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sexta-feira, 28 de março de 2014

Policial Militar BÊBADO agride superiores..



Mato Grosso

16/08/2012 07:40

Policial militar bêbado xinga, agride superiores e é expulso da PM/MT

Em sua defesa, o policial alegou que na época fazia uso de medicamento e que tinha se envolvido em um acidente automobilístico, provocando várias lesões na cabeça dele

Policial militar bêbado xinga, agride superiores e é expulso da PM/MT
Arquivo

Depois de xingar e agredir os superiores e colegas de trabalho, um policial  militar foi expulso da corporação, conforme portaria, assinada pelo Comandante Geral da corporação, Cel Lino Farias(Foto) e publicada nesta quarta-feira (15).
No documento  consta que o PM estava embriagado no horário de serviço e quando questionado  sobre o estado de embriaguez ele sacou uma arma de fogo e começou a ameaçar um  colega.
Diante disso, um cabo da PM interveio para evitar que ele atirasse e ao ser  colocado na viatura para ser levado ao Instituto Médico Legal (IML) onde faria o  exame de alcoolemia o policial xingou os colegas e, mesmo algemado, chutou um  cabo da PM, que dirigia a viatura, causando-lhe lesões na mão esquerda. Após  fazer exame, ele continuou a xingar os dois cabos que o levaram ao IML.
"Com isso, o ocusado, além de incorrer em condutas criminosas, também  infringiu, de modo residual, normas disciplinares castrenses que ferem os  deveres, os valores éticos, morais e as obrigações previstos na Lei Complementar  n° 231 de 15 de Dezembro de 2005", diz trecho da portaria assinada pelo coronel  Osmar Lino Farias, comandante-geral da PM.
Em sua defesa, o policial alegou que na época fazia uso de medicamento e que  tinha se envolvido em um acidente automobilístico, provocando várias lesões na  cabeça dele. Argumentou ainda que encontrava-se em tratamento psiquiátrico e,  por isso, não teria condições mentais de responder ao processo administrativo  que apurava a sua conduta. Ele chegou a ser preso e encaminhado ao presídio  militar de Santo Antônio do Leverger, a 35 quilômetros de Cuiabá.
No entanto, a comissão entendeu que o processo demissório foi instaurado em  razão da embriaguez alcoólica, que foi atestada pela perícia do IML. O PM estava  na corporação desde 1994, correspondendo a 18 anos de serviço.

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