Hallyson Coelho
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Quem trabalha, conquista patrimônio e decide usar um relógio caro ou dirigir um carro de luxo perde automaticamente o direito de ser tratado como cidadão?
No Estado de Direito, a resposta é não.
A polícia pode e deve agir quando houver fundada suspeita, baseada em fatos concretos. Mas aparência, roupa, relógio, carro ou condição financeira, por si só, não transformam ninguém em suspeito.
O problema começa quando a presunção de inocência é substituída pelo preconceito.
E é exatamente aí que todos perdem.
Agora quero saber sua opinião:
Você acredita que esse tipo de abordagem foi legal ou houve excesso?
💬 Comente.
📲 Compartilhe este vídeo para que mais pessoas conheçam seus direitos.
#Direito #advogado # justiça
Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica
sexta-feira, 31 de julho de 2026
Agentes da GCM agredindo morador de rua...
Acorda São Paulo a justiça será feita se todos denúncia se todos fizerem sua parte nos teremos um São Paulo melhor ha entram no grupo de denúncia enviam vídeos de policiais corruptos e também de bandidos de ruas nos juntos fazemos a diferença
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Guarda civil e fiscais da prefeitura de porto alegre perseguindo barraqueiro
Um vídeo que circula nas redes sociais tem gerado grande repercussão ao mostrar uma abordagem da Guarda Civil Municipal (GCM/ROMU) de Porto Alegre durante uma fiscalização envolvendo um vendedor ambulante de frutas.
Segundo relatos, durante a ocorrência houve tensão entre os envolvidos, com uso de spray de pimenta e a apreensão das mercadorias comercializadas pelo trabalhador.
📹 As imagens provocaram debates nas redes sociais sobre a forma de atuação dos agentes e a necessidade de equilíbrio entre a fiscalização do comércio irregular e o respeito aos trabalhadores ambulantes.
A segurança publica de são Paulo sempre nas mãos da direita agora só passou de mãos para o Tarcísio
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PARTE 1 - Você acha mesmo que Tarcísio combate o crime organizado?
Bomba! Áudios inéditos ligam o PCC, policiais e o comandante-geral da PM, nomeado por Tarcísio, a regalias que vão desde convites para a colônia de férias da própria PM até o recebimento de propina de R$ 100 mil.
A SSP do Paraná (Sesp) investiga a a possível participação de policiais militares na administração ou no fornecimento de conteúdo para a página "Militar do Paraná"
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PARANÁ | A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (Sesp) investiga a a possível participação de policiais militares na administração ou no fornecimento de conteúdo para a página "Militar do Paraná", que publicava imagens de pessoas mortas, feridas, algemadas e imobilizadas nas redes sociais e em um grupo no Telegram.
Segundo o secretário da Segurança Pública, coronel Hudson Teixeira, em entrevista sobre o caso nesta terça-feira (28), as apurações começaram assim que o caso chegou ao conhecimento da Polícia Militar.
De acordo com ele, no dia 3 de junho foi instaurado um procedimento preliminar para análise dos fatos e, posteriormente, em 23 de junho, a corporação abriu um Inquérito Policial Militar (IPM). "A investigação conta com acompanhamento do Ministério Público Militar e também teve solicitado o acompanhamento do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), do Ministério Público", disse o secretário.
Hudson Teixeira afirmou que as investigações apontam que a página no Instagram direcionava os usuários para um grupo no Telegram, onde era solicitado o envio de valores via PIX para uma pessoa que já foi identificada pelas autoridades. Segundo ele, esse responsável não possui vínculo com a Polícia Militar nem é servidor público.
"Agora estamos em um processo de depurar todos esses dados, analisar os vídeos para verificar quem aparece nas imagens, se houve uso de inteligência artificial, se os conteúdos são autênticos e identificar as responsabilidades de cada envolvido", completou o secretário.
O secretário explicou que o objetivo é separar eventuais crimes militares dos crimes comuns e também verificar a possível participação de pessoas civis na produção e divulgação do material. Ele ressaltou que, neste momento, ainda não é possível apontar quais crimes poderão ser atribuídos aos investigados, decisão que dependerá da conclusão das apurações conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Matéria Completa: NOSSODIA.COM.BR
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Segundo o secretário da Segurança Pública, coronel Hudson Teixeira, em entrevista sobre o caso nesta terça-feira (28), as apurações começaram assim que o caso chegou ao conhecimento da Polícia Militar.
De acordo com ele, no dia 3 de junho foi instaurado um procedimento preliminar para análise dos fatos e, posteriormente, em 23 de junho, a corporação abriu um Inquérito Policial Militar (IPM). "A investigação conta com acompanhamento do Ministério Público Militar e também teve solicitado o acompanhamento do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), do Ministério Público", disse o secretário.
Hudson Teixeira afirmou que as investigações apontam que a página no Instagram direcionava os usuários para um grupo no Telegram, onde era solicitado o envio de valores via PIX para uma pessoa que já foi identificada pelas autoridades. Segundo ele, esse responsável não possui vínculo com a Polícia Militar nem é servidor público.
"Agora estamos em um processo de depurar todos esses dados, analisar os vídeos para verificar quem aparece nas imagens, se houve uso de inteligência artificial, se os conteúdos são autênticos e identificar as responsabilidades de cada envolvido", completou o secretário.
O secretário explicou que o objetivo é separar eventuais crimes militares dos crimes comuns e também verificar a possível participação de pessoas civis na produção e divulgação do material. Ele ressaltou que, neste momento, ainda não é possível apontar quais crimes poderão ser atribuídos aos investigados, decisão que dependerá da conclusão das apurações conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
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A página intitulada Militar do Paraná (@militardoparana) publicava no Instagram,
(CONTEÚDO SENSÍVEL) A página intitulada Militar do Paraná (@militardoparana) publicava no Instagram, até as 16h desta quarta-feira (22), imagens de pessoas mortas, feridas, algemadas ou imobilizadas, intercaladas com vídeos de exaltação à atuação de policiais militares em abordagens, apreensões e prisões.
A apuração do Plural começou após o deputado estadual Renato Freitas (PT) divulgar a denúncia em suas redes sociais. Segundo ele, o perfil direcionava seguidores a um grupo privado no Telegram que cobrava pelo acesso ao conteúdo de violência explícita.
Ao examinar as publicações da página, o Plural identificou ao menos 20 perfis de policiais militares da ativa no Paraná marcados ou indicados como colaboradores. A condição funcional foi verificada por meio de postagens recentes dos próprios agentes. Também apareceram os perfis de um ex-PM, atualmente cadete do Corpo de Bombeiros, e de um perito da Polícia Científica.
📲 Acesse o site do Plural para ler a matéria completa ou clique no link da bio.
🟡 Plural, o melhor jornal do Paraná. Leia e assine.
A apuração do Plural começou após o deputado estadual Renato Freitas (PT) divulgar a denúncia em suas redes sociais. Segundo ele, o perfil direcionava seguidores a um grupo privado no Telegram que cobrava pelo acesso ao conteúdo de violência explícita.
Ao examinar as publicações da página, o Plural identificou ao menos 20 perfis de policiais militares da ativa no Paraná marcados ou indicados como colaboradores. A condição funcional foi verificada por meio de postagens recentes dos próprios agentes. Também apareceram os perfis de um ex-PM, atualmente cadete do Corpo de Bombeiros, e de um perito da Polícia Científica.
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