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Jornal Essência do Vale · Áudio original
📣🚔🚨📢Abordagem da GCM de Imbé termina em boletim de ocorrência após suposta truculência e dano a celular de moradora📢🚔🚨
IMBÉ - Uma abordagem realizada pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Imbé, no Litoral Norte, na última sexta-feira (23), por volta das 22h10, transformou-se em um caso de polícia.
O casal envolvido registrou um boletim de ocorrência nesta segunda-feira (26) contra um dos agentes, alegando abuso de autoridade, intimidação e danos materiais.
O caso
De acordo com o relato do casal, eles estavam conversando dentro de um veículo estacionado em frente a um estabelecimento comercial ("Bazar Todo Dia") há aproximadamente 15 minutos, quando uma viatura da GCM chegou ao local. Dois agentes desceram e realizaram a abordagem com armas em punho, ordenando que ambos saíssem do carro com as mãos para trás.
Até esse momento, segundo os abordados, a ação seguia os protocolos de segurança.
No entanto, a situação mudou rapidamente.
Acusações de truculência
Imagens gravadas pela mulher que estava no veículo mostram o momento em que a abordagem passa a ser contestada pelo casal.
Segundo o relato, um dos agentes teria adotado uma postura de truculência e intimidação ao ser questionado sobre sua identificação.
Em determinado momento da gravação, a mulher relata ter sido encurralada contra a lataria do veículo e ameaçada de prisão.
Na sequência da confusão, o agente tomou o aparelho celular da moradora, resultando em danos ao equipamento.
Desdobramentos legais
Diante dos fatos ocorridos na sexta-feira, Helena Oliveira da Silva, de 42 anos, compareceu à delegacia nesta segunda-feira (26) para registrar boletim de ocorrência formal contra o guarda municipal, fundamentando a denúncia na violência enfrentada e nas ameaças sofridas.
Especialistas jurídicos lembram que, perante a legislação brasileira, agentes públicos não possuem autorização legal para apreender ou danificar aparelhos celulares de cidadãos durante abordagens rotineiras, salvo em estrito cumprimento de mandado judicial ou flagrante delito vinculado diretamente ao equipamento, devendo qualquer apreensão seguir ritos legais estritos.
Após o registro, Helena foi convidada a prestar depoimento na Delegacia da Mulher para detalhar todo o ocorrido.
O Jornal Essência do Vale segue acompanhando o caso e busca a verdade dos fatos para melhor informar seus leitores.
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Qual a sua avaliação sobre os procedimentos adotados em abordagens de segurança e a necessidade de equilíbrio entre a atuação policial e o respeito aos direitos do cidadão?
Texto: Jornal Essência do Vale
🎥 Reprodução: Arquivo Pessoal Divulgação
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