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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Corregedoria investiga PMs de SP sob suspeita de trabalharem embriagados

Ponte Jornalismo Publicado em 20 de mar de 2016

PM ameaça vizinho: "Você muda daqui ou eu vou te matar" - Ponte Jornalismo

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Vídeo gravado por uma das vítimas flagrou as palavras do policial militar, que invadiu residência de casal dizendo, ainda, que forjaria flagrante de tráfico de drogas. Um policial militar de Bauru, no interior de São Paulo, foi flagrado ameaçando de morte um homem de 28 anos dentro da casa da vítima, que é trabalhador autônomo. O caso aconteceu na última terça-feira (27/12) após uma discussão por causa de um carrinho de supermercado. A ameaça foi gravada pela esposa do rapaz, uma professora de 26 anos. As identidades das vítimas serão preservadas pela reportagem da Ponte Jornalismo. Leia a reportagem: https://ponte.org/pm-ameaca-vizinho-v... Siga a PONTE Website: https://ponte.org

PM alega que tiro nas costas de estudante negro foi acidental - Ponte Jornalismo

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‘“Não tenho dúvida. Ele veio para matar meu filho”, disse Ivani, a mãe de Allan, 17 anos, encontrada pela reportagem à porta de sua casa, chorando. Imagens da câmera de segurança instalada em uma casa do Jardim São João, periferia de Ferraz de Vasconcelos (Grande São Paulo), gravaram o momento da morte do estudante Allan Vasileski, de 17 anos, atingido com um tiro de pistola .40 disparado por um policial militar. O caso aconteceu na última sexta-feira (22/01). Leia a reportagem: https://ponte.org/pm-mata-estudante-n... Siga a PONTE Website: https://ponte.org

Jovem morto por PM após derrubar cone de trânsito - Ponte Jornalismo

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Rapaz foi abordado quando deixava feira agropecuária em Ourinhos, interior de São Paulo. PM alega que disparo fatal foi acidental. Imagens são analisadas pela Polícia Civil para tentar descobrir se disparo de militar foi acidental ou intencional. Brian Cristian Bueno da Silva, de apenas 22 anos, foi morto na noite de quarta-feira (8/06), com um tiro no no pescoço disparado por um policial militar, quando, acompanhado de amigos, deixava a Fapi (Feira Agropecuária e Industrial), em Ourinhos (distante 374 km da capital de São Paulo). A morte de Brian ocorreu quando PMs abordaram o carro em que ele estava com mais quatro amigos. Na versão apresentada pelos militares à Polícia Civil, o veículo despertou a atenção porque estaria ziguezagueando pela via de saída da Fapi para derrubar cones de sinalização. Leia a reportagem: https://ponte.org/video-revela-moment... Siga a PONTE Website: https://ponte.org

Após um ano, PMs envolvidos em morte de jovem que levou 10 tiros estão impunes

Thiago Vieira da Silva, 22, foi assassinado enquanto voltava de uma casa noturna no Jardim São Luís, zona sul de SP. Hoje completa um ano que ele foi morto pelo policiais militares Gilberto Dartora e Rodrigo Gimenes Coelho.

Thiago Vieira da Silva tinha 22 anos
Thiago Vieira da Silva tinha 22 ano

Momento em que Thiago foi morto foi flagrado por câmera de celular
O vendedor de loja de sapatos Thiago Vieira da Silva tinha 22 anos quando foi morto com 10 tiros em 9 de dezembro de 2014 no Jardim São Luís, zona sul de São Paulo. Depois de gritar pedindo socorro três vezes, foi baleado pelos policiais militares Gilberto Dartora (3º sargento) e Rodrigo Gimenez Coelho(soldado) mesmo desarmado, sem drogas e já rendido, segundo testemunhas. Mas, para o governo, os PMs agiram em legítima defesa. Por isso, continuam trabalhando, na rua, na mesma área do crime ocorrido há um ano.
De acordo com o DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, e segundo a Corregedoria da Polícia Militar, os policiais apenas se protegeram. A SSP (Secretaria da Segurança Pública), que tem à frente Alexandre de Moraes, nesta quarta gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB), divulgou uma nota afirmando que “não foi verificado excesso nas condutas deles [PMs] e, por isso, eles não foram indiciado.
A opinião dos órgãos acima não é a mesma do ouvidor da Polícia de São Paulo, Júlio Cesar Neves. À época dos fatos, o advogado, que está à frente no órgão responsável por fiscalizar as polícias do Estado, condenou veementemente a ação do soldado e do 3º sargento
O policial militar não está aí para matar alguém, para executar uma sentença de morte. O policial militar está aí para prender e para levar esse cidadão para um distrito policial”, afirmou. “Eles não respeitaram o método Giraldi, que lhes é ensinado”, complementou
O método Giraldi, repassado a todos os policiais, determina que durante uma abordagem a contenção do suspeito, caso seja necessária, deve ser feita com apenas dois disparos quando o PM está manuseando revólver, pistola ou metralhadora portátil. “Na vida real, quando não forem suficientes para fazer cessar a ação de morte do agressor contra a sua vítima, serão repetidos”, aponta um item do método.
A mãe de Thiago, diarista, que veio do Ceará à procura de uma vida melhor, se desespera ao saber que os homens que tiraram a vida de seu filho estão impunes
“Não existe Justiça no Brasil. Meu filho era maravilhoso. Ele estava voltando de uma balada com um amigo e fizeram isso com o meu menino. Estou há um ano sem viver. Acabaram com a minha vida, moço. Como é que atiram tanto contra uma pessoa desarmada e ficam impunes? Não dá pra entender. Vou morrer sem entende

Há um ano, a Polícia Militar justificou o assassinato de Thiago afirmando que houve tiroteio. O que nunca foi confirmado por moradores locais que viram a cena à época dos fatos e agora. Um dia depois do suposto tiroteio, a nossa equipe de reportagem foi até o local verificar o que havia acontecido. De um lado da rua, havia diversos fragmentos de bala e perfurações na parede e em carros estacionados. O outro lado estava intacto, o que leva a crer que não houve troca de tiros.
A SSP havia afirmado que por volta das 23h50 daquele dia, os PMs prenderam em flagrante um homem de 20 anos com uma bolsa carregada de drogas. A pasta afirmou que o rapaz detido se entregou, e Thiago, tentou fugir. “Em dado momento, Thiago se abrigou entre dois carros que estavam estacionados e voltou a atirar contra um dos PMs, que revidou. Outro policial veio em apoio, se aproximou pelo lado direito e também atirou, acertando o suspeito que morreu no local”. “Como é que ele gritaria socorro três vezes antes de morrer se estivesse fugindo?“, questionou um morador loca,

Também de acordo com a versão do governo, ao lado do corpo foi encontrado um revólver calibre 38. A polícia diz que o rapaz que foi preso estava com uma mochila que tinha 80 papelotes de maconha, 219 pinos de cocaína, 58 frascos de lança perfume, 34 pedras de crack, além de R$ 14,80 e um telefone celular. Outro morador da região, que também viu a cena, desmentiu novamente a versão apresentada pelos policiais. “Eu e os outros vizinhos que viram, estávamos conversando sobre o caso. Ninguém se lembra de sequer ter visto a mochila”, afirmou
Um garoto contou que, depois da morte de Thiago, os policiais voltaram ao local para revistar os celulares dos moradores. “Ele chegou, apontou a arma e falou pra mim virar pra parede, e pediu o celular. Queria ver se tinha vídeo”, afirmou. Um amigo de Thiago afirma ter sido o último a falar com ele. “Poderia ter sido eu e um outro amigo nosso. A gente estava na rua, bebendo. Ele ainda ajudou um nosso amigo que estava bêbado a voltar pra casa. Só de pensar que as últimas palavras dele foram com a gente, dá um aperto enorme”


Jovem pede socorro antes de ser alvejado por PMs na ZS - Ponte Jornalismo Ponte Já sabe, né? Informação é nosso direito. Contamos com você para continuarmos na missão de defendê-lo. Construa PONTE: https://www.catarse.me/construa_ponte...
Suspeito de ser traficante, jovem foi alvejado no Jardim São Luís; SSP diz que ele reagiu; moradores desmentem pasta; Policiais não seguiram método de contenção. Dois PMs (policiais militares) executaram um jovem e prenderam outro rapaz na região do Jardim São Luis, na zona sul de São Paulo, na noite de terça-feira (9/12). Thiago Vieira da Silva, de 22 anos, foi alvejado por dois policiais na rua Acédio José Fontanete. Após pedir socorro três vezes, um dos PMs disparou quatro tiros, de maneira seguida. Depois, já inconsciente, o suspeito foi alvejado mais seis vezes pelo dois agentes. Leia a reportagem: https://ponte.org/jovem-pede-socorro-... Siga a PONTE Website: https://ponte.org Facebook: https://facebook.com/pontejornalismo

Sargento da Marinha é condenado por estupro de menina

Sargento da Marinha é condenado por estupro de menina

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio condenou hoje, dia 13, o sargento fuzileiro naval Júlio Cesar Teixeira Galvão, de 40 anos, por estupro de uma menina de 12 anos de idade. O militar era amigo da família e tratado como “tio de consideração” da vítima. Ele teve a prisão preventiva decretada logo após o julgamento dele, no início da tarde, no Fórum da capital. De acordo com o processo de número 0009821-082014.819.0204, que corre em segredo de Justiça, o acusado praticou o crime seguidas vezes, entre 2010 e 2013, na casa da vítima, em Padre Miguel, Zona Oeste carioca . O militar é lotado no 1º Distrito Naval, no Centro do Rio. A Justiça ainda vai fixar a pena do réu. JAB
13/06/2017 (00:00)

LS CRISTIANO LIMA & ADRIANA SILVA - ADVOGADOS

Subtenente que matou sargento em quartel no AC perde contrato com PM

Desligamento foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (28). José Adelmo Alves dos Santos permanece preso no quartel do Bope
G1 acre

O subtenente da Polícia Militar José Adelmo Alves dos Santos, de 49 anos, perdeu, nesta segunda-feira (28), o contrato de reconvocação com a corporação, que estava em vigor há quatro meses. O desligamento do subtenente foi publicado no Diário Oficial desta segunda. Santos matou o sargento Paulo Andrade, de 44 anos, com um tiro de pistola ponto 40 dentro do Comando Geral da PM no último dia 24, em Rio Branco.
Ao G1, o coronel Júlio César, comandante da PM, disse que o subtenente quebrou o contrato a partir do momento em que agiu contra a vida de Andrade

A publicação do Diário diz que Santos foi “flagranteado por crime doloso” e considera ainda que o militar “cometeu ato contra o decoro de classe e o pundonor” da PM.
A exclusão de Santos do efetivo passou a contar do dia 25 deste mês. Segundo César, o subtenente permanece preso no quartel do Batalhão de Operações Especiais (Bope). “É nossa obrigação excluir o contrato quando ele agiu dessa maneira. O que fiz foi suspender o contrato de retorno. Nesse momento, ele não deixou de ser militar”, explica.
César alega que o militar reunia todas as condições para retornar ao serviço ativo através de um contrato de trabalho. Ele lembrou que há alguns anos Silva teve problemas quando estava na ativa, mas havia se recuperado. Além disso, afirmou que a conduta do PM era acompanhada de perto.
“Era acompanhado para verificar se ele realmente ia cometer algum ato errado. Ele havia se comprometido e demonstrou que tinha passado por tratamento de saúde. Outra coisa importante de dizer é que o ele não estava atuando nas ruas, não atendia ocorrências na radiopatrulha como os ativos, mas permanecia no policiamento interno. Então, dificilmente teríamos problema com ele nesse sentido, pois estava num serviço de guarda”, relata.
Santos deve responder por processo penal e administrativo e pode ser excluído da corporação. Após ser julgado pela auditoria militar, caso a pena seja maior que dois anos, automaticamente ele perde a função de subtenente por uma decisão em um fórum criminal, segundo o comandante. Se for condenado, o subtenente deve ser encaminhado para a Unidade Prisional 4 (UP4), “Papudinha”, e permanecer na ala para ex-militares.
“A PM também deve abrir um processo administrativo disciplinar, onde o conselho de disciplina deve julgar o ato que ele cometeu que fere a honra, o pundonor militar e a ética. Ele vai ter que se defender no âmbito criminal e administrativo. Ambos podem resultar na expulsão dele da corporação, nesse caso ele vai perder a patente e vai ser um ex-militar”, ressalta.