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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Agente penitenciário mata sargento e é morto em seguida

20/02/2016 17:40 - 
Regional

Agente penitenciário mata sargento e é morto em seguida

Em atendimento à ocorrência, PM Júlio César foi alvejado por Marcos da Silva

Marcus Liborio

PM que matou caminhoneiro se entrega à polícia


PM que matou caminhoneiro se entrega à polícia

  • MG RECORD

O policial militar que foi filmado matando um caminhoneiro a tiros em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, se entregou nesta segunda-feira (7). O crime ocorreu no bairro Santa Rita, no último domingo (6). Os dois seriam vizinhos e brigavam constantemente.

PM filmado espancando jovem em Sabará pode ser expulso; vítima está em estado gravíssimo

Por Redação , 10/02/2018 às 07:23 

atualizado em: 10/02/2018 às 07:26
TEXTO: 
 
OUÇA NA ÍNTEGRA
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A Polícia Militar (PM) afastou do trabalho nas ruas (por tempo indeterminado) o policial que agrediu um jovem no último domingo, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O chefe da sala de imprensa da PM, major Flávio Santiago, afirma que a corregedoria apura o caso e que o policial pode até ser expulso da corporação. 
Um vídeo obtido pela reportagem da Itatiaia mostra que a viatura da PM para, o militar desce, agride o rapaz com um golpe de cassetete e em seguida chuta a cabeça do jovem, que já estava caído no chão. Na sequência do vídeo, outros policiais colocam o jovem na viatura e saem em direção à UPA de Sabará.
Assista:
O jovem agredido é Dener de Oliveira, de 23 anos. Ele está internado em estado gravíssimo no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Pessoas próximas a Dener denunciam que o Boletim de Ocorrência relata que o jovem se feriu ao separar uma briga, situação que o vídeo não mostra. 
Familiares do jovem preferiram não gravar entrevistas por enquanto, uma vez que estão muito abalados e assustados com a situação.

PM suspeito de espancar e matar jovem em MG teria forjado B.O.


PM suspeito de espancar e matar jovem em MG teria forjado B.O.

Boletim de ocorrência registrou que rapaz foi socorrido após uma rixa. Imagens da Record TV, no entanto, mostram homem agredido por um cabo




Jovem levou dois golpes de bastão na cabeça

Jovem levou dois golpes de bastão na cabeça

Reprodução RecordTV Minas
O ouvidor de Polícia do Estado de Minas Gerais, Paulo Vaz Alkmim, disse haver indícios de que um grupo de militares forjou o boletim de ocorrência da morte de um jovem de 23 anos em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte.
O rapaz, conhecido apenas como Dener, perdeu a vida no domingo (11), após sete dias internado num hospital, vítima de traumatismo craniano. No boletim de ocorrência, policiais relataram que o rapaz havia sido socorrido após se envolver numa rixa, cair e bater a cabeça no asfalto. 
Imagens obtidas pela Record TV Minas e exibidas com excluvidade na sexta-feira (9) mostram que o jovem foi socorrido após ser agredido por um cabo da corporação. Dener levou dois golpes de bastão e um chute na cabeça.
Desacordado, ele caiu com o rosto no asfalto e teve uma convulsão.
Na avaliação do ouvidor, o vídeo pode ser considerado uma prova para incriminar o agressor. Para Alkmim, a imagem contém indícios suficientes para o autor ser denunciado por homicídio doloso (quando há intenção do assassinato).
— Foi aberto um inquérito plicial militar. A princípio, o que nós vimos foi uma atitude de extrema violência e covardia. Não utilizou os seus aprendizados na Academia de Polícia Militar, onde passou por 11 meses de treinamento. (...) O fato é lamentável. A mesma guarnição alegou que se tratava de uma rixa, contando uma  história que não está de acordo com o que estamos vendo naquela filmagem. 
O ouvidor avalia que os demais policiais presentes à ocorrência foram testemunhas do caso e, por entender que o boletim foi forjado, todos que participaram da desastrada abordagem devem responder por falsidade ideológica.
Dener voltava de uma festa de pré-carnaval

Dener voltava de uma festa de pré-carnaval

Álbum de família / Divulgação
Desde que a Record TV Minas revelou os detalhes da abordagem, esta é a primeira vez que uma autoridade do Estado fala sobre o asssunto. Procurado pela reportagem nesta quarta-feira (14), o major Flávio Santiago, chefe da Assessoria de Imprensa da PM, não respondeu às perguntas.
Como o autor é militar, o ouvidor informou que o inquérito policial militar foi instaurado. No fim da investigação, o caso deverá seguir para o Tribunal de Justiça Militar. Além do inquérito militar, o cabo será alvo de um inquérito da Polícia Civil.
Veja o momento da agressão:

Mortes no motel: suspeito de matar adolescente com arma de PM é solto

Mortes no motel: suspeito de matar adolescente com arma de PM é solto

Defesa diz que jovem está "muito bem e muito feliz". Ele é suspeito de ter matado uma adolescente de 15 anos, e seu amigo policial teria se suicidado


Motel em que dois jovens morreram em 14 de abril

Motel em que dois jovens morreram em 14 de abril

Divulgação
O operador de caixa Vinícius da Silva Oliveira, 19 anos, teve a prisão preventiva revogada e voltou às ruas na última sexta-feira (27). Ele estava preso desde 15 de abril, um dia depois da morte da adolescente Deise da Costa, 15 anos, e do soldado da Polícia Militar Rodrigo Santos Mathias.
De acordo com as investigações, o jovem é suspeito de ter matado a Deise com a arma de trabalho do amigo, o soldado Mathias. Em seguida, o PM teria cometido o suicídio.
A informação sobre a liberdade de Oliveira foi confirmada pelo advogado Marco Antônio Veras, que trabalha na defesa do operador de caixa.
O jovem deve responder pelo crime em liberdade até ser julgado pelo tribunal do júri. Para a defesa, a revogação da prisão do rapaz demonstra que "começou a se fazer justiça". Segundo Veras, "o juiz entendeu que houve um acidente ali".
O advogado diz que Oliveira está "muito bem e muito feliz". Veras acredita que não seria correto o jovem ficar preso "por uma besteira, uma falta de maturidade".
De acordo com a defesa, a liberdade do rapaz demonstra que agora o caso "está se resolvendo da melhor maneira possível".
Desde que foi solto, Oliveira está com a família e, na próxima quarta-feira, deve voltar ao trabalho, de operador de caixa em uma tabacaria no município de Poá (região metropolitana de São Paulo).
"Ele vai retomar a vida normal e aguardar o que a Justiça vai determinar para ele, [na expectativa de] cumprir as medidas que foram solicitadas pela defesa", diz o advogado.

Família de jovem morto após ser espancado por PM pede justiça


Família de jovem morto após ser espancado por PM pede justiça 

Exclusivo. Parentes de um jovem de Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, pedem justiça. O rapaz morreu depois de ser espancado por um policial militar logo após uma festa na cidade.

Caso Rafael Mascarenhas: Ex-PMs que teriam recebido propina são condenados

Ex-policiais acusados de receber propina para liberar o carro que atropelou o filho da atriz Cissa Guimarães pegaram cinco anos de prisão. Mascarenhas morreu no dia 20 de julho de 2010

Homenagens a Rafael Mascarenhas no camarim de Cissa Guimarães
George Magaraia
Homenagens a Rafael Mascarenhas no camarim de Cissa Guimarães
A Auditoria Militar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou nesta quinta-feira (23) os ex-policiais militares Marcelo José Leal Martins e Marcelo de Souza Bigon a cinco anos de prisão em regime semiaberto pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e descumprimento de missão.
Os ex-PMs foram acusados, quando estavam na ativa, de receberem propina para liberar o carro que atropelou e matou o músico Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães. O fato ocorreu no dia 20 de julho de 2010, no túnel Acústico, na Gávea, na zona sul da capital fluminense.
Ambos foram expulsos da corporação. Como estão em liberdade, a Justiça lhes concedeu o direito de assim permanecer até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória, quando não couber mais recursos.
Relembre o caso
Rafael Mascarenhas andava de skate no túnel Acústico, que estava interditado para carros, quando foi atropelado. Ele chegou a ser levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Uma testemunha disse à polícia que dois carros trafegavam em alta velocidade pelo túnel antes do acidente.
Em depoimento, o atropelador Rafael Bussamra disse que não sabia da interdição no tráfego na hora do acidente.
A perícia feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Polícia Civil, no carro de Bussamra apontou que o automóvel estava a uma velocidade de aproximadamente 100 km/h quando atropelou o filho de Cissa Guimarães. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio (CET-Rio), a velocidade máxima permitida no Túnel Acústico é de 70 km/h.
O pai de Rafael Bussamra, Roberto Bussamra, disse em depoimento, que pagou R$ 1 mil para os PMs, que teriam pedido inicialmente R$10 mil, para que os militares não apreendesse o veículo do filho.