G1 SERGIPE Operação da Polícia Federal prende policiais suspeitos de extermínio Sete pessoas foram presas no início da manhã desta quarta-feira (3). Cerca de 120 policiais federais cumpriram mandados em Sergipe e na Bahia. 03/12/2014 09h51 - Atualizado em 03/12/2014 16h17 Por Fredson Navarro e Marina Fontenele Do G1 SE  Armas são apreendidas (Foto: Ascom/PF) A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (3) a ‘Operação Poço Vermelho’, fazendo uma alusão ao município de Poço Verde, local onde ocorreu um grande número de execuções com extrema violência. Com objetivo de desarticular o grupo de extermínio que atuava em Sergipe e Bahia foram cumpridos 24 mandados judiciais, sendo seis de prisões preventivas, 15 de conduções coercitivas e três mandados de busca e apreensão. No total, foram apreendidas 11 armas de fogo e mais dois simulacros. Sete pessoas, inclusive policiais civis e militares, foram presas. Cerca de 120 agentes federais cumprem a operação em Poço Verde, Simão Dias, Boquim, Lagarto e Aracaju. Além das cidades de Cícero Dantas e Heliópolis, na Bahia. Getúlio Sobral, advogado da família de José Augusto Aurelino Batista, está acompanhando a operação. “A operação está sendo presidida pela Polícia Federal de Brasília. Recebi informação que outras pessoas foram presas em outro estado também”, disse. Um escrivão da Polícia Civil que trabalha em Simão Dias, foi preso na Rua Riachão, no Centro de Aracaju. De acordo com o advogado dele, Alexandre Porto, o cliente foi preso em flagrante porque estava com um revólver calibre 38 que estava sem registro em casa. “O revólver é da família e ele foi preso por porte ilegal de arma. Mas contra ele havia um mandado de condução coercitiva, mas quando chegaram em sua residência encontraram a arma. Estamos aguardando liberarem o valor da fiança para a gente pagar e pedir a sua libertação”, informou.  Delegado Milton Neves explica a 'Operação Poço Vermelho' (Foto: Marina Fontenele/G1) Sobre os militares presos ele destacou: “ existe indícios que os dois policiais militares estariam ligados a essa milícia. Colaborando com o líder da quadrilha e na execução de alguns alvos. A operação é vinculada a milícia e não tem relação com o homicídio do José Augusto, como o homicídio aconteceu dentro da operação foi aberto um inquérito para avaliar se houve execução ou não”. O grupo de extermínio é investigado desde maio deste ano pelo envolvimento em diversos homicídios, todos com características de execução, pela Unidade de Repressão a Crime contra Pessoas, que é vinculada a Divisão dos Direitos Humanos da Polícia Federal. ‘’Tudo se desencadeou em razão dessa suposta lista, pois estavam acontecendo muitas mortes na região de Poço Verde, na divisa do estado de Sergipe com a Bahia. Nessa lista havia mais de 20 nomes, que estariam condenados a morte, nove morreram”, delegado explica Milton Neves, chefe da Unidade de Repressão a Crimes Contra a Pessoa da Divisão de Direitos Humanos. Como a morte de José Augusto Aurelino teve características de execução, acabamos abrindo mais um inquérito e encontramos ligação entre os casos. Apesar disso, vale destacar que um policial civil e mais os dois policiais militares que foram presos nesta operação estão detidos por posse ilegal de arma sem ser a oficial de trabalho”, Mô Fio. Ontem, 4 de Julho às 17:53 versão clássica  © 2001-2014 princípios editoriaisBESbswy BESbswy BESbswy BESbswy
Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica
domingo, 5 de julho de 2015
Operação Cartucheira PF Prende Policisis Acusados De Tráfico De Armas
19 de maio de 2015 - com 1 comentários NOTÍCIAS

Na manhã desta terça-feira, 19, a Polícia Federal deflagrou em Macapá e Santana a “Operação Cartucheira”. O objetivo é de combater o tráfico internacional e comércio ilegal de armas de fogo, acessórios e munições, provenientes da Guiana Francesa. A operação teve o apoio da Polícia Militar. De acordo com a PF, policiais seriam o alvo das investigações. Duas pessoas foram presas em flagrante.
Participaram da operação cerca de 50 policiais federais. Foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva, 13 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva nos municípios de Macapá e Santana.
De acordo com a Polícia Federal, a investigação começou em março do ano passado. Duas pessoas foram presas em flagrante e mais de 20 armas, diversas munições, lunetas e silenciadores foram apreendidos.
Os investigados, segundo a PF, são integrantes de diversos órgãos da Segurança Pública. Eles responderão pelos crimes de tráfico internacional, comércio ilegal de armas de fogo, acessórios e munições, além de associação criminosa.
Se forem condenados as penas dos crimes podem chegar a 20 anos de prisão. Foto de capa tirada em operação realizada em fevereiro deste ano em Santana.
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1 COMENTÁRIO
ALINNE
19 de maio de 2015 às 2:05 pm
Engraçado se fosse o ladrão de galinha tinha a imagem e o nome divulgados! !!
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Operação Da Polícia Federal Prende 69 Pessoas, 29 São Policiais

Polícia Federal durante a Operação Láparos, na manhã desta quinta-feira (17), em Guaíra
OPERAÇÃO LÁPAROS
Operação da PF prende 69 pessoas no Paraná; 29 são policiais
Ao todo, 150 mandados de busca e apreensão e 108 de prisão preventiva foram expedidos pela Justiça Federal na Operação Láparos. A maioria foi cumprido nesta quinta-feira (17)
17/11/2011 06h23 Fernanda Leitóles, Denise Paro, da sucursal de Foz do Iguaçu e Elisa Lopes, especial para a Gazeta do Povo Atualizado em 17/11/2011 às 06h23
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A Polícia Federal de Guaíra, no Oeste do Paraná, desencadeou, nesta quinta-feira (17), uma grande operação para desarticular uma organização criminosa envolvida com o contrabando de cigarros e veículos na região de fronteira. Segundo informações da PF, a Operação Láparos prendeu 69 pessoas no Paraná, entre elas 29 policiais militares e civis. Os dados finais ainda estavam sendo apurados até as 18 horas desta quinta e a Polícia Federal deve divulgar os números completos na sexta-feira (18).
A Justiça Federal expediu 150 mandados de busca e apreensão e 108 de prisão preventiva. O foco da operação foi a atuação da organização na fronteira do Paraná e do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rondônia.
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A PF divulgou um balanço, até as 18 horas, com o local das 69 prisões: foram 36 em Guaíra, 5 em Londrina, 8 em Maringá, 3 em Foz do Iguaçu e 17 em Cascavel.
Em Curitiba, um policial militar foi detido quando fazia um curso na Academia Policial Militar do Guatupê, em São José dos Pinhais. A informação foi confirmada pela Polícia Federal na manhã desta quinta. A assessoria de imprensa da PM informou, no início da tarde, que o policial preso é, na verdade, do interior do Paraná.
Operação Láparos
A PF contou com o apoio do Ministério Público do Paraná (MP-PR), da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná e da Corregedoria Regional da PRF.
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Durante os 14 meses de investigações, 202 pessoas foram presas. Houve também a apreensão de 3 milhões de pacotes de cigarros, 6,5 toneladas de agrotóxicos contrabandeados do Paraguai, 19 caminhões, 76 veículos e 13 embarcações.
No Paraná, a operação é desencadeada nos seguintes municípios: Guaíra, Terra Roxa, Francisco Alves, Iporã, Mercedes, Vera Cruz do Oeste, Umuarama, Cruzeiro do Oeste, Tuneiras do Oeste, Icaraíma, Cafezal do Sul, Tapejara, Douradina, Ivaté, Londrina, Lidianópolis, Faxinal, Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Missal, Medianeira, Matelândia, Maringá, Doutor Camargo, Terra Boa, Santa Fé, Astorga, Cianorte, Paiçandu, Cascavel, Assis Chateubriand, Corbélia, Formosa do Oeste, Tupassi, Toledo, Ubiratã, Marechal Cândido Rondon e Ouro Verde do Oeste.
Outro lado
Em nota, o Departamento da Polícia Civil do Paraná informou que as investigações da Operação Láparos estão sendo acompanhadas pela Corregedoria do órgão, que repudia o desvio de conduta e que todos serão punidos com rigor. Disse ainda que a instauração de processos administrativos e posterior aplicação de punições só poderão ser determinadas após o fim das investigações.
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A Polícia Militar do Paraná, também em nota, afirmou que “vê com tristeza o envolvimento de integrantes da instituição com ilícitos e desvios de conduta” e que concorda com as medidas adotadas pela PF. A PMPR diz que está acompanhando a apresentação dos presos às autoridades.
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Operação Contra Grupos De Exterminio

G1 ALAGOAS
PF faz operação contra grupo de extermínio em vários estados
Policiais federais cumprem mandados no município do Pilar. Doze pessoas foram presas e levadas para a sede da PF em Maceió.
01/07/2015 07h49 - Atualizado em 01/07/2015 12h26
Do G1 AL

Suspeitos foram encaminhados para a sede da PF
em Jaraguá (Foto: André Feijó/TV Gazeta)
A Polícia Federal (PF) faz uma operação, na manhã desta quarta-feira (1º), para combater um grupo de extermínio envolvido em crimes homicídios no município de Pilar, na Região Metropolitana de Maceió. Segundo a PF, 12 pessoas já foram presas. Além de Alagoas, a PF também cumpre mandados em Sergipe, Bahia e Minas Gerais.
Cerca de 130 policiais cumprem 12 mandados de prisão temporária, um de condução coercitiva e 18 de busca e apreensão, que foram expedidos pela Justiça estadual. Segundo a PF, o grupo também está envolvido em tráfico de drogas, roubo e comércio ilegal de armas e munições.
O policial militar reformado Antônio Correia da Silva, conhecido como "chibata", reagiu à prisão e chegou a apontar a arma contra os policiais federais. Ele foi baleado e socorrido para um hospital em Maceió e, segundo a PF, não corre risco de morte.
O inquérito foi instaurado em julho de 2014. Nesse período foi identificado grupo de extermínio, constituído inclusive por agentes públicos, que agia de forma violenta e sistemática sob o falso motivo de promover uma redução na criminalidade local. Para manter seu anonimato, constatou-se que o grupo em suas ações executava sumariamente não só criminosos como também possíveis testemunhas.
Os presos foram levados para a sede da PF, no bairro de Jaraguá, em Maceió. Os presos serão ouvidos e, posteriormente, encaminhados ao Complexo Prisional. Nessas condições, os autores, nas medidas de suas participações, responderão pelo crime de associação criminosa, sem prejuízo pela responsabilidade dos demais crimes de homicídio, de tráfico de drogas e de comércio ilegal de armas e munições. As penas culminadas podem superar a 30 anos de prisão.
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James Wolf respondidohá 4 dias
TANTO TRABALHO DA POLICIA , PRA JUSTIÇA COLOCAR TODOS EM LIBERDADE RAPIDINHO !
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PF prende uma pessoa em Sergipe em combate a grupo de extermínio
Comércio de materiais de construção está em crise e vendas caem em AL
Alagoas›
Policiais rodoviários impedem roubo de caminhão na BR-101, em Alagoas
Posto da PRF foi atingido por tiros durante abordagem em São Sebastião. Ninguém ficou ferido; suspeitos fugiram em carro que dava apoio.
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Homem é preso suspeito de desmanche de carros no Tabuleiro
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Homem é preso por suspeita de extorquir comerciantes em Maceió
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Polícia Federal Prende Funcionários Da Anvisa
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G1 RIO DE JANEIRO
PF prende funcionários da Anvisa e policiais federais do Porto do Rio
Operação Arcanus desarticulou esquema que facilitava na fiscalização. Policiais cumprem oito mandados de prisão temporária.
20/05/2015 09h45 - Atualizado em 20/05/2015 16h05
Do G1 no Rio
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (20) a Operação Arcanus, que teve como objetivo desarticular um esquema que facilitava, de forma irregular, a imigração de passageiros – alguns entravam com visto de turista, menos burocrático, quando teriam que entrar com visto de trabalho – e os procedimentos de tráfego marítimo de embarcações no Porto do Rio de Janeiro, que não era inspecionadas.
O esquema, de acordo com a PF, contava com a participação de agentes públicos.
Trezentos policiais federais, com apoio da Marinha do Brasil, cumprem oito mandados de prisão temporária, 33 de condução coercitiva – quando a pessoa é levada para depor – e 37 de busca e apreensão no Rio, Niterói, São Gonçalo e São João de Meriti, no estado do Rio de Janeiro, e em Paranaíba, no Piauí.
A assessoria da PF, até publicação desta reportagem, não informou o número de pessoas presas, porque a operação ainda estava em curso. Um balanço da operação deverá ser divulgado na tarde desta quarta-feira.

Representantes da Polícia Federal em coletiva da operação Arcanus PF (Foto: Matheus Rodrigues/G1 Rio)
Servidores da Anvisa
As oito ordens de prisão são contra cinco servidores da Anvisa e três da Polícia Federal. Uma das conduções coercitivas é contra um Praça da Marinha. De acordo com informações da PF, os funcionários da Anvisa emitiam o Certificado de Controle Sanitário de Bordo das embarcações sem inspecioná-las.
Durante coletiva com a imprensa, o delegado Renato Madsen, que conduziu as investigações, informou que descobriu que os servidores públicos mantinham uma relação ilícita com empresas que atuam na região portuária. Ele afirmou que 38 ações irregulares foram identificadas, e outras pessoas podem estar envolvidas no esquema.
Dentro da polícia de imigração, foram vendidas facilidades para entrar [no país]. Na parte da Anvisa também teve facilidade,
Renato Madsen, delegado da PF
"As apreensões identificaram 38 eventos criminosos e estamos procurando provas para corroborar com a investigação. A ação era praticada em conjunto com empresas de grandíssimo porte e empresários do porto do Rio. Dentro da polícia de imigração, foram vendidas facilidades para entrar [no país]. Na parte da Anvisa também teve facilidade, eles dispensavam certificados importantes", afirmou.
Em nota, a Polícia Federal informou ainda que os policiais federais deixavam de adotar o procedimento imigratório regular.
O nome da operação, Arcanus (termo em latim que significa oculto, escondido), refere-se ao modo oculto e reservado através do qual os crimes foram praticados em áreas de controle e acesso restrito do porto.
Investigação
O superintendente regional da Polícia Federal, Mario Semprini, afirmou que técnicas sofisticadas foram adotadas na investigação. "Foram adotadas técnicas sofisticadas de inteligência policial por causa de uma área de acesso restrito do porto."
As investigações aconteciam há um ano e meio e foram apreendidos mais de R$ 50 mil em espécie. Os policiais presos já foram afastados de suas funções.

A PF prendeu funcionários da Anvisa e policiais federais do Porto do Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
"Mais de R$ 50 mil foram apreendidos em espécie, US$ 5 mil, celulares, computadores e muitos documentos. O valor apreendido confirma nossas investigações", afirmou Madsen. O delegado explicou que os suspeitos se aproximaram de empresas do serviço portuário e muitas vezes não cumpriam com o que a lei pede.
"Dispensavam certificados e em alguns casos, alguns imigrantes que deveriam ter visto de trabalho, conseguiam visto de turista, que é menos burocrático. Os policiais já foram presos, serão ouvidos e encaminhados para o sistema prisional . Eles já vão ser afastados de imediato de suas funções", afirmou o delegado da PF.
Os presos foram indiciados, na medida de suas participações, por corrupção ativa, corrupção passiva, concussão (quando servidor público exige dinheiro ou vantagem em razão da função que ocupa), inserção de dados falsos em sistemas, organização criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso, dentre outros.
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Benigno Diashá 2 meses
Atualmente, quais são os agentes públicos que compõem o STAFF do crime oraganizado, no Brasil inteiro?
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Observador respondidohá um mês
A sorte que é o Brasil nao desperta interesse de terroristas e radicais, pq bastaria dar uns trocados p/ algum agente público p/ conseguir entrar sem qualquer dificuldade com qualquer arma de fogo, biologica, bomba ou qualquer coisa do tipo. Isso pq um fiscal da Anvisa em inicio de carreira ganha uns 15 mil, imagina se ganhassem pouco.
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Alfera Fuschi respondidohá um mês
Daqui a 25 anos teremos o resultado final desta operação...alguns deles quem sabe até cumprirão 1 ano em prisão domiciliar...talvez os "malfeitos" já estejam prescritos. Da-lhe Brasil, da-lhe PT que sempre nos dá o exemplo.
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Prefeito Eduardo Paes apresenta trem do VLT no Rio
Sistema vai fazer o transporte de passageiros entre Centro e Zona Portuária. Ao todo, serão 32 trens.
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UPP é atacada a tiros em Vila Isabel, Zona Norte do Rio
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PMs e suspeitos trocam tiros no Alemão, Rio
De acordo com comando da UPP, agentes foram atacados. Não há informação de feridos.
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segunda-feira, 29 de junho de 2015
Policial que atirou contra motociclista é preso.
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G1 CAMPINAS E REGIÃO
Policial que atirou contra motociclista é preso e alega legítima defesa
Igor de Lima, que estava em encontro de motos, foi baleado na barriga. O PM disse que atirou porque não conseguiria sair da frente o veículo.
22/04/2015 08h35 - Atualizado em 22/04/2015 10h08
Do G1 Campinas e Região
O policial militar, suspeito de atirar e matar o jovem Igor Camilo de Lima, de 18 anos, em Sumaré (SP), foi preso e levado para o Presídio Romão Gomes, em São Paulo (SP). O crime ocorreu na tarde de terça-feira (21) no bairro Jardim Nova Terra, na região do Matão durante um encontro de motociclistas.
O PM Jeferson Nunes Paulo disse, em depoimento, que os motociclistas faziam manobras perigosas e quando foi tentar abordar a vítima, ela avançou em sua direção.
Desta forma, atirou porque percebeu que não conseguiria sair da frente da motocicleta. “Ele efetuou um disparo para se proteger”, disse o advogado do policial, Wesley Gomes.
Baleado, o jovem foi socorrido por policiais até o Hospital Estadual, mas não resistiu aos ferimentos. Outro jovem, que estava na moto de Igor, prestou depoimento, mas a imprensa não teve acesso ao que ele disse. Apenas a versão da Polícia Militar.

Policial militar suspeito de matar motociclista em
Sumaré é preso (Foto: Luciano Machado/EPTV)
O caso foi registrado como homicídio. A arma do policial foi apreendida. A perícia técnica esteve no local analisando o caso. A defesa vai pedir para ele responder em liberdade.
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Jovem é baleado em Sumaré
Campinas e Região›

Justiça decreta bloqueio dos bens de ex-jogadora por fraudes em ONG
Decisão decorre de ação do Ministério Público Federal de Campinas. Desvios teriam provocado prejuízos de R$ 13 milhões aos cofres públicos
há 14 minutos
Homem de 26 anos é encontrado morto em rua de Campinas, SP
Corpo baleado foi achado nesta manhã de segunda no Jardim São Marcos. Suspeito do crime ainda não foi localizado e caso foi registrado no 7º DP.
hoje às 17:06

Atraso na construção de creche gera reclamação em Paulínia, SP
Placa mostra início em julho de 2012 e prazo de 9 meses para fim da obra. Prefeitura estuda propostas para término e afirma que irá limpar o terreno.
hoje às 15:38
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Homen Executado em Blitz da PM No Estado do Maranhão..

 ▼
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Homem é executado durante blitz da PM no estado do Maranhão
Um crime inacreditável. Como pode um zelador municipal participar de uma blitz da PM e acabar executando uma pessoa na frente de todo mundo, em plena luz do dia?
No vídeo, um homem no chão acabou de ser baleado em uma blitz da PM em Vitória do Mearim, interior do Maranhão. Ele está cercado por curiosos.
No meio da aglomeração está um homem uniformizado. Repare nos trajes dele: calça de estampa militar, colete à prova de balas. Parece um policial. Ele inclusive segura uma arma.
O homem pisa na cabeça da vítima e atira duas vezes. Depois da execução, o assassino e um policial colocam o corpo no carro da PM e vão embora.
Tudo aconteceu em uma rodovia. Os dois jovens seguiam de moto para uma festa. Quando fizeram uma curva deram de cara com uma blitz. O piloto da moto diz que não conseguiu frear imediatamente e, segundo as investigações, os policiais começaram a atirar. Acertaram o garupa da moto que caiu, mas ainda estava vivo.
O garupa era o homem que acabou sendo executado: Irialdo Batalha, um mecânico de 35 anos que não tinha passagens pela polícia.
Quem pilotava a moto era um amigo de infância, Diego Fernandes, que levou um tiro no pé. Diego diz que a moto está com um problema no freio e por isso ele não conseguiu parar na blitz. “Quando eles viram que eu não ia conseguir parar, já começaram atirar”, diz Diego Fernandes.
A moto ainda vai ser periciada. Com base no depoimento dos PMs que estavam na blitz, a secretaria de Segurança Pública do Maranhão afirmou que houve troca de tiros durante uma perseguição a suspeitos de realizarem assalto a comércio.
Para o delegado que investiga o caso, não houve troca de tiros. “Segundo as testemunhas do lugar do crime, as duas vítimas não estavam armadas”, afirma o delegado Guilherme Souza Filho.
A PM então reconheceu o erro e prendeu os dois PMs que fizeram a blitz, identificados apenas como sargento Miguel e soldado Gomes.

E quem é o assassino?
O homem que aparece no vídeo atirando era contratado como zelador pela prefeitura da cidade e estava cedido para prestar serviços à polícia, mesmo respondendo a um processo por homicídio e de não ter sequer autorização para usar uma arma, ele participava de operações policiais. Ele se chama Luís Carlos Machado de Almeida e foi preso na quinta-feira passada.
“Ele era pago pelos cofres do município para trabalhar de vigilante e eu não sei porque cargas d´água ele estava trabalhando, usurpando a função de policial militar”, diz o delegado.
Pior: segundo o delegado, esse não foi o primeiro crime de Luís Carlos cometido em uma blitz. “Ele inclusive aqui na comarca de Vitória do Mearim responde a outro homicídio com as mesmas características”, afirma o delegado.
O comando da PM diz que não sabia que Luís Carlos participava clandestinamente de operações da PM. “A informação que tenho do comando local é que era uma pessoa colocada pela prefeitura para a parte administrativa e não tinha como fim desenvolver operações policiais”, diz o comandante geral da PM do Maranhão, Marco Antonio Alves.
Segundo a apuração da PM, Luís Carlos foi convocado para participar da blitz por um dos policiais que agora estão presos. “O sargento Miguel que era o comandante naquele momento é que fez a solicitação”, diz o comandante.
Irialdo foi levado já morto para o hospital da cidade. O corpo foi periciado, mas o laudo ainda não ficou pronto. Depois da divulgação das imagens, a Secretaria de Segurança emitiu uma nova nota.
Essa nota chama Irialdo de suspeito de participar do assalto, mas reconhece que ele foi executado. A nota afirma ainda que o governo do estado adotará todas as medidas para punir todos os responsáveis pelo crime.
Na sexta-feira passada, houve manifestação em Arari, cidade onde Irialdo morava. “Naquele momento em que ele estava atirando nele ali, ele não estava matando só ele: estava matando todos aqui, junto, porque a família está destruída. Ninguém tem mais alegria para nada afirma Izanilton Batalha, irmão da vítima 
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