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quinta-feira, 6 de abril de 2017
Policiais Civis REVOLTADOS com a ação da PM no RJ
Publicado em 23 de jun de 2013
Bomba de gás atinge Delegacia 5a DP, no Rio de Janeiro
PMs invadem delegacia e resgatam Sargento detido
Publicado em 4 de mar de 2014
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03/03/2014
02/03/2014
Policial da Rota entra na sala do Delegado e ensina a fazer inquérito (confusão) no DP (Rio Claro)
Publicado em 2 de out de 2014
Uma agressão por parte de um tenente da Rota contra o delegado Aroldo Cesário Diniz, agitou o plantão policial na noite de quinta-feira (20). Segundo informações apuradas no local o fato teve início depois que os policiais apresentavam um indivíduo procurado pela Justiça.
Durante a ocorrência foi constatado que o rapaz não estava procurado, então houve um questionamento por parte do tenente da PM sobre o fato e também do tratamento do delegado com ele. Neste momento se iniciou uma discussão entre as partes, que teria terminado em agressão.
Em entrevista para a imprensa o delegado alega ter sido agredido com uma gravata e que teve seus óculos quebrados, e que houve empurrões entre as partes. Declarações de policiais e testemunhas que não quiseram se identificar e que estavam no momento dos fatos, os policiais da Rota chegaram a sacar as armas na frente do plantão policial e apontar para o delegado.
O Comandante interino do 37º Batalhão da Polícia Militar de Rio Claro, major Lideraldo das Silva, disse para a equipe da TV Claret que houve sim um desentendimento e que o policial agiu de forma errônea, e os fatos serão apurados.
Foi elaborado um boletim de ocorrência em que o delegado alega ter sido vítima de um crime cometido por um oficial da Polícia. Estiveram também no plantão policial advogados da OAB de Rio Claro, investigadores e delegados civis e oficias da Polícia Militar de Rio Claro.
sábado, 1 de abril de 2017
11/05/13 06:0001/10/15 17:12
Vídeo mostra policiais civis forjando auto de resistência em favela do Rio
Não foi possível exibir o vídeo.
Extra
O vídeo de uma operação da Polícia Civil na Favela do Rola, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, uma das mais perigosas da cidade, mostra os agentes forjando um auto de resistência, mudando o corpo de um dos mortos de lugar - segundo a corporação, foram cinco vítimas ao todo na ocasião. As imagens, obtidas com exclusividade pelo EXTRA, são produto de duas câmeras, uma num helicóptero e outra afixada à cabeça de um dos policiais. A ação aconteceu no dia 16 de agosto de 2012.
A gravação tem início com um helicóptero (Água 3) monitorando um bar, onde há venda de drogas e dois bandidos portam fuzis. Moradores - incluindo crianças e mulheres - passam normalmente pelo local. Minutos depois, já com as ruas desertas, uma segunda aeronave (Águia 2) abre fogo por seis minutos contra o refúgio dos traficantes. Não é possível ver, em momento algum disparos feito da terra em direção à aeronave.

Mais tarde, após desembarcarem de um dos helicópteros, policiais correm até o bar metralhado. Lá, ao lado da equipe que chegou por terra, em um veículo blindado, todos comemoram com abraços e sorrisos ao encontrar três corpos. Os agentes falam repetidamente em acionar o socorro, embora as mortes já tenham sido constatadas.

Em seguida, uma outra vítima é encontrada numa casa próxima. "Ele 'tava' com arma?", pergunta um agente, recebendo uma negativa como resposta. "Tem que fazer a contagem rápida, irmão", afirma outro. É a deixa para o grupo, com a ajuda de um lençol vermelho, transportar o corpo em ritmo acelerado por cerca de 70 metros e abandoná-lo no bar que era reduto do tráfico.

Polícia Civil envia nota
Procurada pelo EXTRA, a chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, se manifestou por meio de nota: "Em relação à operação na Favela do Rola, em Santa Cruz, há um inquérito em andamento na 36ª DP (Santa Cruz) que investiga os homicídios. Testemunhas ouvidas no dia do fato confirmam que houve confronto entre policiais e traficantes. Na ocasião, policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) apreenderam quatro fuzis, uma espingarda, duas pistolas, 67 cartuchos, além de drogas e dinheiro. Também foi realizada perícia de local e do material apreendido. O caso foi registrado como homicídio proveniente de auto de resistência".
O delegado Ricardo Barbosa, titular da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), não foi encontrado para comentar as imagens. Também contatados, não quiseram falar sobre o caso o subchefe operacional da Polícia Civil, Fernando Veloso, e Adonis Lopes de Oliveira, que comandava o Serviço Aeropolicial (Saer) na época. Adonis pilotava um dos helicópteros, a exemplo do que ocorreu na ação que matou o traficante Matemático, em abril de 2012, na Favela da Coreia, em Senador Camará, também na Zona Oeste.
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