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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Delegado de Itajaí posta palavrão em rede social e faz suposta apologia à tortura e ação de justiceiros

: 13/02/2014 | Santa Catarina

Itajaí, 13/02/2014, Diarinho de Itajaí




Um compartilhamento no Facebook, seguido de um comentário que tem tudo para ser avaliado como uma apologia à tortura e à execução de suspeitos, vai virar sindicância na Polícia Civil. É que a postagem, que tem um palavrão no título e defendem “porrada e tiro em vagabundo e vida loka…” foi feita por um delegado de Itajaí.





Celso Pereira de Andrade, chefe da divisão de Investigação Criminal (DIC) peixeira, fez o compartilhamento e o comentário em sua conta da rede social no domingo (09). Isto no mesmo dia em que postou foto que acabou virando polêmica na internet: ele sem camisa, exibindo a tatuagem tribal que tem no ombro direito e com uma pistola em direção à câmera fotográfica – postagem que também vai virar investigaçã, por parte da chefia da Polícia Civil no Estado.




A frase com o palavrão e ainda a citação “É porrada e tiro em vagabundo e vida loka…”, que mais parece coisa de justiceiro, faz referência a um comentário e duas fotos tiradas no Rio de Janeiro, na qual os corpos de cinco suspeitos aparecem estirados e ensanguentados no chão.




Isso teria ocorrido, conforme o texto, 48 horas depois da morte de dois fardados cariocas. O delegado compartilhou a mensagem e disparou a frase, que incita práticas como tortura e assassinato de pessoas, com seus “amigos de Face”. Já a foto em que se exibe com uma arma na mão está na rede, para qualquer internauta ver.





O delegado Artur Nitz, diretor de polícia do Litoral, informou que o material foi encaminhado à corregedoria da instituição e que será instaurada sindicância. A determinação da investigação da suposta apologia aos crimes veio diretamente do delegado geral de Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila.



Procurado, o secretário César Augusto Grubba, da Segurança Pública de Santa Catarina, preferiu não se manifestar sobre o caso. O advogado Luiz Fernando Ozawa, conselheiro da seção de Santa Catarina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), diz o compartilhamento de uma postagem e a frase que sugere tortura e execução de suspeitos, por parte de um delegado da Polícia Civil, é radical ao extremo e fere a Constituição Brasileira.



Ao usar essa frase, o delegado estaria criticando a Constituição, que garante os Direitos Humanos. Cabe lembrar que é esta mesma Constituição que dá autorização para o delegado atuar, e isso é paradoxal. As polêmicas em rede social não foram as únicas ações do delegado Celso Pereira de Andrade, da DIC de Itajaí, que correm o risco de manchar a imagem da Polícia Civil. Há uma semana, ele foi denunciado por ter praticado a prisão ilegal de um suposto inocente.







Foto:Diarinho de Itajaí/Divulgação

http://www.clmais.com.br/informacao/68772/delegado-de-itaja%C3%AD-posta-palavr%C3%A3o-em-rede-social-e-faz-suposta-apologia-%C3%A0-tortura-e-a%C3%A7%C3%A3o-de-justiceiros

sexta-feira, 29 de março de 2013

Esquadrão da Morte


Esquadrão da Morte...




Um esquadrão da morte é uma esquadra militar armada, polícia, insurgentes, terroristas que conduzem execuções extrajudiciais, assassinatos e desaparecimentos forçados de pessoas como parte de uma guerra, campanha de insurgência ou terror. Essas mortes são muitas vezes conduzidas de forma significativa para garantir o sigilo das identidades dos assassinos, de modo a evitar a prestação de contas.[1][2]
Os esquadrões da morte são frequentemente, mas não exclusivamente, associados com a violenta repressão política sob ditaduras, estados totalitários e regimes similares. Normalmente têm o apoio tácito ou expresso do Estado, como um todo ou em parte (terrorismo de Estado). Esquadrões da morte podem incluir uma força policial secreta, grupo paramilitar ou unidades oficiais do governo, com membros oriundos dos militares ou da polícia. Eles também podem ser organizados como grupos justiceiros.
Execuções extrajudiciais e esquadrões da morte são mais comuns no Oriente Médio (principalmente nos Territórios Palestinos e Iraque ),[3][4][5][6][7] América Central,[8][9][10] Afeganistão, Bangladesh ,[11] Paquistão e parte de Jammu e Caxemira que ocupa, Sri Lanka ,[12][13][14][15][16][17] várias nações ou regiões na África Equatorial, [18][19][20] Jamaica,[21][22][23] Kosovo, [18][19] muitas partes da América do Sul, [24][25][26] Uzbequistão, partes da Tailândia[27][28] e nas Filipinas.[28][29][30][31][32][33] Devemos nos lembrar, que os esquadrões da morte em certos paises da America do Sul, são chamados de milicias como na Colômbia e Brasil, onde as ações desses grupos ultrapassam a barreira da justiça. Hoje em dia esses grupos não apenas são envolvidos com mortes, mas também com o tráfico, a cobrança de pedágio a comerciantes, a venda de produtos desviados, a segurança de políticos e personalidades,no controle do transporte alternativo, empréstimos, etc. No Brasil o movimento de esquadrões da morte data desde a ditadura Getulista,em contra partida os grupos chamados milicianos no Brasil se constituiram a partir do enfraquecimento do poder público em controlar a violência que se instalou no paìs a partir dos anos 1990.

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    Esquadrão da Morte (Brasil)

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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    O Esquadrão da Morte foi uma organização paramilitar surgida no final dos anos 1960 cujo objetivo era perseguir e matar supostos criminosos tidos como perigosos para a sociedade.[1]
    Começou na cidade de São Paulo comandado pelo policial Astorige Correa,aclamado pela população e pela mídia da época
    No Rio, a mais famosa organização foi a "Scuderie Le Cocq", cujo nome homenageava o detetive Milton le Cocq, que foi perdendo importância ao longo da década de 1990 no estado do Rio de Janeiro devido a ação de membros que agiam sem controle, bem como faziam a segurança de contraventores.
    Há indícios de que atue, ainda, no estado do Espírito Santo, mais precisamente na região da Grande Vitória.

    Ver também...

  • Grupo de extermínio
  • Eu Matei Lúcio Flávio
  • Ditadura Militar
  • Justiçamento
  • Linchamento
  • Astorige Correa
  • Hélio Bicudo
  • Dirceu de Mello
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  •  
  • Esquadrão Da Morte
    (PERCIVAL DE SOUZA)



    O PCC E O COMANDO VERMELHO FORAM CRIADOS JUSTAMENTE PARA ENFRENTAR O ESQUADRÃO DA MORTE, preconiza o máximo da crueldade implantada pela ditadura no Brasil no século XX, nos anos de 1970 e seguintes. A polícia de São Paulo era controlada pelo Exercito Brasileiro que nomeara um dos seus generais para ser o comandante máximo da força pública paulista bem como da polícia civil bandeirantes, alguns órgão de repressão atuavam juntos, ora na legalidade, ora na clandestinidade, foi justamente essa atuação em parceria, extraída de órgãos como o Doi-Codi que funcionava na região do Parque do Ibirapuera, junto ao 36. Delegacia de Polícia, mais precisamente na Rua Tutoia, que forneceu o maior numero de efetivo para a criação do atgé então desconhecido e pouco atuante ESQUADRÃO DA MORTE, amparado pela Scuderie Le Coc, que viria a ser o braço armado dos interesses pessoais dos servidores do estado, mais temido que já se ouvira falar até os dias de hoje. A indignação da polícia paulista com relação a morte de alguns dos seus componentes, sem que os mesmos fossem condenados pela Justiça apesar de terem sido presos, levou a corporação policial, a criar o esquadrão ,como uma forma de protesto e indignção a ser demonstrado junto a população. O seu chefe máximo era o Delegado do DEOPS Dr. Sergio Paranhos Fleury, para o qual até as forças armadas deviam favores, pelas execuções que engendrava. Alguns famosos bandidos da época foram emboscados e mortos pelo Esquadrão, caso mais conhecido foi o de LUCIO FLÁVIO, morte em 1970 nos dias da Copa do Mundo, sem que ninguem desse atenção ao ocorrido, pois a patria estava de chuteira. Inúmeras pessoas foram vítimas das execuções sumárias, desde a perigosos malfeitores até simples comerciantes que insistiam em cobrar dívidas dos homens do estado. O Congresso Nacional e seus deputados e senadores tinham dívidas com o Esquadrão da Morte e com seu Lider Drf. Fleury, tanto é verdade que nas vésperas de ser preso e condenado por vários assassinatos, o Congresso Brasileiro criou a chamada Lei Fleury, que beneficiava diretamente ao Delegado, possibilitando que as pessoas com residencia fixa, bons antecedentes continuassem em liberdade mesmo respondendo ao inquérito policial, que era o caso do lider do esquadrão. Sergio Paranhos Fleury morreu de forma muito estranha, quando fazia um passeio de lancha com seus amigos do esquadrão, escorregou no convés e bateu a cabeça fraturando-a, tendo morte imediata. Na época do esquadrão não havia nenhuma petulância por parte dos bandidos, que jamais ousaram atirar contra um policial ou se organizarem em facções, mas essa é outra história.

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