Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica

Essa e a verdadeira cara da nossa Segurança Publica
Mostrando postagens com marcador Ex comandante da missão no Haiti nega acusações de violação de direitos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ex comandante da missão no Haiti nega acusações de violação de direitos. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de dezembro de 2018

Ex-comandante da missão no Haiti nega acusações de violação de direitos

  • Por Agência Brasil
Brasília ? O ex-comandante das forças militares da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), general Augusto Heleno Ribeiro, negou que tenha havido violação de direitos humanos por parte das tropas durante a atuação naquele país. A denúncia foi feita à Organização dos Estados Americanos (OEA) por um grupo de organizações não-governamentais americanas.
Ao afirmar que a acusação não tem fundamento, o general destacou que o respeito aos direitos humanos é a linha divisória entre os regimes totalitários e a democracia. Para ele, estão envolvidos na denúncia grupos que teriam interesse na volta do ex-presidente do Haiti Jean Bertrand Aristide ao poder.
"Se eles querem a volta do presidente, usem as suas armas. Agora eu não posso dar importância a essas acusações, porque não têm fundamento. Se tivessem fundamento eu estaria preocupado, porque, obviamente, ninguém está lá para fazer genocídio ou matar gente inocente", afirmou o general, que hoje (23) participou de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara das Deputados.
Segundo Ribeiro, a denúncia é contra uma operação realizada pelas tropas militares da Minustah, no dia 6 de julho, no bairro Cité Soleil, com o objetivo de prender Tred Wilmé, líder de uma das principais gangues da capital haitiana, Porto Príncipe. A ação resultou na morte de Wilmé e de cinco pessoas ligadas a ele. "Eles [os autores da denúncia] alegaram que aquela operação teve efeitos colaterais que poderiam até caracterizar um genocídio", disse o general.
Ele acrescentou que, um dia depois da ação, apareceram mais corpos na região onde a operação foi realizada e que a autoria dessas mortes foi atribuída às tropas militares pelas organizações não-governamentais. "No dia seguinte ao da operação, recebemos informações e as rádios haitianas começaram a noticiar que os próprios remanescentes da gangue executaram um monte de possíveis informantes que nos deram condições de realizar a operação", explicou.