Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica
domingo, 24 de outubro de 2010
Advogado de Duarte Lima "não confia" na polícia brasileira
Germano marques da Silva lembra recentes casos de "manipulação de provas"
Advogado de Duarte Lima, Germano Marques da Silva, afirma "não confiar" na polícia brasileira e aponta recentes "casos de manipulação de prova", quando está para breve a inquirição por carta rogatória do ex-deputado no caso do homicídio de Rosalina Ribeiro.
26 Setembro 2010
Nº de votos (3) Comentários (6)
Questionado pela Agência Lusa sobre se as perguntas contidas na carta rogatória serão uma oportunidade para Duarte Lima esclarecer, de uma vez por todas, a sua situação, Germano Marques da Silva respondeu: "Não sei, porque neste momento não confio na polícia [brasileira]".
Advogado de Duarte Lima lembrou casos recentes em que existiu " manipulação de provas"
COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"Óh sr. advogado, também eu não confio no seu cliente Duarte Lima. Os milhões são muitos sr. advogado! Querer tapar o sol com uma peneira? Ora essa!"
Anacleto
26 Setembro 2010
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FONTE:http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/advogado-de-duarte-lima-nao-confia-na-policia-brasileira
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Juiz decreta prisão temporária de policiais atiradores...
Você removeu resultados desta pesquisa. Ocultar Carregando... Testemunha acusa policiais civis de atirar no carro do juiz em JacarepaguáNão estamos numa guerra ainda, dar meia volta numa blitz da polícia não é crime punível com a morte, sequer existe pena de morte no país. Os policiais tem rádios, telefones celulares, poderiam dar um aviso que um carro vermelho fugiu do cerco e pedir auxilio a outras guarnições.Mesmo que fosse um carro com bandidos poderia haver alguém sequestrado dentro, a conduta dos policiais foi péssima, o azar deles é que foi um juiz a vítima. É preciso que se defina claramente para a sociedade se um policial pode fuzilar um carro que não obedeceu ordem para parar, do jeito que está eu não sei qual é a orientação que a polícia tem. Fonte: Jornal O Globo RIO – O relato do vendedor de automóveis Jader Abdala, de 49 anos, joga por terra a versão apresentada por policiais civis da 41ª DP (Tanque) para o tiroteio que deixou um juiz federal, seu filho e sua enteada gravemente feridos durante uma blitz na descida da Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá , na noite de sábado. Abdala, que teve o carro atingido por dois tiros no mesmo episódio, conseguiu escapar ileso do que classificou como um “ataque terrorista” feito pelos policiais. Em depoimento na delegacia, os agentes responsáveis pela blitz dizem que só deram um tiro de advertência para alto e que os outros disparos partiram de um Honda Civic de cor escura, que fugiu do bloqueio em alta velocidade. Veja o relato da testemunha A testemunha contou que os policiais, de roupas escuras e bem armados, atiraram assim que os motoristas que estavam na sua frente começaram a dar a volta e a seguir na contramão. A seu lado, estava o carro do juiz, um Cerato vermelho. Na versão de Abdala, eram cinco ou seis policiais e estavam no meio da rua. Na opinião dele, os motoristas teriam confundido os policiais com bandidos. - Achei que era um arrastão e me apavorei. Mas, mais à frente, a uns cem metros, vi que tinha um Sandero da polícia com giroscópio ligado – disse o vendedor, poucas horas após o ataque, ainda muito nervoso. Avó: ‘não havia carro com bandidos’ Os tiros atingiram, além do Fiat Punto do vendedor, o carro em que estava a família do juiz trabalhista Marcelo Alexandrino da Costa Santos, de 39 anos. Marcelo, sua enteada Nathália Lucas Cuker, de 8 anos e seu filho Diego Lopes, de 11, foram baleados. Fiquei apavorado e voltei na contramão também. Quando estava fugindo, atiraram contra mim e acertaram meu para-brisas duas vezes. Os tiros passaram a centímetros da minha cabeça. Eu nasci de novo – disse Abdala: O vendedor contou que alguns amigos passaram no mesmo trecho minutos depois e viram homens de roupas pretas perto do carro da polícia, que estava com as portas abertas. - Eles disseram para mim, depois de eu ter contado o que aconteceu, que também acharam muito estranha a postura daqueles homens. Por que eles não estavam identificados como policiais? Como é que um cidadão vai saber se são bandidos ou policiais, se eles te abordam do mesmo jeito? A avó das crianças, Arlete Casto Aragão, de 53 anos, que estava no carro do juiz na hora do ataque, teria negado, no Hospital Cardoso Fontes, que houvesse um carro com bandidos na blitz. Comentários recentes |
Policiais que atiraram em carro de juiz têm prisão temporária
Policiais que atiraram em carro de juiz têm prisão temporária decretada
Para juiz do Tribunal do Júri, agentes têm instinto homicida e envergonham a Polícia Civil do Rio
Rio - O juiz Fábio Uchoa, da 4ª Vara Criminal do Tribunal do Júri, decretou, na tarde desta sexta-feira, a prisão temporária dos dois agentes da Polícia Civil, Bruno Rocha Andrade e Bruno Souza da Cruz, indiciados pela Corporação por tentativa de homicídio contra o juiz Marcelo Alexandrino da Costa Santos, de 39 anos, durante uma blitz na Estrada Grajaú-Jacarepaguá, na madrugada do último domingo, dia 4 de outubro.
O juiz trabalhista e sua família seguiam em seu carro, um Kia Cerato, para uma festa na Taquara, Zona Oeste do Rio. Ao ver uma blitz da Polícia Civil, o magistrado tentou retornar pensando ser falsa. Nesse momento, o carro foi atingido por tiros de fuzil. Além de Marcelo, sua enteada, Natália, de 8 anos, e seu filho, Diego, de 11, também foram atingidos.
Para o juiz Fábio Uchôa, os policiais têm instinto homicida e envergonham a Polícia Civil do Rio. Ele disse também que os indiciados não estariam autorizados a fuzilar um veículo em fuga, ainda que conduzidos por marginais, “pois não cabe à polícia aplicar verdadeira pena de morte, a quem quer que seja, simplesmente porque não obedeceu a ordem de parar e pôs-se em fuga, tão somente para satisfazer seu desejo de exibir um poder que, fora dos limites legais, simplesmente não existe”, ressaltou o juiz, citando parte da carta pública divulgada pela vítima Marcelo Alexandrino da Costa Santos e veiculada na internet no dia 6 de outubro.
Um dos agentes teria feito um disparo para o alto na tentativa de parar o veículo. De acordo com os policiais que faziam a operação, ocupantes de um outro carro, um Honda escuro, atiraram contra os policiais e teriam atingido o carro do juiz.
Perícia confirma que balas partiram do fuzil do policial
A pericia feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) confirmou que as balas que atingiram o juiz e sua enteada de 8 anos partiram do fuzil que estava com o policial Bruno Rocha Andrade. O outro policial, Bruno de Souza da Cruz, também foi indiciado porque fez disparos e sustentou a versão de uma troca de tiros com os ocupantes de um Honda civic.
De acordo com os peritos, os cartuchos arrecadados no local eram dos fuzis que estavam com eles. O agente Bruno Andrade estava com um fuzil IMBEL calibre 5.56 e o outro policial estava com um fuzil Norinco do mesmo calibre. Os fragmentos e balas encontradas no corpo do juiz e o projétil encontrado no corpo da enteada dele partiram da arma que estava com Bruno Andrade.
Em carta, juiz critica ação de agentes
A assessoria de imprensa do Hospital Pasteur, no Méier, Zona Norte, divulgou, na tarde desta quarta-feira, uma carta escrita pelo juiz Marcelo Alexandrino da Costa Santos, de 39 anos, que foi baleado durante uma blitz, na madrugada do último domingo, na Estrada do Pau Ferro, próximo à Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá. O juiz agradece as vibrações positivas e fala sobre um "agente público, que de nós deveria cuidar, disparando arma de fogo, com a intenção de matar, contra um casal de bem e suas crianças inocentes apenas para satisfazer seu desejo de exibir um poder".
Leia a carta completa do juiz Marcelo Alexandrino da Costa Santos abaixo:
“Às milhões de pessoas que, no Brasil e no mundo, têm-nos enviado mensagens e pensamentos de preocupação, carinho e solidariedade:
Eu e toda a minha família, do fundo de nossos corações, agradecemo-lhes e pedimos que continuem orando e nos enviando vibrações positivas, pois, apesar da distância, a tremenda energia que acompanha seus pensamentos nos tem ajudado a seguir em frente, vencendo a cada dia uma nova batalha contra todo o sofrimento físico, emocional, mental e espiritual que temos atravessado.
Todos os dias e em todas as horas, o planeta assiste às mais variadas violações dos Direitos Humanos. Porém, nada há de mais aterrador do que a imagem de um agente público, que de nós deveria cuidar, disparando arma de fogo, com a intenção de matar, contra um casal de bem e suas crianças inocentes apenas para satisfazer seu desejo de exibir um poder que, fora dos limites legais, simplesmente não existe.
Já é passado o momento da mudança. Já não se deve mais aceitar o inaceitável. Já não se pode mais observar a violência e o mau exercício da autoridade pública como convidados bem-vindos a nossas vidas.
Portanto, que essa vibração positiva que nos tem sido enviada se estenda também a todos os seres humanos, a fim de que, da criação de espaços de resistência, onde impere a dignidade, possa nascer uma sociedade verdadeiramente livre, justa e igualitária.
Por fim, não podemos deixar de registrar nossa gratidão a todos os profissionais dos hospitais em que estamos internados. Sua dedicação é confortante e nos inspira a confiança em um amanhã sempre melhor.
Mais uma vez, muito obrigado. Marcelo Alexandrino da Costa Santos e família”
De acordo com a assessoria do hospital, o juiz ainda permanece internado num quarto particular, sem previsão de alta hospitalar. Ele está lúcido, respirando espontaneamente (sem aparelhos) e, além da equipe médica recebe acompanhamento fisioterápico e psicológico.
O juiz trabalhista e sua família seguiam em seu carro, um Kia Cerato, para uma festa na Taquara, Zona Oeste do Rio. Ao ver uma blitz da Polícia Civil, o magistrado tentou retornar pensando ser falsa. Nesse momento, o carro foi atingido por tiros de fuzil. Além de Marcelo, sua enteada, Natália, de 8 anos, e seu filho, Diego, de 11, também foram atingidos.
Para o juiz Fábio Uchôa, os policiais têm instinto homicida e envergonham a Polícia Civil do Rio. Ele disse também que os indiciados não estariam autorizados a fuzilar um veículo em fuga, ainda que conduzidos por marginais, “pois não cabe à polícia aplicar verdadeira pena de morte, a quem quer que seja, simplesmente porque não obedeceu a ordem de parar e pôs-se em fuga, tão somente para satisfazer seu desejo de exibir um poder que, fora dos limites legais, simplesmente não existe”, ressaltou o juiz, citando parte da carta pública divulgada pela vítima Marcelo Alexandrino da Costa Santos e veiculada na internet no dia 6 de outubro.
Mesmo baleado, juiz conseguiu dirigit até o Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, onde acabou batendo em um muro | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia
Ainda segundo o magistrado, há fundadas razões, de acordo com as provas colhidas até a presente data, de que os indiciados participaram do crime de tentativa de homicídio. Ao decretar a prisão temporária, ele considerou que os suspeitos demonstraram a intenção de prejudicar as investigações ao inventarem uma fantasiosa e falsa alegação de que teria ocorrido uma suposta troca de tiros com marginais. O juiz Fabio Uchôa lembrou também que as vítimas estão amedrontadas e encontram-se reclusas nos hospitais onde estão internadas.Um dos agentes teria feito um disparo para o alto na tentativa de parar o veículo. De acordo com os policiais que faziam a operação, ocupantes de um outro carro, um Honda escuro, atiraram contra os policiais e teriam atingido o carro do juiz.
Perícia confirma que balas partiram do fuzil do policial
A pericia feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) confirmou que as balas que atingiram o juiz e sua enteada de 8 anos partiram do fuzil que estava com o policial Bruno Rocha Andrade. O outro policial, Bruno de Souza da Cruz, também foi indiciado porque fez disparos e sustentou a versão de uma troca de tiros com os ocupantes de um Honda civic.
De acordo com os peritos, os cartuchos arrecadados no local eram dos fuzis que estavam com eles. O agente Bruno Andrade estava com um fuzil IMBEL calibre 5.56 e o outro policial estava com um fuzil Norinco do mesmo calibre. Os fragmentos e balas encontradas no corpo do juiz e o projétil encontrado no corpo da enteada dele partiram da arma que estava com Bruno Andrade.
Em carta, juiz critica ação de agentes
A assessoria de imprensa do Hospital Pasteur, no Méier, Zona Norte, divulgou, na tarde desta quarta-feira, uma carta escrita pelo juiz Marcelo Alexandrino da Costa Santos, de 39 anos, que foi baleado durante uma blitz, na madrugada do último domingo, na Estrada do Pau Ferro, próximo à Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá. O juiz agradece as vibrações positivas e fala sobre um "agente público, que de nós deveria cuidar, disparando arma de fogo, com a intenção de matar, contra um casal de bem e suas crianças inocentes apenas para satisfazer seu desejo de exibir um poder".
Leia a carta completa do juiz Marcelo Alexandrino da Costa Santos abaixo:
“Às milhões de pessoas que, no Brasil e no mundo, têm-nos enviado mensagens e pensamentos de preocupação, carinho e solidariedade:
Eu e toda a minha família, do fundo de nossos corações, agradecemo-lhes e pedimos que continuem orando e nos enviando vibrações positivas, pois, apesar da distância, a tremenda energia que acompanha seus pensamentos nos tem ajudado a seguir em frente, vencendo a cada dia uma nova batalha contra todo o sofrimento físico, emocional, mental e espiritual que temos atravessado.
Todos os dias e em todas as horas, o planeta assiste às mais variadas violações dos Direitos Humanos. Porém, nada há de mais aterrador do que a imagem de um agente público, que de nós deveria cuidar, disparando arma de fogo, com a intenção de matar, contra um casal de bem e suas crianças inocentes apenas para satisfazer seu desejo de exibir um poder que, fora dos limites legais, simplesmente não existe.
Já é passado o momento da mudança. Já não se deve mais aceitar o inaceitável. Já não se pode mais observar a violência e o mau exercício da autoridade pública como convidados bem-vindos a nossas vidas.
Portanto, que essa vibração positiva que nos tem sido enviada se estenda também a todos os seres humanos, a fim de que, da criação de espaços de resistência, onde impere a dignidade, possa nascer uma sociedade verdadeiramente livre, justa e igualitária.
Por fim, não podemos deixar de registrar nossa gratidão a todos os profissionais dos hospitais em que estamos internados. Sua dedicação é confortante e nos inspira a confiança em um amanhã sempre melhor.
Mais uma vez, muito obrigado. Marcelo Alexandrino da Costa Santos e família”
De acordo com a assessoria do hospital, o juiz ainda permanece internado num quarto particular, sem previsão de alta hospitalar. Ele está lúcido, respirando espontaneamente (sem aparelhos) e, além da equipe médica recebe acompanhamento fisioterápico e psicológico.
O DIA ONLINE - RIO - Policiais que atiraram em carro de juiz têm ...
8 out. 2010 ... O juiz trabalhista e sua família seguiam em seu carro, um Kia Cerato, ... os policiais têm instinto homicida e envergonham a Polícia Civil do Rio. ... a fuzilar um veículo em fuga, ainda que conduzidos por marginais, ...
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PMs matam policial à paisana
PMs matam policial à paisana confundido com assaltante
A POLICIA E TÂO PATETICA QUE ACABA MATANDO ENTRE SI....
Redação SRZD | Rio+ | 14/09/2010 19h30
Um policial militar foi morto a tiros nesta terça-feira por PMs do 25º BPM (Cabo Frio), no bairro do Braga, perto da Praia do Forte, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O soldado estava à paisana e teria sido confundido pelos colegas como assaltante. A informação foi confirmada pela 126ª DP (Cabo Frio) e pelo comandante do próprio 25º BPM.
Márcio Henrique Garcia Castor de Freitas Teixeira, de 22 anos, trabalhava na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Ladeira dos Tabajaras, na Zona Sul do Rio.
Os policiais do batalhão receberam denúncias de que um homem armado estaria atirando contra uma mulher e foram para o local. Segundo o comandante do 25º BPM, tenente-coronel Hugo Freire, a pessoa era o soldado, que teria disparado e atingido uma mulher que estaria praticando assaltos no local.
Ao avistarem o PM armado, que não teria se identificado, policiais o confundiram com um assaltante, iniciando os disparos.
SRZD | PMs matam policial à paisana confundido com assaltante ...
14 set. 2010 ... Sabem quantas ocorrências aquele patamo fez esse ano? ... volta pra escola tinha de ser carioca que feioooooo!!! isso sim não se esplica! ... agir talveis nao dero chanci al policial as veis agir po inpuso aconteci essis ...www.sidneyrezende.com/.../100636+pms+matam+policial+a+paisana+confundido+com+assaltante - Em cache
THIAGO
18/09/2010 14:18:15
Ola a todos,infelismente foi uma fatalidade, esse foi seu destino!!!!!! entra na policia e ser morto por um colega de farda.
rafael de lima fernandes
16/09/2010 18:18:36
é complicado mais nos sabemos que ocorreu negligencia na abordagem e é a cara da policia carioca atirar primeiro e perguntar depois só que dessa vez eles mataram um companheiro de farda serve de exemplo para aqueles que querem mudar esse quadro assim e concientizar a maioria que devemos te mais prudencia nas nossa atitudes para não acontecer o pior que infelizmente já aconteceu meus sentimentos para todos os familares desse herói que foi confudido com bandido .Vamos mudar isso colaborem meus amigos policias .
luis
16/09/2010 16:58:04
Policial atira muito facil de um lado um atirando ne mulher do outro os outros tambem atirando sem perguntar primeiro simplismente asumindo a falta dos outros e matando e assim muitos inocentes sao mortos nao so fardados como tambem paisanos. Sera que por ai se ve claramente um abuso de autoridade nas maos de policiais?
Janot
15/09/2010 21:21:09
Berna mata e fim de papo.
Gilvan de Oliveira Vasconcelos
15/09/2010 17:02:34
Éum absurdo o que esses fizeram com seu colega de farda. É muita falta de tirocínio e controle emocional.
Soldado
15/09/2010 16:02:40
Com certeza cada um tem direito de falar o q bem quiser, porém primeiro devemos conhecer um pouco o assunto comentado. A morte do colega foi uma fatalidade, e tem q ser apurada e esclarecida. Infelizmente a socidade não sabe o q e ser policia, ter frações de segundo para decidir se vai atirar ou não. Quando estamos fazendo compra e a caixa passa um produto com o preço errado ela simplesmeste estorna a venda, agora vem pessoas querendo julgar os policias sem ao menos saber o q e ser policia. E o mais engraçado q quando um marginal na lei, e olha q nao precisa ser aquele marginal, a primeira coisa q fazer e ligar 190, e foi isso q aconteceu com a guarnição do patamo, simplesmente ele foram acionados para aquele local com informações q havia um homem tentando matar uma mulher. Vcs sabem se realmente eles chegaram atirando? Sabem o q aconteceu? Sabem q ali estao 4 familias destruidas? Sabem quantas ocorrências aquele patamo fez esse ano? Não sabem de nada, so sabem seguir a midia, e não conseguem ter senso próprio, antes de julgarem, primeiro olhem para os seus quintais e depois procurem entender um pouquinho do assunto q vcs querem criticarem.
paulo
15/09/2010 14:46:10
fico pensando , sera que temos uma policia , o um pilotaõ de fuzilamento . o seja , primeiro eu a tiro , de pois eu pegunto , que falar com quei .
ronald
15/09/2010 14:30:50
Ao nosso terceiro comentario , que portugues feio kkkkkkkkkkkkk perai ,sir , talveis ,não dero chanci ,esprica , concrusão ? nossa volta pra escola tinha de ser carioca que feioooooo!!! isso sim não se esplica!
Suelema Esfrega Rego
15/09/2010 14:21:33
Não é postura de bandido dá tiro em alguém, e ficar apontando a arma para "Inocentes" esperando a polícia chegar ... Deve ter algo mais nessa história !!! Alô corregedoria vamos investigar !!!!!
de olho nos pms
15/09/2010 12:49:49
1-o patamo só tem assassino, 2- era tiro ao alvo,o pm nem reagiu, e concerteze ele ñ estava com a arma apontada para os colegas,por isso um motivo para se abordar,mas infelismente é um tempo muito curto para se pensar, meus sentimentos a familia do colega...
Amazonas
15/09/2010 11:12:25
Se a versão do sr. tenente coronel do 25º BPM, Hugo Freire, for confirmada, ele mesmo está assumindo o despreparo dos policias que cometeram este CRIME.
sgt.pm.vieira.RR
14/09/2010 20:56:55
bom nao vou critica mais nao sir atira para pegunta primeiro sir pegunta para agir talveis nao dero chanci al policial as veis agir po inpuso aconteci essis tipo D. erro sao coisa. Q esprica mais nao jutifica.bem concrusao eraran feio. nao jutifica
ruth de sales farias
14/09/2010 20:29:23
é um absurdo; prova que estão maus preparados para aptar na sociedade.........
Operação controversa Brasil: Polícia mata 10 moradores das favelas
Operação controversa
A operação envolveu mais de 300 polícias Brasil: Polícia mata 10 moradores das favelas cariocas 
05.02.2009 - 11:20 Por PÚBLICO
Uma operação de 300 polícias nas favelas da zona ocidental do Rio de Janeiro saldou-se quarta-feira por 10 mortos, incluindo um rapaz de 16 anos, Josué de Souza, e um de 15, Diego Matos Brás. Mas "O Globo" destaca hoje que nenhum dos principais chefes do narcotráfico na região chegou a ser detido.
Uma moradora atingida por uma bala perdida nas operações que decorreram nas favelas da Coreia, Taquaral, Rebu e Vila Aliança, Ana Maria Souza, de 43 anos, teve de ser hospitalizada, na sequência da actividade em que se procedeu à apreensão de droga, granadas, pistolas e espingardas.
Ao todo, no último ano e meio já foram mortas 32 pessoas naquela zona carioca, incluindo as 10 de ontem, a mais velha das quais, Rogério da Costa Vieira, não tinha mais de 37 anos.
O objectivo da acção, que pelo menos parcialmente saiu gorada, era deter os cabecilhas do narcotráfico na Zona Oeste: Márcio da Silva Lima e o seu adjunto Juarez Mendes da Silva. Mas grande parte da operação sofreu com o grande aparato policial: as aulas foram interrompidas em 10 escolas e quatro creches municipais tiveram de ser encerradas, bem como uma parte do comércio.
As autoridades, citadas pelo "Folha Online", dizem que os mortos eram narcotraficantes que trocaram tiros com os polícias durante a aparatosa operação, que se saldou de igual modo pela detenção de sete suspeitos: cinco pela Polícia Civil e dois pela Polícia Militar. Um dos detidos tem somente 19 anos, Levi Veríssimo Teixeira.
Existem no Rio de Janeiro mais de 900 favelas e as operações que nelas ocasionalmente ocorrem envolvem veículos blindados e helicópteros, acontecendo muitas vezes que comissões de moradores e grupos de defesa dos direitos humanos contestem as versões policiais dos acontecimentos.
Ao todo, no último ano e meio já foram mortas 32 pessoas naquela zona carioca, incluindo as 10 de ontem, a mais velha das quais, Rogério da Costa Vieira, não tinha mais de 37 anos.
O objectivo da acção, que pelo menos parcialmente saiu gorada, era deter os cabecilhas do narcotráfico na Zona Oeste: Márcio da Silva Lima e o seu adjunto Juarez Mendes da Silva. Mas grande parte da operação sofreu com o grande aparato policial: as aulas foram interrompidas em 10 escolas e quatro creches municipais tiveram de ser encerradas, bem como uma parte do comércio.
As autoridades, citadas pelo "Folha Online", dizem que os mortos eram narcotraficantes que trocaram tiros com os polícias durante a aparatosa operação, que se saldou de igual modo pela detenção de sete suspeitos: cinco pela Polícia Civil e dois pela Polícia Militar. Um dos detidos tem somente 19 anos, Levi Veríssimo Teixeira.
Existem no Rio de Janeiro mais de 900 favelas e as operações que nelas ocasionalmente ocorrem envolvem veículos blindados e helicópteros, acontecendo muitas vezes que comissões de moradores e grupos de defesa dos direitos humanos contestem as versões policiais dos acontecimentos.
Brasil: Polícia mata 10 moradores das favelas cariocas - Mundo ...
Brasil: Polícia mata 10 moradores das favelas cariocas. 05.02.2009 - 11:20 Por PÚBLICO. Votar; |; 0 votos. 7 de 23 notícias em Mundo; « anterior ...
www.publico.pt/.../brasil-policia-mata-10-moradores-das-favelas-cariocas_1358985
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Sargento do Corpo de Bombeiros mata Tenente
Segunda-feira, 6 de julho de 2009
Sargento do Corpo de Bombeiros mata Tenente da Polícia Militar
Eles estavam de folga e acabaram discutindoO sargento do Corpo de Bombeiros Isac do Nascimento e Silva matou a tiros, no fim da noite de domingo, o tenente da Polícia Militar Luís Gustavo Gomes da Silva. Os dois estavam de folga e se encontraram em um trailer, no Lote 15, em Belford Roxo, Baixada Fluminense, quando discutiram. Eles acabaram se agredindo até que o sargento sacou a arma e matou o tenente. Isac foi preso na hora e levado para a 54ª DP (Belford Roxo), onde foi autuado em flagrante. Ele foi removido sob escolta para o Presídio Militar do Corpo de Bombeiros - o Grupamento Prisional Especial - em São Cristóvão.
O DIA
O DIA
1 comentários:
- Anônimo disse...
- É por isso que tem que ser tirado o porte de arma dos Bombeiros,eles só usam arma pra fazerem essas asneiras, pra fazerem segurança privada ou para tomarem parte das milícias.
- 13 de julho de 2009 11:42
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COTURNO CARIOCA: Sargento do Corpo de Bombeiros mata Tenente da ...
6 jul. 2009 ... Sargento do Corpo de Bombeiros mata Tenente da Polícia Militar. Eles estavam de folga e acabaram ... Postado por COTURNO CARIOCA às 13:26 ...
coturnocarioca.blogspot.com/.../sargento-do-corpo-de-bombeiros-mata.html - Em cache - Similares
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Essa classe e tâo imconpetente que els se desentendem entre si mesmo..
uma imconpetencia geral....
Policial civil mata a tiro operador de máquinas em Ribeirão Pires
O operador de máquinas, Humberto Marcio Pedroso de Sibia, 36 anos, foi assassinado com um tiro no rosto pelo policial civil Marcio Henrique Amaro de Souza, o Carioca, 45 anos, depois de ter errado o caminho e entrado em um condomínio fechado na Estrada da Cooperativa no bairro Lisboa em Ribeirão Pires, onde o policial reside. O crime aconteceu nas primeiras horas do último domingo. A vítima foi sepultada na manhã de ontem no Cemitério Santa Lídia em Mauá.
Um Fiat preto, sem parachoque e com cinco pessoas e uma criança de cinco anos estavam retornando de um casamento realizado em Ribeirão Pires e seguiam para um restaurante em Santo André. Além de Humberto que dirigia o veículo, mais duas pessoas haviam ingerido bebida alcoólica e acabaram errando o caminho entrando em um condomínio, seguindo outros veículos que estavam a sua frente.
Ao perceberem que estavam em local errado, Humberto manobrou o veículo, retornando para o mesmo trajeto.
Sob efeito da bebida, e portando alegres, estavam brincando um com os outros dentro do carro, e ao retornarem com o carro pelo mesmo caminho, foram abordados por Carioca que estava armado.
As pessoas que estavam no carro alegaram que tinham errado o caminho. Carioca mandou que todos calassem a boca e descessem do veículo.
Um dos ocupantes do carro perguntou se ele era polícia, quando então Carioca teria respondido que isso não lhe interessava, mas que estava ele com “vontade de matar”, vindo um dos ocupantes a encostar a mão no peito de Carioca e, em tom de brincadeira, pediu para que ele não brincasse com a arma e com isso o policial abaixou a arma empunhando novamente a arma atirou contra Humberto no rosto.
Humberto sangrava muito e Carioca, segundo as vítimas, ficou transtornado e foi amparado por dois indivíduos que diziam serem policiais, não deixando socorrer Humberto no carro em que estavam.
Uma mulher que estava no veículo disse que Humberto não saiu com nenhum objeto em mãos. Depois do disparo ela pegou uma mochila e apoiou a cabeça da vítima.
Humberto foi socorrido por uma ambulância e o restante das pessoas seguiram de carro com medo de represália.
Na Delegacia os envolvidos negaram que estavam naquele local para praticar algum tipo de roubo e que estavam ali porque tinham errado o caminho para Santo André. Eles disseram ainda que não ameaçaram o policial e nem o agrediram.
Carioca prestou depoimento e em seguida liberado. A arma foi apreendida. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Seccional de São Paulo.
A Folha tentou entrar em contato com Carioca, mas não conseguiu.
Manifestação
Familiares e amigos de Humberto foram para frente da Delegacia de Ribeirão Pires na manhã de domingo e realizaram uma manifestação pedindo Justiça. O Grupo Armado de Repressão a Roubos, o Garra de Santo André foi chamado e permaneceu durante o dia de ontem em frente da Delegacia para novas manifestações.
Leia mais no site do jornal Folha.
Um Fiat preto, sem parachoque e com cinco pessoas e uma criança de cinco anos estavam retornando de um casamento realizado em Ribeirão Pires e seguiam para um restaurante em Santo André. Além de Humberto que dirigia o veículo, mais duas pessoas haviam ingerido bebida alcoólica e acabaram errando o caminho entrando em um condomínio, seguindo outros veículos que estavam a sua frente.
Ao perceberem que estavam em local errado, Humberto manobrou o veículo, retornando para o mesmo trajeto.
Sob efeito da bebida, e portando alegres, estavam brincando um com os outros dentro do carro, e ao retornarem com o carro pelo mesmo caminho, foram abordados por Carioca que estava armado.
As pessoas que estavam no carro alegaram que tinham errado o caminho. Carioca mandou que todos calassem a boca e descessem do veículo.
Um dos ocupantes do carro perguntou se ele era polícia, quando então Carioca teria respondido que isso não lhe interessava, mas que estava ele com “vontade de matar”, vindo um dos ocupantes a encostar a mão no peito de Carioca e, em tom de brincadeira, pediu para que ele não brincasse com a arma e com isso o policial abaixou a arma empunhando novamente a arma atirou contra Humberto no rosto.
Humberto sangrava muito e Carioca, segundo as vítimas, ficou transtornado e foi amparado por dois indivíduos que diziam serem policiais, não deixando socorrer Humberto no carro em que estavam.
Uma mulher que estava no veículo disse que Humberto não saiu com nenhum objeto em mãos. Depois do disparo ela pegou uma mochila e apoiou a cabeça da vítima.
Humberto foi socorrido por uma ambulância e o restante das pessoas seguiram de carro com medo de represália.
Na Delegacia os envolvidos negaram que estavam naquele local para praticar algum tipo de roubo e que estavam ali porque tinham errado o caminho para Santo André. Eles disseram ainda que não ameaçaram o policial e nem o agrediram.
Carioca prestou depoimento e em seguida liberado. A arma foi apreendida. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Seccional de São Paulo.
A Folha tentou entrar em contato com Carioca, mas não conseguiu.
Manifestação
Familiares e amigos de Humberto foram para frente da Delegacia de Ribeirão Pires na manhã de domingo e realizaram uma manifestação pedindo Justiça. O Grupo Armado de Repressão a Roubos, o Garra de Santo André foi chamado e permaneceu durante o dia de ontem em frente da Delegacia para novas manifestações.
Leia mais no site do jornal Folha.
Policial civil mata a tiro operador de máquinas em Ribeirão Pires
30 mar. 2010 ... Policial civil mata a tiro operador de máquinas em Ribeirão Pires ... Carioca mandou que todos calassem a boca e descessem do veículo. ...
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