Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

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terça-feira, 1 de maio de 2018

Policial militar se mata com um tiro na Grande BH; mulher dele fica ferida

A mulher foi socorrida para o Hospital Regional de Betim, onde segue internada. O policial se envolveu em outra ocorrência horas antes em outro bairro da cidade, onde teria agredido outro homem,


postado em 01/05/2018 09:26 / atualizado em 01/05/2018 10:52
Mais um crime passional terminou em morte em Minas Gerais. Um cabo da Polícia Militar (PM) se matou na madrugada desta terça-feira em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A mulher dele ficou ferida. Dois filhos do casal estavam na casa quando o caso aconteceu. Informações, ainda não confirmadas, dão conta que ele estava insatisfeito com o relacionamento, por ciúmes. Horas antes do crime ele se envolveu em outra ocorrência em que teria agredido outro homem. A companheira do PM segue internada no Hospital Regional de Betim. O estado de saúde dela não foi informado. 
O crime aconteceu por volta das 2h. Segundo o boletim de ocorrência da PM, uma chamada foi feita à corporação solicitando ajuda devido a uma pessoa ter cometido suicídio dentro da residência. Os militares se deslocaram ao imóvel e, quando entraram, encontraram o corpo do cabo da PM em cima da cama de solteiro. O homem estava com uma perfuração na cabeça e segurança uma arma de fogo na mão direita. Já não apresentava sinais vitais. 

A mulher dele estava caída no chão consciente e reclamava de dores nas costas e estava com dificuldade de movimentar os membros inferiores. Uma equipe do do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi até o local e socorreu a mulher para o Hosptial Regional de Betim. Ela passou por cirurgia. SEgundo a PM, o quadro de saúde dela é estável.

A perícia constatou que o cabo estava com uma perfuração no lado direito da cabeça. A bala transfixou o crânio. Uma pistola com sete munições intactas e uma deflagrada foi apreendida. A principal suspeita é que o tiro tenha atravessado a cabeça do policia e atingido a região lombar da mulher. O corpo do policial foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). 

Antes da chegada da perícia da Polícia Civil, foi cogitado que o militar teria atirado contra a mulher e depois se matado, segundo o Capitão Cristiano, da sala de imprensa da PM. Porém, foi constado que apenas uma cápsula foi deflagrada, descartando essa hipótese. 

O caso vai ser investigado pela Polícia Civil, que deve ouvir a vítima nos p´roximos dias. 

Agressões


A insatisfação do militar como relacionamento pode ser constatada em outra ocorrência que aconteceu horas antes. De acordo com outro boletim de ocorrência da PM, o cabo foi até o Bairro Niterói, em Betim, onde teria ameaçado um homem por ciúmes da mulher. No registro, a vítima afirma  que o policial a obrigou a entrar na casa e o teria agredido com chutes. Ele também atirou contra a parede. O tiro não acertou a vítima. 

O militar deu outra versão sobre os fatos. Informou que estava em casa quando o homem “chegou com desaforo”. Disse que ficou sabendo, por uma terceira pessoa, que a vítima teria dito que iria passar com o carro por cima dele. Por isso, foi conversar com o homem, mas que ficou nervoso e decidiu sair de casa. Ele negou que tivesse efetuado qualquer disparo.


Policial militar se mata com um tiro na Grande BH; mulher dele fica ferida - Gerais - Estado de Minas




Polícia apura agressão de médico a administrador de hospital no Sul de Minas

Com ajuda de dois irmãos, um agente penitenciário que estava armado com uma pistola, e outro que é técnico em radiologia, médico bateu em funcionário porque queria entrar no UTI,




postado em 28/12/2017 16:39 / atualizado em 29/12/2017 07:46


A Polícia Civil de Três Corações, no Sul de Minas, apura as circunstâncias em que três irmãos – um médico, um agente penitenciário e um técnico em radiologia – agrediram o diretor administrativo/financeiro do Hospital São Sebastião, Arnaldo Afonso Monteiro, de 58 anos, em sua sala de trabalho. 

O guarda prisional Lucas José da Silveira Cesarino sacou uma pistola, intimidando o administrador, enquanto os irmãos dele, o médico identificado como Marcelo Cesarino e o radiologista Cristiano Cesarino, davam tapas, socos e chutes.

A sequencia de agressões, ocorrida na tarde da quarta-feira, teria sido motivada pela insatisfação dos irmãos com a liberação de visita no UTI, onde estava um sobrinho deles, em estado grave. “Eu estava ao telefone falando com o médico na chefia do UTI e quando ia informá-los de que a visita tinha sido autorizada o Marcelo, que é médico e melhor do que ninguém deveria saber como é o procedimento, me agrediu. Quando vi que o irmão dele sacou a arma, me vi indefeso e pensei que seria morto, pois o Marcelo o mandava atirar”, contou Monteiro.

 De acordo com o administrador, a agressão ocorreu por volta das 12h30 da quarta. Às 16h daquele dia o sobrinho dos agressores morreu. “O paciente, um adolescente de 16 anos, sofreu acidente às 22h30 da terça-feira em sua cidade. O trouxeram de ambulância para cá e disseram que era um caso de fratura. Mas quando chegou aqui, horas depois de realizarmos todos exames, percebemos que era uma situação de alta complexidade. No começo da manhã da quarta realizamos a cirurgia, apesar de atendermos apenas casos de média complexidade. O Marcelo, por ser médico, teve acesso à nossa equipe e todas as informações e sabia que era um quadro grave”, explicou.

Depois da agressão ao diretor em sua sala, que só cessou com a intervenção de um idoso, avô dos irmãos, Arnaldo conseguiu deixar o local e foi em busca de socorro policial. O agente penitenciário, não satisfeito, invadiu a área destinada à recepcionista e a impediu de trabalhar, para evitar que ela chamasse a polícia. 

Segundo o administrador, o médico e o radiologista fugiram depois da agressão. Já Lucas foi detido por um policial militar, acionado pela vítima. Ele negou que tenha sacado a sua pistola e justificou que estava na sala para apaziguar seus irmãos.

Agente penitenciário autuado por crime de ameaça

O guarda prisional foi detido e levado para a delegacia local. De acordo com a Polícia Civil, ele foi atuado por crime de ameaça, considerado de menor potencial ofensivo. Depois de ouvido, foi liberado. A arma dele foi apreendida, mas por estar registrada, foi devolvida nessa quinta-feira. Na semana quem vem, a vítima deve ser ouvida. As imagens da câmera de segurança, em que todas as agressões foram registradas, serão analisadas pela polícia.

Arnaldo Monteiro, porém, considera que não foi apenas alvo de agressão física, mas de uma tentativa de homicídio, por ter uma arma apontada em sua direção. Além da investigação na Polícia Civil, o administrador está solicitando medidas administrativas contra o médico e seu irmão técnico em radiologia junto aos seus conselhos de classe, já que causaram tumulto num ambiente hospitalar. 

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou que Lucas Cesarino é agente de segurança penitenciário efetivo e trabalha no Presídio de Machado, Sul de Minas, desde fevereiro de 2017. A Seap confirmou que recebeu um comunicado sobre a conduta dele e que abrirá um procedimento interno para apurar. Ainda, de acordo com a nota, a secretaria afirma que “apura todas as denúncias que chegam ao seu conhecimento, observando normas e preceitos legais pertinentes, a exemplo do amplo direito de defesa e do contraditório”

Policial armado ameaça médico depois do adiamento de cirurgia do filho

O caso aconteceu no Hospital Regional de Santa Maria, no Distrito Federal. Ao saber que a cirurgia do filho seria adiada mais uma vez, o policial começou a discutir com o médico ortopedista e sacou uma arma para ameaçá-lo. Em entrevista depois do ocorrido, o médico comentou que a cirurgia havia sido adiada por causa de uma emergência e aconteceu menos de uma hora depois do episódio de abuso de autoridade. "Não havia motivo algum para se ter aquela discussão", disse o médico. Tags: balanço geral, abuso de autoridade, policial saca arma, hospital regional santa maria, ortopedista, cirurgia

PM saca arma para médico em hospital de Santa Maria, no DF; veja vídeo

Segundo Secretaria de Saúde, policial é pai de paciente que aguardava por cirurgia; conduta do médico será apurada. Polícia Militar não informou se atitude do agente será investigada.



Por Marilia Marques, G1 DF
 
Paciente grava vídeo de discussão entre policial militar e médico do HRSM
Um vídeo registrado por um paciente do Hospital de Santa Maria, no Distrito Federal, mostra uma discussão entre um policial militar e o médico plantonista da instituição. Durante o desentendimento, o policial saca uma arma para o médico. Em nota, a Secretaria de Saúde informou que o filho do PM estava internado no hospital desde março e aguardava uma cirurgia de bursite.


A direção do hospital recomendou ao médico que interrompesse seu plantão após o ocorrido. De acordo com a pasta, a conduta do profissional será investigada. Questionada, a assessoria de comunicação da Polícia Militar do Distrito Federal não esclareceu se irá apurar a atitude do agente. A informação dada pelo órgão neste domingo (9), é que apenas o GDF falaria sobre o assunto.


Segundo a Secretaria de Saúde, o filho do policial militar envolvido no desentendimento foi internado no Hospital de Santa Maria com um quadro de bursite na região do cotovelo, uma inflamação que causa dor e limita os movimentos da área afetada.
“O novo procedimento cirúrgico estava marcado para o período da manhã, mas teve de ser adiado, em razão da entrada de um caso grave na emergência, tendo sido realizado ao meio-dia. Após o hospital informar que haveria este adiamento, houve o desentendimento entre o médico e o pai do paciente”, disse a pasta em nota

A Secretaria de Saúde afirmou que vai apurar a conduta do médico no episódio e, ainda em nota informou que “a cirurgia foi realizada com êxito e o paciente passa bem”.