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terça-feira, 7 de agosto de 2018

General que pedia intervenção militar, foi indicado para cargo por Nuzman preso por corrupção na Olímpiada

General que pedia intervenção militar, foi indicado para cargo por Nuzman preso por corrupção na Olímpiada

Em meio à crise instalada pela prisão de Carlos Arthur Nuzman, o general Augusto Heleno pediu demissão do COB (Comitê Olímpico do Brasil).
Ex-comandante de tropas do país no Haiti, Heleno atuava no comitê como diretor do Instituto Olímpico e do departamento de Comunicação e Educação Corporativa da entidade. A informação foi publicada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” e confirmada pela Folha.
  • Em meio à crise instalada pela prisão de Carlos Arthur Nuzman, o general Augusto Heleno pediu demissão do COB (Comitê Olímpico do Brasil).
    Ex-comandante de tropas do país no Haiti, Heleno atuava no comitê como diretor do Instituto Olímpico e do departamento de Comunicação e Educação Corporativa da entidade. A informação foi publicada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” e confirmada pela Folha.
    O COB, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que a saída do militar de seus quadros era programada. Ele ainda vai cumprir aviso prévio no comitê.
    “A saída dele já estava prevista, por motivo pessoal, diante da decisão de voltar a morar em Brasília”, afirmou o órgão por meio de nota.
    Heleno estava no COB há alguns anos a convite de Nuzman, de quem era próximo. Nuzman está preso quinta-feira (5) pela Polícia Federal por suposto envolvimento em esquema para compra de votos na campanha do Rio para sediar a Olimpíada de 2016.
    Ele foi ex-comandante da Missão das Nações Unidas no Haiti entre 2004 e 2005. Na ocasião, foi bastante criticado Estados Unidos, que o acusaram em um relatório de ter “tem feito pouco para estabilizar, proteger a população e impedir violações de direitos humanos”.
    Um documento vazado pelo Wikileaks mostra que o então embaixador dos EUA no Brasil John Danilovich pediu a substituição do brasileiro, o que aconteceu em setembro de 2005.
    O substituto no cargo se suicidou depois de quatro meses no cargo.

    Anos mais tarde, no posto de comandante militar da Amazônia, ele criticou a postura do governo federal na demarcação de terras indígenas no território da Raposa do Sol em 2009.
    Ao passar para a reserva, em 2011, ele defendeu golpe de 64, por ter evitado a “comunização do país”.

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