Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Policiais acusados de roubo usavam delegacia

Para legalizar mercadorias..

Civil faz ação para prender quadrilha de policiais envolvidos com crimes de extorsão. Operação Carga Pesada prendeu oito policiais

O Dia | - Atualizada às
O grupo de policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Carga acusados de extorsão, roubo de carga, formação de quadrilha, estelionato, receptação, extorsão, peculato e concussão (extorsão praticada por agente público), utilizava o cartório da própria DRFC para legalizar o material roubado, segundo as investigações da Coordenadoria Geral da União (CGU). De acordo com a denúncia, os policiais apreendiam mercadorias de comerciantes e os extroquiam. Quando o dono dos produtos não sedia à extorsão, os policiais registravam os produtos como fruto de apreensão. Pela manhã, a Operação Carga Pesada prendeu oito policiais - são nove mandados de prisão e 44 de busca e apreensão contra a quadrilha.
O esquema criminoso foi descoberto, no ano passado, depois que comerciantes dos bairros de Jardim Primavera e Campos Elíseos foram à Corregedoria denunciar que eram extorquidos semanalmente desde 2008, além de serem obrigados a pagar uma “taxa de segurança” ao cabo da Polícia Militar Alex Sander Santos de Souza. As vítimas relataram que a falta de alvará de funcionamento dos estabelecimentos era o argumento para que pagassem a propina, com valores entre R$ 50 e R$ 100 semanais.
Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Empresário é preso em casa por policiais acusado de receptar e atravessar mercadorias roubadas
De acordo com investigações da CGU, o policial civil Roberto Carlos Gomes Cavalcanti (à época lotado na 60ª DP – Campos Elíseos) era o responsável por arrecadar o dinheiro. Em março de 2011, com a transferência do agente para a DRFC, ele arregimentou outros policiais para o esquema.
Quadrilha era composta por policiais civis, militares e bombeiro Cinco policiais civis, um policial militar, um ex-PM, um bombeiro e mais três foram denunciadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Rio, O grupo, segundo investigações da CGU, cometia uma série de crimes como extorsão a comerciantes, roubo de carga, revenda de material apreendido, diligências clandestinas, ameaças e invasão de domicílio. Os policiais civis estavam lotados à época na Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) e foram presos durante a Operação Carga Pesada, deflagrada na madrugada desta terça-feira (18/12).
Uma das investidas da quadrilha descoberta pela Corregedoria foi a invasão a um apartamento, no Maracanã, em junho deste ano, onde morava um casal que era proprietário de um box de produtos eletrônicos no camelódromo da Rua Uruguaiana. Segundo a denúncia, a quadrilha revistou a casa, sem mandado, e ameaçou a mulher e os dois filhos menores do casal.
Na ação, segundo investigações, eles apreenderam videogames e caixas de jogos , supostamente sem origem legal, que haviam sido entregues pouco antes por uma transportadora. O marido chegou à residência logo depois e seguiu com os policias para a DRFC. De acordo com o GAECO, os policiais exigiram R$ 10 mil para liberar as mercadorias. Como a vítima não aceitou o pagamento da propina, eles apreenderam os produtos e registraram a ocorrência.
Os denunciados Marino Costa e Greiciane da Silva, segundo o GAECO, intermediavam com terceiros a venda das cargas mantidas clandestinamente num caminhão-baú, estacionado no pátio da delgacia. Com autorização judicial, a CGU monitorou as ligações telefônicas dos integrantes da quadrilha. O GAECO requereu ao Juízo da 1ª Vara Criminal de Duque de Caxias as prisões preventivas de Roberto Carlos, Alessandro Trindade, Wellington de Oliveira, Paulo Reche, Maurício Xaday, Gilmar Antônio, Sandro Gomes, Sérgio Machado e Alex Sander.
Operação também caça bando especializado em roubo de cargas Em outra ação nesta terça, 13 pessoas foram presas na Operação Colmeia realizada pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC). A operação tem o objetivo de cumprir 19 mandados de busca e apreensão e 22 de prisão. De acordo com a polícia, os presos fazem parte de uma quadrilha armada especializada em roubo de cargas de caminhões, veículos e até de residências. O grupo também sequestrava funcionários até que as mercadorias fossem descarregadas.
Entre os presos, está Rogério dos Santos Gonçalves, de 43 anos. Segundo a polícia, ele é dono da rede de lanchonetes Ravis, que tem cerca de 30 lojas na Baixada Fluminense e em bairros da Zona Norte do Rio. De acordo com o titular da DRFC, delegado Fabio Cardoso, Rogério era um dos principais receptadores das cargas roubadas pela quadrilha e atuava ainda como atravessador. Quando a carga o interessava, ele mesmo comprava. Quando não ficava com o produto, o repassava para outros compradores. O empresário foi preso em sua casa, no Centro de Nova Iguaçu, às margens da Via Light. Notas fiscais foram apreendidas. Ele não reagiu.
Os policiais também cumpriram mandado de prisão contra o dono de uma farmácia na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, que vendia medicamentos roubados pela quadrilha. Houve ação também no Jardim América. No bairro, os agentes tentaram prender três homens acusados de integrar a parte operacional da quadrilha, rendendo os motoristas de caminhão e desviando as cargas. Foram apreendidas armas e granadas.
A operação foi batizada de Colmeia devido a quadrilha ser organizada em vários núcleos de atuação que variavam de acordo com o tipo de crime e de produto que seria roubado. Um grupo era responsável por atacar as vítimas e cargas, outro era responsável pela escolta dos caminhões a lugares onde a carga seria saqueada, por exemplo.
Um dos alvos da quadrilha era um homem especialista em bloquear o sistema de rastreamento via satélite dos veículos usando um aparelho conhecido como Jamer. Segundo a polícia, funcionários das empresas atacadas também foram flagrados em escutas telefônicas dando informações sobre o itinerário que veículos com mercadorias fariam, o tipo de produto e se havia escolta armada.
Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Polícia começou operação ainda de madrugada

Segundo o delegado da DRFC, as investigações para prender a quadrilha começaram há seis meses, e além dos sete integrantes presos nesta terça, outros cinco já haviam sido capturados. A quadrilha atuava a pelo menos um ano. O delegado Fábio Cardoso disse que ainda não é possível calcular quanto o grupo teria faturado neste período.
A polícia informou que a quadrilha praticava em média oito roubos por semana. Eles atuavam principalmente nas rodovias Rio-Magé, na Via Dutra e na Wasghington Luiz, além da Avenida Brasil.
O esquema da quadrilha era extremamente especializado, segunda a polícia. Um grupo de integrantes era resposável pelo roubo, outro apenas pela escolta da carga roubado, outro grupo mantinha o motorista do caminhão em cativeiro durante o roubo, e havia ainda um especialista em desativar o rastreador eletrônico do veículo.

 

Policial civil é preso em flagrante por roubo

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Qualificado em Feira de Santana..

Ele atuava como investigador na Delegacia de Amélia Rodrigues e foi surpreendido por policiais militares durante um assalto a um caminhoneiro

13.08.2012 | Atualizado em 13.08.2012 - 16:15


Da Redação
Um policial civil foi preso em flagrante por roubo qualificado na cidade de Feira de Santana, a 108 km de Salvador, de acordo com informações da assessoria da Polícia Civil. Victor Emanoel Nunes Peixinho, de 37 anos, atuava como investigador na Delegacia de Amélia Rodrigues e foi surpreendido por policiais militares com Walisson Pereira Evangelista depois que os dois tentaram roubar o motorista Jailton Nunes Soares no centro da cidade.
Armados, o investigador e o comparsa interceptaram o veículo dirigido pelo caminhoneiro com um carro, modelo Gol, na avenida Getúlio Vargas. A vítima foi rendida e obrigada a dirigir o caminhão em direção à BR-324 por volta das 2h da madrugada do último sábado (12).

No caminho, o caminhoneiro freou o veículo bruscamente e abandou o veículo, mesmo estando sob a mira da dupla. Ele conseguiu chamar a atenção de policiais militares que estavam na região e iniciaram uma perseguição à dupla, presa em flagrante minutos depois.
No carro conduzido inicialmente pelos assaltantes, que estava com a placa adulterada, a polícia encontrou várias munições, um giroflex e a identificação do policial civil, além de cartões de crédito e documentos, de acordo com informações do site Acorda Cidade.
Segundo a Polícia Civil, o policial foi preso em Feira de Santana e transferido para a Corregedoria da Polícia Civil em Salvador, onde foi aberto um processo administrativo disciplinar, que pode resultar na demissão do investigador. 
Assim como Walisson Pereira, que está preso na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, o policial também responderá aos crimes de roubo qualificado e alteração de sinal identificador de veículo, por ter substituído a placa original do carro que conduziam antes do assalto.





Policial rodoviário suspeito de roubo

14/12/2012 21h04 - Atualizado em 14/12/2012 21h04

Presta depoimento em SC

Suspeito era agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) há sete anos.
A Polícia Rodoviária instaurou processo administrativo.

Joana Caldas e Sérgio Guimarães Do G1 SC, com informações da RBS TV
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Prestou depoimento na tarde desta sexta-feira (14) em Florianópolis um Policial Rodoviário Federal preso suspeito de ter participado de um roubo em fevereiro deste ano na capital. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) instaurou um processo administrativo.
Nesta sexta (14), a Justiça expediu mandado de prisão preventiva e, por isso, o policial deve continuar preso na Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) durante todo o processo criminal.

O agente foi preso na quarta (12) pela Polícia Civil em casa, no bairro Vargem do Bom Jesus. Ele não reagiu à prisão e entregou uma arma particular. Segundo o delegado responsável pelo caso, Luis Felipe Rosado, o roubo ocorreu quando o suspeito queria comprar 17 caixas de uísque e vodka de um comerciante.

De acordo com o delegado, o policial "armou uma situação para a compra de bebidas". Enquanto ele e o comerciante faziam a transação, outros dois indivíduos que estavam escondidos renderam as vítimas e levaram o carregamento. Entre os rendidos estava um Policial Militar, que teve a arma e a carteira funcional roubadas.
O carro usado no roubo e a arma foram encontrados abandonados no bairro Monte Verde. A carga de bebidas não foi recuperada. O policial estava na PRF há sete anos. Trabalhou no Paraná, em Lages, na Serra catarinense, em São José, na Grande Florianópolis, e, por último, estava no posto de Palhoça, também na Grande Florianópolis.

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Policial é preso suspeito de fazer

16/12/2012 16h18 - Atualizado em 16/12/2012 16h18

Parte de quadrilha de roubo a banco..

Ele foi preso no sábado, suspeito de dar cobertura ao restante do grupo.
Polícia descobriu roubo a banco e abordou assaltantes, em São Simão, GO.

Do G1 GO, com informação da TV Anhanguera

Um soldado da Polícia Militar (PM) foi preso em São Simão, sul goiano, suspeito de fazer parte de uma quadrilha que explode caixas eletrônicos. Os criminosos tentaram arrombar uma agência no sábado (15) e durante uma troca de tiros com a polícia, um dos assaltantes morreu.
De acordo com o delegado do grupo anti-roubo, a quadrilha atuava na região sul e sudoeste do estado. Há alguns dias, a polícia descobriu que uma agência bancária de São Simão seria arrombada.
Os assaltantes chegaram ao banco durante a madrugada em dois carros. Mas antes que eles conseguissem explodir os caixas eletrônicos, o grupo anti-roubo a banco e a Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), que já estavam monitorando a quadrilha há quatro meses, fizeram a abordagem.
Segundo a polícia, eram cinco assaltantes. Eles fugiram por uma estrada de terra. Na perseguição, um dos carros, com placa de Minas Gerais, foi atingido pelos tiros. Um assaltante foi atingido e morreu. Os outros conseguiram escapar pela mata. Dentro de um dos carros foram encontrados um revólver calibre 38, que foi levado pela perícia para análise, e três dinamites.
O soldado da PM preso é suspeito de estar envolvido no assalto. Segundo o delegado, o PM de São Simão, ele foi preso em flagrante porque estaria dando cobertura para a quadrilha próximo ao local. O militar foi transferido para Goiânia.
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