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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Policial militar que estaria bêbado

E fora de serviço é acusado de tentar matar jovem no DF

Ele teria mandado o rapaz entrar em casa e atirou quando a ordem foi negada
Gustavo Frasão, do R7 | 21/01/2013 às 12h55
Divulgação/PMDF
Militar é lotado no 9º Batalhão da Polícia Militar e não foi trabalhar hoje
Militar é lotado no 9º Batalhão da PM e não foi trabalhar hoje

Um policial militar que estaria bêbado e fora de serviço é acusado de tentar matar um jovem de 20 anos no Setor Leste do Gama, região administrativa do DF. O crime aconteceu por volta das 18h deste domingo (20) na quadra 41 da cidade. O rapaz conversava com um grupo de cinco amigos na rua quando foi surpreendido pelo militar.
O policial é lotado no 9º BPM (Batalhão da PM), que fica no Setor Sul da cidade. Ele teria aparecido na rua gritando e obrigando o grupo de jovens a ir para casa. Um deles, no entanto, disse que não iria embora e isso teria motivado a tentativa de homicídio.
O pai do rapaz, que pediu para não ser identificado, contou que depois que o filhou negou a ordem, o militar tirou a arma da cintura e disparou diversas vezes. Um dos tiros acertou o braço do filho, que recebeu atendimento médico no HRG (Hospital Regional do Gama) e passa bem.
— Ele está em casa com a bala alojada e não há previsão para retirá-la.
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Ele explicou que o policial costuma fazer "bicos" em um supermercado da região e tem "péssima fama" com os moradores do local. Para ele, este não é o primeiro problema que a vizinhaça tem com o militar, que estaria respondendo a diversos processos na Corregedoria da PMDF, inclusive sobre abusos de autoridade.
Depois de levar o filho ao hospital, o homem foi até a 14ª DP (Gama) e registrou ocorrência.
— Um amigo do meu filho deixou o celular dele cair no chão durante a confusão e voltou depois para buscá-lo. O policial deu um tapa no rosto dele, pegou o celular e disse que não iria devolvê-lo. Esse cara tem que ser preso.
Por telefone, a chefia de comunicação social da PMDF confirmou ao R7 que o policial responde a alguns processos na Corregedoria, no entanto não soube informar quais são e quantos são.
A corporação também informou que o militar não atende aos telefones e até o momento não foi trabalhar. A expectativa é que ele compareça nas próximas horas ao batalhão para se defender das acusações.
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