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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Os quatro policiais militares acusados pela m0rte do entregador Gabriel Ferreira Messias da Silva, de 18 anos, se tornaram réus na Justiça



Foto do perfil de metropoles.sp metropoles.sp 6 d Os quatro policiais militares acusados pela m0rte do entregador Gabriel Ferreira Messias da Silva, de 18 anos, se tornaram réus na Justiça. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP). O caso ocorreu em novembro de 2024. O sargento Ivo Florentino dos Santos vai responder pelos crimes de h0micídio qualificado e fraude processual. Segundo o Ministério Público, ele foi o responsável por at1rar contra Gabriel e, depois, teria participado da tentativa de alterar a cena do crime para justificar a ação policial. Já o cabo Evanildo Costa de Farias Filho e os soldados Ailton Severo do Nascimento e Gilbert Gomes dos Santos vão responder por fraude processual. De acordo com a acusação, eles teriam participado da adulteração da cena do crime após a m0rte do entregador. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público em 30 de junho, recebeu um aditamento no dia seguinte e foi aceita pela Justiça em 2 de julho, quando os quatro policiais passaram oficialmente à condição de réus. Agora, o processo está na fase em que as defesas apresentam suas manifestações. Depois disso, a Justiça deverá decidir os próximos passos do caso, incluindo a realização da audiência de instrução, etapa em que testemunhas e acusados são ouvidos. Para a mãe de Gabriel, Fernanda Ferreira, o sentimento é de injustiça. “Os meses vão passando, a gente vê a injustiça, e nada acontece. O laudo da perícia comprova que ele [o sargento Ivo] colocou a arma no Gabriel, que o Gabriel não tinha nada. Eu não entendo por que a corregedoria não tá com um caso desses. Por que que não pediu a prisão desse homem?”. “Meu filho mais velho sai para trabalhar e eu tenho medo de ele não voltar, de ele encontrar esse ass4ssino. Porque, se esse policial não fosse perigoso, ele não tinha feito o que ele fez. Ele não se intimidou nem com as câmeras corporais”, diz a mãe. ➡️ Leia mais no metropoles.com

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