde/216130371/

Guantánamo, não é uma prisão mas sim um campo de torturas e de concentração avant-garde !

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Por
Novato
Paula
em 5 Jun, 2011

domingo, 10 de fevereiro de 2013

EUA: caçada por policial que matou 3

atualizado às 19h07

Por vingança entra no 3º dia...

Imagem sem data exibe Christopher Dorner, suspeito de matar três pessoas Foto: AP
Imagem sem data exibe Christopher Dorner, suspeito de matar três pessoas
Foto: AP


As forças de segurança da Califórnia voltaram a procurar neste sábado, nas montanhas do Estado, um ex-policial acusado por três assassinatos. A caçada foi interrompida durante a noite devido à forte nevasca.

O ex-policial de Los Angeles Christopher Dorner, 33 anos, declarou guerra contra as autoridades de segurança e suas famílias em um manifesto na Internet, em que reclama de sua demissão do Departamento de Polícia da cidade, em 2008.

A caçada por Dorner está concentrada no resort Big Bear Lake, nas Montanhas São Bernardino, cerca de 129 km a nordeste de Los Angeles, depois de sua picape ter sido descoberta em chamas na região na quinta-feira. Autoridades reconhecem que o homem pode ter conseguido fugir.

No sábado de manhã, autoridades destacaram policiais em terra e ar, afirmou Cindy Bachman, porta-voz do Departamento do Xerife do Condado de São Bernardino, que lidera as buscas. Cães farejadores e carros blindados com correntes para andar na neve estão sendo usados.

O clima tornou muito perigoso o uso de helicópteros equipados com equipamentos de infravermelho, disseram autoridades. Sem apoio aéreo, as buscas por terra também cessaram.

O xerife do condado de São Bernardino, John McMahon, afirmou na sexta-feira que as buscas nas montanhas, que começaram com policiais seguindo as pistas que saíam da picape, continuarão "até que descubramos que ele deixou as montanhas ou o encontrarmos".

A caçada começou na quinta-feira, depois de a polícia dizer que Dorner trocou tiros com dois policiais de Los Angeles antes do amanhecer, ferindo um, na cidade de Corona. Os oficiais tentavam alcançar a picape de Dorner depois de ele ter sido visto na região.
Policiais de San Bernadirno trabalham em posto de controle durante a caçada a Dorner na sexta-feira Foto: AP
Policiais de San Bernadirno trabalham em posto de controle durante a caçada a Dorner na sexta-feira
Foto: AP

Cerca de 20 minutos depois, ele emboscou mais dois policiais em seu carro em um semáforo na cidade de Riverside, matando um e deixando o outro ferido, disse a polícia.

Ex-tenente da Marinha, Dorner também é suspeito das mortes do segurança de uma universidade e sua noiva em Irvine. Ela era filha de um capitão da polícia aposentado e apontado no manifesto de Dorner como culpado por sua demissão.

A polícia afirmou que está providenciando segurança para 40 potenciais alvos mencionados na declaração online de Dorner. Ela foi postada no Facebook, mas depois retirada do ar pelo website.

Dorner, que já jogou futebol americano universitário em Utah, culpou o departamento de polícia não apenas por demiti-lo, mas também por encerrar sua carreira na Marinha e o fazer perder relacionamentos próximos.