21 de mar. de 2026
Durante audiência de custódia, o tenente-coronel Neto apresentou versões conflitantes sobre os eventos que antecederam a morte de sua esposa, a soldado Gisele. Em um dos momentos mais críticos do depoimento, ele afirmou ter tido uma relação consensual com Gisele na véspera de sua morte. No entanto, anteriormente, havia declarado que estavam brigados e sem contato íntimo desde julho.
A investigação revelou mensagens trocadas entre Gisele e o coronel nas quais ela pedia documentos para formalizar o divórcio. Essas conversas contradizem a versão apresentada por Neto de que era ele quem desejava terminar o relacionamento. Além disso, durante seu interrogatório inicial após ser preso no dia 18 de março, novas evidências foram confrontadas pelo delegado responsável pelo caso.
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