Hoje completam 9 anos da morte do subtenente Marcos Vieira Souza.
Mais conhecido como Falcon, ele estava licenciado da corporação para disputar as eleições e foi assassinado aos 52 anos de idade, em Madureira, na Zona Norte do Rio, na tarde de 26 de setembro de 2016.
O PM, que também era presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela, era candidato a vereador pelo Partido Progressista (PP) e foi surpreendido por quatro homens encapuzados e armados que chegaram em seu comitê.
Dois dos assassinos entraram e efetuaram diversos disparos contra Falcon, enquanto um terceiro permanecia dando cobertura na calçada e um quarto ficou dentro do carro, ao volante.
O crime ocorreu seis meses após policiais da 29ªDP (Madureira) descobrirem um plano para executar o policial.
O subtenente - que foi lotado sete anos no Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), adido à Divisão AntiSequestro (DAS) durante 15 anos e durante dois à Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) - já havia sofrido outros quatro atentados, já tendo levado 18 tiros e se submetido a nove cirurgias reparadoras.
Ele chegou a ser expulso da PMERJ, em 2011, ao ser acusado de integrar uma milícia, mas foi reintegrado dois anos depois, após ser absolvido pela Justiça das acusações.
Talvez somente os familiares e amigos mais próximos ainda se lembrem desta data, mas não podemos deixar que seja esquecida.
Temos que nos lembrar sempre daqueles que suam e sangram por nós e dos que realizam funções que a maioria não tem capacidade nem coragem de realizar.

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