Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Policial é afastado após se negar a registrar ocorrência de mulher e tentar prendê-la por desacato

 Professora tentou registrar extravio de passaporte na 42ª DP, mas não conseguiu. Defesa do policial diz que mulher reclamou e xingou após ser orientada a fazer o registro no site da Polícia Federal.

Mulher tenta registrar ocorrência em delegacia e quase acaba presa
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Mulher tenta registrar ocorrência em delegacia e quase acaba presa

Por Eduardo Tchao, RJ1

26/07/2022

Um policial civil foi afastado da delegacia após se negar a atender presencialmente uma mulher e ainda tentar prendê-la.


Uma professora foi à 42ª DP (Recreio), na Zona Oeste do Rio, tentar registrar o extravio de documentos. O policial se negou a fazer o registro e disse que ela deveria fazer de forma on-line.

Ela reclamou, ele não gostou e tentou dar voz de prisão à professora.

A defesa do policial nega a versão e diz que ele foi xingado ao tentar orientá-la sobre o procedimento (veja mais detalhes abaixo).

Nas imagens gravadas por um advogado, o policial civil identificado como Rafael aparece tentando algemar a mulher.

A mulher reclamou do comportamento do policial e disse que faria uma queixa na Corregedoria contra Rafael.


Nesse momento, o agente resolveu prender a professora por desacato, mas foi impedido por uma outra policial.

Policial é afastado por abuso de poder após se negar a registrar ocorrência de mulher e tentar prendê-la por desacato — Foto: Reprodução/TV Globo


A mulher registrou queixa de agressão contra o agente e conseguiu fazer o registro de ocorrência de extravio de documentos na delegacia.


Ela também fez exame de corpo de delito, que constatou hematomas no braço, no momento da tentativa de prisão.

O policial Rafael foi afastado do trabalho na delegacia do Recreio. Uma sindicância e um inquérito foram abertos para apurar abuso de autoridade e lesão corporal por parte do agente.

A Corregedoria da Polícia Civil já foi comunicada e também investiga o caso.

“Um absurdo, não é o que nós pregamos, não é o que nós orientamos. Então, isso aí tem que ser muito bem apurado, muito bem ouvido, mas em princípio tudo que apareceu nas imagens, o que foi dito, já foi formalizado pra que agora nós adotemos as medidas que têm que ser adotadas”, diz o delegado Luiz Maurício Armond.

O delegado explica que o registro de ocorrência pode ser feito pela internet, mas que é um direito do cidadão fazer presencialmente.


“A questão do registro on-line é uma comodidade que se dá à sociedade caso ela não queira se deslocar por questão de tempo ou de saúde, ela possa tomar as medidas iniciais pela internet, e depois, caso for necessário, venha ou mande um representante à delegacia trazendo provas ou declarações pra que possa ser finalizado. É a vontade da população que tem que ser atendida”.

O que diz a defesa do policial

A defesa do policial diz que a gravação foi feita pela família da professora e que esta queria registrar o extravio de passaporte. O advogado Flávio Fernandes disse que o policial, então, a orientou a fazer o registro no site da Polícia Federal (PF), que, segundo ele, seria o canal correto para o procedimento.

Ainda segundo a defesa, o policial teria acessado o site da PF e mostrado como baixar o formulário usado em caso de extravio.

A professora teria, então, ficado alterada e passado a xingar o policial, que deu voz de prisão à mulher.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/07/26/policial-e-afastado-apos-se-negar-a-registrar-ocorrencia-de-vitima-e-tentar-prende-la-por-desacato.ghtml

PMs viram réus por morte de jovem filmado sendo colocado em viatura durante abordagem, em Goiânia

 Segundo a denúncia, policiais forjaram um confronto e mataram Henrique Alves Nogueira. Perícia apontou que, antes de morrer, a vítima ainda se ajoelhou.

Vídeo mostra momento em que jovem é colocado em viatura da Polícia Militar

Vídeo mostra momento em que jovem é colocado em viatura da Polícia Militar

Por Vitor Santana, g1 Goiás

27/10/2022

Os quatro policiais militares presos acusados da morte de um jovem filmado sendo colocado dentro de uma viatura durante uma abordagem em Goiânia se tornaram réus. A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público por homicídio qualificado por motivo torpe e de maneira que dificultou a defesa da vítima na terça-feira (25). Segundo a perícia, antes de morrer, Henrique Alves Nogueira ainda se ajoelhou.

 

Os policiais Guidion Ananias Galdino Bonfim, Kilber Pedro Morais Martins, Cleber Leandro Cardoso e Mayk da Silva Moura Sousa seguem presos. O g1 não conseguiu identificar a defesa deles até a última atualização dessa reportagem.

 

O g1 entrou em contato com a Polícia Militar nesta quinta-feira (27), mas não teve retorno até a última atualização.

 

Henrique tinha 28 anos e foi encontrado morto na noite de 11 de agosto. Na manhã do mesmo dia, ele foi filmado sendo abordado pelos policiais militares (assista acima). Ele não mostra qualquer resistência, é revistado e, em seguida, colocado no porta-malas da viatura.

 

A mesma viatura que abordou o jovem chamou a Delegacia de Investigação de Homicídios por volta das 22h informando uma morte em um confronto. A vítima era Henrique.

 

Os policiais foram presos no dia 16 de agosto. Já em 21 de outubro, eles foram denunciados pelo Ministério Público. O promotor de Justiça Geibson Rezende apontou que Henrique foi morto, pois, dias antes da abordagem que foi filmada, ele teria roubado um celular, foi detido, algemado e, mesmo assim, conseguiu fugir de dentro da viatura.

Depois disso, os militares o encontraram, cobraram R$ 100 pelas algemas e o juraram de morte.

Policiais militares do Tático e Henrique Alves, que foi encontrado morto após abordagem — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Decisão


O juiz Eduardo Pio Mascarenhas apontou que Henrique foi morto com quatro tiros. “Em momentos que antecederam a sua morte e naquele cenário, a vítima tombou ou se colocou de joelhos por certo lapso temporal, promovendo a formação de sujidades na face anterior da calça”, destacou o magistrado do laudo do local de morte.
Além disso, o juiz determinou que seja feita uma reprodução simulada dos fatos. Também foi ordenado à Polícia Civil que investigue melhor as circunstâncias da primeira detenção de Henrique, quando ele teria conseguido fugir da viatura mesmo algemado.

Veja outras notícias da região no g1 Goiás.



Jovem Henrique Alves é encontrado morto após ser filmado sendo colocado em viatura da PM — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Filho do cantor e pastor Waguinho foi morto por sargento e cabo da PM

 15/01/23 04:00

Lucas Felipe, de 22 anos, filho do cantor e pastor Waguinho
Lucas Felipe, de 22 anos, filho do cantor e pastor Waguinho Foto: Reprodução
Paolla Serra

Filho do cantor e pastor evangélico Waguinho, ex-pagodeiro do grupo Os Morenos, Lucas Felipe Alves da Silva, de 22 anos, foi morto a tiros durante uma ação da Polícia Militar na Baixada Fluminense. Ao registrarem o caso como morte por intervenção de agentes do Estado na 60ª DP (Campos Elísios), por volta das 11h de 8 de novembro, um sargento e um cabo do 15º BPM (Duque de Caxias) narraram que o jovem estava com uma pistola e uma mochila com drogas quando foi baleado numa favela. Eles alegaram que isso aconteceu durante um patrulhamento que tinha como objetivo combater os roubos de veículos e cargas praticados por uma quadrilha.

De acordo com os depoimentos, aos quais o EXTRA teve acesso com exclusividade, os militares relatam que, ao se dirigirem à esquina das ruas Conde de Irajá e Laprez Cangulo, acabaram se deparando “com oito meliantes armados” e que, ao os avistarem, “efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra eles”. A fim de “reprimir a injusta agressão”, um sargento deu 25 tiros de fuzil, e um cabo, 16.

Também na delegacia, ambos contaram que, após a ação, “um meliante armado caiu no solo, e os demais se evadiram”. “Progredindo ao território”, eles disseram ter feito uma abordagem do indivíduo e, com o baleado, teriam encontrado uma pistola calibre 380 com numeração raspada e quatro projéteis, além de uma mochila contendo 126 trouxinhas de maconha, 101 pinos de cocaína e 51 sacolés de crack. O rapaz ainda estaria com um radiotransmissor preso à cintura.

Os policiais militares disseram ter prestado socorro ao rapaz, que não foi identificado naquele momento. Ele teria sido levado, “ainda com vida”, ao Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna. Na unidade de saúde, não resistiu aos ferimentos. O sargento e o cabo ponderaram que não acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para “empregar maior celeridade na prestação de socorro ao homem alvejado”.

Na 60ª DP, os PMs ainda afirmaram que não há testemunhas do caso e que, “a princípio”, mais ninguém foi atingido pelos tiros. Como não estava com documentos, Lucas Felipe só foi identificado por meio de digitais, em um exame realizado na manhã seguinte no Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto. No laudo, assinado pelo legista Álvaro César de Assis Amorim, é informado que se fez necessária uma comparação dos dados coletados com informações do Sistema Estadual de Identificação.

Procurado pelo EXTRA, Waguinho informou, por meio de sua assessoria, que “ainda está aguardando a total apuração dos fatos e não toca no assunto, até que tudo se esclareça através das autoridades competentes”.

Dois dias após a morte de Lucas Felipe, o pai se pronunciou sobre o caso em suas redes sociais: “Meu filho. Vou me lembrar de você sempre como um menino alegre e muito, muito, muito carinhoso. Te amarei para sempre”, escreveu, postando uma foto dos dois juntos.

https://extra.globo.com/casos-de-policia/filho-do-cantor-pastor-waguinho-foi-morto-por-sargento-cabo-da-pm-25644496.html

Mulher leva tapa de PM e diz ter sofrido transfobia; polícia nega versão

 Professora leva tapa de PM após pedir ajuda por sofrer transfobia

Professora leva tapa de PM após pedir ajuda por sofrer transfobia Foto: Reprodução
10/02/23 16:45 Alves


Uma mulher, de 26 anos, foi agredida no rosto por um policial militar no Terminal Integrado da Joana Bezerra, na Zona Sul de Recife. A violência teria ocorrido após a mulher pedir ajuda por ter sido vítima de transfobia dentro de um ônibus.

As imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que a mulher trans desce do transponte público e um homem ao lado dela, identificado como seu marido, coloca as mãos por trás da cabeça, em sinal de rendição à ordem policial. No vídeo, é possível ver que a mulher se aproxima de um dos agentes, mas é surpreendida pelo tapa no rosto.

Enquanto o marido é abordado, outro PM a afasta e tenta conversar com ela. Depois do ocorrido, a mulher foi levada à Central de Plantões da Capital, onde foi ouvida e liberada em seguida.

Em nota, a Polícia Militar afirmou que uma equipe do Batalhão de Choque foi acionada por passageiros que denunciaram estarem sendo ameaçados por um casal que se encontrava dentro do coletivo e tentou efetuar roubo portanto uma arma branca, e que haviam realizado a investida contra uma mulher com uma criança com transtorno do espectro autista.

Segundo a corporação, alguns passageiros teriam tentado intervir contra os assaltantes, o que gerou uma confusão generalizada. Ainda de acordo com a polícia, ao identificar os acusados, os agentes solicitaram que o casal descesse do coletivo e que cumprisse as ordens de manter as mãos para cima, respeitando à distância de segurança para posterior abordagem.

No comunicado, a polícia diz que a acusada não respeitou a ordem e que portava uma faca peixeira, usada para cometer o delito. O órgão alega que informações colhidas junto a Polícia Civil mostram que a mulherjá tem registro, em sua ficha criminal, por roubo qualificado.

A Corregedoria Geral da SDS e a PMPE instauraram procedimentos a fim de apurar possível excessos na ação policial veiculadas nas imagens. As autoridades reiteram que sempre orientam seu efetivo a atuar observando a proteção e respeitos aos Direitos Humanos

Leia a nota na íntegra:

A Polícia Militar de Pernambuco esclarece a população pernambucana que realiza entre outras operações planejadas com a supervisão da Secretaria de Defesa Social a Operação Transporte Seguro proporcionando aos usuários do transporte público mais segurança em seus deslocamentos. No último dia (29), uma equipe do Batalhão de Choque foi acionada por passageiros que denunciaram estarem sendo ameaçados por um casal que se encontrava dentro do coletivo e tentou efetuar roubo portando uma arma branca (faca peixeira), e que haviam realizado a investida contra uma mulher com uma criança com transtorno do espectro autista.

Alguns passageiros tentaram intervir contra os assaltantes, o que gerou uma confusão generalizada e com o pedido de ajuda os policiais que estavam de serviço na Estação de Metrô Joana Bezerra, agiram no cumprimento do dever e foram em auxílio as vítimas e na identificação dos acusados pela tentativa do roubo.

Ao identificar os acusados, os policiais realizaram os procedimentos de segurança, solicitando que o casal descesse do coletivo e que cumprisse as ordens de manter as mãos para cima, respeitando à distância de segurança para posterior abordagem, o que não foi obedecido pela acusada Tifanny, identificada como uma mulher trans e que portava uma arma branca (faca peixeira), usada para o cometimento do delito. O policial militar ao perceber a aproximação desferiu um golpe para poder conter uma possível agressão da acusada que demonstrava nervosismo e se utilizava de palavras de calão contra os policiais.

Após conter a acusada, os policiais encaminharam a ocorrência para a Central de Flagrantes, onde as vítimas também prestaram depoimentos e foi lavrado um TCO em desfavor da acusada por porte ilegal de arma branca e lesão corporal. Em informações colhidas junto a Polícia Civil a acusada já tem registro, em sua ficha criminal, pelo art. 157 do Código Penal – Roubo Qualificado.

A Corregedoria Geral da SDS e a PMPE instauraram procedimentos a fim de apurar possível excessos na ação policial veiculadas nas imagens em que teve acesso e reitera que sempre orienta seu efetivo a atuar observando a proteção e respeitos aos Direitos Humanos, preservando a vida, a integridade e o patrimônio da sociedade, e que qualquer conduta na contramão dessas diretrizes está sujeita a uma investigação séria e aprofundada, seja pela Corregedoria, Delegacia de Polícia Judiciaria Militar ou no âmbito dos batalhões da PMPE. "Polícia Militar de Pernambuco, Nossa Presença, Sua Segurança"

https://extra.globo.com/noticias/brasil/mulher-leva-tapa-de-pm-diz-ter-sofrido-transfobia-policia-nega-versao-25658303.html

Professora leva tapa no rosto de PM em terminal de ônibus no Recife

 Professora leva tapa no rosto de PM em terminal de ônibus no Recife

Agressão ocorreu no TI Joana Bezerra - Foto: Reprodução

Por Portal Folha de Pernambuco

10/02/23 às 10H01 atualizado em 10/02/23 às 12H53

Uma professora, de 26 anos, foi agredida no rosto por um policial militar no Terminal Integrado da Joana Bezerra, na Zona Sul do Recife. O vídeo com a agressão viralizou nas redes sociais e gerou revolta.

A agressão ocorreu no final do mês de janeiro. As imagens mostram o momento em que a mulher trans desce do ônibus e um homem ao lado dela, identificado como seu marido, coloca as mãos por trás da cabeça, em sinal de rendição à ordem policial.

A mulher tenta falar algo com um dos policiais, mas é surpreendida pelo tapa no rosto. Ela contou à TV Guararapes que, antes de levar o tapa, foi vítima de transfobia por parte de passageiros do ônibus e iria pedir ajuda ao PM.

"Quando foi chegando já próximo à estação da Joana Bezerra, começaram os xingamentos tanto comigo como com o meu companheiro, cantando a música de João do Morro. Foi na hora que meu companheiro olhou para trás e disse assim: 'É comigo?'. Aí, foi na hora que se juntaram os três, os meninos que estavam lá atrás, e vieram tudinho para cima da gente. Aí, aquelas mulheres que estavam também no grupo ficaram na frente impedindo de os meninos vir para bater na gente. Foi na hora que o motorista abriu, chegou na Joana Bezerra o motorista abriu a porta de trás e desceu tudinho pela porta de trás. Quando abriu a porta do meio, eu desci correndo para me proteger", disse a professora.

A vítima ainda relata que se sentiu segura ao ver os policiais no terminal, porque achou que seria agredida pelo grupo estava xingando ela e o seu companheiro. 

"Fui diretamente aos policiais para dizer a eles, foi na hora que apontei para trás para ele ver o grupo. Me identifiquei como professora, foi na hora que ele deu o tapa", completou. Os policiais teriam pedido desculpas a ela depois da agressão, segundo a professora. O grupo que estava xingando a mulher e o marido teria citado que os dois estariam armados.

Em seguida, todos foram encaminhados à Central de Plantões da Capital (Ceplanc), no bairro de Campo Grande, na Zona Norte do Recife. A professora também denunciou que foi coagida para apagar vídeos que tinha feito com o seu celular.

O que diz a SDS
Por meio de nota, a Corregedoria da Secretaria de Defesa Social informou, nesta sexta-feira (10), que identificou o policial, lotado no Batalhão de Choque

A corregedoria também disse que "instaurou uma investigação para apurar o episódio". "O procedimento disciplinar buscará, com rigor e isenção, reunir todos elementos disponíveis, como imagens e depoimentos, de modo a elucidar as circunstâncias do fato", explicou a SDS.

"A PMPE, a SDS e as demais operativas de segurança pública orientam seus efetivos para atuar na proteção da população, preservando a vida, a integridade das pessoas e do patrimônio, dentro da técnica e do respeito à diversidade e aos Direitos Humanos. Qualquer atitude na contramão dessas diretrizes está sujeita a uma investigação séria e aprofundada, seja pela Corregedoria, Delegacia de Polícia Judiciária Militar ou no âmbito dos batalhões da PMPE", completou o comunicado da secretaria.

 https://www.folhape.com.br/noticias/mulher-e-agredida-no-rosto-por-pm-em-terminal-de-onibus-no-recife/257778/

 

PM agride mulher com tapa na cara durante abordagem em Pernambuco

 Flagrante ocorreu em um terminal de ônibus de Recife. Militares foram denunciados

04/02/2023 às 20:52

Um policial militar foi flagrado agredindo um

Um policial militar foi flagrado agredindo uma mulher com um tapa na cara durante uma abordagem em um terminal de ônibus em Recife (PE). O caso será investigado pelo comandante do batalhão responsável. 

A mulher sai de um coletivo com as mãos para o alto acompanhada de um rapaz. Ela fala alguma coisa para o agente, que da um tapa na cara da vítima. Na outra mão o PM segura uma pistola. Diversas pessoas que estavam no local presenciaram a agressão.

 

Em nota, a assessoria da Polícia Militar de Pernambuco informou que as imagens foram encaminhadas para o comandante do batalhão, que irá apurar o fato. O motivo da abordagem não foi divulgado e os agentes ainda não foram afastados das atividades.

https://www.sbtnews.com.br/noticia/sbt-brasil/238434-pm-agride-mulher-com-tapa-na-cara-durante-abordagem-em-pernambuco

Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle, é expulso da PM do Rio após quase quatro anos preso

 Sargento reformado está preso desde março de 2019 e já tem duas condenações, uma delas por ocultar armas usadas no homicídio

Ronnie Lessa, acusado de matar vereadora Marielle Franco - Foto: Reprodução / JNPor Agência O Globo09/02/23 às 06H29 atualizado em 09/02/23 às 07H06

Polícia Militar decidiu, nesta quarta-feira, expulsar da corporação o sargento reformado Ronnie Lessa, preso em março de 2019 pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão foi publicada no boletim interno da PM de 8 de fevereiro. Lessa foi excluído "a bem da disciplina" e tem sua conduta classificada como "execrável".

O agora ex-policial respondia a um processo disciplinar desde 2021, quando foi condenado pela Justiça a 4 anos e meio de prisão pela ocultação de armas que teriam sido usadas para matar Marielle Anderson. No ano passado, Lessa foi condenado em outro processo, desta vez por comércio ilegal de armas, a 13 anos e seis meses de prisão. O processo que gerou esta última condenação tratou da apreensão de 117 peças de fuzis que o então sargento reformado escondia no apartamento de um amigo.

"As aludidas condutas adotadas caracterizam desapreço ao serviço policial militar e aos camaradas de farda, maculando irreparavelmente a imagem da Corporação. O proceder reprovável adotado pelo militar estadual não coaduna com os preceitos basilares desta Instituição. Dessa forma, o comportamento apurado no Processo Administrativo Disciplinar ofende de maneira grave, a honradez e a credibilidade desta Instituição Bicentenária", diz um trecho da decisão do Conselho de Disciplina que levou à expulsão de Lessa.

Ele já estava respondendo a outro processo disciplinar, aberto em 2019, após ser acusado dos homicídios de Marielle e Anderson. Esse procedimento, porém, foi suspenso em outubro de 2021, à espera da conclusão do processo sobre a morte da vereadora e do motorista.

https://www.folhape.com.br/noticias/ronnie-lessa-acusado-de-matar-marielle-e-expulso-da-pm-do-rio-apos/257610/?amp_gsa=1&amp_js_v=a9&usqp=mq331AQKKAFQArABIIACAw

 
1 comentário
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Rildo Alves
ELE, AGORA , PRECISA ABRIR A BICA E ACUSAR OS MANDANTES, QUE TODO MUNDO JÁ SABE. CONFIRMA E A POPULAÇÃO ESTARÁ AO TEU LADO
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