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quarta-feira, 12 de agosto de 2015


11/08/15 20:3812/08/15 13:48

Oficial condenado por morte de juíza no Rio é nomeado pela PM para presidir sindicância

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O tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira( à direita da foto e sem farda) em foto de 2013 Foto: Bruno Gonzalez/Extra/ Agência o globo
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Extra
Acusado de envolvimento na morte da juíza Patrícia Acioli e condenado a uma pena de 36 anos de prisão, o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira foi nomeado para presidir uma sindicância. De acordo com o boletim reservado número 144, do dia 10 de agosto, o oficial está encarregado de dar continuidade à apuração que consta em uma documentação que lhe será enviada.
A juíza patrícia Acioli foi morta em 2011
A juíza patrícia Acioli foi morta em 2011 Foto: reprodução
Na prática, no entanto, o militar não deverá executar a tarefa para a qual foi designado, já que está atualmente fora do estado. Segundo o juiz da Vara de Execuções Penais Eduardo Orberg, o tenente-coronel Cláudio continua preso no presídio federal de Rondônia, onde cumpre pena.
Boletim do último dia 10 de agosto publica a noemação do tenente-coronel Cláudio
Boletim do último dia 10 de agosto publica a noemação do tenente-coronel Cláudio
Além do tenente-coronel Cláudio, o tenente Daniel Santos Benitez Lopez, também acusado de participar do crime, foi condenado a mesma pena. Já nove praças, acusados de participação no assassinato da juíza, foram condenados em setembro de 2014 a penas que variam de 19 a 26 anos de prisão. Todos os nove já foram expulsos dos quadros da Polícia Militar .
Julgamento d e nove Pms em 2013. todos já foram expulsos da corporação
Julgamento d e nove Pms em 2013. todos já foram expulsos da corporação Foto: Fabiano Rocha/Extra/Agência O Globo
A juíza patrícia Acioli foi morta, na porta de casa com 21 tiros, no dia 12 de agosto de 2011, no bairro de Piratininga, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.
A juíza era titular da 4º Vara Criminal de São Gonçalo e foi responsável pela prisão de cerca de 60 policiais ligados a milícias e grupos de extermínio, fato que teria gerado insatisfação entre os grupos criminosos que atuavam na região.
Procurada pelo Extra, a Polícia Militar informou, nesta quarta-feira que a nomeação do coronel foi fruto de um erro interno que já está sendo corrigido.
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