Sim, investigações e relatórios do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) apontaram que o governo de
Cláudio Castro investiu cerca de R$ 1 bilhão do Rioprevidência (fundo de pensão dos servidores estaduais) no Banco Master.Aqui estão os pontos principais sobre o caso, conforme as informações de novembro de 2025 a março de 2026:
- Valores e Origem: O Rioprevidência aplicou recursos em letras financeiras do Banco Master, totalizando cerca de R1 bilhão, em um período onde a instituição já enfrentava questionamentos.
- Investigação da PF: A Polícia Federal prendeu ex-dirigentes do Rioprevidência devido a esses investimentos, que foram feitos mesmo com alertas contrários sobre riscos financeiros e "concentração crítica" de recursos.
- Riscos e Alertas: O TCE-RJ apontou que os investimentos foram feitos desdenhando pareceres técnicos, e parte dos papéis adquiridos não tinha cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que aumenta o risco de perda para o estado.
- Investigação da PGR: O caso levou o governo Castro ao alvo da Procuradoria-Geral da República (PGR).
- Defesa e Justiça: Embora o caso tenha gerado escândalo e pedidos de investigação (como pela PF e MPF), uma ação específica que pedia o bloqueio de bens de Castro foi extinta pela Justiça, segundo relatos de fevereiro de 2026.
O investimento é criticado por ter colocado dinheiro da previdência de servidores em uma instituição com alta concentração de risco, descrita por opositores como "gestão imprudente".

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