Relatório da ONU recomenda fim da polícia militar no Brasil

 
 
 
 
 
 
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Conselho de Direitos humanos criticou “execuções extrajudiciais” e defendeu que país investigue crimes da ditadura
Polícia Militar
O Conselho de Direitos Humanos da ONU pediu nesta quarta-feira (30/05) ao Brasil maiores esforços para combater a atividade dos “esquadrões da morte” e que trabalhe para suprimir a Polícia Militar, acusada de numerosas execuções extrajudiciais.
Esta é uma de 170 recomendações que os membros do Conselho de Direitos Humanos aprovaram hoje como parte do relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil, uma avaliação à qual se submetem todos os países.
A recomendação em favor da supressão da PM foi obra da Dinamarca, que pede a abolição do “sistema separado de Polícia Militar, aplicando medidas mais eficazes (…) para reduzir a incidência de execuções extrajudiciais”.
A Coreia do Sul falou diretamente de “esquadrões da morte” e Austrália sugeriu ao governo brasileiro que outros governos estaduais “considerem aplicar programas similares aos da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) criada no Rio de Janeiro”.
Já a Espanha solicitou a “revisão dos programas de formação em direitos humanos para as forças de segurança, insistindo no uso da força de acordo com os critérios de necessidade e de proporcionalidade, e pondo fim às execuções extrajudiciais”.
O relatório destaca a importância de que o Brasil garanta que todos os crimes cometidos por agentes da ordem sejam investigados de maneira independente e que se combata a impunidade dos crimes cometidos contra juízes e ativistas de direitos humanos.
O Paraguai recomendou ao país “seguir trabalhando no fortalecimento do processo de busca da verdade” e a Argentina quer novos “esforços para garantir o direito à verdade às vítimas de graves violações dos direitos humanos e a suas famílias”.
A França, por sua parte, quer garantias para que “a Comissão da Verdade criada em novembro de 2011 seja provida dos recursos necessários para reconhecer o direito das vítimas à justiça”.
Muitas das delegações que participaram do exame ao Brasil concordaram também nas recomendações em favor de uma melhoria das condições penitenciárias, sobretudo no caso das mulheres, que são vítimas de novos abusos quando estão presas. Neste sentido, recomendaram “reformar o sistema penitenciário para reduzir o nível de superlotação e melhorar as condições de vida das pessoas privadas de liberdade”.
Olhando mais adiante, o Canadá pediu garantias para que a reestruturação urbana visando à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 “seja devidamente regulada para prevenir deslocamentos e despejos”.
Fonte: OperaMundi
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    A questão principal abordada no relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil diz respeito à violação dos direitos humanos ainda presentes no nosso país. A proposta das delegações que compõe a ONU incluem entre outras, a proposta da Dinamarca, de supressão da Polícia Militar, objetivando o fim de execuções extrajudiciais e, consequentemente, a garantia dos direitos humanos. A principal abordagem do tema refere-se a investigação de crimes cometidos por agentes da ordem, que devem ser feitos de forma independente, e crimes cometidos contra juízes e representantes dos direitos humanos. Grande maioria das delegações concordam na necessidade de o país, através da Comissão da Verdade instituída no final de 2011, investigar os crimes cometidos por agentes do Estado durante o período da ditadura militar. Além da necessidade de implantação de melhorias nos sistemas prisionais, onde ainda ocorrem constantes violações dos direitos humanos, e a reestruturação desses direitos através da ponderação e proporcionalidade, buscando o fim das execuções extrajudiciais.
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    A recomendação feita no relatório da ONU, segundo a qual o Brasil deveria dar fim à Polícia Militar só surpreende pela “coragem” da crítica direta no lugar de termos diplomáticos mais sutis, pois o problema é de conhecimento geral. Em muitos lugares do Brasil, há verdadeira milícia onde deveria haver a Polícia Militar. Não se trata “apenas” de execuções extrajudiciais, mas do crescimento de um poder paralelo, que controla as favelas e o tráfico de drogas, cujas ações são baseadas em suborno e corrupção. É inadmissível que uma instituição criada para defender, alimente a mortandade, a violência e a crueldade da maneira como acontece no Brasil. Falta transparência nas atitudes da PM, visto que há muitos casos omissos de mortos e desaparecidos em confrontos entre a população e os policiais. Falta esclarecimento à população quanto às ações policiais e a seu resultado, e, como bem mostrado na charge da notícia acima, as estatísticas não são confiáveis. É verdade que o Brasil tem dificuldade em punir os assassinos que são ou foram “autoridades”, o que se constata pela criação tardia da Comissão da Verdade e pela impunidade na qual viveram muitos torturadores e partícipes das barbáries cometidas nos porões da ditadura.
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    O relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU fez várias sugestões ao Brasil, no que tange os Direitos Humanos, como a investigação dos crimes cometidos pelo Estado Brasileiro na época da ditadura, os abusos cometidos pelo polícia militar brasileira, os possíveis abusos que podem ocorrer, como despejos, por exemplo, quando forem realizadas as diversas obras para preparar o país para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. O relatório também abordou as condições das prisões brasileiras, e chegou a sugerir o fim da polícia militar, como organização separada da sociedade, com o objetivo de responsabilizar os autores de abusos e execuções extrajudiciais.
    O relatório apresenta sugestões muito pertinentes. O Brasil tenta adquirir o status de país moderno, possuidor de grande diversidade cultural, pacífico, mas ainda peca quando se fala de direitos humanos. O fim da ditadura proporcionou a volta da liberdade de expressão, e a aquisição de muitos direitos pela sociedade, mas o país ainda enfrenta situações absurdas, inadmissíveis e incondizentes com o Estado Democrático de Direito que se tenta construir em seu território.
    É preciso reformar a polícia brasileira. É notável que as corporações que deviam defender os direitos e proteger a integridade da sociedade cometem violações inadmissíveis aos direitos previstos na Constituição de 1988. No entanto, é preciso entender que instituições arbitrárias como a Polícia Militar são o reflexo de uma sociedade civil que carece de muitos recursos, como a educação, a saúde, a infra-estrutura e segurança.
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    O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas recomenda o fim dos esquadrões da morte no Brasil. A ONU acha também que o combate à violência passa pela extinção das policias militares em todo país. A Dinamarca sugeriu o fim do sistema separado entre as policias militares e civis, que fez também outra critica: O Brasil precisa diminuir o numero de execuções praticadas por policiais.
    A unificação das policias traria benefícios a segurança publica e, além do corte de gastos, haveria mais eficiência na redução das taxas de criminalidade.
    O caso mais emblemático ocorrido recentemente foi o assassinato da juíza Patrícia Acioli, executada com 21 tiros, por dois policiais militares.
    O treinamento militar é totalmente incompatível com as políticas de segurança pública.
    Prevenção do crime, policiamento, investigação criminal, controle prisional, atuação em tumultos, atuação de negociadores e similares podem ser feitos por uma única polícia devidamente treinada para isto.
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    Em 2009 o governo norte americano em nota ofical revelou publicamente documentos, que admitem e comprovam a atuação dos EUA ao apoiar, financiar e participar da ditadura brasileira. A ONU deve sugerir tambem o fim tambem deste esquadrao da morte que tanto mal fez ao nosso país.
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    Não é de hoje que o Brasil enfrenta sérios problemas quando o assunto é Direitos Humanos X PM. O “poder paralelo” que a polícia exerce sobre os cidadãos precisa ser combatido, revisando assim os critérios de proporcionalidade e necessidade com que exercem suas forças para combater os antigos crimes da ditadura que permeiam pelo país com um sentimento de impunidade das famílias vítimas dessa lástima. A PM não pode se ver isolada do Governo e muito menos dos ativistas dos Direitos Humanos; a relação desses membros tem que ser conjunta, visando acabar com as execuções extrajudiciais que fazem com que a investigação dos crimes da ditadura se torne algo cada vez mais injusto e desigual,criando um desconforto geral na sociedade. O conselho de Direitos Humanos da ONU ao pedir ao Brasil maiores esforços para acabar com a atividade dos “esquadrões da morte” e entao a supressão da PM, acredito que comete um erro, pois a PM é extremamente necessária para que o trabalho da Comissão da Verdade seja concluído, e o problema do Brasil, na minha concepção, nao está na PM, mas sim em qualquer força de segurança que seja exercida no país. O que tem que mudar, é a forma de agir nessa atividade proposta de combate aos antigos crimes da ditadura, e não a força de segurança. A polícia pode agir sim, sendo coerente com os critérios de necessidade e proporcionalidade, assim como afirmou a Espanha na EPU (exame periódico universal) do Brasil.
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    De fato, a história das polícias brasileiras como um todo e não só a polícia militar, é marcada por autoritarismo e desrespeito aos direitos humanos. O que cabe entender é que esta polícia arbitrária é aquela que foi assim projetada na ditadura militar, para abafar revoltas e manter o governo militar onde estava, sem dar espaço para críticas. Desde o fim da ditadura militar e principalmente após a CR88, esta polícia mudou muito. Hoje ela é mais digna da confiança do cidadão do que antes, há setores voltados diretamente para os direitos humanos tanto dentro da PM quanto dentro da Polícia Civil. Há preocupação com a comunidade e esse tipo de coisa, que jamais se imaginaria antes.
    Entretanto, o estigma lançado pelos anos de tortura e a existência de policiais que viveram aquela época ainda ocupando cargos, sobretudo os de chefia, pela antiguidade no cargo, acabam por não permitir que essa polícia que mata para aliviar o serviço vá embora de vez.
    Falando em matar para facilitar o serviço, temos no Brasil um triste cenário, pois a lei é quase nada eficaz quando o assunto é combate à criminalidade, há muitas dificuldades para se condenar alguém e pouco aparato do judiciário e da polícia para atuar rapidamente e de forma eficaz.
    O que ocorre, tantas vezes, é que a polícia, único setor estatal a chegar em vários morros e locais distantes da atenção dos governantes, acaba pegando para si toda a responsabilidade por um problema que é maior, envolve as políticas criminais, a situação de pobreza e miserabilidade em que vivem tantos brasileiros, a falta de oportunidade, a desigualdade absurda e tanto outros motivos.
    O foco do texto, que consiste na desmilitarização é algo pensado até mesmo por setores internos das polícias militares. E considero uma decisão acertada, pois muitos policiais militares advogam pelo fim da farda e da continência por sofrerem, eles próprios, com os excessos mascarados dos chamados pilares da hierarquia e disciplina.
    A organização da PM é notável se comparada, por exemplo, a organização da Polícia Civil, em termos de administração, logística, mas é preciso pensar outra forma de ser eficiente do que a vigente, baseada ainda no chicote, seja dentro do quartel seja nas rua. Assim se comete abusos contra os cidadãos fardados e os não- fardados.
    Por fim, uma apelo contra as generalizações e julgamentos: Os policiais em si são pessoas de camadas baixas e médias da população, que não pensaram o sistema como ele é e nem sempre concordam com o quadro presente. Muitos buscam otimizar suas ações com respeito aos cidadãos, com atenção e etc, mas isso não é visto, pois o que chama mais atenção é a notícia do errado, do abuso.
    Concordo com a desmilitarização, mas não irão as pessoas confundir fim da farda com o fim do respeito? Pois outra coisa grave é a falta de respeito e apoio às polícias no Brasil. O cidadão de bem, não sem razão, tem medo da polícia. Mesmo tendo razão, é lamentável.
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    O relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU fez várias sugestões ao Brasil, no que diz respeito à violação dos direitos humanos ainda presentes no nosso país. O fim da Polícia Militar no Brasil é um tema extremamente debatido internamente, mas que infelizmente ainda não atingiu a repercussão esperada para que um verdadeiro debate, com possíveis decisões, seja iniciado. A realidade é que a Ditadura ainda causa pavor aos brasileiros, em especial àqueles que conviveram no período e tiveram suas vidas e as vidas de familiares afetadas pelo cruel regime. Dessarte, a polícia militar, pelo sua história e até mesmo pelo seu próprio nome, causa arrepios e traumas, ainda mais quando se vê o recorrente abuso de autoridade e o desrespeito aos direitos humanos.
    Os antigos crimes da ditadura permeiam pelo país com um sentimento de impunidade das famílias vítimas dessa lástima. Entretanto, a PM não pode se ver isolada do Governo, pois é na realidade um órgão deste, que representa na realidade o seu poder de polícia e toda a violência do Estado. Voltando ao assunto da ditadura, é incompreensível que a ONU pressione a Espanha a mudar sua política de anistiar os envolvidos na ditadura do Franco, e nada opine a respeito da lei de anistia militar brasileira.
    O que se vê de tudo isso, é que as organizações internacionais agem conforme sua conveniência, para manterem sua imagem “limpa” dentro do cenário político internacional. Assim, a imagem que fica é que somente quando há de fato alguma pressão dos direitos humanos, é que a ONU parece agir. Portanto, enquanto o debate da desmilitarização da PM não adquirir força suficiente internamente (dentro do próprio Brasil), possivelmente a ONU se manterá inerte quanto ao assunto.
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    A posição da ONU em relação a prevalência da vida e em respeito aos Diretos Humanos é muito louvável e de fundamental importância na busca da paz entre os povos. Porém, no tocante a essa questão de acabar com a Polícia Militar é um assunto muito sensível em se tratando de Brasil e seus histórico social. Não se posicionando em justificativa de que a execução extra judicial deva ser aceita, mas não se deve reduzir e simplificar as atividades da Polícia Militar somente a “matar”. A própria polícia brasileira busca meios para que a sua atividade seja mais pacificadora do que de conflito , como é o caso das UPPs e também os projetos de melhoramento social como o PROERD . É de se entender que um país como a Dinamarca ache absurdo as execuções que ocorrem no Brasil, e que é absurdo mesmo, mas a supressão da polícia como recomendou a Dinamarca é uma questão complicada num país em que o amparo do Estado é fraco e uma desigualdade latente só contribui para criminalidade. Uma mudança se faz necessário sim, uma revisão das políticas de segurança públicas devem ser implementadas, mas isso só ocorrerá de forma gradual . A supressão abrupta das polícia no Brasil seria o caos se não houvesse outra medida de segurança pública. A ONU está correta em sempre buscar paz , a pacificação e garantia dos direitos humanos, porém esse tema é de complexa análise , pois a solução esbarra em problemas sociais e políticos .
    Daniel Felipe Fernandes Silva
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    O Brasil possui um histórico de violência muito grande, não somente por parte da polícia, assim como do estado. A polícia militar teve seu ápice de repressão durante a ditadura no nosso país, desde então continua com o mesmo sistema de ação.
    O treinamento da polícia militar é baseado em moldes militares, típicos das forças armadas. Nesse contexto, em caso de protestos ou desentendimentos a PM utiliza a violência bélica para encarar tais problemas, o que também propicia os elevados números de violência cometidos por policiais.
    O Brasil, por conta do tema da violência da PM, recebe muita pressão externa para sanar esse e outros problemas, como foi no caso da recomendação do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Apesar de toda a repercussão do assunto, a solução ainda parece estar longe de acontecer, pois os problemas que acontecem na polícia militar são reflexos de uma sociedade violenta, e da ineficiência do Estado de propiciar segurança para sua população.
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    O treinamento da polícia militar é baseado em moldes militares, típicos das forças armadas. Nesse contexto, em caso de protestos ou desentendimentos a PM utiliza a violência bélica para encarar tais problemas, o que também propicia os elevados números de violência cometidos por policiais.
    O Brasil, por conta do tema da violência da PM, recebe muita pressão externa para sanar esse e outros problemas, como foi no caso da recomendação do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Apesar de toda a repercussão do assunto, a solução ainda parece estar longe de acontecer, pois os problemas que acontecem na polícia militar são reflexos de uma sociedade violenta, e da ineficiência do Estado de propiciar segurança para sua população.
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    Os direitos humanos estão na base de criação da ONU e é um dos objetivos da organização. Desde sua criação foram elaborados inúmeros tratados para o controle desses direitos. Porém esse tema causa grande polêmica, ainda mais quando se pede o fim da policia militar, que é um dos órgãos de proteção à sociedade.Não se pode negar, que a policia militar em sua essência é bem violenta e há um número assustador de mortes em suas operações, em grande parte morte de inocentes. A discussão gira em torno do treinamento dos policiais e se eles estão realmente preparados para lidar com qualquer situação cotidiana, já que o Brasil é um pais com grande indice de violência. No caso recente de manifestações no pais, a policia mostrou-se totalmente despreparada, já que várias pessoas foram atingidas simplesmente por estarem no protesto, de forma pacifica, ou seja, eles se voltavam contra todos que ali estavam. No momento como esse, é dificil achar de quem é a culpa. Seja dos proprios policiais, ou um governo com pouca eficiência. Mesmo diante de tantos problemas enfrentados, o fim da policia militar, a meu ver, seria caótico. Além de poder de investigação de crimes, existe o poder de coerção e de ordem que é essencial a uma sociedade. Para que consiga chegar a uma melhoria nesse sentido, é necessário uma mudança de forma geral no pais. Melhorar o treinamentos desses PM’s e o governo agir com maior interesse com a segurança do pais seria um começo.
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    Há anos estamos vivendo a mesma polêmica: polícia X direitos humanos. Frequentemente vemos na mídia casos em que PMs são flagrados batendo em criminosos (suspeitos ou já presos), o que gera uma divisão de opiniões na sociedade, uns defendendo os agredidos, criticando a violência policial, e outros em defesa dos Policiais Militares.
    A questão é que a sociedade tem que refletir e rever seus conceitos para melhor entender os problemas que os policiais tem que enfrentar e dar suporte para eles na luta para um maior investimento em segurança pública, justa valorização do salário e apoio às famílias de policiais que são vítimas da criminalidade. As polícias Civil e Militar, precisam de muito mais investimentos (homens,armamento,treinamento, salários justos, jornada de trabalho digna).
    A sociedade também tem que se conscientizar de que os Direitos Humanos foram criados para defender qualquer cidadão, seja ele o ”cidadão de bem” não infrator, ou aqueles considerados como bandidos/criminosos. Minorias e maioria dominante, ou seja, os Direitos humanos visa defender as pessoas sem nenhuma distinção, pois, até o pior dos ”bandidos” preserva sua natureza humana.