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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Delegado da PF acusado de integrar quadrilha que fraudava combustíveis pede imediata soltura

 Correio Forense

Publicado por Correio Forense
há 12 anos
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O delegado da Polícia Federal (PF) Cesar Augusto Gomes Gaspar, ex-chefe da Delegacia da PF em Volta Redonda (RJ), preso preventivamente desde 25 de setembro do ano passado sob acusação de suposto envolvimento com uma quadrilha suspeita de adulterar combustíveis e sonegar impostos na região sul-fluminense e em São Paulo desbaratada pela PF, impetrou, no Supremo Tribunal Federal (STF), o Habeas Corpus (HC) 97428 , com pedido de liminar, pedindo sua imediata soltura.

A defesa alega que o decreto de prisão, expedido pelo juiz federal da 4ª Vara Federal de Volta Redonda (RJ), decorreu de escutas telefônicas com autorização judicial indevidamente renovada, nas quais não há provas contra ele. Além disso, o decreto não conteria a devida fundamentação nem a tipificação legal do crime de que o delegado é acusado, juntamente com outras 57 pessoas, sete delas integrantes da PF, sendo os demais integrantes policiais civis e militares, bem como empresários.

A defesa alega, também, falta de necessidade da prisão preventiva, pois o delegado possui emprego público, residência fixa e bons antecedentes. Além disso, ele se teria apresentado espontaneamente à autoridade policial.

Aponta, ainda, ilegalidade da manutenção da prisão preventiva do delegado, que teria ocorrido exclusivamente em virtude da função por ele exercida. Segundo a defesa, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) contra decisão ela recorreu ao STJ e agora ao STF concedeu alvará de soltura ao co-réu no mesmo processo Marcos Vinícius de Oliveira Lopes e o estendeu a outros 24 co-réus, mas excluiu o delegado do benefício.

A defesa contesta, também, o argumento do juiz de primeiro grau para manter preso o delegado, segundo o qual haveria o risco de, permanecendo os acusados em suas funções, darem continuidade à atividade delituosa e, mesmo, destruírem documentos eventualmente úteis à instrução criminal. Ocorre, porém, segundo ela, que o delegado se afastou de suas funções, entregando carteira e arma.

Ela contesta, ainda, outra razão,exótica ante a legislação vigente, dada pelo juiz de primeiro grau para manter o delegado preso. O magistrado usou como reforço de fundamentação da prisão preventiva o caráter interiorano do município de Volta Redonda, observando que a ex-esposa do delegado reside em edifício, naquela cidade, onde moram um dos procuradores da República que subscreveram a peça de acusação, além de vários juízes federais, estaduais e promotores, enquanto o delegado residiria em hotel distante 150 metros da Procuradoria da República em Volta Redonda.

STJ negou HC

O HC impetrado no STF volta-se contra negativa de liminar do presidente em exercício do STJ durante o recesso do Judiciário, ministro Ari Pargendler, no HC 125165 lá impetrado. A defesa alega que a negativa se deu sem fundamentação e pede, por isso, a superação dos obstáculos da Súmula 691 do STF, que veda a análise de HC que se volte contra negativa de concessão de liminar em igual pedido feito a tribunal superior.

A defesa afirma que o presidente em exercício do STJ negou a liminar, alegando ausência de cópia do acórdão (decisão colegiada) do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que negara pedido semelhante. Entretanto, segundo ela, essa decisão ainda não foi formalizada (lavrada e publicada no Diário da Justiça), pois a decisão foi tomada em 17 de dezembro, dois dias antes do início do recesso do Judiciário.

Portanto, essa decisão de Pargendler seria descabida e representaria um constrangimento ilegal, situação em que o STF já teria concedido diversas liminares em HCs, afastando os obstáculos da Súmula 691 .

Entre os precedentes de tais decisões no STF, a defesa cita o HC 86864 , cujo relator, ministro Ricardo Lewandowski, ao abrandar a Súmula 691 , afirmou: Diante da flagrante violação à liberdade de locomoção, não pode a Corte Suprema, guardiã-maior da Constituição , guardiã-maior, portanto, dos direitos e garantias constitucionais, quedar-se inerte.

A Justiça do Direito Online

STF

Delegado da PF acusado de integrar quadrilha que fraudava combustíveis pede imediata soltura



Delegado é preso por integrar quadrilha que atua dentro da Superintendência da PF

Delegado é preso por integrar quadrilha que atua dentro da Superintendência da PF

Imagem: Tomaz Silva | ABr

CORRUPÇÃO12/JUN/2019 ÀS 19:00

Delegado é preso em operação contra quadrilha que atua na sede da Polícia Federal. Operação Tergiversação prendeu envolvidos no esquema de cobrança de propina de investigados em inquéritos policiais

Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) realizaram, na manhã desta terça-feira, a Operação Tergiversação, contra uma organização que atua dentro da Superintendência da PF no Rio. Dentre os presos estão o delegado Lorenzo Pompílio da Hora, o escrivão Éverton da Costa Ribeiro e um advogado. Eles são investigados por conseguirem vantagens indevidas obtidas através dos cargos que exercem na condução de inquéritos policiais em curso na PF, que podem chegar a R$ 1,5 milhão.

Ao todo, eram seis mandados de prisão preventiva, três de prisão temporária e 25 de busca e apreensão, determinados pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, os suspeitos fazem parte de um esquema de cobrança de propina em inquéritos policiais relacionados às operações Titanium (fraudes envolvendo o Plano de Saúde dos Correios) e Viupostalis/Recomeço (fraudes envolvendo o Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios). Na época das ações, o delegado e o escrivão eram lotados no Núcleo de Repressão a Crimes Postais da Delepat/RJ.

As apurações apontaram que Lorenzo Pompílio da Hora e Éverton da Costa Ribeiro solicitaram e receberam vultuosos valores de vantagens indevidas para evitar a exposição na mídia de investigados e potenciais investigados e favorecê-los nas apurações conduzidas por eles quanto às irregularidades no Postalis e no Plano de Saúde dos Correios.

Os agentes públicos contavam com a atuação dos operadores Marcelo Guimarães e Rosalino Felizardo de Santanta Neto. Eles eram os principais intermediários da organização criminosa e usavam seus contatos para se aproximar de potenciais investigados e solicitar desses o pagamento de vantagens indevidas, além de viabilizar o recebimento de valores de propina e as operações de lavagem de dinheiro.

Pagamentos em dinheiro

Os pagamentos, que variaram, segundo o apurado até o momento, de R$ 400 mil a R$ 1,5 milhão, eram feitos na maior parte das vezes em dinheiro, mas em alguns casos foram repassados por meio de transferências a empresas ligadas aos operadores Marcelo e Rosalino.

Foi identificada ainda a participação do empresário e operador João Alberto Magalhães Cordeiro Júnior e de Sancler Miranda Costa no grupo criminoso, que contou ainda com a atuação de Pedro Henrique Moreira Fernandes e de Luís Henrique do Nascimento Almeida, que movimentaram recursos em espécie em favor do grupo e atuaram como “laranja” de alguns investigados.

Os elementos obtidos com as quebras de sigilo bancário, fiscal, telemático e telefônico dos investigados, somados aos elementos apresentados em razão de acordo de colaboração premiada celebrado com alguns dos empresários abordados pelo grupo criminoso, comprovaram a efetiva prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Há indícios de que o esquema criminoso envolveu outros agentes públicos e que não se limitou às investigações apontadas.

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O Dia

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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

VÍDEO: GCM de São Paulo agride refugiado sírio e rouba seus equipamentos

 sírio

Da redação – Um vídeo postado ontem pela Causa Operária TV no YouTube mostra o refugiado sírio Jadallah Al Ssabah sendo agredido pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) enquanto é retirado de um estabelecimento que ele reformou em São Paulo. O imigrante assinou um contrato de aluguel do local que estava abandonado pela prefeitura há 3 anos.

Jadallah Al Ssabah é um refugiado sírio que passou 4 anos juntando todas as suas economias de pequenos bicos que conseguiu no Brasil para vender xauarma e esfirras em sua loja. Passou 45 dias reformando o local totalmente destruído, comprando equipamentos diversos, como geladeiras e muitos utensílios de cozinha, porém, no dia em que abriu, a visita da prefeitura – que diz ser defensora dos empreendedores – foi para mostrar para o sírio a violência da direita golpista contra o povo.

Veja violência da GCM de SP contra o refugiado sírio, Jadallah

Jadallah é um Jadallah é um refugiado sírio que passou 4 anos juntando todas suas economias de pequenos bicos que conseguiu no Brasil, para montar um negócio próprio. Em maio desse ano conseguiu alugar um pequeno lugar para vender shawarma, esfihas etc, e passou 45 dias reformando o local, que estava totalmente destruído. Comprou equipamentos de cozinha, geladeiras e no dia que abriu seu restaurante a prefeitura apareceu dizendo que o local é dela e removeu arbitrariamente todos os pertencentes. A ação dos fascistas ainda contou com a violência de sempre.

Mais uma milícia legalizada dos capitalistas: Glock doa 600 pistolas para a GCM de São Paulo

 

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Guarda Civil Metropolitana  (GCM) da cidade de São Paulo recebeu uma “doação” de 600 pistolas modelo G25 da Glock Brasil. O valor estimado da doação é de R $ 1 milhão. A GCM é em uma espécie de milícia legalizada e armada a mando dos capitalistas, uma força assessoria a da assassina Polícia Militar, cujo, objetivo é garantir uma repressão permanente a população. A “doação”, na verdade trata-se mais de um investimento, mostra bem a quem serve essa força miliciana.

As pistolas serão utilizadas, segundo a prefeitura, em quatro setores da GCM, pelas equipes de inspetoria de Operações Especiais (IOPE), Guarda Ambiental, Inspetoria de Apoio Motorizado e pelo canil. Essa ação foi louvada como uma importante ação para a modernização da guarda.

O Coronel José Roberto Oliveira, secretário municipal de segurança urbana, afirmou que “Poucas policiais possuem esse armamento no mundo Brasil. Teremos pistolas de ponta. O que há de mais moderno no mundo”. A modernização das forças de repressão não é, naturalmente, algo positivo a população em geral, pelo contrário.

A GCM de São Paulo, que foi criada em 1986, é uma força armada de repressão auxiliar feita para reprimir os setores mais desorganizados e vulneráveis da população e exercer uma vigilância permanente em relação ao patrimônio da burguesia da cidade. É conhecida sua selvageria contra camelôs, mendigos, jovem da periferia, desempregados etc. arma-los mais e melhor só aumenta o capacidade de repressão desta guarda.

Esta ação dos capitalistas reforça o aparelho repressivo do Estado indica que se pretende o aumento os ataques contra a população da cidade e com isso a repressão à população. Mostra também que a burguesia está preocupada com a possível mobilização popular.

Essa organização tem como objetivo único a repressão e como método a violência contra o povo e por isso não devem ser reforçadas, mas completamente extintas.

Mais uma milícia legalizada dos capitalistas: Glock doa 600 pistolas para a GCM de São Paulo | DCO

Policiais são afastados após serem flagrados agredindo morador de rua

 "Quero deixar claro que este tipo de conduta não segue os protocolos operacionais da Polícia Militar", afirmou o governador João Doria (SP)

ATUALIZADO 17/06/2019 20:54

REPRODUÇÃO

Dois policiais foram impedidos de exercer atividades externas pela Polícia Militar de São Paulo, nesta segunda-feira (16/06/2019), após serem flagrados agredindo um morador de rua identificado como Marcelo, na zona oeste da capital paulista. Os PMs afastados foram realocados para serviços na administração de quartéis até o fim da investigação.O governador de São Paulo, João Doria, confirmou o afastamento da dupla. “Assisti há pouco vídeo onde policiais agridem duas pessoas na região da Vila Leopoldina, aqui na capital. Quero deixar claro que este tipo de conduta não segue os protocolos operacionais da PM”, afirmou.

Uso progressivo da força
De acordo com o Boletim de Ocorrência do caso, os PMs foram acionados por uma mulher que não conseguia tirar o carro do estacionamento de um supermercado. Ela informou que Marcelo havia fechado a passagem com uma carroça e teria pedido dinheiro para abrir caminho. Ao ser abordado pela Polícia Militar, o morador de rua teria desferido socos e pontapés contra os agentes, que reagiram com “uso progressivo da força”.

Ainda segundo o registro, os PMs teriam sofrido escoriações e mordidas. No vídeo, é possível ver os PMs tentando imobilizar o morador de rua e desferindo chutes conta ele. Nas imagens também é possível ver outra pessoa não identificada tentando separar a confusão e levando um tapa de um dos policiais.

Veja o vídeo:

Vídeo flagra agressão de policial militar a morador de rua e cachorro

 Por SBT Interior

 02 de Dezembro de 2019 às 14:56h

Vídeo flagra agressão de policial militar a morador de rua e cachorro

Imagens gravadas por moradores mostram um policial militar de Junqueirópolis (SP), agredindo um morador de rua e o cachorro dele, neste domingo (1), na praça da igreja matriz da cidade.

Nas imagens gravadas, é possível ver o momento em que o policial militar joga, o que aparentemente é um spray de pimenta, em um cachorro.

Em seguida, chuta o morador de rua que está sentado em um banco e não reage a agressão.

O caso foi encaminhado para investigação da Justiça Militar.

Em nota, o 25º Batalhão da Polícia Militar disse que lamenta o episódio, pois, "após análise das imagens, verificou-se que houve uma ação inadequada do policial militar, o qual não reflete o preconizado em treinamentos e na doutrina de defesa do cidadão".

"Cabe ressaltar que a Polícia Militar não compactua com nenhum tipo de irregularidade praticada pelos seus integrantes, sendo implacável com os desvios de conduta. Foi instaurado Inquérito Policial Militar para a apuração rigorosa dos fatos", finaliza a nota.

Vídeo flagra agressão de policial militar a morador de rua e cachorro - A Voz das Cidades

Policial militar chuta rosto de homem rendido durante abordagem;

Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver o policial desferindo um chute contra um homem negro que não apresentava resistência.

Por iG Último Segundo  Atualizada às 

Agressão policial


Reprodução

Policial militar da Bahia chuta o rosto de um homem durante abordagem

 Circula nas redes sociais um vídeo de um policial militar da Bahia chutando o rosto de um homem durante abordagem. Nas imagens, dois PMs abordam um homem negro, quando um dos oficiais chuta o seu rosto. O vídeo curto, de apenas 11 segundos,  teria sido registrado na terça-feira (4).

Vídeos


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Quando o vídeo inicia, um homem de camiseta vermelha, chinelo e mochila amarela está agachado ao lado de um muro, até o momento em que o agressor o atinge com um chute. Logo após o golpe, o homem se agacha, levanta desnorteado e retira a mochila das costas.


 A agressão foi registrada no Pelourinho, Salvador, e ao fundo toca uma música que impede que a conversa entre o homem e os policiais seja ouvida.  O caso de agressão policial se repete na capital baiana dois dias após declaração do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Anselmo Brandão, classificar como "fato isolado" outra denúncia filmada em que policiais agridem um jovem de 16 anos, no Peripe, com socos e chutes na costela, além de atacá-lo com insultos racistas por conta do seu cabelo.


Em nota, a Polícia Militar disse ter instalado investigação e repudiar qualquer ato de violência. 

“A Polícia Militar informa que só tomou conhecimento desse vídeo agora e o comando geral determinou a instauração imediata de um feito investigatório para esclarecer as circunstâncias do fato. Independentemente do resultado da apuração, a Corporação reitera que é inaceitável qualquer tipo de agressão praticada por policiais militares e todas as denúncias serão rigorosamente apuradas”, diz declaração oficial.

Policial militar chuta rosto de homem rendido durante abordagem; assista - Polícia - iG