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domingo, 4 de outubro de 2015

Investigação aponta envolvimento de PMs de Natal com o tráfico de drogas
Operação Novos Rumos foi deflagrada na manhã desta terça (29) em Natal. Segundo o MP, Vara da Auditoria Militar expediu 12 mandados de prisão.
29/09/2015 07h18 - Atualizado em 29/09/2015 08h19
Do G1 RN
O Ministério Público do Rio Grande do Norte deu início na manhã desta terça-feira (29) a uma ação de combate à corrupção dentro da Polícia Militar. Denominada de ‘Novos Rumos’, a operação é resultado de 10 meses de investigação. Ainda segundo o MP, a Vara da Auditoria Militar expediu 12 mandados de prisão. As ordens estão sendo cumpridas por policiais do BOPE e do Batalhão de Choque.
Ainda segundo o MP, há indícios de que policiais militares do 9º BPM estão envolvidos com o tráfico de drogas em Natal, e que estes também teriam relação com Joel Rodrigues da Silva, preso na última sexta-feira (25) durante a Operação Citronela. ‘Joel do Mosquito’, como é conhecido o investigado, é apontado pelas investigações do MP como líder de uma organização criminosa que há vários anos atua na comunidade chamada 'Favela do Mosquito', que pertence ao bairro das Quintas, na Zona Oeste da capital. 
Operação Citronela
A ‘Operação Citronela’ foi realizada na última sexta-feira (25), em Natal, em combate a crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
O vídeo ao lado mostra o momento em que PMs cruzam o rio Potengi para dar cumprimento a mandados de prisão, busca e apreensão na Favela do Mosquito. Já com o dia claro, acontece o desembarque.
Favela do Mosquito, que fica no bairro das Quintas, foi o principal alvo do cumprimento dos mandados (Foto: Ediana Miralha/Inter TV Cabugi)Favela do Mosquito foi alvo do cumprimento dos
mandados (Foto: Ediana Miralha/Inter TV Cabugi)
Ao todo, foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão e duas pessoas foram presas. Uma delas foi Joel Rodrigues da Silva, que possui condenação criminal por tráfico de entorpecentes, tendo constituído ao longo do tempo um vasto patrimônio distribuído em nome de terceiros e gerenciado de modo a ocultar a origem ilegal dos recursos.
“Ao longo da investigação ficou comprovado que o grupo é responsável pela gestão de um elevado patrimônio, avaliado em mais de R$ 1 milhão, composto por automóveis de luxo, apartamentos, terrenos em condomínios de praias e em outros locais de alta valorização imobiliária, uma empresa de construção civil, dois salões de beleza e cafeteria em área nobre da capital”, afirmou o MP.
Por fim, foi determinada a indisponibilidade dos bens dos investigados e das empresas utilizadas para lavagem de dinheiro. Também foram apreendidas armas, drogas e considerável quantidade de dinheiro.
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COMENTÁRIOS
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RECENTES
POPULARES
  • Hgdeucher
    HÁ 5 DIAS
    Quando forem começar a investigar a PM de Santa Catarina vai ter neguinho com o "C" apertado..
    • Gerson Neto
      HÁ 5 DIAS
      "Bandido bom é bandido ...."
      • Tormin
        HÁ 5 DIAS
        Vocês da globo falam muito da ditadura militar ,porém estão piores ! Vivem censurando comentários . Cade a liberdade de expressão ?
        Rio Grande do Norte›

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