Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Um Policial Militar foi detido após ser filmado agredindo e ameaçando um adolescente de 16 anos em Catalão

Foto do perfil de tvanhanguerag1go tvanhanguerag1go • Seguir Um Policial Militar foi detido após ser filmado agredindo e ameaçando um adolescente de 16 anos em Catalão, na região sudeste de Goiás. Segundo apuração da TV Anhanguera, o menino trabalha como jovem aprendiz na loja de autopeças onde as agressões aconteceram. No vídeo gravado por câmeras de segurança, é possível ouvir as ameaças. “Por que você estava encarando a polícia? [...] Vou te matar aqui agora. Vontade de dar um tiro agora, bem na sua cara. Você tem que morrer”, diz o PM enquanto segura o adolescente no chão. Em nota, a PM disse que tomou conhecimento do caso e adotou as providências legais, administrativas e disciplinares cabíveis para a devida apuração dos fatos. Ressaltou ainda que não compactua com qualquer desvio de conduta praticado por seus integrantes. 📷 Reprodução/TV Anhanguera 📲 Leia a reportagem completa no link dos stories. #g1go #g1Goiás #Itumbiara #polícia



quarta-feira, 15 de julho de 2026

Um policial militar do 2º Batalhão de Ações Especiais (Baep) atropelou um menino de três anos na saída de uma creche no Morro São Bento, em Santos (SP),

Foto do perfil de cenariumam cenariumam • Seguir 🚨Um policial militar do 2º Batalhão de Ações Especiais (Baep) atropelou um menino de três anos na saída de uma creche no Morro São Bento, em Santos (SP), na última quarta-feira, 11. Em um vídeo que circula nas redes sociais, o agente aparece exaltado e discute com a mãe da criança, chamando-a de “sua irresponsável, sua p*ta!”, enquanto é contido por outros colegas de farda. A criança sofreu um ferimento no pé direito e aparece no colo da mãe durante a confusão. Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do menino. O caso gerou revolta entre moradores da comunidade, especialmente pela agressividade do policial diante da vítima e de seus familiares. A Polícia Militar ainda não se manifestou oficialmente sobre a conduta do agente nem informou se foi aberto inquérito para apurar o atropelamento e as ofensas registradas no vídeo. O episódio ocorre em uma área onde já houve denúncias e críticas à atuação policial. Em novembro de 2024, na mesma região do Morro São Bento, o menino Ryan Silva Andrade Santos, de 4 anos, morreu após ser atingido por um tiro durante uma operação da PM. Laudos confirmaram que o disparo partiu da espingarda calibre 12 de um cabo da corporação, embora, inicialmente, os agentes tenham alegado que seria improvável que o projétil tivesse atingido a criança. Legenda: Pedro Rocha Edição de Texto: Silvio Lima Design: Felipe Soares Social Media: Pedro Rocha Imagens: Reprodução/Redes Sociais 🌎 CENARIUM | Jornalismo que forma e informa Siga a @cenariumam no Instagram e entre no canal do WhatsApp. #RevistaCenarium #Notícias #PM #Santos #SãoPaulo



HOMEM DESMAIA APÓS TAPA DE POLICIAL DURANTE ABORDAGEM EM NATAL

Foto do perfil de uirapurujaguaribana uirapurujaguaribana • Seguir 3 pessoas conteúdo sensível HOMEM DESMAIA APÓS TAPA DE POLICIAL DURANTE ABORDAGEM EM NATAL Um homem foi agredido por um policial militar e desmaiou após levar um tapa durante abordagem em Natal neste domingo (19). Vídeos mostram a vítima caindo desacordada diante de testemunhas, sem esboçar resistência, sendo posteriormente colocada na viatura por agentes do 5º Batalhão. O Polícia Militar do Rio Grande do Norte informou que afastou a equipe envolvida e instaurou um inquérito para apurar o caso. Em nota, a corporação repudiou o excesso e afirmou que a atuação policial deve seguir a legalidade e o respeito à dignidade humana. Fonte: Bacci


Monitor de escola cívico-militar é demitido por denúncias de crimes sexuais

 "Eu sei que o que eu fiz é imperdoável", disse homem em mensagem enviada à mãe de aluna em São João Nepomuceno

Bruno Luis Barros é jornalista multimídia com experiência em jornais impressos e sites, além de passagem por assessoria de imprensa na área cultural. Escreve para o Estado de Minas desde junho de 2021.
14/07/2026


Escola Municipal Cívico-Militar Três Marias, em São João Nepomucenocrédito: Prefeitura de São João Nepomuceno/Márcio Sabones

Um homem de 23 anos foi demitido da Escola Municipal Cívico-Militar Três Marias, em São João Nepomuceno, na Zona da Mata mineira, em decorrência de denúncias de crimes sexuais contra duas alunas, de 11 e 12 anos. Em uma das ocasiões, ele diz em mensagem para uma das mães que reconhece ser “imperdoável” sua atitude.

Ao comunicar, em nota, o desligamento do profissional, a prefeitura disse que o homem exercia o cargo de auxiliar de aprendizagem. Conforme o Executivo, a demissão aconteceu assim que a Secretaria de Educação tomou conhecimento das denúncias. O posicionamento completo da prefeitura pode ser lido no fim da reportagem.

Em 11 de abril, a Polícia Militar foi acionada pela primeira vez. A mãe encontrou fotos íntimas enviadas pelo monitor para sua filha de 12 anos. Segundo o registro policial, a menina disse que “manteve relações sexuais” duas vezes em janeiro deste ano. O monitor, ainda de acordo com a menina, a “assediava” há algum tempo.

Cabe dizer que "relação sexual forçada" é uma expressão que não existe perante a legislação brasileira, que é categórica: qualquer ato de teor sexual envolvendo menores de 14 anos é classificado estritamente como estupro de vulnerável, conforme redação no artigo 217-A do Código Penal.

O homem chegou a mandar mensagens à mãe. "Eu sei que o que eu fiz é imperdoável. Você confiou muito em mim e eu te decepcionei da pior forma que podia, mas nada do que eu fiz foi com a intenção de machucar", disse.

O outro caso contra o profissional de ensino, registrado em boletim de ocorrência no último 7 de julho, foi similar. Um pai também flagrou no celular da filha, de 11 anos, mensagens impróprias enviadas pelo monitor. Foi nessa época que a escola ficou sabendo do que estava acontecendo, pois o pai procurou o diretor do colégio.

Um inquérito tramita na Polícia Civil sob sigilo, em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Polícia Civil não esclareceu se ele foi preso ou se está sendo procurado pelas autoridades. 

    Leia a nota da prefeitura na íntegra:

    Diante dos fatos noticiados nos veículos de imprensa e nas redes sociais nas últimas horas, sobre suposta conduta ilícita atribuída a um servidor/empregado público no exercício do cargo de Auxiliar de Aprendizagem junto ao Município de São João Nepomuceno, a Secretaria Municipal de Educação esclarece que, após ter tomado conhecimento dos fatos, realizou o desligamento imediato do servidor/empregado público diante da gravidade dos fatos narrados, bem como orientou o pai a realizar o devido registro da ocorrência policial.

    Esclarece-se ainda que o servidor/empregado público encontrava-se em vínculo temporário de trabalho com a municipalidade, não havendo até a data de seu desligamento qualquer registro ou informação sobre conduta inadequada por parte do mesmo.

    A Prefeitura Municipal vem oferecendo apoio à família envolvida e prestando todas as informações necessárias às forças policiais e ao Ministério Público, visando contribuir para a elucidação dos fatos e aguardando que sejam devidamente tomadas todas as providências necessárias pelas autoridades responsáveis.

    Orientamos ainda que todas as famílias que possam também ter sido vítimas de condutas semelhantes procurem as autoridades policiais e a Secretaria Municipal de Educação para que seja também objeto de investigação e providências legais.

    Por fim, manifestamos nossa solidariedade à família e nossa confiança no trabalho do Ministério Público e Poder Judiciário, a quem caberá tratar a questão. Reiteramos nosso compromisso com a transparência, honestidade, responsabilidade e respeito aos direitos das crianças e adolescentes.

    TJMG mantém suspensão de escolas cívico-militares defendidas por Zema e Mateus Simões

     Justiça confirma decisão do TCE-MG e mantém barrado modelo questionado por falta de base legal





    Em 2025, o governo mineiro iniciou consultas junto às comunidades escolares para ampliar o programa de escolas cívico-militares no estado | Crédito: Henrique Chendes





    O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu, na quinta-feira (9), manter a suspensão do programa de escolas cívico-militares na rede estadual de ensino. A decisão representa um novo revés para uma das principais bandeiras educacionais dos governos de Romeu Zema (Novo) e Mateus Simões (PSD), que têm defendido a expansão do modelo, apesar dos questionamentos sobre sua legalidade e da ausência de evidências de melhora nos indicadores educacionais.



    Por dois votos a um, a 19ª Câmara Cível do TJMG validou a determinação do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), que impede tanto a continuidade do programa nas nove escolas onde ele já havia sido implantado quanto sua implementação em novas unidades. Ainda cabe recurso da decisão.

    Os desembargadores Pedro Bittencourt Marcondes e Marcus Vinicius Mendes do Valle acompanharam o entendimento do Tribunal de Contas. Ficou vencido o relator do processo, Wagner Wilson Ferreira, que defendia a manutenção temporária do programa nas nove escolas até o julgamento definitivo da ação, embora concordasse com a suspensão da expansão da política.


    o fundamentar a decisão, a maioria destacou que não cabe ao Poder Judiciário substituir a avaliação técnica do Tribunal de Contas, órgão responsável pela fiscalização da administração pública.

    O acórdão também rebate um dos principais argumentos utilizados pelo governo estadual para defender a permanência do programa. Segundo os desembargadores, a retirada dos militares das escolas não provoca interrupção das aulas, fechamento de unidades, transferência de estudantes nem mudanças na grade curricular, uma vez que a atuação desses profissionais possui caráter complementar e não interfere diretamente no planejamento pedagógico.

    Em nota, a Advocacia-Geral do Estado (AGE-MG) informou apenas que irá se manifestar nos autos do processo.

    A decisão reforça a sequência de derrotas sofridas pelo Executivo mineiro na tentativa de consolidar as escolas cívico-militares como política pública permanente. Mesmo após o governo federal extinguir, em 2023, o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), a gestão de Romeu Zema optou por manter a iniciativa em Minas Gerais. Sob o comando de Mateus Simões, o governo seguiu defendendo sua ampliação e chegou a encaminhar, neste ano, um projeto de lei à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para regulamentar o programa. A proposta, entretanto, não avançou na Casa.


    Além dos entraves jurídicos, o modelo também enfrenta resistência de parte da comunidade escolar. Em 2025, o governo tentou ampliar o número de unidades participantes por meio de consultas públicas, mas o processo foi interrompido após críticas de que a votação coincidiu com o período de férias escolares, reduzindo a participação da comunidade. Na Escola Estadual Governador Milton Campos, o Estadual Central, em Belo Horizonte, 84% dos votantes rejeitaram a adoção do modelo.

    As inspeções realizadas pelo TCE-MG também pesaram na decisão judicial. O órgão concluiu que não houve evolução significativa dos indicadores educacionais nas escolas cívico-militares, além de apontar a inexistência de uma legislação estadual específica que autorizasse a política e a ausência de previsão orçamentária compatível com sua execução.

    Entenda o caso

    A disputa em torno das escolas cívico-militares em Minas Gerais começou em julho de 2023, quando o governo federal encerrou o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim). Na contramão da decisão, o então governador Romeu Zema anunciou que manteria o modelo no estado, onde nove escolas já haviam aderido à iniciativa.

    Em 2025, o governo mineiro iniciou consultas junto às comunidades escolares para ampliar o programa. O processo, no entanto, foi suspenso pelo próprio Executivo, após críticas de que a votação ocorreu durante as férias escolares, dificultando a participação de estudantes, famílias e trabalhadores da educação.

    Naquele mesmo ano, o TCE-MG determinou a suspensão cautelar do programa. Após inspeções técnicas, o órgão concluiu que as escolas cívico-militares não apresentaram melhora significativa nos indicadores educacionais e apontou ainda a falta de respaldo legal e de previsão orçamentária para a política. A decisão foi confirmada pelo plenário da Corte em dezembro.

    Em janeiro de 2026, uma decisão de primeira instância chegou a suspender os efeitos da medida do TCE-MG. No mês seguinte, porém, o próprio TJMG restabeleceu a suspensão do programa.

    Já em abril deste ano, o governo de Mateus Simões encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto de lei para criar oficialmente o Programa de Escolas Cívico-Militares na rede estadual. O texto, contudo, não avançou na tramitação.

    Editado por: Ana Carolina Vasconcelos

    Policial militar é preso suspeito de tráfico de drogas em BH

     Segundo boletim de ocorrência, policial disse que estava envolvido com crime por causa de dificuldades financeiras. Outras três pessoas foram detidas.

    Por g1 Minas — Belo Horizonte

    Policia Militar é preso suspeito de tráfico

    Policia Militar é preso suspeito de tráfico


    Um policial militar de 36 anos foi preso suspeito de tráfico de drogas no bairro Trevo, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (14). Outras três pessoas foram detidas.

    De acordo com o boletim de ocorrência, militares estavam em patrulhamento quando foram procurados por um homem que informou um endereço onde, por volta das 22h, seria entregue grande quantidade de drogas.

      Policiais foram ao local indicado e, quando uma moto com as características informadas pelo denunciante chegou ao endereço, realizaram a abordagem. No interior do baú e em sacolas presas à motocicleta, eles encontraram 24 barras de maconha.

      O condutor, de 27 anos, disse que havia acabado de retirar as drogas em uma casa, no bairro Sagrada Família, na Região Leste de BH, e que, após concluir a entrega, deveria retornar à residência para repassar o dinheiro recebido com a venda.

      Os militares se deslocaram até o endereço informado e abordaram um carro ocupado por dois homens e uma mulher. No veículo, foi localizado um total de R$ 14,4 mil em espécie.

      O motorista se identificou como policial militar. Segundo o boletim de ocorrência, ele confessou que havia levado as barras de maconha ao local e que receberia R$ 200 pela venda de cada uma. Disse, ainda, que estava envolvido com o crime havia aproximadamente um ano, por causa de dificuldades financeiras.

      O outro ocupante do carro, de 33 anos, também assumiu participação no esquema. Já a mulher, de 24, negou conhecimento de qualquer negociação envolvendo drogas.

      De acordo com a Polícia Civil, os quatro suspeitos foram presos pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. O militar foi encaminhado para uma unidade da PM.

      Em nota, a Polícia Militar afirmou que, por se tratar de crime comum, a investigação ficaria a cargo da polícia judiciária. A Corregedoria da PM acompanha o caso.

      Viatura da Polícia Militar de Minas Gerais — Foto: Raquel Freitas/TV Globo

      Viatura da Polícia Militar de Minas Gerais — Foto: Raquel Freitas/TV Globo

      Policial militar é preso suspeito de tráfico de drogas em BH | G1