Sim, o laudo pericial apontou que o tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Geraldo Leite Rosa Neto, teve relação sexual com a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, pouco antes da morte dela, ocorrida em 18 de fevereiro de 2026. Essa evidência física é um dos pontos centrais da investigação, que agora também apura se houve crime sexual (estupro) antes do feminicídio, visto que a vítima já havia manifestado desejo de separação.
Detalhes do Caso (Atualizado em março de 2026):
- Evidência Física: Laudos da Polícia Científica de São Paulo encontraram espermatozoides no corpo da soldado, o que contraria a versão inicial do tenente-coronel, que alegava não ter tido contato íntimo recente com ela, conforme relatado em investigações de 18 e 19 de março de 2026.
- Investigação de Estupro e Controle: Mensagens trocadas entre o casal mostram que o oficial, 53 anos, exigia relações sexuais com a soldado, 32 anos, alegando ser o "provedor" e, portanto, merecedor de "retribuição" sexual. A polícia investiga se a relação sexual ocorreu mediante coação, caracterizando estupro antes do assassinato.
- Comportamento do Acusado: Dois dias antes da morte, em 16 de fevereiro, o coronel enviou mensagens dizendo que manteria relações com a esposa ao chegar do trabalho. Gisele respondeu com repulsa, segundo informações da polícia. Relatórios apontam um relacionamento abusivo, com controle psicológico e financeiro por parte do oficial.
- Feminicídio e Fraude: O Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso, tornou-se réu por feminicídio e fraude processual (alteração da cena do crime). Ele alegava suicídio da esposa, versão contestada pela perícia.
- Prisão Mantida: O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido de soltura do oficial em 20 de março de 2026.
O caso gerou grande repercussão, com a mãe da vítima expressando alívio pela prisão do oficial, chamando-o de "monstro".
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