Ricardo Gadelha está em Olinda - Recife - Pernambuco.
Essas mulheres conheciam a violência. Algumas combatiam o crime todos os dias. Outras ensinavam vítimas a romper o ciclo da violência doméstica.
Mesmo assim, foram assassinadas por homens que diziam amá-las.
Isso mostra uma verdade dura: o feminicídio não é consequência da falta de força das mulheres. É consequência da violência masculina e de uma estrutura que ainda falha em protegê-las.
Enquanto muita gente insiste em vender a ideia de que a solução é “andar armado”, milhares de brasileiras continuam sendo mortas dentro da própria casa, pelo companheiro, pelo ex ou por alguém da família.
O lugar mais perigoso para muitas mulheres não é a rua.
É o lar.
Combater o feminicídio exige políticas públicas de prevenção, fortalecimento da rede de proteção, educação para igualdade de gênero, investigação rápida, acolhimento às vítimas e responsabilização efetiva dos agressores.
Nenhuma mulher deveria precisar escolher entre permanecer em uma relação abusiva ou arriscar a própria vida ao tentar sair dela.
O que você acredita que ainda falta para reduzir o feminicídio no Brasil? Quero ler sua opinião nos comentários.
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