Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Abuso de Autoridade

A Lei 4898/65 regula o direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa, civil e penal nos casos de abuso de autoridade. Para exercer esse direito o interessado procederá mediante petição que será dirigida à autoridade superior que tiver atribuição legal para apurar e aplicar sanção à autoridade civil ou militar acusada da prática do abuso. Pode também ser direcionada ao Ministério Público responsável para iniciar o processo contra a autoridade acusada. A Lei 4898/65 estabelece sanções para os agentes públicos praticam atos com abuso de poder. Importante lembrar que o abuso de poder pode ser: a) por excesso de poder – o agente atua fora dos limites de sua competência; b) desvio de poder – o agente, embora dentro de sua competência, afasta-se do interesse público que deve nortear todo desempenho administrativo. O agente público de pautar seus atos no princípio da legalidade. Ele não pode agir fora dos limites das suas atribuições legais Os artigos 3º e 4º descrevem as principais condutas do crime de abuso de autoridade: a) Atentado à liberdade, à inviolabilidade do domicílio, ao sigilo de correspondência, à liberdade de consciência e de crença, ao livre exercício de culto religioso, à liberdade de associação, ao direito ao exercício do voto, ao direito de reunião, à incolumidade física do indivíduo; ao direito ao exercício profissional. b) Ordenar ou executar, de forma ilegal, medida privativa de liberdade; c) Deixar de comunicar ao juiz prisão ou detenção de qualquer pessoa; d) Prender que possa ficar livre pagando fiança; e) Cobrar o carcereiro ou policial qualquer custa ou despesa de carceragem que não esteja prevista em lei. f) O ato lesivo da honra ou do patrimônio de pessoa natural ou jurídica, quando praticado com abuso ou desvio de poder ou sem atribuição legal. g) Deixar a pessoa presa além do tempo previsto.
Publicado em: junho 09, 2007   Updated: outubro 05, 2010
 


 

DELEGADO PRESO POR “ARMAÇÃO” DE EX-ESPOSA E POR ERRO DO JUDICIÁRIO É SOLTO PDF Imprimir E-mail
Seg, 29 de Junho de 2009 16:56

O delegado Regional de Porto Alegre do Norte Ronan Gomes Villar, que teve a prisão decreta na última semana pela juíza da Comarca de Cuiabá, Ana Cristina da Silva Abdalla, teve sua prisão relaxada neste último sábado (27). Em conversa com o delegado por telefone na tarde desta segunda feira (29), o mesmo disse que foi alvo de uma armação de sua ex-esposa. Ronan afirma que tem uma boa convivência com os filhos e que segue a risca os estudos e atividades dos mesmos. Com a mudança para o interior do Estado, o delegado teve sua vigília afastada, deixando seus filhos a mercê de sua ex-companheira.....
Com isso, o delegado descobre que sua ex-esposa não está pagando a faculdade de um de seus filhos e tenta solucionar o problema sem acionar a justiça. Agindo de má fé, e respaldada pela Lei Maria da Penha, sua ex-companheira armou uma ameaça e denunciou o delegado.
O delegado sem ser notificado ou intimado, foi preso por PM’s, que é proibido por lei. A lei prega que para o delegado de polícia ser preso, tem que ser intimado por seu superior. Assim o delegado foi submetidos a desgraça pública, esmagamento moral, tortura psicológica, terrorismo vivencial, seviciamento da sua pessoa, danificação de sua saúde, já antes de qualquer procedimento imparcial de apuração de acusações.
De acordo com o delegado sua ex-esposa é bacharel em direito e mesmo assim, ele paga uma boa porcentagem de seu salário para a mesma. A 5º vara civil deu o direito de Ronan ter livre acesso a visitas de seus filhos. Além disso, os filhos assinaram uma declaração em favor do pai, uma vez que a mãe está desviando os valores repassados pelo delegado em favor de si e não repassando os valores de direito aos seus filhos. Ronan ainda afirmou que sua ex-esposa tinha posse de seu cartão de créditos. Abriu um escritório para a mesma, montou o escritório e pode se auto-sustentar.
O judiciário tratou o caso com desconsideração. Aceitou a denuncia e decretou a prisão sem mesmo ouvir a outra parte. Ronan é considerado um dos melhores delegados do Estado. Tem serviços prestados em todo o Mato Grosso. Muitos dizem que talvez por ter se
insurgido contra o descaso do Governo Estadual em relação à segurança pública do Vale do Araguaia,
foi crucificado. Já Ronan diz que nunca ficou contra o governo, apenas fez críticas construtivas. Ronan Vilar era responsável pela delegacia regional de São Félix do Araguaia, mas foi transferido para Porto Alegre do Norte 10 dias após reclamar publicamente da falta de delegados e policiais efetivos na região do Araguaia.

A Lei Maria da Penha vem servindo para manter a lei, mas em casos como esse, apenas serviu como um meio de vingança, onde a ex-companheira desconta seu ódio destruindo a moral do ex-marido. O que deve fazer um homem injustiçado por canalhocracias e canalhocratas, que se sirvam dessa podre lei para punir sem lhe informar do que é acusado, sem serem apurados os fatos, antes de o mesmo ser ouvido? Comente...




Quarta-feira, 24/11/2010, 03h47

Delegado é preso acusado de formar quadrilha

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O delegado de São Geral do Araguaia, Manoel Paiva, foi preso acusado de cometer os crimes de peculato e formação de quadrilha. As investigações do Ministério Público iniciaram em maio deste ano, quando o promotor de justiça Celsimar Custódio Silva, descobriu que o delegado e o escrivão da delegacia de São Geraldo, apropriaram-se indevidamente de um veículo roubado.
“Dois policiais militares apreenderam o veículo e levaram para a delegacia do município para que fosse feito o auto de apreensão. Chegando lá, nada foi feito”, disse o promotor. Segundo ele, o delegado não fez a autuação e o escrivão não registrou o Boletim de Ocorrência.
Meses depois, o promotor soube que o delegado e o escrivão, ficaram com o carro e já estavam pensando em vender o veículo e repartir o dinheiro. A certeza do crime foi confirmada através de ligações interceptadas pela polícia.
“Tivemos a certeza que os dois estavam envolvidos no crime, oferecemos a denúncia e o MP acatou”, ressaltou Silva. O delegado Manoel Paiva, se encontra preso em Belém, já o escrivão, Robson Junqueira de Lima, está foragido da Justiça. Os dois acusados terão de responder pelos crimes de peculato, formação de quadrilha e prevaricação.
A Associação dos Delegados de Polícia do Pará (Adepol), informou que ainda não tem uma posição definida sobre o caso. Ainda de acordo com a Adepol, o delegado que era sindicalizado, está sendo defendido por um advogado da associação. (Diário do Pará)


Suspeita de extorsão

Delegado de Campo Largo teria pedido “mesada” para não manter homem preso

Caminhoneiro teria sido flagrado com cinco caixas de cigarro contrabandeados. Para não ficar preso, delegado, superintendente e dois advogados exigiram o pagamento de R$ 55mil e uma mesada de R$ 3 mil
13/09/2010 | 17:44 | Adriano Ribeiro e Diego Ribeiro
    Os dois policiais civis e os dois advogados presos na manhã desta segunda-feira (13) em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba (RMC), teriam pedido uma “mesada” de R$ 3 mil para não prender um caminhoneiro da cidade. Além disso, antes, eles já teriam cobrado e recebido um pagamento de R$ 55 mil.
    Segundo informações do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), a extorsão teria começado depois que o homem foi flagrado em um carro com cinco caixas de cigarro contrabandeados no fim do último mês de agosto. A polícia deteve o suspeito em flagrante e ele ficou preso por uma noite. Para liberá-lo da cadeia, o delegado Maurílio Alves e o superintendente Adão Osmário de Almeida teriam exigido a quantia em dinheiro. A ação irregular teria sido mediada por dois advogados que, em teoria, teriam a função de defender o caminhoneiro.
    O Gaeco cumpriu mandados de prisão preventiva contra os quatro suspeitos de envolvimento no esquema irregular. O delegado e o superintendente devem ser encaminhados para a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) de Curitiba, onde vão ficar em uma cela reservada para policiais. Já os advogados devem ser levados para o Centro de Detenção e Ressocialização (CDR), em Piraquara.
    Até as 17h, ainda restava mais um mandado para ser cumprido. Também foram realizadas buscas e apreensões na casa dos advogados e na delegacia de Campo Largo. As autoridades informaram que em uma das residências foi localizada uma arma de fogo sem registro.
    O MP anunciou que outros detalhes da operação ainda não podem ser divulgados, pois foi solicitado sigilo nas investigações.


    Negado habeas corpus a delegado preso por
    ameaçar corregedora da Polícia Civil do DF

    Extraído de: JurisWay  -  06 de Março de 2009 
    Desembargador da 2ª Turma Criminal do TJDFT negou nesta quinta-feira, pedido liminar de habeas corpus impetrado pela defesa do delegado da Polícia Civil do DF (PCDF) João Kleiber Esper. João Kleiber encontra-se preso acusado de ameaçar de morte a corregedora da instituição, delegada Nélia Maurício Pires Lopes Vieira.
    João Kleiber Esper teve a prisão preventiva decretada no último dia 3 de março pela juíza da 1ª Vara Criminal de Brasília. De acordo com a ocorrência policial que ensejou a prisão, o delegado, no dia 26 de fevereiro, dirigiu-se à sala da Direção-Geral da PCDF, demonstrando "nervosismo e irritação", e na presença de várias autoridades policiais passou a gritar e ameaçar de morte a corregedora-geral.
    Segundo testemunhas, o delegado alegava estar sendo perseguido por investigações da Corregedoria Geral da Polícia Civil do DF presididas pela corregedora. No dia 10 de fevereiro deste ano, João Kleiber Esper foi condenado a 4 anos e 2 meses de reclusão pelo juiz da 1ª Vara Criminal do Paranoá por crimes de prevaricação (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício), supressão de documentos e violação do sigilo funcional. Da condenação ainda cabe recurso.
    A defesa de João Kleiber alegou no pedido de habeas corpus que o réu tem residência fixa, é primário, ostenta bons antecedentes, desenvolve atividade lícita e está em tratamento psicológico e psiquiátrico desde 2008, quando foi afastado da Polícia.
    De acordo com a decisão do desembargador, "os fatos imputados ao paciente são efetivamente capazes de incutir justo temor em relação à delegada Nélia. A afirmação do paciente de que estaria disposto a matar a corregedora por seu próprio punho ou por interposta pessoa justifica a necessidade de se manter a constrição cautelar, tendo como fundamento a garantia da ordem pública, que, efetivamente, não pode consentir com a hipótese de que uma autoridade policial, no cumprimento de suas funções, possa vir a sofrer, em razão disso, mal grave e irreversível como a morte".
    O mérito do habeas corpus ainda vai a julgamento pelo colegiado da 2ª Turma Criminal.
    Nº do processo: 2009002002609-7
    Autor: AF


     

    Quarta-feira, 18 de agosto de 2010

    Delegado preso estaria sendo investigado pelo assassinato do ex-deputado Maurício Cotrim

    Secretario Cesar Nunes e o Delegado Chefe Jozelito Bispo em Jequié


    O Secretário de Segurança Pública da Bahia, César Nunes deverá nas próximas horas conceder entrevista coletiva à imprensa, para apresentar detalhes da operação desenvolvida nesta quarta-feira (18) pelo Centro de Operações Especiais da Polícia Civil do Estado da Bahia (COE), em cumprimento a sete mandados de prisão e oito de busca e apreensão. A operação resultou na prisão do delegado José Nelis Araújo, titular do 2º Distrito de Feira de Santana. Ele estaria envolvido no assassinato de André Luis Serra de Souza, delegado morto em emboscada, em uma praça da cidade de Ipiaú em outubro de 2009. Serra estaria investigando o envolvimento de José Nelis com o assassinato do ex-deputado Maurício Cotrim. A operação está em andamento e acontece em cidades do interior do estado. Nelis e o resultado da operação devem ser apresentados por César Nunes no final da tarde desta quarta-feira (18). O Secretário César Nunes e o delegado chefe da Polícia Civil Joselito Bispo, acompanhado por policiais do COE chegou em Jequié por volta das 8h e retornou para Salvador, às 12h10min. Além do delegado Nelis Araújo, também foram presos Luiz Santos Neto, Antonio Caluby Filho, Manoel Barreto da Silva, Manoel Terezino Araujo Neto, Josafá Matos Correia, Antonio Ivo Lima Sacramento, e Rony da Silva, suspeitos de envolvimento com a morte do delegado André Serra. Eles foram ouvidos em na sede da 9ª Coorpin/Jequié pelo coordenador Dr..Joaqum José Pereira de Souza, e, posteriormente, recambiados para Salvador onde serão indicados no processo.


    DELEGADO PRESO EM FEIRA DE SANTANA

    18 de Agosto de 2010


    08:57:06

    Nélis Araújo Júnior
    Acaba de ser preso em Feira de Santana, em sua residência, o delegado Nélis Araújo Júnior, exonerado do posto de comando da 8ª Coorpin de Teixeira de Freitas em 2009, acusado de ter sido o mandante do assassinado do seu colega André Serra, que comandava uma delegacia em Ipiaú. As diligências estão sendo conduzidas pelo próprio secretário da Segurança, César Nunes. Há informações ainda de que Nélis, que atualmente era delegado em Feira, estaria ligado ao tráfico de drogas.

    (Ricardo Luzbel)