(CONTEÚDO SENSÍVEL) A página intitulada Militar do Paraná (@militardoparana) publicava no Instagram, até as 16h desta quarta-feira (22), imagens de pessoas mortas, feridas, algemadas ou imobilizadas, intercaladas com vídeos de exaltação à atuação de policiais militares em abordagens, apreensões e prisões.
A apuração do Plural começou após o deputado estadual Renato Freitas (PT) divulgar a denúncia em suas redes sociais. Segundo ele, o perfil direcionava seguidores a um grupo privado no Telegram que cobrava pelo acesso ao conteúdo de violência explícita.
Ao examinar as publicações da página, o Plural identificou ao menos 20 perfis de policiais militares da ativa no Paraná marcados ou indicados como colaboradores. A condição funcional foi verificada por meio de postagens recentes dos próprios agentes. Também apareceram os perfis de um ex-PM, atualmente cadete do Corpo de Bombeiros, e de um perito da Polícia Científica.
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A apuração do Plural começou após o deputado estadual Renato Freitas (PT) divulgar a denúncia em suas redes sociais. Segundo ele, o perfil direcionava seguidores a um grupo privado no Telegram que cobrava pelo acesso ao conteúdo de violência explícita.
Ao examinar as publicações da página, o Plural identificou ao menos 20 perfis de policiais militares da ativa no Paraná marcados ou indicados como colaboradores. A condição funcional foi verificada por meio de postagens recentes dos próprios agentes. Também apareceram os perfis de um ex-PM, atualmente cadete do Corpo de Bombeiros, e de um perito da Polícia Científica.
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