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sábado, 13 de abril de 2024

Mulher denuncia agressões de tenente do Exército


Mulher agredida por PM no metrô: 'Policial falou que ela deveria apanhar como homem', diz advogada



Mulher é agredida com tapa na cara por policial | BandNews TV



Policiais são afastados após abordagem com chutes e socos na Bahia; vídeo mostra agressões


Policial civil e guarda municipal são presos em flagrante no Recife por extorsão

 Prisão ocorreu em frente a uma agência bancária situada na avenida Caxangá, na Zona Oeste da capital






Um policial civil e um guarda municipal de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, foram presos em flagrante por extorsão, no Recife.

A prisão ocorreu em frente a uma agência bancária situada na avenida Caxangá, na Zona Oeste da capital, na segunda-feira (8), segundo informou a Polícia Civil do Estado (PCPE).

Além de extorsão, os homens, cujos nomes não foram divulgados, que têm 39 e 40 anos, também foram autuados por porte ilegal de arma de fogo.

Os servidores foram encaminhados para a sede do Grupo de Operações Especiais (GOE), no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife, para a realização dos procedimentos cabíveis.

Crime
A PCPE não divulgou detalhes do crime, mas, em entrevista à TV Guararapes, um homem, que preferiu não se identificar, informou que os homens detiveram o filho dele alegando porte de armas e drogas e um mandado de prisão em aberto.

Para não cumprir o suposto mandado, eles teriam pedido ao pai do jovem a quantia de R$ 150 mil. Inicialmente, o genitor, que alega desconhecer o mandado contra o filho, chegou a entregar um veículo aos homens, que soltaram o rapaz.

Na sequência, o pai acionou o GOE, que fez a prisão do policial civil e do guarda municipal no momento em que eles sacariam a suposta quantia no banco.

https://www.folhape.com.br/noticias/policial-civil-e-guarda-municipal-sao-presos-em-flagrante-no-recife/328657/

2 comentários
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Edivan Ed
Até a polícia rouba.confiar em quem? Guarda municipal de outro município atuando no Recife exercendo ilegalmente a função de polícia investigativa.


Defesa pede soltura de bolsonarista que matou petista no Paraná…

 

O ex-policial penal federal Jorge Guaranho é acusado de matar o petista Marcelo Arruda

Do UOL, em São Paulo

A defesa de Jorge Guaranho, acusado de assassinar o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores Marcelo Arruda, em julho de 2022, em Foz do Iguaçu (PR), entrou com pedido de habeas corpus para a soltura do ex-policial penal.


O que aconteceu

Defesa alega que pedido é para "garantir a integridade física e a saúde do preso". Em nota, o advogado Samir Mattar Assad afirmou que a solicitação não visa antecipar a liberdade do acusado, mas é uma medida para ele receber o "tratamento adequado e seja protegido de qualquer forma de violação de seus direitos humanos". A reportagem apurou que o habeas corpus foi distribuído para sorteio de um juiz nesta quinta-feira (11).

Advogado destaca que Guaranho caiu dentro da própria cela e quebrou o braço na última semana. Ele alega que o cliente ficou sem atendimento médico por "um período considerável". O preso está na Cadeia Pública Laudemir Neves, em Foz do Iguaçu, desde o dia 4 de abril, quando júri popular foi suspenso e adiado para o dia 2 de maio.

Assad diz que o pedido visa que preso seja tratado "com dignidade e respeito". O advogado ainda aponta que tomará todas as medidas legais para garantir que os direitos fundamentais do cliente sejam protegidos durante o andamento do processo judicial.

A reportagem entrou em contato com a Polícia Penal do Paraná para saber se desejam se manifestar acerca das acusações da defesa de Guaranho sobre as condições da custódia dele. A matéria será atualizada tão logo haja manifestação.


A defesa reitera seu compromisso com um julgamento imparcial e justo para Guaranho. Isso inclui a garantia a seus direitos de ampla defesa, sem interferência externa ou pressões políticas. A peça jurídica destaca que a defesa se baseia unicamente nos fatos e nas provas apresentadas, rejeitando qualquer tentativa de distorcer a justiça através de narrativas políticas.Advogado Samir Mattar Assad, em nota

Júri foi adiado

Júri foi adiado

O júri popular do caso foi adiado para o dia 2 de maio. A decisão foi tomada após a defesa do réu abandonar o plenário.

 

Defesa de réu deixou o plenário após pedidos não serem atendidos. Os representantes legais do policial penal bolsonarista alegaram que houve cerceamento da defesa.

 

Os advogados afirmaram ainda que Guaranho teria sido vítima de tentativa de homicídio. Um vídeo mostra o momento em que o policial penal levou mais de 20 chutes na cabeça após a ação que matou o guarda municipal petista Marcelo Arruda. A defesa do policial penal também questionou o fato de uma das testemunhas não ter sido localizada.

MP do Paraná vai pedir condenação por homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e perigo comum. Ao denunciar o policial penal Jorge Guaranho, a Promotoria viu como motivação fútil a "preferência político-partidárias antagônicas dos envolvidos" e disse que o réu colocou a vida de outras pessoas em risco ao atirar.

Segundo a denúncia do MP, Guaranho disse que "petista vai morrer tudo" antes de atirar. O atirador cometeu o crime após invadir uma festa temática do PT do guarda municipal Marcelo Arruda, que comemorava o seu aniversário de 50 anos, em julho de 2022.

Defesa descarta motivação política e vai pedir absolvição. Os representantes legais de Guaranho alegam que o policial penal agiu em legítima defesa, já que Arruda estava com a arma em punho quando o atirador invadiu a festa onde ocorreu o crime.

Pena pode chegar a 30 anos de prisão. Caso o júri acolha a denúncia de homicídio qualificado, a pena pode variar de 12 a 30 anos de prisão. Se houver o entendimento de que ocorreu homicídio simples, o réu pode ser condenado de 6 a 20 anos. No mês passado, Guaranho foi demitido do cargo de policial penal por Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública.

Relembre o caso

Marcelo Arruda foi morto no dia 9 de julho de 2022, enquanto comemorava o seu aniversário. Conhecido militante do PT de Foz do Iguaçu, o guarda municipal e tesoureiro do partido na cidade celebrava os seus 50 anos em festa decorada com fotos de Lula e símbolos do partido.

O agente penitenciário federal Jorge José da Rocha Guaranho invadiu o evento. Aos gritos de "Bolsonaro" e "mito", segundo relatam testemunhas, o homem ameaçou os presentes e saiu. Arruda foi até o carro para pegar a arma, temendo que Guaranho voltasse.

Os dois se reencontraram e o agente penitenciário atirou no aniversariante, que, mesmo ferido, revidou.

Arruda morreu e Guaranho sobreviveu. Marcelo Arruda era diretor do Sindicato dos Servidores Municipais de Foz (Sismufi), tesoureiro do PT municipal e foi candidato a vice-prefeito. Era casado e tinha quatro filhos - entre eles uma menina de seis anos e um bebê de apenas um mês.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, demitiu o policial penal. Guaranho foi demitido por três infrações disciplinares. Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública esclareceu que demissão se deu pelo uso de recurso material da repartição em atividade particular, pela prática de ato de improbidade administrativa e pela e incontinência pública. Guaranho usou sua arma profissional para cometer o crime.

Um acordo garantiu o pagamento de indenização à família de Marcelo. Em fevereiro deste ano, a AGU (Advocacia-Geral da União) informou que vai garantir o pagamento de indenização no valor de R$ 1,7 milhão à companheira e aos quatro filhos de Marcelo Arruda.

A indenização será paga pela União. O acordo considerou que, entre outros fatores, o autor do crime se valeu da condição de agente público para acessar o local da festa e efetuar o disparo utilizando uma arma de propriedade da União.

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/04/11/hc-defesa-jorge-guaranho.htm

Justiça nega pedido de liberdade a ex-policial penal bolsonarista que matou petista

 O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) negou o pedido de liberdade de Jorge Guaranho, ex-policial penal acusado de matar o guarda municipal e tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu, em 2022.

A defesa do acusado solicitou que ele fosse solto até a nova data do julgamento, marcado para o dia 2 de maio, o que foi negado.



Por  — Curitiba

Em 4 de abril, quando houve o início do julgamento, a defesa do ex-policial penal abandonou a sessão após não ter pedidos acatados pelo magistrado responsável pela audiência.

Os advogados que defendem Guaranho apontaram uma série de questões pendentes que impossibilitariam a realização do júri popular. Dentre as questões, está o fato de uma testemunha não ter sido localizada.

A defesa também reclamou sobre o fato de outra ação penal, na qual Guaranho foi agredido após atirar contra a vítima, ter sido incluída na mesma audiência. Os advogados apontaram ainda que a promotoria anexou aos autos um vídeo no qual o acusado foi interrogado sem a presença da defesa.

Os advogados de defesa também indicaram que documentos apresentados pelo Ministério Público do Paraná foram apresentados em prazo inferior ao exigido e que Guaranho chegou a Foz do Iguaçu menos de um dia antes do início do júri. Ele está preso na região metropolitana de Curitiba. Após os argumentos não serem acatados, a defesa abandonou o plenário e o julgamento teve que ser remarcado.

O ex-policial penal também foi avaliado pela esposa da vítima, que é policial civil, e ficou dois meses internado, sendo preso após ter alta.

Recentemente, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, demitiu Guaranho do cargo de policial penal por entender que a conduta dele foi violenta e ofensiva à vida e incompatível com a moralidade administrativa.

Relembre o caso

Em 9 de julho de 2022, Guaranho entrou na festa de aniversário de Marcelo Arruda. Houve uma discussão dele com o guarda municipal e pessoas que estavam no local. Pouco depois, Guaranho retornou ao local da festa e disparou tiros contra a vítima, que morreu um dia depois.

A acusação aponta que o crime teve cunho político, já que a festa tinha como tema o Partido dos Trabalhadores e Guaranho seria apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro.

https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2024/04/12/justica-nega-pedido-de-liberdade-a-ex-policial-penal-bolsonarista-que-matou-petista.ghtml

Justiça mantém prisão de bolsonarista que matou petista; júri será em maio…

 O guarda municipal Marcelo Arruda (esq) foi morto a tiros pelo policial penal Jorge Guaranho (dir), que invadiu a festa temática do PT onde a vítima fazia a festa de 50 anos em Foz do Iguaçu (PR)

A Justiça do Paraná negou ontem um pedido para que o bolsonarista que matou um petista fosse solto até o júri popular, que ocorrerá no dia 2 de maio.

O que aconteceu

Justiça descartou pedido — que citou queda e fratura no braço. Sérgio Luiz Patitucci, desembargador substituto, rejeitou as alegações da defesa do ex-policial penal bolsonarista Jorge Guaranho, que sofreu uma queda enquanto tomava banho, fraturando o braço esquerdo.

Defesa diz ter feito o pedido para "garantir a "integridade física e a saúde do preso". O advogado Samir Mattar Assad afirmou que a solicitação é uma medida para ele receber tratamento adequado e ser protegido de qualquer forma de violação de seus direitos humanos


"Não há nos autos prova de que [Guaranho] não está recebendo o tratamento adequado no estabelecimento prisional, diz o desembargador. Com isso, alega não haver ilegalidade na manutenção da prisão. De acordo com a decisão, a manutenção da prisão ainda evita novo deslocamento do réu antes do júri popular.

"Há plenas condições do réu ser atendido em Foz", diz Daniel Godoy, advogado da assistência de acusação. O defensor cita ainda a importância da manutenção da prisão também devido à proximidade do julgamento.

O que se sabe sobre o caso

MP do Paraná pede condenação por homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e perigo comum. Ao denunciar o Jorge Guaranho, a Promotoria viu como motivação fútil a "preferência político-partidárias antagônicas dos envolvidos" e disse que o réu colocou a vida de outras pessoas em risco ao atirar. O atirador cometeu o crime após invadir uma festa temática do PT do guarda municipal Marcelo Arruda, que comemorava o seu aniversário de 50 anos em julho de 2022.

Defesa descarta motivação política e vai pedir absolvição. Os representantes legais de Guaranho alegam que o policial penal agiu em legítima defesa, já que Arruda estava com a arma em punho quando o atirador invadiu a festa onde ocorreu o crime.

Dez testemunhas irão participar do júri. Cinco delas foram chamadas pela defesa de Guaranho e as outras cinco pelo MP

Pena pode chegar a 30 anos de prisão. Caso o júri acolha a denúncia de homicídio qualificado, a pena pode variar de 12 a 30 anos de prisão. Se houver o entendimento de que ocorreu homicídio simples, o réu pode ser condenado de 6 a 20 anos. No mês passado, Guaranho foi demitido do cargo de policial penal por Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública.

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/04/12/justica-mantem-prisao-bolsonarista-acusado-de-matar-petista-foz.htm#:~:text=Pena%20pode%20chegar%20a%2030%20anos%20de%20pris%C3%A3o.&text=Se%20houver%20o%20entendimento%20de,da%20Justi%C3%A7a%20e%20Seguran%C3%A7a%20P%C3%BAblica.

domingo, 7 de abril de 2024

Policiais que agrediram cadeirante são afastados


Derrite repudia agressão de cadeirante por PMs em São Paulo


O que se sabe sobre caso dos policiais que agrediram cadeirante durante abordagem em Piracicaba

 Militares foram afastados das atividades após os vídeos da abordagem ganharem repercussão.

Por EPTV e g1 Piracicaba

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Policiais militares que agrediram cadeirante durante abordagem a jovem em Piracicaba são afastados

Um inquérito apura a conduta de três policiais militares durante uma abordagem em Piracicaba (SP), na segunda-feira (1º). Os PMs foram filmados agredindo um jovem e seu pai, que é cadeirante, e foram afastados das atividades.

O caso aconteceu no bairro Cantagalo e moradores gravaram parte das agressões. As imagens ganharam repercussão na terça-feira (2) e mostram os policiais da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) atingindo o jovem de 21 anos com um cassetete e usando o taser nele.

Outro vídeo mostra um policial chutando o pai do jovem, um cadeirante, e empurrando um armário contra ele (assista acima).

    Veja abaixo o que já se sabe e o que falta esclarecer sobre o caso:

    1. Como começou a confusão?

      Quem foi agredido?

      Alguém se feriu?

      Alguém foi preso?

      O que vai acontecer com os policiais?

      O que diz a PM?Como começou a confusão?

    Segundo o boletim de ocorrência, o jovem de 21 anos estava com amigos em frente à casa em que mora, quando viu um conhecido ser abordado por policiais. Ele teria se aproximado para ver o que aconteceu, quando começou a confusão.

    De acordo com o relato do rapaz, os policiais pediram para que saísse do local, mas ele questionou a ordem, pois era um local público. À Polícia Civil, ele informou que preferia não se manifestar mais por medo de represálias.

    Os vídeos gravados por moradores mostram a confusão acontecendo já em frente à casa das vítimas.

    Quem foi agredido?

    Os vídeos gravados por moradores mostram o jovem de 21 anos levando golpes de cassetete e choques de taser. Ele entra em casa na sequência e os policiais vão atrás.

    Dentro do imóvel, o pai do homem, que é cadeirante, grita para que os policiais parem as agressões e questiona o motivo da abordagem. A confusão aumenta até que o cadeirante dá um empurrão em um dos policiais, que reage com um chute e empurra um armário em cima dele.

    Vídeos mostram policiais agredindo cadeirante durante abordagem a jovem em Piracicaba — Foto: Reprodução/EPTV

    Vídeos mostram policiais agredindo cadeirante durante abordagem a jovem em Piracicaba — Foto: Reprodução/EPTV

    Alguém se feriu?

    Após a ocorrência, os policiais militares levaram o jovem até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para passar por um médico e depois para a delegacia. No boletim de ocorrência, contudo, não há detalhes sobre eventuais ferimentos sofridos pelas vítimas.

    Alguém foi preso?

    Ninguém foi preso até a publicação dessa reportagem. Após o ocorrido, foi registrado um boletim de ocorrência de desacato e resistência e todos os envolvidos foram liberados.

    O que vai acontecer com os policiais?

    Nesta quarta-feira (3), a SSP confirmou que eles foram afastados das atividades. Além disso, um Inquérito Policial Militar (IPM) continua em andamento para investigar o que aconteceu.

    "A Secretaria da Segurança Pública ressalta que a conduta dos policiais envolvidos na ação de Piracicaba não condiz com os protocolos operacionais da PM, razão pela qual foram afastados das atividades operacionais."

    Após a conclusão desse inquérito, a corporação deve decidir se vai ser tomada alguma medida a respeito da conduta deles.

    O que diz a PM?

    A Polícia Militar informou, em nota na terça-feira (2), que o homem foi agressivo e xingou os policiais enquanto eles abordavam uma motocicleta suspeita no bairro. Os agentes tentaram contê-lo, mas o homem teria resistido e tentado fugir.

    Ainda conforme a corporação, durante a tentativa de algemamento, familiares interferiram na ação, hostilizaram a equipe e tentaram impedir a prisão. "Foi necessário o uso de força física para garantir a segurança da equipe e efetuar a prisão do indivíduo."

    g1 questionou a PM sobre a violência durante a abordagem e a corporação informou que ao ter acesso às imagens instaurou uma Portaria de Inquérito Policial, com a finalidade de apurar as circunstâncias dos fatos.

    https://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2024/04/04/o-que-se-sabe-sobre-caso-dos-policiais-que-agrediram-cadeirante-durante-abordagem-em-piracicaba.ghtml