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sábado, 12 de setembro de 2015

Presos em São Paulo 14 policiais envolvidos na morte de dois Homens







Presos em São Paulo 14 policiais envolvidos na morte de dois homens

  • 12/08/2015 - 15h28
Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil
Edição Beto Coura

Quatorze policiais da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) tiveram prisão preventiva decretada após a Corregedoria da Polícia Militar (PM) ter chegado a indícios de que eles podem ter executado na última quinta-feira (6) dois homens na zona norte da capital paulista. Segundo o corregedor da PM, coronel Levi Felix, foram feitos 16 disparos, mas ainda não se sabe se todos os policiais presos atiraram.
Os PMs integravam duas equipes da Rota, reunindo quatro sargentos, quatro cabos e seis soldados. Na versão deles, as mortes ocorreram após um confronto, na Avenida Felipe Pinel, no bairro Pirituba. Segundo os policiais, as vítimas resistiram à ordem de parar e, na fuga, perderam o controle do carro. Então, passaram a atirar contra os policiais, que revidaram. Um dos homens conseguiu escapar, disseram os PMs.
Porém, essa versão foi desmontada: as mortes ocorreram às 14h, na Avenida Felipe Pinel, mas uma das vítimas, Hebert Pessoa, foi abordada por volta das 11h por uma das equipes da Rota, em Guarulhos.
O relato foi feito por um amigo da vítima. Os dois saíram de Diadema, no ABC Paulista, para furtar residências. Hebert ficou no carro enquanto o parceiro tocava a campainha de uma casa para checar se não havia ninguém na casa. Nesse momento, os policiais da Rota, que voltavam de uma escolta de presos conduzidos àquela cidade, abordaram apenas Herbert.
Por meio de radares, a corregedoria conseguiu detectar que o mesmo veículo de Hebert, um Palio, passou pela Avenida Edgar Facó, em Pirituba, e, logo em seguida, foi registrada passagem de umas das viaturas da Rota. Uma das hipóteses averiguadas é que as mortes podem ter ocorrido fora do local relatado.
Além da conduta dos policiais, a corregedoria investiga se de fato procede a versão deles de que, com os suspeitos foram encontrados uma submetralhadora de 9 milímetros, um revólver, um colete à prova de balas e duas bananas de dinamite. Uma das armas foi subtraída da PM de Diadema, cidade onde morava um dos suspeitos mortos.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

POLÍCIA REPRIME MANIFESTAÇÃO NA UNIFESP

GUARULHOS E PRENDE 25 ESTUDANTES ....

 A Polícia Militar reprimiu de forma violenta e deteve 25 estudantes na Unifesp em Guarulhos na noite desse dia 14 de junho. Os alunos detidos foram encaminhados à Polícia Federal na Lapa, zona oeste de São Paulo e, nesse dia 15, 23 deles estavam sendo encaminhados a um Centro de Detenção Provisória, indiciados por crimes como formação de quadrilha e danos ao patrimônio público. Os estudantes da Unifesp estão em greve desde o dia 23 de março contra as precárias condições da universidade e por direitos estudantis. A reitoria, por outro lado, além de se negar a negociar, trata o movimento como caso de polícia. Ação da ultra e resposta brutal da polícia O episódio ocorreu após uma assembleia intercampi que envolveu estudantes de outras unidades, como Guarulhos, Diadema e São José dos Campos. Terminada a assembleia no final da tarde, os estudantes resolveram realizar uma manifestação contra a violenta desocupação da Diretoria Acadêmica da universidade, realizada pela PM no último dia 6, quando 43 estudantes foram detidos. Alguns grupos de ultraesquerda, porém, tentaram transformar o protesto em uma nova tentativa de ocupação da diretoria. O diretor do campus, Marcos Cezar, chamou a polícia, que já chegou de forma truculenta ao local. A PM, como mostra claramente um vídeo gravado por um estudante, reagiu com brutal violência. As imagens mostram com nitidez quando, em determinado momento, um policial simplesmente "sequestra" uma estudante e a leva do local, sendo seguido pelos alunos. A ação desatou uma repressão brutal, com tiros de balas de borracha e gás lacrimogêneo. Vários estudantes ficaram feridos.

PM provoca tumulto e violência na UNIFESP Guarulhos!
Publicado em 14/06/2012

 No vídeo, o policial puxa uma estudante e a leva para longe em meio a um protesto, após algum tempo, ouvi-se tiros e muito tumulto, em seguida, um estudante aparece machucado (sangrando). As especulações que rodam nas redes sociais e em alguns sites de notícias é de que foi um ATO TERRORISTA, basta saber o que aconteceu. Todos os protestantes que se encontravam ali foram presos nesta madrugada (15/06) e um deles terminou no hospital, onde recebeu atendimento médico. Meu Canal é um espaço para JOGOS. Porém, faço parte de uma universidade Federal, é meu dever mostrar a verdade.


"Foi mais uma ação desastrada da ultra e uma repressão brutal da polícia, toda uma situação causada, na verdade, pela intransigência da reitoria, que se nega a negociar depois de 85 dias de greve", afirma o estudante da Unifesp, Pedro Camargo, da Executiva Estadual da ANEL. 

Condições precárias
Os estudantes da Unifesp estão em greve e mobilizados contra a precária e insuficiente estrutura da universidade, que sequer tem condições de abrigar todos os alunos, obrigados a utilizarem salas de aula de escolas públicas da região. A pauta de reivindicações dos estudantes é de 2007 e exige, entre outros pontos, ampliação da biblioteca, laboratórios, moradia estudantil e creche. A reitoria, no entanto, não negocia e sequer aceita participar de audiências públicas para discutir os problemas.

Atualização dia 15, às 22h: Na noite dessa sexta-feira o juiz da 1ª Vara Federal ordenou a libertação dos estudantes detidos. Eles, porém, continuarão respondendo pelos crimes em que foram indiciados


http://www.pstusp.org.br/Noticias/Juventude/Pol%C3%ADcia+reprime+manifesta%C3%A7%C3%A3o+na+Unifesp-Guarulhos+e+prende+25+estudantes.shtml

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Policiais e fiscais sabiam da "Petrobalde"

Em Guarulhos (SP) 21/2/2013 21h43
O Jornal da Record denunciou ontem um esquema criminoso de desvio, venda e adulteração de combustíveis, no meio da rua, em Guarulhos, na grande São Paulo e também acompanhou a polícia numa operação para tentar por fim à ação da quadrilha. Nesta quinta (21), o repórter Eduardo Ribeiro voltou ao lugar batizado de “petrobalde”.