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Na manhã desta terça-feira (21), o advogado Alexandre Torres Jr. denunciou na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) uma série de graves abusos e intimidações que estariam sendo praticados contra testemunhas do homicídio do jovem Carlos André, de 19 anos.
Segundo a defesa, pessoas que presenciaram o crime estão sendo alvo de perseguição, ameaças e até tortura psicológica, supostamente praticadas por policiais militares. As intimidações, de acordo com o relato, teriam começado ainda durante o velório da vítima, em um claro cenário de retaliação contra quem pode contribuir com as investigações.
O advogado formalizou o pedido para que a autoridade policial apure o crime de coação no curso do processo, ressaltando que a conduta denunciada compromete diretamente a segurança das testemunhas e coloca em risco a própria elucidação do caso.
A defesa também manifestou indignação com a decisão que concedeu liberdade provisória ao sargento Belmiro Wellington Costa Xavier, apontado como o principal investigado pelo disparo que matou o jovem. Além disso, a assessoria jurídica sustenta que um segundo policial militar deve ser responsabilizado por omissão, por não ter impedido a ação que resultou na morte.
O caso agora ganha novos desdobramentos, com a expectativa de que as denúncias sejam rigorosamente investigadas para garantir a integridade das testemunhas e a responsabilização dos envolvidos.

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