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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Vídeo mostra agressão de policial militar a mulher em manifestação

Policial chuta manifestante durante protesto na Saens Peña Foto: Marcelo Piu / Agência O Globo



RIO - DENÚNCIA: PMERJ AGRESSOR DE MULHERES


ROGÉRIO COSTA DE OLIVEIRA
Soldado da PMERJ - Lotação: BPGE
Carteira Funcional: 97.897

PMERJ, conhecido agressor de mulheres em protestos, foi o mesmo que agrediu os midiativistas Nadini Carega e Wilson Ventura, do Coletivo Mariachi, entre vários outros manifestantes, e ameaça recorrentemente ativistas de espancamento durante os protestos no Rio de Janeiro.

Nunca anda sozinho e só ataca em bando de mais de 5 PMs.

Nessa imagem ele é flagrado na manifestação do dia 13/JUL, na Praça Saens Peña, agredindo uma adolescente que segurava um cartaz sozinha no protesto no momento em que o Choque começou a dispersar os manifestantes.

Pedimos por favor que divulguem essas imagens e o vídeo



Publicado em 14 de jul de 2014

O Inverso do Contraditório: Vídeo mostra agressão de policial militar a mulher em manifestação


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Cidadão será indenizado por agressão de policial militar


17/10/2013 19h00 
Tribunal de Justiça do Rio Grande do SulFoto: Divulgação: TJ/RS







A Nona Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul negou provimento a apelação cível e manteve a decisão de primeiro grau, que condenou o Estado do Rio Grande do Sul e um policial, solidariamente, a indenizar um homem que foi agredido pelo agente público.

Caso – De acordo com informações do TJ/RS, o autor apontou que andava de bicicleta, no município de Santo Ângelo, quando foi abordado por um policial militar à paisana. O policial acusou o autor de ser suspeito de um crime de furto.

O homem narrou à Justiça que sofreu agressões físicas do policial militar, que culminaram em lesões em seus joelho e cotovelo – o homem, por fim, foi encaminhado à delegacia em razão da suspeita da prática do crime.

Em sede de contestação o policial militar negou que tenha agredido o autor, apontando a inexistência de provas e do nexo de causalidade das lesões e a suposta agressão. O Estado do Rio Grande do Sul, por sua vez, ratificou a defesa do policial.

Sentença – A ação foi julgada procedente pelo juízo de Santo Ângelo. A juíza Marta Martins Moreira consignou que as agressões do policial foram confirmadas por testemunhas, bem como as lesões atestadas por laudo de corpo de delito.

A julgadora fundamentou a decisão de condenar os réus, solidariamente, ao pagamento de R$ 10 mil a título de indenização: “Assim, o que restou certo, portanto, foram as agressões físicas e daí a ilicitude do procedimento, pois nada justifica o uso de violência na abordagem policial”. Inconformados, os réus recorreram ao TJ/RS.

Apelação – Relatora da matéria, a desembargadora Íris Helena Medeiros Nogueira votou pela manutenção da decisão condenatória, sob os mesmos fundamentos da sentença de primeiro grau.

A magistrada dissociou a conduta da abordagem policial e o uso desnecessário de força: “Com isso, diante da demonstração da ocorrência de prática de ato ilícito causador de danos de ordem subjetiva ao autor, uma vez que foi agredido violentamente de forma injustificada, bem como a verificação do nexo de causalidade entre a conduta dos agentes públicos e as ofensas, tenho que caracterizado está o dever de indenizar”. 
Derradeiramente, Medeiros Nogueira votou pela redução do valor indenizatório para R$ 5 mil, todavia, o voto do desembargador revisor – Eugênio Facchini Neto –, acolhido por maioria, manteve o valor da condenação cível de primeiro grau. 

Fato Notório

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Policial acusado de agredir mãe e filha em BH


Já responde outro inquérito disciplinar..Nesta segunda-feira, a chefe do Comando de Policiamento da Capital, coronel Cláudia Araújo Romualdo, visitou as vítimas para esclarecer o que aconteceu na Estação do Metrô
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Publicação: 25/03/2013 21:15 Atualização: 25/03/2013 22:55

Coronel Claudia Araujo Romualdo, comandante do Comando de Policiamento da Capital faz visita à família de Mardele de Souza e sua filha Carolina Salomão, que denunciaram agressao de policial militar (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Coronel Claudia Araujo Romualdo, comandante do Comando de Policiamento da Capital faz visita à família de Mardele de Souza e sua filha Carolina Salomão, que denunciaram agressao de policial militar


O cabo do Batalhão da Polícia de Trânsito (BPTran) acusado de agredir mãe e filha em uma estação rodoviária na Região Leste de Belo Horizonte, já responde na Justiça por outro ato de indisciplina. O policial teria dormido durante patrulhamento em um hospital e chegou a ser preso por causa do ato. A informação foi dada pela chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel Cláudia Araújo Romualdo, que visitou as vítimas no fim da tarde desta segunda-feira. No encontro, as duas mulheres confirmaram que estão recebendo ameaças devido à denúncia do abuso do militar. 

O encontro estava marcado, inicialmente, para acontecer às 15h30. A comandante da PM e o assessor de comunicação da corporação, tenente-coronel Alberto Luiz, chegaram a ir na frente da casa das vítimas, mas foram informados que a estudante Caroline Salomão teve um imprevisto e não pôde chegar no imóvel. A conversa foi remarcada para as 17h30. A comandante chegou pontualmente no horário marcado. A militar, primeira mulher a assumir o posto no CPC, entrou no imóvel junto com Alberto Luiz e tiveram de esperar por 15 minutos a chegada da estudante, que pediu para não ser fotografada e também se recusou a dar entrevista. Ela foi acolhida pela irmã, que a parabenizou pelo aniversário, comemorado nesta segunda-feira.

O depoimento informal durou aproximadamente duas horas. “O propósito do encontro foi trazer a notícia da lisura e transparência da PM para apurar o caso. Ouvimos os relatos da mãe e da filha sobre o que aconteceu e também explicamos como funciona alguns aspectos da PM, como a abordagem policial”, disse a Coronel Cláudia Romualdo. 
Empresária levou pontos e foi algemada com a filha (Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Empresária levou pontos e foi algemada com a filha
Caroline e a mãe dela, a empresária Mardele de Souza, denunciam o cabo Divino Nascimento por constrangê-las e agredí-las na noite de 17 de março, durante uma abordagem em uma das plataformas da Estação José Cândido da Silveira. Caroline dirigia um carro e alega que errou o caminho, entrando em uma área com acesso permitido apenas para ônibus. Segundo ela, o militar a abordou de forma agressiva e, ao tentar defendê-la, a mãe recebeu uma pancada na cabeça, que resultou em um corte profundo. Pouco depois, cinco viaturas e três motocicletas da PM chegaram ao local. As mulheres foram algemadas e levadas à delegacia, onde passaram a noite. Em relação à postura do militar, a comandante da PM prefere aguardas as apurações do fato. “Vamos aguardar o final da investigação para, aí sim, dar uma opinião sobre o fato sem fazer juízo de valor”, explicou. 
Coronel Cláudia é a primeira mulher a assumir o comando do CPC (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Coronel Cláudia é a primeira mulher a assumir o comando do CPC
O cabo chegou a ser ouvido pela comandante e deu sua versão sobre os fatos. “Ele disse que estava há 30 minutos do fim do expediente e que no dia seguinte iria tirar férias. O cabo informou que não vai viajar neste período e solicitou ficar em uma atividade administrativa quando voltar, pois entendeu que é mais prudente”, comentou a coronel. O pedido do cabo foi repassado para o BPTran. 

O militar já responde a um inquérito na Justiça Militar por outro ato de indisciplina. “Já teve um episódio em que ele estava em patrulhamento num hospital e dormiu em serviço. Já foi punido com a prisão, mas o processo ainda corre na Justiça”, disse a comandante. 

A investigação sobre as agressões contra mãe e filha na estação do metrô tem um prazo de 40 dias para ser encerrado, que pode ser prorrogável para mais 20 dias. Mas, segundo à coronel, foi pedido prioridade nas apurações. 

Veja as imagens da confusão na Estação do metrô