Jornal Flit Paralisante
Polícia, Política, Justiça e a liberdade de expressão sem cerimonial – por rcguerra
Polícia Civil instaura inquérito contra PMs que intimidaram professores e alunos de Escola Estadual de Sorocaba
ATENTADO A DIREITOS HUMANOS
Inquérito apura conduta da PM após trabalho escolar sobre violência
OAB denunciou possível abuso de autoridade por parte de policiais.
Cartaz exposto em escola de Sorocaba questionava violência policial.
Trabalho causou polêmica ao questionar trabalhoda PM (Foto: Reprodução/ Facebook)
A Polícia Civil abriu nesta semana um inquérito para apurar um suposto abuso de autoridade de policiais militares em uma polêmica envolvendo estudantes e um professor da Escola Estadual Professor Aggêo Pereira do Amaral, emSorocaba (SP).
A polêmica começou depois que a foto de um cartaz exposto na escola foi publicada nas redes sociais. O banner fazia parte de um trabalho escolar de filosofia que classificava a PM como um “grande problema na atualidade”. Ao saber sobre o trabalho, a PM emitiu uma nota de repúdio em que criticou a atitude do professor, Valdir Volpato, e da escola. Estudantes afirmam que a presença de policiais passou a ser constante do lado de fora da escola, como forma de intimidação.
De acordo com o delegado Alexandre Cassola, responsável pelas investigações, o inquérito foi instaurado após pedido da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Sorocaba. “Vamos apurar se houve injúria qualificada contra o professor, no sentido de ser um servidor público e a injúria possivelmente ser realizada no exercício de função”, explica.
O G1 procurou a Polícia Militar para falar sobre a abertura do inquérito, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
Denúncia
Para o advogado da comissão da OAB, Hugo Batalha, a injúria foi registrada na nota de repúdio emitida pela PM e que foi replicada em redes sociais com críticas nominais ao professor Valdir Volpato, responsável pelo projeto. O texto da PM classificou a postura do docente como “infeliz” ao cometer um “erro lastimável”. “A nota oficial ofende expressamente o professor e não pode ser considerada nenhuma questão de interpretação”, afirma o advogado.
Para o advogado da comissão da OAB, Hugo Batalha, a injúria foi registrada na nota de repúdio emitida pela PM e que foi replicada em redes sociais com críticas nominais ao professor Valdir Volpato, responsável pelo projeto. O texto da PM classificou a postura do docente como “infeliz” ao cometer um “erro lastimável”. “A nota oficial ofende expressamente o professor e não pode ser considerada nenhuma questão de interpretação”, afirma o advogado.
O representante da OAB também denunciou o relato feito por estudantes e professores sobre uma presença constante de policiais militares na escola sem motivo aparente após a divulgação do trabalho. “Percebemos que a gravidade das ações da PM dentro da escola na tentativa de censurar o conteúdo da grade curricular. Isso teve um nítido caráter intimidatório porque não é atribuição da PM fazer patrulhamento de conteúdo escolar.”
Ainda segundo Batalha, um documento semelhante ao entregue na Delegacia Seccional de Sorocaba também foi enviado para a corregedoria da Polícia Militar.
De acordo com Cassola, três representantes da escola já foram ouvidos nesta semana. Entre eles está o professor responsável pelo trabalho. “Ele sinalizou que se sentiu censurado pelos policiais no momento em que passaram a querer determinar como deveria ser o trabalho pedagógico e injuriado quando o nome dele foi divulgado no Facebook como ‘infeliz’”, explica o delegado.
O delegado deve oficiar o comando da PM para inicialmente saber quem foram os policiais que estiveram presentes na escola. As investigações vão se estender por 30 dias, prazo que pode ser prorrogado. Como se trata de um crime de menor potencial ofensivo, possíveis indiciados poderão responder criminalmente em liberdade e, dependendo da interpretação da PM, no âmbito administrativo militar.
Repúdio
A PM foi questionada na manhã de quarta-feira (30) sobre a abertura do inquérito por parte da Delegacia Seccional de Sorocaba, mas não respondeu à solicitação do G1 até a publicação desta reportagem. A polícia também não comentou a possível abertura de um processo administrativo na corregedoria para apurar as denúncias da OAB.
A PM foi questionada na manhã de quarta-feira (30) sobre a abertura do inquérito por parte da Delegacia Seccional de Sorocaba, mas não respondeu à solicitação do G1 até a publicação desta reportagem. A polícia também não comentou a possível abertura de um processo administrativo na corregedoria para apurar as denúncias da OAB.
No dia 17 de setembro, a corporação emitiu uma nota de repúdio que foi publicada na internet e foi replicada nas redes sociais. “Não queremos acreditar que, em pleno século XXI, profissionais da área de ensino posicionem-se de maneira discriminatória, propagando e incutindo o discurso de ódio em desfavor de profissionais da segurança, estimulando seus alunos a agirem sem embasamento e direcionando-os de acordo com ideologias anacrônicas, que em nada contribuem para a melhoria da sociedade”, dizia a nota.
Estudantes realizaram protesto a favor de projetosobre violência policial (Foto: Jomar Bellini/G1)
Classificando a charge como “infeliz”, a Polícia Militar afirmou que “sempre foi e será grande defensora dos direitos humanos e dos deveres morais, éticos e legais da sociedade”. A nota da PM ainda criticou a forma como o trabalho foi feito, com base em “matérias jornalísticas e material de criação confeccionados por pessoas parciais” e “longe de ser uma metodologia aceitável”. A corporação encerrou a nota afirmando que repudiava “a postura do infeliz professor, caso efetivamente tenha ocorrido esse erro lastimável”.
Cartaz polêmico
O trabalho, entitulado “Violência Policial”, questiona a ação da Polícia Militar no Estado de São Paulo e foi produzido por alunos do ensino médio. O cartaz explica as etapas do projeto e diz, na conclusão, que os policiais “acabam sendo considerados um grande problema na atualidade usando a força para obter melhores resultados”.
O trabalho, entitulado “Violência Policial”, questiona a ação da Polícia Militar no Estado de São Paulo e foi produzido por alunos do ensino médio. O cartaz explica as etapas do projeto e diz, na conclusão, que os policiais “acabam sendo considerados um grande problema na atualidade usando a força para obter melhores resultados”.
De acordo com o projeto, o objetivo seria levantar “uma reflexão do quanto a polícia viola os deveres morais, éticos e legais com ações que contrariam as leis”. A reportagem do G1 entrou em contato com o professor Valdir Volpato na época em que surgiu a polêmcia, mas ele afirmou que não se pronunciaria sobre o caso.
O trabalho especifica as discussões realizadas em torno do tema, levantando a “questão da violência policial contra a população” alegando que a PM “usa a vingança para obter resultados”. Ainda segundo o cartaz, o trabalho foi produzido utilizando como base reportagens publicadas em jornais e em pesquisas na internet.
A peça de divulgação do trabalho traz também uma imagem do chargista Lattuf publicada em 2013, quando a Câmara Municipal de São Paulo votou um projeto de lei concedendo a homenagem “Salva de Prata” às Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). A imagem mostra um policial com uma cabeça de caveira segurando um caixa com um homem morto e os dizeres “pelos relevantes serviços prestados”.
A publicação do banner nas redes sociais gerou críticas aos alunos que participaram do projeto e ao professor. Após a nota de repúdio da PM, estudantes chegaram a fazer um protesto em defesa da escola.
Regina Viana, diretora da escola, defendeu oprojeto durante protesto (Foto: Jomar Bellini/G1)
O Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) e a OAB também realizaram um ato em repúdio à suposta intervenção da PM na escola estadual. O evento aconteceu no dia 28, no Núcleo de Educação, Tecnologia e Cultura, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e contou com a presença do professor Valdir Volpato, responsável pelo trabalho, e do chargista Carlos Latuff, que chegou inclusive a publicar uma nova charge após a polêmica.
Outros cartazes
O trabalho foi realizado após um ciclo de palestras das disciplinas de História, Filosofia e Sociologia onde os estudantes trabalham, desde o começo do semestre, o livro “Vigiar e Punir”, do filósofo francês Michel Foucault.
O trabalho foi realizado após um ciclo de palestras das disciplinas de História, Filosofia e Sociologia onde os estudantes trabalham, desde o começo do semestre, o livro “Vigiar e Punir”, do filósofo francês Michel Foucault.
Em entrevista ao G1 em 17 de setembro, dia em que os estudantes fizeram o protesto, a diretora da escola defendeu o projeto e afirmou que a ideia era promover uma reflexão sobre a sociedade.“Não faltou orientação. Está dentro da obra do Foucault e não foi tirado isoladamente. O fato de a foto do cartaz ser pinçado isoladamente, fora do contexto, é que deu este problema. Teria que ler desde o primeiro porque são mais de 20 banners. Pegaram justamente sobre a violência policial, mas não quer dizer que a polícia é violenta”, disse.
Viana comentou também sobre o conteúdo do cartaz. “O cartaz foi produzido com base em pesquisas na internet e não busca denegrir a imagem da polícia.” Em outros cartazes relacionados ao ciclo de palestras e que estão expostos no saguão de entrada da escola são abordados temas como o sistema carcerário em geral e a facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios de São Paulo.
A diretora disse que, diferentemente do que os estudantes afirmam, a escola não recebeu nenhum tipo de represália da Polícia Militar, apenas críticas de publicações em redes sociais.
Charge faz crítica à possível intervenção da PM

Mas, qual a função do professor ou daquele que se julga educador, remunerado pelos cofres do Estado e custeado pelos recursos do Povo?
Muito ainda se fala dos tempos da ditadura (ou Revolução, como queiram!) e eu não vivi aquela realidade. Todavia, após 1985 (quando já estava alfabetizado) passei a ter contato com livros antigos da matéria OSPB e posteriormente, tive aulas de “Moral e Cívica” na 4ª série. Antes (OSPB) e depois (Moral e Cívica) pude notar algo em comum: formação da criança/adolescente para compreender (ainda sem questionar criticamente) o papel do Estado. A intenção era fortalecê-lo.
E hoje? As crianças e adolescentes sabem que o Poder Legislativo “faz leis”, que o Executivo “aplica as leis” e que o Judiciário “julga as pessoas que não cumprem as leis”? Nem isso sabem…
E o que vemos agora?
Sei que o Estado pode ser opressor e os abusos e omissões NÃO são cometidos por um ente abstrato, mas SÃO COMETIDOS por GENTE (homens e mulheres, jovens ou não) que está de passagem pela estrutura do Estado.
A polícia está OPRIMINDO/ELIMINANDO/MASSACRANDO? Não tenho dúvida de que esta é a opinião do professor, pretenso educador que, salvo engano, ESTÁ USANDO OS ALUNOS para expressar a sua convicção? Talvez até por medo exercer o seu direito de manifestação e vir a ser punido pelo seu “chefe”, que é o mesmo “patrão” da PM.
Faltou ao professor, com todo o respeito, a mesma CORAGEM que teve o mantenedor do Flit.
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QUANDO EU SOUBE DA NOTÍCIA DO “TRABALHO” – LAVAGEM CEREBRAL QUE NA MINHA OPINIÃO SE PRATICOU NAQUELA ESCOLA – EU ESTAVA DISPOSTO A FAZER UMA REPRESENTAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO E AO SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO -, MAS DESISTI QUANDO CIRCULOU RUMORES DE “PRESSÃO” DE POLICIAIS SOBRE A MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO EXTERNADA INDIRETAMENTE, ATRAVESSADA, POR INTERMÉDIO DOS ALUNOS.
POR QUAL MOTIVO EU FARIA A REPRESENTAÇÃO? VAMOS LÁ!
OS “EDUCADORES” ACHAM QUE A POLÍCIA É REPRESSIVA, OPRESSIVA, SELETIVA E ATUA PARA ELIMINAR E CALAR MINORIAS. TUDO BEM, E NÃO É DE HOJE QUE EXISTE UM “CLIENTE-PADRÃO” DA POLÍCIA: É O CLIENTE “PPP”.
MAS TODO MUNDO JÁ OUVIU FALAR QUE É PELA EDUCAÇÃO QUE SE MUDA A REALIDADE DE POBREZA, DE MISÉRIA, DE EXCLUSÃO; É A EDUCAÇÃO QUE SALVA O INDIVÍDUO DAS MÃOS DA POLÍCIA; É A EDUCAÇÃO QUE PODE MUDAR A “VIDA CURTA” PARA UMA “VIDA LONGA E PROMISSORA”.
VOU SOLTAR O VERBO: O “LIXO” QUE A POLÍCIA ESTÁ COLETANDO HOJE É NADA MAIS E NADA MENOS QUE A MATÉRIA-PRIMA DESPERDIÇADA PELOS EDUCADORES NO PASSADO. O “LIXO” QUE A POLÍCIA COLETARÁ NO FUTURO É A MATÉRIA-PRIMA DESPERDIÇADA, HOJE, PELOS “EDUCADORES”.
O “EDUCADOR” ESTÁ PREOCUPADO COM A AÇÃO DA POLÍCIA OU ESTÁ PREOCUPADO EM NÃO TER CONSCIÊNCIA PESADA POR AQUILO QUE DEIXOU DE FAZER BEM FEITO?
PROFESSOR E POLICIAL GANHAM, PRATICAMENTE, O MESMO SALÁRIO. MAS SE O “EDUCADOR” ACHA QUE PODE FALHAR POR NÃO SER SUFICIENTEMENTE REMUNERADO, É BOM QUE ELE SAIBA QUE A SOCIEDADE VAI EXIGIR DA POLÍCIA UMA RESPOSTA “DEFINITIVA” E “CONTUNDENTE” QUANDO A “MATÉRIA-PRIMA” DESPERDIÇADA PELOS EDUCADORES (ALUNOS) COMEÇAREM A INCOMODAR A SOCIEDADE. A “VASSOURA” DA POLÍCIA TERÁ DE SER “EFICIENTE”!
O “EDUCADOR” ACHA QUE A ROTA PODE AGIR CONTRA OS SEUS ALUNOS? OK!
O “EDUCADOR” E A DIREÇÃO DA ESCOLA PODERIAM APRESENTAR PARA A POPULAÇÃO PAULISTA E PARA A SOCIEDADE LOCAL OS RESULTADOS PRÁTICOS DO TRABALHO DE FORMAÇÃO QUE REALIZAM NAQUELA UNIDADE DE EDUCAÇÃO.
COMO ESTÁ O DESEMPENHO DOS ALUNOS EM MATÉRIAS BÁSICAS? COMO ESTÁ O DESEMPENHO DOS ALUNOS EM RELAÇÃO AOS ESTUDANTES DE ÓTIMO DESEMPENHO DA REDE PÚBLICA? OS ALUNOS ESTÃO TENDO UMA NOÇÃO DE “ORIENTAÇÃO VOCACIONAL”, ESTÃO SENDO APRESENTADOS ÀS POSSÍVEIS OPÇÕES DE FORMAÇÃO E TRABALHO FUTURO?
POLICIAL, QUE GANHA PRATICAMENTE O MESMO SALÁRIO DE PROFESSOR, TRABALHA MUITO, ÀS VEZES FAZ “BICO” E TAMBÉM NÃO TEM TEMPO DE VER A FAMÍLIA.
O “EDUCADOR” QUE OPTOU POR SER REMUNERADO PELO ESTADO (NA VERDADE NÃO QUER TER MEDO DE DEMISSÃO) ESTÁ PREPARANDO AULAS EM SEUS PERÍODOS DE “FOLGA”? ESTÁ PENSANDO NA FORMAÇÃO MÍNIMA DOS ALUNOS, ALGUM TRABALHO DE REFORÇO? CERTAMENTE NÃO, E OS SEUS ALUNOS, NO FUTURO, PODEM SER PROVÁVEIS ALVO DA AÇÃO DO APARATO DE SEGURANÇA. QUANDO O PROFESSOR FALHA, POR CULPA GRAVE OU DOLO, QUEM TEM DE RESOLVER É O POLICIAL.
ACHO QUE A “INTIMIDAÇÃO” DEVE SER INVESTIGADA E PUNIDA.
MAS PENSO QUE A QUALIDADE E A EFICIÊNCIA DOS “EDUCADORES” DAQUELA ESCOLA DEVA SER AFERIDA PARA QUE OS ALUNOS (CLIENTES DA ESCOLA, PORQUE PAGAM OS IMPOSTOS QUE CUSTEIAM O SALÁRIO DOS “EDUCADORES”) POSSAM, EM VEZ DE TER PREOCUPAÇÃO COM A POLÍCIA, TER A PREOCUPAÇÃO DE SUPERAREM DESAFIOS E DE SE TORNAREM COMPETITIVOS, DISPUTAREM ESPAÇO COM A NECESSÁRIA CONFIANÇA!
JÁ ESTUDEI EM ESCOLA ESTADUAL E DESTE PERÍODO LEMBRO-ME SOMENTE DE 2 DOIS PROFESSORES QUE REALMENTE, APESAR DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO, FIZERAM DIFERENÇA. O ENSINAMENTO DESTES DOIS, POR EXEMPLO, FOI ÚTIL E APLICADO EM PROVAS DE VESTIBULAR. COM OS ENSINAMENTOS DESTES DOIS PROFESSORES, PUDE ACERTAR AS QUESTÕES FORMULADAS E QUE TINHAM SIDO OBJETO DE SUAS AULAS DE QUÍMICA E MATEMÁTICA. POR OBRA DO EXCEPCIONAL PROFESSOR DE MATEMÁTICA FUI APRESENTADO À FACULDADE ONDE, ANOS DEPOIS, EU FUI ESTUDAR.
FALTOU CORAGEM AO “EDUCADOR”, QUE TINHA O DIREITO DE LIVREMENTE EXPRESSAR O SEU PENSAMENTO E OPINIÃO, DESDE QUE CUMPRISSE A SUA OBRIGAÇÃO FUNCIONAL BÁSICA DE BEM FORMAR OS ALUNOS PARA OS DESAFIOS DO FUTURO, INDEPENDENTE DA “OPÇÃO POLÍTICA” QUE ELES VENHAM A ESCOLHER. JAMAIS PODERIA UTILIZAR-SE DOS ALUNOS PARA, SEM RISCOS, PREGAR A SUA IDEOLOGIA.
PENSO QUE O “EDUCADOR” E A DIREÇÃO DAQUELA UNIDADE DEVERIAM RESPONDER POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, ACASO NÃO DEMONSTREM INEQUIVOCAMENTE QUE FAZEM UM TRABALHO MINIMAMENTE QUALIFICADO PARA A CLIENTELA QUE CUSTEIA OS SEUS SALÁRIOS.
Fazenda, Guido Mantega, vaticinou: “O Fundo Monetário Internacional prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas
acredito que isso ocorrerá antes”. Mantega disse considerar “inexorável” que o País superasse a França e, “quem sabe”, até a Alemanha.
Na época, o País vinha de um crescimento de 7,5% em 2010 e, mesmo diante da crise que abalava a Europa, o governo estimava uma
expansão entre 4% e 5% em 2012. Consolidavase no imaginário lulopetista a sensação de que bastava o voluntarismo estatista, tão caro
ao PT, para impulsionar o desenvolvimento brasileiro como “nunca antes na história deste país”, conforme gabavase o messias Lula da
Silva.
Hoje, ruiu o edifício sobre o qual se assentavam as certezas da turma petista. Não passou de uma miragem a perspectiva, tantas vezes
anunciada por Lula nos palanques dos quais nunca desceu, de que o Brasil estava finalmente prestes a atingir o Primeiro Mundo – e
ainda, de lambujem, promover a “justiça social”. Esse fracasso da política econômica lulopetista ficou ainda mais evidente quando a
agência de classificação de risco Austin Rating informou, há dias, que o Brasil, hoje a oitava economia do mundo, passará a ser a nona
no ano que vem.
Podese explicar essa queda no ranking das maiores economias como consequência da forte desvalorização do real ante o dólar,
reduzindo o PIB medido na moeda americana. Mas essa é apenas a causa imediata. A razão de fundo, salientada pela Austin, é que ficou
claro que o Brasil “não consegue sustentar seu crescimento econômico”.
Mesmo a alta do dólar não é apenas conjuntural. Ela se dá em razão, principalmente, da grave deterioração das contas nacionais, cuja
origem está no segundo mandato presidencial de Lula, agravandose no primeiro mandato de sua pupila, Dilma Rousseff. O desastre
causado pela irresponsabilidade fiscal da dupla LulaDilma ainda está por ser inteiramente contabilizado, mas é certo que a ilusão da
época em que tudo era possível, desde que houvesse “vontade política”, já pode ser medida pela decadência do Brasil entre as maiores
economias do mundo.
O País deverá ser ultrapassado pelo Canadá, que, embora também esteja em recessão, certamente não é visto pelo mercado com a mesma
desconfiança reservada ao Brasil. O problema brasileiro é que o crescimento, quando houve, resultou muito mais de uma conjuntura
externa favorável do que dos méritos da administração petista. Ficou claro que o Brasil não aproveitou as chances que teve para
transformar aquela expansão episódica em crescimento sustentável, especialmente por causa das idiossincrasias de Dilma em relação aos
investimentos privados e ao apego da petista à ideia de que o Estado deve ser o motor do desenvolvimento.
da economia, traduzida pela desvalorização do real, eleva a inflação, reduz a atividade produtiva e aumenta o desemprego, fatores que
afetam mais aqueles que não têm reservas.
meses, 2% das famílias brasileiras regrediram socialmente – ou passaram da classe C para a D, ou da classe D para a E.
Mesmo que o PIB brasileiro se mantivesse entre os maiores do mundo, isso não significaria necessariamente que as grandes deficiências
do País estariam superadas, pois a concentração da riqueza ainda é muito acentuada. No entanto, quando o PIB despenca, as chances
de resgatar os mais pobres ficam ainda mais remotas.
Infelizmente podem até estranhar, mas ainda não são capazes de questionar determinadas “diretrizes”. O “professor” é centro do universo. O professor é o “orientador” das ações dos alunos. O RESULTADO será o desejado pelo professor.
E a cada ano, sempre os mesmos a fazerem greve e a fingirem “reposição”.
O dia em que uma aluna (bem mais velha e que já deveria ter concluído os estudos cinco anos antes) questionou a pregação, passou a ser perseguida.
Os que foram realmente úteis aos alunos simplesmente exerceram o papel de ensinar, se possível formar, e facilitar o caminho futuro sem “pregações”.
Observe que: a) o cartaz é institucional; b) os nomes dos professores foi apagado (a notícia é de meados de setembro), mas na internet é possível encontrar o cartaz com os nomes dos responsáveis pelo “seminário”.
Fosse “produção autônoma” dos alunos, não teria o rótulo de “programa institucional”.
O Luiz Felipe Pondé fala muito sobre esta desonestidade “pedagógica”, inclusive em escolas particulares.
Pela experiência vivida e pela experiência atual compartilhada por outras pessoas, digo (rsrs): até que mo “provem” o contrário, “lavagem” foi o que ocorreu.
O militarismo trabalha com uma premissa que não se pode aceitar como doutrina policial. Trata-se de doutrina que somente tem razão de ser para forças de combate, militares que lidam com o binômio luta ou fuga em teatros de guerra.
Essa doutrina aplicada no âmbito policial, e para tratar com o cidadão não funcional.
Felizmente hoje, muitos praças são formados e não são tão doutrináveis, mas ainda assim a doutrina é forte, e inibe uma contestação mais firme do sistema.
O militarismo na polícia só serve aos oficiais.
Quem tiver interesse em perceber como se dá essa doutrina assistam ao filme alemão “a onda”. Guardadas as proporções, vão perceber que é isso que fazem conosco nos quartéis.
Duas considerações:
– A escolha por Focault teria sido espontânea e descomprometida? Lembrei-me, por acaso, da cena de “Tropa de Elite”, o professor e os alunos. Aliás, filme que apesar da pirataria, foi sucesso de bilheteria;
– Você acha que as mortes cometidas pela polícia, da espécie militar, são mais ruinosas que lançar presos ao cárcere por intermediação de inquéritos que nada apuram? O estrago (ser apresentado ao sistema prisional) é o mesmo.
Thoreau, pode acrescentar o filme “Os donos da rua”.
Do UOL, no Rio 01/10/201519h57 Atualizada 01/10/201521h16
À noite, a assessoria de imprensa do tribunal informou que o presidente da entidade, o desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, vai reavaliar a decisão nesta sexta-feira (2) “por conta de recursos do Estado”.
De acordo com o TJ-RJ, o juiz Eduardo Oberg, titular da Vara de Execuções Penais, ordenou que a mudança ocorra até o meio-dia de sábado. Os presos serão levados para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, também na zona norte da cidade. “O que ocorreu hoje demonstra que o BEP não tem condições de garantir a segurança de funcionários e juízes”, argumentou o juiz Eduardo Oberg na decisão.
A juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza fazia uma inspeção das condições do BEP quando, segundo TJ-RJ, detentos impediram que ela fizesse a revista em uma das galerias e chegaram a atacá-la. A magistrada teve a blusa rasgada e foi obrigada a deixar o local, retornando posteriormente com a segurança do tribunal e policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais), da Polícia Militar. O juiz Eduardo Oberg acompanhou a juíza neste momento.
Em agosto, a juíza Daniela Barbosa determinou uma fiscalização no Batalhão Especial Prisional que resultou na retirada de camas de casal, geladeiras, entre outros ítens encontrados nas celas.
Em nota, a PM informou que o comando da corporação está “há seis meses tratando com a Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária) da transferência dos presos da unidade prisional”, para garantir melhores condições de trabalho para a administração e para o judiciário.
Segundo a Polícia Militar, a medida vai garantir ainda que os policiais que trabalhavam na unidade sejam empregados na atividade fim, policiamento. “A Polícia Militar aguarda que a Seap defina a unidade para qual os detentos serão encaminhados”, concluiu o comunicado. (Com Agência Brasil)
DISSE:
Pq não se coloca nada nesse espaço sobre o reajuste zero para policiais civis e militares, será que existe algum envolvimento político??
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Agora não dá, agora precisamos resolver essa treta e dar nosso veredito sobre essa questão. Nossas famílias podem muito bem esperar. Precisamos discutir a relevante importância da aula de filosofia, em nossas vidas praticas, ainda mais se for maravilhosamente ministrada por um brilhante educador de vanguarda aos primeiros alunos, dessa face da Terra, que não são manipulados. Quanto as nossas necessidades e reinvindicações, sugiro nos juntarmos aos silenciosos sindicatos e associações. Afinal nossas famílias que esperem.
Obviamente que matar é uma coisa gravíssima e por tal motivo previsto no CP.
Mas ser preso extermina, para os inocentes principalmente, a alma, a dignidade própria e da família.
Lógico que a prisão, inclusive a sua manutenção, dependerá de ordem judicial. E quantas ordens não são proferidas com base no caderno da polícia judiciária? E quando decretada a absolvição e perseguida a indenização devida, a desculpa judiciária é a mesma: decisão proferida com base nas provas colhidas pela polícia e que sustentaram a convicção do julgador.
Pessoalmente, talvez eu preferisse ser morto a ser levado a uma prisão, sem prejuízo de considerar e respeitar as opiniões divergentes. Todavia, se fosse um ente querido meu, preferiria ver a sua prisão em vez da sua morte porque nutriria a (muitas vezes falsa) esperança de “justa justiça”.
Nós mesmos já nos divertimos aqui com os “reconhecimentos” feitos em DP. Imagine um sujeito preso oito meses com base em (falta de) investigação? Isso sem falar no aumento da probabilidade de “recrutamento” por facções (só constatação para não suspeitarem que sou contra prisões, muito pelo contrário).
“Surtei”?
Desculpe, só fiquei p***! Com os três “p”: professor, polícias, policiais que ajudam tanto quanto “educadores”.
NEM OUVINDO DÁ PRA ACREDITAR!!!!!!
O sujo tentando sujar o mal lavado….
A PMESP está sendo desmoralizada….
As escolas que antes deviriam preservar os valores morais, hoje quer sujar a reputação do própio estado!
Sabe o que deveria acontecer?
Deveria achar os autores deste trabalho, e leva-los à um dia de patrulhamento nas ruas, assim eles veria como é o uso da força bruta!
Inversão se valores? Desmoralização da PMESP?
Todo mundo que comenta aqui, não passa um maconheiro que escuta crioula e cheira cocaina….
Voces sentiram com o novo comando da Rota!
Apenas aguardem
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VERME,
manda policiais para presidios como foi no rio de janeiro misturar presos politicos com presos comuns e foi criado o comando vermelho
temos uma cultura no servico publico e principalmente nas policiais se o policial nao oficial ou delegado porque ele e resto, sem competencia e assim por diante, entretanto a realidade fora da policia e outra, os policiais tem competencia para o bem ou para o mal.