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Terça, 3 de novembro de 2026 às 09:20
s͏S͏o͏d͏n͏o͏e͏r͏p͏t͏m͏ ͏3͏u͏l͏n͏u͏g͏0͏1͏ ͏f͏c͏a͏o͏2͏9͏2͏à͏a͏l͏ ͏7͏a͏u͏1͏b͏0͏m͏e͏s͏o͏8͏7͏1͏v͏:͏m͏a͏ ͏0͏3͏f͏0͏e͏r͏2͏m͏d͏0͏ ·O policial brasileiro que viralizou internacionalmente por suas tatuagens na cabeça e no pescoço tem uma história de superação por trás da farda.
O 3º sargento Diego Gonçalves, integrante da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), em Formosa, Goiás, contou que ingressou na Polícia Militar em 2010, mas acabou sendo desligado da corporação por causa das tatuagens.
Foram seis anos afastado até que mudanças nas regras permitiram que ele tentasse novamente. Diego refez as provas, passou por todas as etapas exigidas e conseguiu retornar à instituição. Hoje, continua trabalhando na segurança pública.
Mas existe um detalhe curioso sobre sua aparência: a tatuagem na cabeça foi feita em homenagem à própria família. Segundo o policial, a esposa e as três filhas são suas maiores inspirações e conquistas.
A fotografia que o tornou conhecido ultrapassou as fronteiras brasileiras e chegou a uma página turca nas redes sociais, alcançando cerca de 5 milhões de visualizações e provocando debates sobre a aparência dos profissionais de segurança.
O caso também chama atenção para uma mudança importante no Brasil: em 2016, o Supremo Tribunal Federal decidiu que candidatos a cargos públicos não podem ser eliminados de concursos simplesmente por terem tatuagens, salvo situações específicas relacionadas ao conteúdo dos desenhos.
A trajetória de Diego mostra como a aparência pode gerar julgamentos precipitados, enquanto a história de uma pessoa revela muito mais do que aquilo que se vê.
O 3º sargento Diego Gonçalves, integrante da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), em Formosa, Goiás, contou que ingressou na Polícia Militar em 2010, mas acabou sendo desligado da corporação por causa das tatuagens.
Foram seis anos afastado até que mudanças nas regras permitiram que ele tentasse novamente. Diego refez as provas, passou por todas as etapas exigidas e conseguiu retornar à instituição. Hoje, continua trabalhando na segurança pública.
Mas existe um detalhe curioso sobre sua aparência: a tatuagem na cabeça foi feita em homenagem à própria família. Segundo o policial, a esposa e as três filhas são suas maiores inspirações e conquistas.
A fotografia que o tornou conhecido ultrapassou as fronteiras brasileiras e chegou a uma página turca nas redes sociais, alcançando cerca de 5 milhões de visualizações e provocando debates sobre a aparência dos profissionais de segurança.
O caso também chama atenção para uma mudança importante no Brasil: em 2016, o Supremo Tribunal Federal decidiu que candidatos a cargos públicos não podem ser eliminados de concursos simplesmente por terem tatuagens, salvo situações específicas relacionadas ao conteúdo dos desenhos.
A trajetória de Diego mostra como a aparência pode gerar julgamentos precipitados, enquanto a história de uma pessoa revela muito mais do que aquilo que se vê.
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