Para justificar seu posicionamento, Dino citou o sociólogo Max Weber, afirmando que o Estado é quem deve ter o "monopólio do uso legítimo da força". Ou seja, na visão dele, o controle total sobre o porte de armas garante que a força seja usada apenas por profissionais preparados e que respondam duramente caso cometam abusos.
O assunto, claro, reacende aquele velho e intenso debate: o porte de arma deve ser apenas para as forças de segurança ou outras categorias (e cidadãos capacitados) também deveriam ter esse direito?
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