15/11/2012 18h00 - Atualizado em 15/11/2012 18h00
De Jaboatão condena três..
Dois homens e mulher foram julgados culpados por formação de quadrilha.
Júri popular está suspenso para perícia de voz em outros 28 indiciados.
Três pessoas já foram condenadas e uma absolvida no julgamento que envolve 31 réus acusados de homicídio, formação de quadrilha, tráfico de entorpecentes, comércio ilegal de armas de fogo e corrupção passiva, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. O júri, que teve início no último dia 29 de outubro, está suspenso. É que os outros 28 indiciados, que respondem por homicídio, serão submetidos a perícia de voz pela Secretaria de Defesa Social (SDS), que deve ocorrer até o fim de novembro. A SDS foi procurada pelo G1 e, até a publicação da matéria, não informou os prazos do trabalho.
Foram condenados Wilson Joaquim da Silva, Webson Joaquim da Silva e Viviane Ferreira, por formação de quadrilha. Os três vão cumprir pena no regime semi-aberto. Wilson Joaquim foi condenado a cinco anos e seis meses de reclusão. Webson Joaquim a cinco anos, sete meses e dez dias. Ambos foram julgados no dia 12 de novembro. Viviane foi condenada a cinco anos de reclusão, no dia 9 de novembro. No mesmo dia, o acusado Elias Terto de Andrade foi absolvido pelo crime de formação de quadrilha.
Julgamento
Os acusados foram presos durante a Operação Guararapes II, realizada em 2010 e 2011. O júri popular ocorre na Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão, no bairro de Prazeres. A expectativa inicial era que o julgamento durasse dez dias.
Ao todo, foram convocados 25 jurados – apenas sete fazem parte do conselho de sentença. Pela sequência, primeiro são ouvidas as vítimas e, depois, realizado o interrogatório dos réus. O júri entra na fase do debate após os depoimentos. Em seguida, pode haver a réplica do MPPE e a tréplica da defesa, antes da votação dos jurados. A decisão pela absolvição ou condenação dos réus é tomada por maioria simples.
Operação
O objetivo da Operação Guararapes II foi prender pessoas de três grupos, suspeitas de praticar crimes de homicídio, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e formação de quadrilha. Como resultado, foram presas 32 pessoas, que seriam responsáveis por 58 homicídios na área de Jaboatão dos Guararapes.
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Foram condenados Wilson Joaquim da Silva, Webson Joaquim da Silva e Viviane Ferreira, por formação de quadrilha. Os três vão cumprir pena no regime semi-aberto. Wilson Joaquim foi condenado a cinco anos e seis meses de reclusão. Webson Joaquim a cinco anos, sete meses e dez dias. Ambos foram julgados no dia 12 de novembro. Viviane foi condenada a cinco anos de reclusão, no dia 9 de novembro. No mesmo dia, o acusado Elias Terto de Andrade foi absolvido pelo crime de formação de quadrilha.
Julgamento
Os acusados foram presos durante a Operação Guararapes II, realizada em 2010 e 2011. O júri popular ocorre na Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão, no bairro de Prazeres. A expectativa inicial era que o julgamento durasse dez dias.
Ao todo, foram convocados 25 jurados – apenas sete fazem parte do conselho de sentença. Pela sequência, primeiro são ouvidas as vítimas e, depois, realizado o interrogatório dos réus. O júri entra na fase do debate após os depoimentos. Em seguida, pode haver a réplica do MPPE e a tréplica da defesa, antes da votação dos jurados. A decisão pela absolvição ou condenação dos réus é tomada por maioria simples.
Operação
O objetivo da Operação Guararapes II foi prender pessoas de três grupos, suspeitas de praticar crimes de homicídio, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e formação de quadrilha. Como resultado, foram presas 32 pessoas, que seriam responsáveis por 58 homicídios na área de Jaboatão dos Guararapes.
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